Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

BASTA CLICAR EM CIMA DO ASSUNTO é interessante‏



GENIAL...
fonte imagem:xtremedivider.wordpress.com

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BASTA CLICAR EM CIMA DO TEMA DESEJADO
Pão deliciosamente crocante 
Óleos em papéis: como retira-los 
Perfumando suas salas
Retire o mau cheiro das garrafas térmicas 
Retire manchas de banha, manteiga, graxa e cera 
Retire o cheiro de cigarros dos cinzeiros 
Retire manchas de canetas 
Para remover manchas de ferro de passar no tecidos 
Retire as manchas de água em móveis: 
Tire manchas de mel
Para retirar as manchas de vinho tinto de tapetes 
Como retirar o bolor...
Faça a limpeza de flores artificiais 
Retire manchas de café
Retire as manchas de graxa
Retire as manchas de cera Desengordure seus tapetes 
Retire manchas de mofo de tecidos 
Limpe o assoalho para absorver o pó e infestações 
Retire o mau cheiro das mãos 
Limpe os seus aquários
Retire manchas de mofo dos tecidos 
Retire tinta de caneta esferográfica... 
Para esterilizar seus vidros 
Sanitários limpos e brilhantes 
Suas rosas vão durar muito mais... 
Ferrugem em utensílios domésticos 
Para que o queijo não endureça... 
Dica sobre o açúcar em calda 
Conserve a farinha
Manchas em livros
Chiclete no cabelo 
Como controlar os mosquitos e moscas de sua casa 
Otimize o detergente
Afugentando as formigas 
Ao encerar o assoalho... 
Limpando os sapatos de camurça 
Retire manchas de ferrugem Manchas de tinta de caneta esferográfica 
Preparando frutos do mar
Derretimento de chocolate no Microondas 
Derretimento de chocolate em Banho-Maria 
Como identificar o legítimo bacalhau 
Dicas para preparar um bacalhau 
Não deixe seu bolo quebrar 
Dicas de combate ao desperdício de alimentos 
Para retirar a unidade de armários 
Para retirar o mau cheiro de carros 
Limpe seu microondas
Como limpar panelas queimadas 
Quem congela o bacalhau sempre tem 
Para o açúcar não empedrar 
Para se obter muito mais caldo do limão 
Para retirar o excesso de gordura dos alimentos 
Tire o hálito de cebola ou de alho 
Para retirar o cheiro de frituras da casa 
Talheres brilhando....
Para conservar suas flores por mais tempo 
Para tirar o sal do bacalhau rapidamente 
Tire manchas de iodo
Arroz bem solto 
Conserve a farinha ... 
Água de batatas cozidas para talheres 
Deixe os panos de pratos bem branquinhos Tire o cheiro de peixe de suas mãos 
Retire o forte cheiro de alho e cebola de suas mãos 
Frigideiras que não grudam
O que fazer com as Sobras 
Para evitar as formigas no açúcar 
Como aproveitar melhor o tempo de uma consulta médica 
Para cozinhar em invólucros de papel de alumínio 
Batata frita crocante
Faça seu próprio amaciante 
Faça seu próprio limpa-vidros 
Conservando o leite fresco por mais tempo 
Para que as batatas e maçãs não escureçam 
Para que a alface fique verdinha 
Para tirar o cheiro da geladeira 
Como tirar as espinhas de uma truta 
Para o odor nas axilas
Tratando o odor das axilas
Como comprar um bom palmito 
Quantidade ideal de alimentos consumidos em um evento 
Gaiolas de pássaros mau cheirosas 
O que fazer com as Pulgas 
Despertador de cão
