Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

É NATAL 2014! MENSAGEM DE NATAL...

MENSAGEM DE NATAL

Caríssimos, chegamos ao final de mais um ano, e venho mais uma vez junto à você partilhar daquilo que é me dado de melhor para a multiplicação do pão nosso de cada dia, foi um ano fantástico de grandes desafios e aprendizados.
A grande sacada é podemos dar um pouco mais de nós no amor e incendiarmos a vontade de vencer os obstáculos às diversidades à nossa realização.
O amor é o combustível que anima à todos, bons e maus, justos ou injustos, todos perseguem este significado de estar na vida, e por amor, cometemos os nomes erros, enganos e desenganos, mas, o AMOR ao qual me refiro aqui é a força pela qual você acorda todas as manhãs e vai a luta de todos os dias da labuta diária, é a maior expressão motivadora que nos movimenta a viver. Estar movendo-se no fluxo da realização do amor maior, entender o que nos move na vida é sabermos quem somos. O que verdadeiramente nos move na vida é o que amamos, e esta força co-criadora com o Universo de infinitas possibilidades que cria a sua realidade.
Neste momento você é capaz de ouvir seu coração e responder o que você ama, ao que você se devota, o que move sua vida? 
Ao que você esta apegado neste momento? 
Como isto transforma você?

 – Hoje ao termino do dia um de meus penúltimos clientes me relatou sua experiência de transcendência de um momento de crise em numinescência, ele me contou atônito que ao consultar o pastor de sua igreja quanto à sua crise, o pastor lhe dissera que ele deixasse seu euzinho de lado, e as paixões triviais de seu “eguinho” por uma causa maior de seu eu, Deus, falou-lhe que deveria acolher Deus em seu coração para aplacar o vazio e o medo, e aquilo caiu em sua alma como balsamo acolhedor e o abriu á um eu maior, à uma experiência de amor maior; e ele compreendeu que sua crise e sua dor era o vazio de Deus em seu coração que ela acabava projetando em suas expectativas de vida e das pessoas e aquilo o fazia cair na cadeia de vazio e desespero.
A palavra chave desse sermão foi a ressurreição da vida após a morte simbólica de uma grande perda ou uma crise de vida resinificada em uma vida nova e na esperança de um bem maior, foi uma grande experiência no penúltimo dia de meus atendimentos terapêuticos.
E o que eu queria compartilhar com você é: dê um pouco mais de você em nome do amor, ou pelo amor maior, acolha o amor de Deus do pai como sua herança divina e abraça sua divindade interior e permita que o amor restaure sua vida

Esta mensagem chegou à mim através de um vídeo que partilhei no Facebook:
“Quem você pensa que é?”, esta reflexão me calou fundo na alma e eu passei a usar no meu instrumental de trabalho despertando nas pessoas esta chama do Cristo como sua identidade celeste que à tudo combate e nos coloca além de nossas experiências para compreendermos aquilo que verdadeiramente somos, aquilo que pensamos a respeito de nós mesmos, refletindo a mensagem do livro de Provérbios cap. 23.; versículo 7 na voz de Bianca Toledo foi uma voz no deserto que me guiou por este ano e aos que caminhavam ao meu lado, e foi esta voz doce que me fez ter a vontade de partilhar com você esta reflexão a respeito daquilo que você pensa à respeito de si mesmo, e poder se mover pelo grande desafio de nos tornarmos o amor e tornarmos a nossa vida uma bênção de Deus.
Quero desejar a você esta bênção de Deus, e peço ao Senhor que te abençoe e que você termine o ano vitorioso em suas lutas e conquistas, que o amor de Deus em você ilumine suas expectativas, suas ações, suas aspirações e propósitos, Deus abençoe a você e todos os amados, muito grato por mais uma jornada partilhada.
Feliz natal e um ano novo de bênçãos no amor de Deus.
Por Paulo Rubens Nascimento Sousa

http://thesecret.tv.br/2013/12/mensagem-de-natal/
DESEJANDO A TODOS AMIGOS UM DIA DE PAZ, AMOR, 

UNIÃO E PAZ JUNTOS A TODOS OS POVOS E NAÇÕES...

QUE TODOS POSSAMOS TER DIAS FELIZES!

É O MEU DESEJO PARA VOCÊS... 
ABRAÇANDO TODOS !

