Sempre na minha mente e no coração...

Sempre na minha mente e no coração...
Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

domingo, 15 de janeiro de 2012

TEMPO MÁGICO (Rubem Alves)

milpoesiasaovento.wordpress.com
TEMPO MÁGICO
(Rubem Alves)



Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos a limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.





http://www.meu.cantinho.nom.br/mensagens/tempo_magico.asp 

artebrasilis.blogspot.com
MARAVILHOSO!!!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Um Final de Semana.... Majestoso!!!


Quem pensa segundo a opinião dos outros, está muito longe de ser um homem livre.


Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade.


Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela.


A alegria da alma constitui os belos dias da vida, seja qual for a época.


A busca de Deus é a busca da alegria. O encontro com Deus é a própria alegria.
http://www.frasescurtas.net/frases-de-alegria.html
Bom Dia....
Um maravilhoso sábado e domingo, também!!!
Beijos, para vocês...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Falando de Amor..."Para Viver Um Grande Amor" Vinicius de Moraes

Para Viver Um Grande Amor


Vinicius de Moraes



Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.

Texto extraído do livro "Para Viver Um Grande Amor", José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1984, pág. 130.
Conheça a vida e a obra do autor em "Biografias".




Boa Noite....Amigos!!!


Bom Dia... Meu amor Hindu!


Good Morning, my love Hindu...


Fuso horário, é assim...

Sexta-feira... Dia 13??? Seja muito Bem Vinda!!!




A ARTE DE NÃO ADOECER
SE NÃO QUISER ADOECER,  FALE DE SEUS SENTIMENTOS
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
SE NÃO QUISER ADOECER, TOME DECISÃO
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões, estresse. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
SE NÃO QUISER ADOECER, BUSQUE SOLUÇÕES
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem
a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
SE NÃO QUISER ADOECER, NÃO VIVA DE APARÊNCIAS
Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
SE NÃO QUISER ADOECER, ACEITE-SE
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as criticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
SE NÃO QUISER ADOECER, CONFIE
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
SE NÃO QUISER ADOECER, NÃO VIVA SEMPRE TRISTE
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. O bom humor nos salva das mãos do doutor. A alegria é saúde e terapia.
Sentimentos à flor da pele.

"Pode ter sido por acaso que nossos caminhos se cruzaram, 
Mas não foi por acaso que descobrimos essa sintonia gostosa 
Que nos aproxima a cada dia mais... 
Um misto de desejo e sedução, paixão... 
Não temos tempo para explicar o que sentimos, 
Estamos muito ocupados fazendo planos..." 
Loves is ....(Ane Gaucha)Extraído do FaceBook

My Hindu....
Feelings to the surface.
"It may have been by chance that our paths crossed,
But it was not by chance that we found this hot line
That brings us closer every day ... more
A mix of desire and seduction, passion ...
We do not have time to explain what we feel,
We are busy making plans ... "

Loves is ....( Gaucha Ane)
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Uauuuuuuuuuuuu.........................


BOM DIA!!!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Boa Noite...Sonhos e Luz!!! PAZ...


Ficar sem você é ter a noção do tempo e não saber preenchê-lo é perder a paz e conhecer a ausência de alguém presente. Ficar sem você, talvez seja o maior desafio pro meu coração, é ter necessidade de me manter acordado para a vida enquanto meu corpo adormece na sua ausência. Ficar sem você é tentar permanecer calada enquanto meu peito grita, é procurar respostas e não encontrar, é descobrir forças no infinito, é morrer de saudades a todo instante.

Boa Noite...

A alma Feminina...


Sobre a alma feminina e ser mulher


Sofia Amorim · Ribeirão Preto, SP  Em 13/10/2006 · 




O que significa ser uma mulher hoje em dia? A resposta varia muito conforme a idade desta mulher, mas há uma característica que exigimos de todas – que sejam independentes. A resposta para a pergunta não parece ser muito difícil se não colocarmos tal palavra. A pergunta passa a ser: O que significa, hoje em dia, ser uma mulher – acima de tudo – independente?

Há alguns anos, talvez ainda na primeira metade do século passado, nós não tínhamos muitas opções. Ser mulher significava, na maioria dos casos, ser casada, cuidar de um lar e dos filhos, ter cuidado especial com o marido e, aos poucos, com os mais velhos da família. Depois da revolução da pílula, do voto feminino, e de mais alguns hippies e revoluções no caminho, uma mulher precisa ser mais do que isso. O que precisamos ser? O que significa ser independente?