Folhas de tomate contra mosquitos 
Para matar as baratas
Afugentando as moscas 
Para espantar moscas e mosquitos 
Matando as baratas
Limpe os móveis de vime
Sofá de couro branco: limpeza 
Manchas de cigarro nos dedos: como retirar Manchas em sapato claros e camurças 
Para tirar manchas de gordura dos tapetes 
Para tirar manchas de água dos móveis 
Conservando seus sofás
A Banana na sua dieta 
Omeleta no ponto 
Omeletas leves
Café requentado e saboroso 
Aves assadas e tenras 
Omeleta lisa e com muito gosto 
Retirando o chiclete do cabelo 
Couve flor sem cheiro
Limão com mais sumo
Ovos frescos e velhos 
Cerefólio
Escolher o peixe mais fresco
Lasanha macia 
Fazendo um Café delicioso 
Dica sobre o Alho
Nunca congele!
Limpando seu microondas 
Amaciando o polvo com Coca-Cola 
Para tirar o cheiro da geladeira 
Retire Manchas de camurça. 
Tire mofo de roupas e acessórios em couro 
Dicas para uma Boa Alimentação 
Dicas para a sua Festa de Reveillon 
Fazendo a ceia de fim de ano 
Cabelos oleosos
Prepare a casa para o Natal
Embrulhos - Um toque especial no Natal 
Mesa de Natal como decorá-la 
Dicas de como economizar água 
Acabando com as formigas 
Arroz bem soltinho
Tirando o cheiro de tinta e vernizes de locais pintados Mantendo a couve bem verdinha
Coxinhas de galinhas bem sequinhas 
Limpe seu microondas de modo bem simples 
Geladeira sem cheiros
Suor nos pés
Caldo de abacaxi para amolecer o coxão duro 
Conserve suas meias de nylon 
Vapor restaura vassouras velhas 
Procedimentos de Segurança para o uso do Gás Natural Veicular (GNV) 
Cinto de segurança para cachorros 
Equipamentos para o cocktail 
Tudo sobre como retirar o cheiro de alho 
Azeite - Aprenda a escolher 
Congelando Peixes e Frutos do Mar 
Cortes na Cozinha Japonesa 
Refrigerantes abertos
Como guardar gemas 
Para que o ovo não estoure durante o cozimento 
Para saber se os ovos estão estragados 
Aproveitar maionese talhada 
O que fazer com a comida salgada 
Como fazer um Souflé que não "murcha" 
Alimentos a evitar na depressão 
Saiba o que fazer se há enchentes 
Dicas para o bem vestir
Cuidados ao comprar medicamentos 
Seguro de carro sem ter dor de cabeça 
Retirando Manchas de mofo 
Manchas de maquiagem
Mofo e manchas 
Mancha de Tinta em Tecido
Mancha de tinta no couro
Mancha de tinta no cristal
Mancha de tinta na madeira encerada 
Manchas de tinta no mármore
Manchas de tinta no nylon
Mancha de tinta nos tapetes
Mancha de tinta de pintar 
Alfinetes afiados
Faca enferrujada
Dando brilho em aço inox 
Como Check-ups Podem Salvar Sua Vida 
Assar Carne com Gordura
Como cortar bem a carne
Evite espetar a carne com garfo 
Como selar a carne 
Reconhecendo a Cor da Carne à vácuo 
Como se dá a Maturação da carne 
Preparando Charque e carne de sol 
Como usar o sal na carne
Carne para quem não pode comer sal 
Reconhecendo a Carne inspecionada 
O que é a "Carne quente" 
O que é carne de vitelo
Como preparar carne adequadamente 
Diminuindo os resíduos de agro tóxicos em sua alimentação 
Limpando a máquina de lavar 
Manchas de limão na pele 
Lavando Roupas Escuras
Passando bem suas roupas 
Chá para o mal hálito 
Cheiro de Alho ou Cebola na Boca 
Mau Cheiro em Garrafa Térmica