FELIZ NATAL EM VÁRIAS LÍNGUAS...


FELIZ NATAL

Como se diz Feliz Natal em várias línguas:

- Albanês - Gëzuar Krishtlindjet
- Alemão - Frohe Weihnachten
- Armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand
- Basco - Zorionak
- Búlgaro - Весела Коледа
- Catalão - Bon Nadal
- Coreano - Chuk Sung Tan
- Croata - Sretan Božić
- Dinamarquês - Glædelig jul
- Eslovaco - veselé Vianoce
- Espanhol - ! Feliz Navidad
- Esperanto - Gajan Kristnaskon
- Estoniano - Häid jõule
- Finlandês - Hyvää joulua
- Francês - Joyeux Noël
- Grego - Καλά Χριστούγεννα
- Inglês - Merry Christmas
- Italiano - Buon Natale
- Japonês - Merii Kurisumasu (adaptado do inglês)
- Mandarim - Kung His Hsin Nien
- Neerlandês - Prettig Kerstfeest
- Norueguês - God Jul
- Romeno - Crăciun fericit
- Russo - S prazdnikom Rozdestva Hristova
- Sueco - God Jul
- Tcheco - Veselé Vánoce
- Turco - Mutlu Noeller
- Ucraniano - Srozhdestvom Kristovym

http://www.mulhervirtual.com.br/feiznatalemvariaslinguas.html

É NATAL! Símbolo de Natal...



Símbolo de Natal


Além do "presépio" ou é costume utilizar no tempo de natal a "Árvore de Natal". Vejamos alguns de seus elementos que podem nos ajudar a aprofundar no mistério do Natal – Encarnação.

ÁRVORE nos traz à memória a árvore do Paraíso (cf. Gn 2, 9 – 17) de cujo fruto comeram Adão e Eva desobedecendo a Deus. A árvore então nos lembra a origem de nossa desgraça: o pecado. E nos recorda que o menino vai nascer de Santa Maria é o Messias prometido que vem a nos trazer o dom da reconciliação.

AS 
LUZES nos recordam que o Senhor Jesus é a luz do mundo que ilumina nossas vidas, nos tirando das trevas do pecado e nos guiando em nosso peregrinar para a Casa do Pai.

ESTRELA. Assim como no Presépio há dois mil um anos uma estrela se deteve sobre o lugar onde estava o menino Jesus, com a Maria sua Mãe, causando este acontecimento uma grande alegria nos Reis Magos (ver MT 2, 9 – 10). Hoje uma estrela coroa nossa árvore nos recordando que o acontecimento do nascimento de Jesus trouxe a verdadeira alegria a nossas vidas.

OS 
PRESENTES colocados aos pés da árvore simbolizam aqueles dons com os que os reis magos adoraram ao Menino Deus. Além disso nos recordam que tanto amou Deus Pai ao mundo que entregou (como um presente) seu único filho para que todo o que nele crer tenha eterna.

DE BÊNÇÃO DA ÁRVORE NATALINA
Todos os presentes, dizem:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

O pai da família diz:

Bendito seja Deus,
Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
Que nos abençoou com toda sorte de bênçãos espirituais.
Nos céus, em Cristo.

Todos respondem:

Bendito seja o Senhor por todos séculos. Amém


ORAÇÃO DE BÊNÇÃO
Em seguida o pai da família, com as mãos juntas, diz a oração de bênção:

Oremos.

Bendito seja, Senhor e nosso Pai,
Que nos concede recordar com fé
Nestes dias de Natal
Os mistérios do nascimento do Senhor Jesus.
nos conceda, a quem adornamos esta árvore
E o enfeitamos com luzes,
Com a alegria de celebrar
O natal
Que podemos viver também à luz dos exemplos
Da vida plena de seu Filho
E ser enriquecidos com as virtudes
Que resplandecem em sua Santa infância.
A Ele a glória por todos séculos dos séculos.

Todos respondem:

Amém.