Queimamos nossos sutiãs, escolhemos não ter filhos, saímos dos casamentos assim como entramos, rasgamos os vestidos de noiva, pegamos no batente, acordamos cedo para trabalharmos fora de casa, moramos sozinhas. Tudo isso é independência? Não precisamos nos casar virgens, não precisamos nos casar. Não precisamos tolerar maridos rabugentos, não precisamos de maridos. Não passamos mais a noite toda acordada por causa das crianças, não precisamos de crianças. Vamos votar todos os anos pares, apitamos jogos de futebol (temos times femininos de futebol, ainda que ninguém os leve a sério). Bebemos cerveja, batemos massa de cimento, falamos sobre sexo, viajamos para qualquer lugar do mundo sem nos preocupar com satisfações. Tudo isso é independência?

Volta-se à questão: o que significa ser mulher? Ser mulher significa tudo isso ou o contrário disso? O que somos e para quem? 

A alma feminina é delicada. Todas as mulheres são delicadas – as que vestem rosa e as que vestem preto, as com rímel nos olhos e as sem, as que cruzam as pernas ao se sentarem e as que dão gargalhadas altas. A alma feminina é delicada porque torna tudo muito cuidadoso. As mulheres, queiram ou não, têm o poder do cuidado. Antes não tínhamos muitas opções, cuidávamos da casa e de tudo que estivesse dentro. Hoje temos a opções de cuidarmos de nós mesmas.

A alma feminina é leve. Onde quer que estejam, mulheres gostam de leveza. Não a leveza das coisas materiais, mas das situações que vivem. Estejam elas em uma casa escura, com objetos estranhos, o que as tornam felizes é a leveza do que vivem neste ambiente. Ser uma mulher feliz é estar leve, é viver leve, como uma folha que, lentamente, cai de uma árvore alta. Somos esta folha caindo.

A alma feminina é aberta, como um livro que se deixa ao lado para continuarmos lendo dali a poucos minutos. Cada uma tem sua maneira de ser, mas a espontaneidade faz parte desta abertura. Ser espontânea é manter nossa alma aberta. Estamos sempre abertas para sermos atenciosas com os outros, para falar sobre tudo o que soubermos, para rirmos da vida. Cada vez mais, estamos abertas para nós mesmas.

A alma feminina tem força. Enfrentamos as dores de maneira diferente da dos homens. É como se, por mais que doa, passássemos por cima daquilo que nos machuque. Nos deixamos calejar. Engolimos seco. Com toda nossa delicadeza, de leve, sentamos e choramos por aquilo que nos faz sofrer. Mas há algo que nos faz levantar, de maneira mais delicada ainda, e nos faz continuar.

Entretanto, nos dias atuais, muitas mulheres precisam negar todas essas características que nos tornam especiais – e que fazem com que os homens nos olhem com tanto carinho. Não percebem que a independência que declaram (os sutiãs, as pílulas, o não-casamento, etc.) é o que as fazem sentar sozinhas em algum lugar perdido, sem entenderem o que acontece. Choram, mas negam o motivo pelo qual choram. Tornam-se pesadas porque têm medo de serem delicadas e não serem mais respeitadas. Tornam-se fechadas e deixam de ser espontâneas para que as pessoas acreditem no que fala. E aí passam a ser fracas.

Não é o fato de não termos mais que nos casar, termos filhos, votarmos ou outras muitas coisas que nos tornam independentes. O que nos torna mulheres independentes é a maneira como podemos fazer nossas escolhas. Podemos nos casar, sim, podemos ter filhos, cuidar de outras pessoas, usar sutiã e não tomar pílulas. Ainda sim seremos mulheres independentes, porque o que nos diferencia é a maneira com que fazemos tudo isso. É isso: temos o poder da escolha e, ainda melhor, de fazermos tudo isso do modo mais feminino possível. Isso não é maravilhoso? Por que precisamos nos negar de maneira tão cruel? Se antes eram os maridos e os pais que nos maltratavam, hoje somos nós mesmas ao negarmos aquilo que nos é característico.


                                      

Sempre em meu coração... SAUDADES!!!