Lavando as roupas delicadas 
Tirando as marcas das bainhas
Não perca o botão de sua roupa 
Quando você mancha a roupa na lavagem 
Vinco perfeito
Manchas em porcelanas
Banheiras amareladas, o que fazer? 
Quando o chuveiro entope: Tirando as manchas dos vasos sanitários 
Limpando os Cromados
Manchas de canetas esferográficas 
Removendo manchas deixadas pelo ferro de passar 
Manchas de Iodo nas roupas 
Retirando o cheiro de mofo 
Como tirar as manchas de óleo das roupas 
Retirando manchas de suor dos tecidos 
Fazendo um doce de pêssego 
Sal na cozinha
Como retirar mancha de ovo
Limpando os aquários 
Turbinando o detergente
Limpe bem seus óculos 
Cheiro ruim na geladeira 
Limpando as manchas de óleo dos papéis 
Deixe suas pias bem branquinhas 
Deixe seus sapatos como novos Tire o cheiro dos cinzeiros 
Mancha de vinho nos tapetes 
Deixando os vidros um brilho só! 
Cleópatra
Tirando as olheiras
Para as mãos úmidas 
Rachadura do seio na amamentação 
Atente ao rótulo quando comprar água engarrafada 
Alimentos: como consumi-los com segurança no verão 
Planos privados de assistência à saúde - guia prático de orientação ao consumidor 
O que é preciso saber sobre carnes, aves e pescados 
O jovem e o consumo nos momentos de lazer 
Alimentação Saudável
Como limpar e desinfetar as caixas de água domiciliares 
Dicas de tratamento para o piolho capilar 
Dicas para diminuir suas cólicas menstruais 
Doação de órgãos para transplante 
Animais Domésticos - Posse responsável 
Postura no uso do computador 
Crianças comem e bebem quase tudo 
Como prevenir incêndios
Como usar o hidrante num incêndio 
Como ajudar o corpo de bombeiros 
Azeite como escolher o melhor 
Evite que o creme de leite talhe na comida 
Dicas para compras em supermercados 
Dicas para preparação das refeições 
Sal no castiçal
Suco de limão em vez de leite para tirar manchas 
Desodorizantes caseiros sem produtos químicos 
O zíper emperrou?
Para a roupa não escorregar do cabide 
Costurando os botões com fio dental 
Para ralar melhor o queijo mole 
Canela contra os mosquitos indesejáveis 
Manteiga nos pés para retirar piche 
Pasta de dente para limpar objetos de prata 
Areia na tinta como antiderrapante 
Use Tábuas de madeiras para a pia 
Limão com cravo-da-índia contra os mosquitos 
Recomendações Para A Higiene Dos Manipuladores de Alimentos 
Dicas básicas para o preparo dos suflês 
Dicas para comprar os brinquedos da criança 
Abacate
Açúcar
Alho
Arroz
Bacon
Temperos Na Sua Cozinha 
Dicas sobre o Sal 
Dicas Para A Polenta 
Dicas Para O Peixe Dicas Para O Seu Pão 
Quando Você Encontrar Uma Pessoa Com Deficiência 
Receita para Picada de Mosquito 
Receita para Queimadura de Sol 
Comprando e armazenando ovos 
Cuidados ao comprar a carne do dia-a-dia 
Cheiro a alho nas mãos
Dobrando guardanapos 
Como escolher carne de porco? Utilize o leite para alimentar as suas plantas 
Como escolher as laranjas com mais suco? 
Eliminar manchas de ferrugem na roupa 
Armários sem unidade
Como não chorar ao descascar cebola 
Para uma Milanesa mais crocante 
Porque Não Se Deve ReCongelar Um Alimento 
Convivendo Com Animais
Verificando os preços pela Internet