Ao final, todos os presentes, persignando-se dizem:

Em nome do Pai, do filho e do Espírito Santo. Amém


 CURIOSO SURGIMENTO DE OUTROS SÍMBOLOS NATALINOS


MEIAS Para salvar três moças de um casamento arranjado, o bispo Nicolau resolveu ajudá-las. Ao jogar um saquinho de moedas pela chaminé, o dinheiro foi cair logo dentro de uma meia que havia sido colocada para secar CEIA DE NATAL Durante a Saturnália, festa pré-cristã da Roma Antiga, as pessoas se esbaldavam em banquetes. Como a festa terminava em 25 de dezembro, a mesa farta foi incorporada ao Natal. A presença de frutas secas e cristalizadas deve-se ao inverno rigoroso na região CARTÕESEm meados do século XIX, o inglês Henry Cole ficou com as mãos cansadas de tanto escrever cartas desejando felicidades no Natal. Foi aí que surgiu a ideia de encomendar cartões já prontos numa gráfica, com a mensagem "Feliz Natal" estampada
Os cartões de Natal são outro dos aspectos importantes da quadra natalícia e foi criado há relativamente pouco tempo. Foi um inglês, Henry Cole, que foi responsável pela criação desta forma original de enviar votos de boas festas pelo correio. A inovação surgiu devido à substancial redução que os custos do envio de correio sofreram em meados do século XIX. Desta forma, era acessível a todos o envio das felicitações. Embora a tradição religiosa tivesse demorado algum tempo a habituar-se a este costume, ele é bastante popular hoje em dia. 
PANETONE Não existe uma explicação oficial. Uma das versões conta que foi criado em 900 na Itália pelo padeiro Tone, batizado então de pane-di-Tone. O que se sabe ao certo é que o panetone foi trazido ao Brasil pelos imigrantes italianos após a Segunda Guerra Mundial GUIRLANDA: usada como enfeite nas portas de entrada das residências na época do Nat
al.


http://www.mulhervirtual.com.br/simbolosnatalinos.html

É NATAL! Cobertinha de Jesus


Contos de Natal
  Cobertinha para Jesus

Este é o relato de uma experiência que a irmã Patrícia fez, celebrando a novena do Natal com os moradores de rua, nas calçadas do centro de Salvador.

Ali não estavam apenas pessoas sem família.
Eram famílias inteiras que dormiam sobre o papelão.

Numa das noites, sentados no chão, em círculo, contemplavam a imagem do Menino Jesus.

Num dado momento, a imagem do Menino começou a passar de mão em mão e cada pessoa dizia o que queria ser no seu presépio.

Em seu colo estava Jaqueline.

Tinha quatro anos, mas parecia ter menos de dois.
Jaqueline estava muito ansiosa esperando Jesus chegar às suas mãozinhas.

Mas, afinal, o que ela gostaria de ser?

Eu quero ser a cobertinha de Jesus! - disse feliz e depressa quando pegou o Menino Jesus.

E logo foi passando para o próximo.
Sua alegria era imensa, seus olhinhos brilhavam de felicidade por ser a cobertinha de Jesus.

Não muito distante havia uma caixa de papelão onde Jaqueline dormia, sem nenhuma cobertinha.
Um grande Natal o daquela menininha moradora de rua! Como não tinha cobertinha, tornou-se cobertinha para Jesus. O que nos leva a pensar: só os pobres e simples de coração compreendem e vivem esta espiritualidade do entregar-se para que outro seja feliz.

  A Christmas Carol é um livro de Charles Dickens

Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal. Trabalha em seu escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas.

Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitariam.

O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.

O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas.

Depois disso vai embora.

O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente.

O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos.

Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele.


Assista o filme muito lindo : Os Fantasmas de Scrooge
A Christmas Carol - EUA , 2009 - 96
Animação / Drama

Direção: Robert Zemeckis

Roteiro: Robert Zemeckis

Elenco: Jim Carrey, Gary Oldman, Colin Firth, Lesley Manville 




http://www.mulhervirtual.com.br/contos_hitorias_de_natal.html

É NATAL 2014! PRESÉPIO...


Presépio 
Fazer o Presépio de Natal é uma tradição muito antiga uma data aproximada foi no século XIII, e ainda hoje uma boa parte dos  países latinos é mais importante do que a árvore de Natal.

As imagens representam o Nascimento de Jesus, a imagem do menino Jesus veio primeiro, depois Maria e José foram criadas em mosaicos no interior das igrejas e templos, e encontram-se desde o século VI.

São Francisco começou a divulgar a idéia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus.

Por isso, construiu o primeiro presépio em 1223 tendo sido celebrada uma missa que foi descrita como tendo um ambiente verdadeiramente divino.