         

Romy Schneider
(Atriz austríaca)
23-9-1938, Viena 
29-5-1982, Paris


Seu verdadeiro nome era Rosemarie Albach. A carreira de Romy Schneider, uma das mais famosas atrizes européias, consta de duas etapas. Na primeira, entre 1955 e 1957, protagonizou filmes de entretenimento dirigidos ao público alemão, de caráter romântico, dentre os quais se destaca o papel de Elisabeth da Áustria (Sissi), que interpretou junto com sua mãe, Magda Schneider. A segunda etapa caracterizou-se pela interpretação de papéis dramáticos em filmes realizados em Paris, durante os anos de 1960, e esporadicamente nos Estados Unidos. Durante esse período, recebeu diversos prêmios, destacando-se o César francês, que lhe foi outorgado em três ocasiões. Filmou com Luchino Visconti (Boccaccio 70, 1961) e Orson Welles (O Processo, 1962). Trabalhou com os melhores diretores franceses, como Claude Chabrol ou Bertrand Tavernier, e com atores como Alain Delon, Yves Montand e Michel Piccoli. A este período pertencem filmes como Christine (1958), A Bela e Sua Majestade (1959), Coisas da Vida (1970), O Importante é Amar (1974), Assassinato por Amor (1975), Um Homem, uma Mulher, uma Noite (1979) e A Banqueira (1980). O último filme em que trabalhou foi O Bar da Última Esperança (1981).


http://biografias.netsaber.com.br/ver_biografia_c_1010.html

Saudades é tudo que sou desta época, com meu mundo ainda num Conto de Fadas!!!


Aqui comecei a amar chapéus, de todos os tipos e formas... 
Em seus filmes ela me ensinou a usar, sou uma fã incondicional de chapéus ! 
Até hoje...

Romy Schneider...Biografia Sua história.

Romy Schneider

Romy Schneidernome artístico de Rosemarie Magdalena Albach (Viena23 de setembro de 1938 — Paris29 de maio de 1982) foi uma atriz austríaca que atuou no cinema europeu, especialmente no francês.

Biografia


Romy Schneider era filha dos atores Magda Schneider e Wolf Albach-Retty, e muito bonita desde pequena. Com uma pele rosada e olhos azuis, Romy chamava muita atenção, mas só estreou no cinema aos catorze anos, no filme Quando Voltam a Florescer os Lilases, ao lado da mãe, que controlou sua carreira até que ela se casou pela primeira vez.
Aos 17 anos, em 1955, Schneider tornava-se famosa ao viver Sissi, a Imperatriz-adolescente da Áustria, no filme do mesmo nome. Era uma personagem bonita, irreverente e capaz de quebrar todos os protocolos da nobreza europeia de forma a conquistar o jovem Imperador austríaco Francisco José e os seus súditos. O filme conquistou as platéias do mundo todo e gerou mais duas continuações, Sissi, a Imperatriz e Sissi E Seu Destino, todos dirigidos por Ernst Marischka e interpretados por Romy, o ator Karlheinz Böhm e a mãe de Romy, Magda Schneider.
Já famosa mundialmente a atriz se recusou a continuar a viver jovens princesas inocentes e partiu para filmes mais adultos, escandalizando seus fãs em 1958 ao participar do filme Senhoritas de Uniforme, história de lesbianismo num colégio feminino.
No mesmo ano Romy filmou Christine, e se apaixonou perdidamente pelo seu galã, o então também jovem e promissor ator francês Alain Delon.

Túmulo de Romy Schneider, em Boissy-sans-Avoir (Yvelines)
O romance durou até 1963 e o casamento dos dois foi várias vezes anunciado e outras tantas adiado. Nessa época, ela se encontrou com o diretor Luchino Visconti que mudou radicalmente sua trajetória de atriz, dando-lhe um papel sexy e digno de uma grande atriz em Boccaccio 70.
Seu primeiro casamento foi com o diretor e cenógrafo alemão Harry Meyen, pai de seu filho David. Separaram-se em 1975 e logo depois se casou com seu secretário pessoal, Daniel Biasini, com quem teve uma filha, Sarah e que acabaria também por se separar. Quando morreu, vivia há pouco mais de um mês com o produtor francês Laurent Petain.
A atriz morreu aos 43 anos de uma parada cardíaca, em seu apartamento em Paris, onde vivia com o terceiro marido, a filha e uma empregada. Ela vinha se tratando de uma profunda depressão pelo suicídio do primeiro marido e, logo depois, pela trágica morte do filho de ambos, que ao pular um portão, foi perfurado pelas setas da grade, onde passava férias, e morreu na hora, com apenas 14 anos. Alguns dias antes de falecer, Romy se submeteu a uma operação para a retirada de um rim devido a um tumor.