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Diabete/Diabetes Genética do Diabetes



Diabete/Diabetes


Genética do Diabetes

10/04/2005

Provavelmente você desejou saber como adquiriu diabetes. Você pode estar preocupada se seus filhos também terão. Ao contrário de algumas características, o diabetes não parece ser herdado em um padrão simples. Contudo, claramente algumas pessoas já nascem com predisposição para desenvolver a doença.

O que leva a ter diabetes?

As causas para o diabetes tipo 1 e tipo 2 são diferentes. Ainda assim, dois fatores são importantes em ambos. Primeiro, você deve ter herdado uma predisposição para a doença. Segundo, alguma coisa no seu meio ambiente deve ter ativado o diabetes. Somente os genes não são suficientes. Uma prova disto são irmãos gêmeos idênticos. Irmãos gêmeos idênticos têm genes idênticos. Contudo, quando um gêmeo tem diabetes tipo 1, o outro adquire a doença  quase na metade das vezes. Quando um gêmeo tem diabetes tipo 2, o risco do outro é na maioria das vezes de 3 em 4.

Diabetes Tipo 1

Na maioria dos casos de diabetes tipo 1, as pessoas precisam herdar os fatores de risco dos pais. Nós entendemos que estes fatores são mais comuns entre os brancos porque estes têm a maior taxa de diabetes tipo 1. Como a maioria das pessoas em risco de adquirir diabetes não têm a doença, pesquisadores querem descobrir qual a influência do meio ambiente para o aparecimento da mesma.

O diabetes tipo 1 desenvolve com mais freqüência no inverno e é mais comum em lugares de clima frio. Outro fator, responsável pelo para desencadear o diabetes pode ser um vírus. Talvez um vírus, de efeitos moderados na maioria das pessoas, pode ativar o diabetes tipo 1 em outras.

Uma dieta logo no início do nascimento pode ter uma participação. O diabetes tipo 1 é menos comum em pessoas que foram amamentadas e naquelas que se alimentaram de alimentos sólidos mais tarde.

Em muitas pessoas, o desenvolvimento do diabetes tipo 1 parece demorar muitos anos. Em experimentos que seguiram parentes de diabéticos tipo 1, pesquisadores descobriram que a maioria daqueles que tiveram diabete em idade mais avançada, tinham certamente auto-anticorpos no sangue por muitos anos antes. (Auto -Anticorpos são anticorpos “que deram errados”, os quais atacam os próprios tecidos do corpo).


Diabetes Tipo 2

O diabetes tipo 2 tem bases genéticas mais fortes que o diabetes tipo 1, mas ainda assim depende mais de fatores ambientais. Parece confuso? O que acontece é que o histórico familiar de diabetes tipo 2 é um dos fatores de risco mais forte para se adquirir a doença.

Americanos e Europeus comem muita comida com gordura e com pouquíssimo carboidrato e fibra, e praticam poucos exercícios. O diabetes tipo 2 é comum em pessoas com esses hábitos. Nos Estados Unidos, os grupos étnicos com maior risco de adquirir a doença são os Afros Americanos, Mexicanos Americanos, e os Índios.

Outro fator de risco para adquirir diabetes tipo 2 é a obesidade. A obesidade é mais arriscada para os jovens e para pessoas que têm sido obesas por um longo tempo.

O diabetes gestacional é mais um quebra-cabeça. Mulheres que adquirem diabetes durante a gravidez têm provavelmente um histórico familiar de diabetes, especialmente pelo lado materno. Mas como em outras formas de diabetes, fatores não genéticos têm certa influência. Mães de idade mais avançada e mulheres acima do peso têm mais propensão a adquirir diabetes gestacional.

Diabetes Tipo 1: o risco do seu filho

Em geral, se você é um homem com diabetes tipo 1, o risco de seu filho adquirir diabetes é de 1 em 17. Se você é uma mulher com diabetes tipo 1 e seu filho nasceu antes de você ter 25 anos, o risco dele adquirir diabetes é 1 em 25; se seu filho nasceu depois que você completou 25, o risco dele é de 1 em 100.

O risco de seu filho é dobrado se você desenvolveu diabetes antes dos 11 anos. Se você e seu marido têm diabetes tipo 1, o risco fica entre 1 em 10 e 1 em 4.

Existe um teste que pode ser feito para crianças que têm irmãos com diabetes tipo 1. Este teste mede os anticorpos para insulina, para ilhotas de células no pâncreas, ou para uma enzima chamada
Ácido glutâmico descarboxilase. Altos níveis podem indicar que uma criança tem altos riscos de desenvolver diabetes tipo 1.

Diabetes Tipo 2: o risco de seu filho

Diabetes tipo 2 ocorre nas famílias. Em parte, essa tendência se deve porque as crianças aprendem maus hábitos de seus pais, por exemplo, comer mal, e não se exercitar. Então há também uma base genética.

Em geral, se você tem diabetes tipo 2, o risco de seu filho adquirir diabetes é 1 em 7, se você foi diagnosticada antes dos 50 anos, e 1 em 13 se você foi diagnosticada depois dos 50.

Alguns cientistas acreditam que o risco de uma criança adquirir diabetes é maior quando é a mãe que tem diabetes tipo 2. Se ambos, você e seu companheiro têm diabetes tipo 2, o risco de seu filho é cerca de 1 em 2.

O que é “Em Risco?”