A partir dessa altura, a idéia passou para os conventos e casas nobres, onde as representações se tornavam cada vez mais luxuosas.

Rapidamente chegaram a todos os lares, sendo do mais simples ou com mais personagens e elementos segundo o gosto e possibilidades de cada família. Mas o presépio não foi sempre como nós o conhecemos hoje.

A sua primeira representação, resumia-se a uma simples manjedoura (a palavra presépio vem do latim "praesepium", de "presepire", fechar com uma sebe. O termo designa literalmente uma "manjedoura".

Segundo o evangelho de Lucas, teria sido aí que Maria teria colocado o seu filho Jesus, após o ter envolvido em faixas.

A tradição conta-nos que o imperador romano Adriano (c.117), terá ordenado que a manjedoura de Jesus fosse destruída, no sec.II dc., tendo eventualmente os seus restos sido enterrados nas fundações de um templo pagão.

S.Jerónimo (c.347-419), um dos quatro grandes doutores da Igreja Latina, garantia que a manjedoura onde Jesus foi colocado por Maria, era feita de barro, talvez completando alguma saliência natural de uma rocha ou cova. Na Palestina, tais cavidades naturais eram utilizadas como abrigo para os animais, e os seus habitantes usavam o barro, em recipientes para dar de comer aos animais.

Por volta de 400 dc., S.Jerônimo queixou-se amargamente da destruição da manjedoura original, substituída posteriormente, no tempo do imperador Constantino, por uma imitação em ouro e prata.

Em 432 e 440 dc., o Papa Sixtus III, transferiu para a igreja de Santa Maria Maior, em Roma, vários fragmentos do santo Presépio, dando início ao hábito da missa da meia-noite, baseado numa tradição vivida em Belém.

A representação do nascimento de Jesus, remonta ao tempo dos primeiros cristãos. Logo no início do sec. II, apareceram toscas pinturas feitas nos seus refúgios, da Virgem com o menino. Um exemplo significativo pode ser encontrado nas catacumbas de santa Priscila, em Roma. Este tema também era usado, pelos cristãos, nos sarcófagos dos seus entes queridos.

A nível popular, as figuras iniciais do presépio, talvez tenham aparecido como réplicas a pequenas esculturas antropomórficas em terracota, dedicadas aos cultos pagãos, tais como os "Lari" dos romanos, colocados no átrio das casas e que representavam as divindades protetora do lar, ou mesmo os ex-votos oferecidos à Deusa Deméter, eles também  esculpiam em terracota na forma humana, algumas estatuas representando seres angélicos.

A evolução da composição do presépio foi longa e progressiva. Aos poucos foram sendo acrescentados pormenores enriquecedores, aos elementos base das pinturas e dos relevos, baseados nos Evangelhos Apócrifos e nas autoridades da Igreja.

No sec.V, um decreto papal, apoiando-se numa homilia de Leão Magno (o papa que salvou Roma da invasão de Átila, rei dos Hunos), fixou definitivamente, em três, o número de magos que até aí tinha variado entre dois e doze.

A presença de José, o carpinteiro, pai adotivo de Jesus, tornou-se comum apenas no sec.VI, altura em que o nascimento e a adoração dos Magos também surgiram em baixos relevos e mosaicos, em diversos lugares da Europa.

Em 1025 é construída uma igreja de Santa Maria Ad Praesepe, chamada "La Rotonda",  destinada a guardar pretensos fragmentos do presépio verdadeiro, trazidos da Terra Santa.

Os papas João VII (705-707) e Gregório (827-844), criaram espaços semelhantes, respectivamente, na Basílica do Vaticano e em Santa Maria, em Trastevere.

A partir do sec.VII, o nascimento de Jesus, bem como a sua morte e ressurreição, passam a ser temas explorados em representações ao vivo, ampliando a dramatização da liturgia.

Esses espetáculos verdadeiramente teatrais, apesar de estáticos, dirigidos à doutrinação e evangelização do povo, em breve saíam do espaço sagrado das igrejas e invadiam o espaço público, chegando a mobilizar, por vezes, toda a população de uma cidade.

Aos poucos, o seu aspecto religioso ia enfraquecendo, dando lugar a uma certa vulgarização profana, a que não eram estranhos a lembrança de antigas, mas ainda vivas, celebrações do mesmo tipo, mas claramente pagãs, vindas dos cultos mitraicos e gnósticos.