Estimativas de risco são as melhores suposições dos cientistas. Eles podem estar errados. As estimativas de risco lidam com probabilidades, não lidam com certezas.

Isso significa, que você pode adquirir a doença apesar de ter um risco baixo ou você pode não adquirir a doença apesar de ter um alto risco. Por exemplo, fumantes têm um alto risco de câncer no pulmão, mas alguns fumantes nunca têm câncer.

Esses fatores significam que seus filhos podem ter diabetes ainda que o risco deles adquirirem a doença seja baixo. A média entre americanos com chance de adquirir diabetes tipo 1 é de 1 em 100 e 1 em 9 de adquirir diabetes tipo 2. Mesmo que o risco de seu filho adquirir diabetes não seja maior que de outra criança, ele ou ela poderá assim mesmo adquirir a doença.
American Diabetes Association (ADA)


 IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos

Diabete/Diabetes




Diabete/Diabetes


Diabete e tratamentos



09/03/2006
Há medidas não medicamentosas e as medicamentosas. O primeiro conjunto é representado por um plano alimentar, um plano de atividade física e um plano de educação com informações sobre saúde e diabetes.Todos devem ser individualizados. Quando após estas medidas, o controle adequado do diabetes não foi obtido, estão indicadas as medidas medicamentosas com os comprimidos orais e a insulina.
Os portadores de diabetes tipo I, já no início, devem usar insulina juntamente com as medidas não medicamentosas, o que envolve o uso de seringa e agulha, caneta de insulina, ou pode ser fornecida por uma bomba de insulina.

Bombas de insulina são usadas junto ao corpo em um cinto ou no bolso. Elas liberam insulina por meio de um tubo que a conecta a uma agulha colocada sob a pele e quantidades extras de insulina necessárias antes das refeições, dependendo do nível de glicose no sangue e da refeição.
A necessidade de insulina é diferente para cada pessoa e deve ser adequada ao estilo de vida e tipo de atividade física.
A terapia deve ser monitorada pelo paciente através de testes de glicemia com aparelhos glicosímetros e com o tratamento intensivo com várias doses de insulina ao dia, seguindo orientação de um médico endocrinologista.
O paciente portador de diabetes tipo II faz o tratamento medicamentoso quando necessário. Esses medicamentos podem agir aumentando a secreção de insulina ou melhorando a ação da insulina e deve ser individualizado.
Usam-se hipoglicemiantes orais e, eventualmente haverá necessidade de introdução de insulina nos casos em que o tratamento não está sendo eficaz em atingir os objetivos de glicemia adequada.

Novas Terapias no Diabetes Tipo 2:

Diferentes estudos têm demonstrado a relação entre a magnitude e tempo de hiperglicemia e o aparecimento de complicações crônicas do diabetes.

Além disso, a manutenção do bom controle glicêmico tem se mostrado efetivo tanto no diabetes tipo I como no tipo II, reduzindo ou retardando o desenvolvimento destas complicações, permitindo assim, uma maior longevidade e qualidade de vida para o pacientes diabéticos.

No tipo II as estratégias terapêuticas diferem do tipo I em função das características fisiopatológicas específicas do tipo II:

1) A deficiência secretória da célula pancreática é usualmente parcial e gradativa, variado com o tempo de doença;

2) Uma menor sensibilidade tecidual hepática e periférica à ação da insulina (resistência à insulina) e

3) um aumento da secreção hepática de glicose. Portanto, no diabetes tipo II diversos agentes farmacológicos orais, além do tratamento substitutivo com a insulina endógena, podem ser utilizados:

Hipoglicemiantes/Antidiabéticos Orais:

Recentemente um grupo de cientistas ingleses encerrou uma das maiores e mais longas pesquisas mundiais sobre o tratamento por via oral do diabetes tipo II. O estudo, que durou mais de 15 anos, acompanhando cerca de 5.200 pacientes, testou todas as opções de hipoglicemiantes e antidiabéticos orais e os resultados no organismo.
Para a tranqüilidade de médicos e pacientes do mundo inteiro, a conclusão foi positiva. Todos os medicamentos existentes no mercado têm efeitos benéficos, reduzindo bastante o número de complicações.
Os tipos mais conhecidos são as sulfoniluréias (que aumentam a secreção de insulina pelo pâncreas), as biguanidas (que aumentam a sensibilidade do organismo à insulina já produzida) e a acarbose (que torna mais lenta a absorção da glicose no intestino, dando tempo ao organismo para manter a glicemia normal).

Além destes três tipos básicos surgiram recentemente, os sensibilizadores de insulina de última geração chamados thiazolidinedionas, cujo representante mais conhecido é o troglitazone (ainda não disponível no mercado brasileiro), que tem um mecanismo de ação diferente.
O tratamento via oral está indicado para o diabético tipo II, porque este paciente ainda produz insulina. No momento não há evidências que justifiquem o uso de antidiabéticos orais no diabético tipo I, cujo organismo não produz nenhuma insulina, embora não se possa descartar a possibilidade de uso no futuro.
A escolha do antidiabético a ser usado ocorre de acordo com as características de cada um. Um paciente obeso, por exemplo, irá se beneficiar mais de um antidiabético do tipo biguanida, porque ela não atua promovendo maior secreção de insulina, ou seja, não contribui para o aumento de peso.

Ao contrário, provoca até uma certa falta de apetite (um dos efeitos colaterais), reduzindo o ganho de peso e facilitando o controle do diabetes.

A acarbose seria reservada para aqueles pacientes que tem uma elevação muito significativa da glicemia, logo após as refeições. Pelo fato da acarbose atuar tornando mais lenta a absorção dos carboidratos, isso faz com que esses níveis aumentem devagar no sangue e, com isso, permite que a insulina atue de maneira progressiva. Os outros pacientes sem estas características iniciariam com as sulfoniluréias.

Todo diabético que começa seu tratamento por via oral pode, ao longo do tempo, evoluir para a necessidade de usar insulina. Neste caso, inicialmente pode ser útil a associação destes dois medicamentos. Alguns grupos médicos acreditam que se deve iniciar com a insulina noturna, para manter a glicemia estável durante a noite.

À medida que vai ocorrendo a chamada falência secundária à droga oral, ou seja, o antidiabético não consegue mais controlar a glicemia, o médico começa a prescrever insulina associada, até que muitos diabéticos do tipo II passam a usar somente insulina, depois de um longo período de diabetes.

Importante ressaltar que, qualquer que seja a opção adotada pelo médico, existe uma redução significativa dos riscos de complicações crônicas desde que a glicemia seja mantida o mais próximo possível dos limites normais. Até recentemente, muitos ainda acreditavam que níveis um pouco elevados de glicose não representavam problema. Atualmente o objetivo do tratamento é manter a glicemia semelhante à de pessoas não diabéticas
.

Tipos de insulina são usados no tratamento do diabetes:

São usadas insulinas de origem animal, como as retiradas dos pâncreas de boi e porco; as insulinas humanas fabricadas através de bactérias previamente preparadas; e as mistas (mistura de insulina bovina e suína).

Quanto ao tempo de ação do efeito redutor do açúcar no sangue (glicemia), as insulinas são separadas em: de ação rápida (insulina Regular com aspecto transparente, semelhante a água potável), de ação intermediária (insulina HPH ou Lenta com aspecto leitoso) e de longa duração (também com aspecto leitoso).

Nos últimos anos, surgiram os análogos da insulina humana, fabricados através da engenharia genética, alguns a com sua função redutora do açúcar muito rápida e outros com esta função mais demorada.

Detecção:

O diabetes pode ser detectado através de testes simples que pesquisam a presença de açúcar na urina ou que avaliam a quantidade de açúcar no sangue. Mas o diagnóstico deve ser comprovado através do exame laboratorial de sangue (glicemia), que pode ser realizado em três condições:
1- Com glicemia pela manhã em jejum de pelo menos 8 horas (uma noite) e o resultado igual ou superior a 126mg/dl é sugestivo de diabetes;
2
- Com glicemia 2 horas após sobrecarga com 75g de glicose (a glicose é ingerida com água, após jejum de uma noite e o sangue é colhido 2 horas após para dosagem da glicose), o resultado igual ou superior a 200mg/dl é sugestivo de diabetes;

3
Com glicemia casual (o sangue deve ser colhido em qualquer horário do dia, sem relação com alimentação) esta glicemia deve ser realizada apenas nas pessoas que estão apresentando quadro clínico sugestivo de diabetes (muita fome, muita sede e muita urina) e o resultado igual ou superior a 200mg/dl é sugestivo de diabetes. Um resultado positivo por qualquer critério acima, deverá ser referendado nos dias subsequentes por uma nova glicemia de jejum ou 2 horas pós-sobrecarga.


Valores referência de glicemia:

O Valor de glicemia normal de 70 a 110 mg/dl em jejum oral de 8 horas. Os Valores intermediários entre 110-126 mg/dl devem ser mais bem investigados com outros testes para afastar o diagnóstico de diabetes. É aceitável a glicemia pós-prandial (após refeição) de 140mg/dl.
Pacientes acima de 45 anos com história de obesidade e alteração de colesterol e parentes com diabetes devem realizar o teste de glicemia de jejum pelo menos entre 1 a 3 anos.

O que é hipoglicemia?

Hipoglicemia ou crise insulínica é a queda rápida do açúcar no sangue. Se prolongada, pode levar o diabético ao coma. Os sintomas da hipoglicemia são sudorese, tremores, dor de cabeça, visão turva, fala arrastada, irritabilidade, nervosismo, confusão mental, convulsões e perda da consciência.

Esta condição aparece quando o teor de insulina é superior as necessidades do momento, como na seguinte situação: aplicou insulina pela manhã e logo em seguida saiu para o trabalho sem ter comido nada. Horas depois no trabalho, passou mal com desmaio.


O que é hiperglicemia?

Hiperglicemia é o aumento do açúcar no sangue. Seus sinais e sintomas são os mesmos descritos no item "quais são os sintomas do diabetes?".

Complicações agudas na hipoglicemia:

Sintomas: suor frio, fraqueza, palidez, dor de cabeça, palpitação, tremores, visão turva, sensação de fome, irritabilidade, mudança de comportamento.

O que fazer?

Beba um copo de refrigerante não dietético, suco ou de água com açúcar. Em caso de perda de consciência: Não ofereça nada via oral nem aplique insulina; Procure o serviço médico mais próximo.

Complicações agudas na hiperglicemia:

Sintomas: aumento da sede e volume urinário, fraqueza e dores generalizadas, perda de apetite, náuseas, vômitos e respiração acelerada.

O que fazer?

Beba líquido sem açúcar. Procure atendimento médico.

Complicações crônicas:

Acometem as pessoas que não controlam bem o diabetes, levando à perda da visão, problemas renais, circulatórios, diminuição e perda da sensibilidade e impotência sexual. Portanto, quando o controle do diabetes não é adequado, a pessoa pode apresentar as complicações conseqüentes do açúcar elevado no sangue.
No diabetes tipo I, a elevação aguda do açúcar pode acarretar transtornos metabólicos como o emagrecimento, a desidratação, que nos casos mais graves, sem tratamento, pode evoluir para o estado de coma, com perda dos sentidos. É o coma diabético. Alguns pacientes com diabetes tipo II, com pouca produção de insulina ou que tenham uma doença grave associada, como uma pneumonia, podem também desenvolver este quadro.
As principais complicações são aquelas que aparecerão no curso dos anos de evolução do diabetes. São as complicações dos vasos sangüíneos como o infarto no coração; o aumento da pressão arterial; o derrame ou a isquemia cerebral; o pé diabético; as lesões dos rins com insuficiência renal; as lesões dos nervos com aparecimento de dor; as paralisias; as lesões dos olhos com a catarata e, principalmente, a retinopatia diabética que pode levar a redução e até a perda da visão.
Estas complicações que surgem em decorrência do não tratamento ou do tratamento irregular do diabetes, são responsáveis por aumento do número de consultas, exames, internações, cirurgias e outros procedimentos médicos.

Elas aumentam a incapacidade laborativa provisória ou permanente da pessoa com diabetes, e são causadoras de um enorme impacto econômico e social em nosso meio. O mais importante é que todas estas complicações podem ser evitadas com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado do diabetes.
 



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