A partir dos púlpitos das suas igrejas, os padres e os frades, protestavam contra essa mudança de atitude.

Em 1207, o papa Inocêncio III proíbe a realização de dramas litúrgicos nas igrejas. Contudo, a necessidade popular da vivência cênica desses momentos crucial da origem do cristianismo, não ia deixar-se sufocar com tais proibições.

A cena da Natividade, foi sem dúvida aquela que mais atenção despertou junto do povo, unindo o sagrado e o profano, sobrepondo aos personagens litúrgicos, elementos populares tirados do seu dia a dia. Assim, personagens  como pastores os magos, vão sendo acrescentadas outras figuras representativas da época; os artesãos e os camponeses.

O passo fundamental para a criação do presépio clássico, foi marcado no dia 24 de Dezembro de 1223, quando Francisco de Assis partiu para Greccio (Itália), numa das suas missões evangélicas. Anteriormente, em 1220, ao visitar Belém, tinha ficado profundamente impressionado com a forma como o Natal era celebrado na Terra Santa. Agora, nesta terra inóspita de Greccio, após ter recebido, do papa Honório III, uma dispensa da proibição anteriormente decretada em 1207, e aproveitando uma gruta existente no local, Francisco de Assis decidiu recriar a cena do nascimento de Jesus, ao vivo.

Na noite de Natal, chamou os habitantes de Greccio para a gruta e aí foi celebrada uma missa, perante o povo silencioso.

Conta-se que, quando Francisco de Assis falava, com o seu habitual entusiasmo místico, ele viu, bem como os presentes, o Menino Jesus tomar forma nos seus braços.

Essa noite em Greccio, imortalizada num conjunto de frescos pintados por Giotto di Bondone, nos finais do sec.XIII, pode ser considerada como o início do culto da Natividade. Os franciscanos foram os primeiros a repetir essa representação por toda a Europa.

Mais tarde, seriam seguidos pelos Dominicanos e depois pelos Jesuítas, que levaram este culto para a América Latina, cerca do ano de 1553.

Antes da difusão do presépio clássico, tornou-se popular, especialmente no Norte da Europa  , o uso de "Beléns" - representações da Sagrada Família, numa única peça móvel, rodeada por outras figuras essenciais fixas.

Só em 1289, Arnolfo di Cambio ( também conhecido como Arnolfo di Lapo), separou os diversas personagens do presépio, dando-lhes forma autônoma.

Usando as regras clássicas da estatuária, esculpiu as figuras de Maria, José e dos Reis Magos, para a Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, para serem colocadas junto das relíquias aí existentes da manjedoura, supostamente original.

Se Francisco de Assis, pode ser considerado o patrono do presépio (declarado universalmente em 1986), Arnolf di Cambio deu-lhe definitivamente a forma que viria a torná-lo conhecido em todo o mundo.

Entre os séculos XIV e XV, foram-se desenvolvendo os presépios de figuras de madeira policromada, de pedra, de cerâmica de faiança e de terracota.

Nos finais do sec. XVI, estes presépios estavam bastante difundidos através dos mosteiros e igrejas da Europa. Neste mesmo século surgem os primeiros presépios compostos por figuras articuladas, tendo atingido uma maior perfeição nas duas primeiras décadas do sec. XVI. Os seus corpos eram normalmente de madeira, com vestimenta, com reprodução dos trajes locais,  com cabelo verdadeiro e rostos pintados. Posteriormente, os corpos passaram a ser constituídos por uma armação interior de arame, sendo a cabeça e os membros de madeira decorada. A sua mobilidade era maior e permitia uma expressão cênica mais realista.

A partir do sec. XVII, as personagens dos presépios, de tamanho mais pequeno, deixam de ser imagens de culto, e passam a ser figuras ao gosto do povo, copiando os seus hábitos e costumes.

É no sec. XVIII que se dá a grande virada. Os presépios abandonam os espaços sagrados, das igrejas e mosteiros, onde até então tinham estado confinados, e passam a ocupar o espaço  das casa particulares da realeza e da nobreza.

Toda a Europa católica é invadida por esta expressão artística, onde se misturam o requinte, a beleza e o desejo de exibir o que de melhor é criado nesta área. Depois, quais tesouros, passam de geração em geração, guardados ora com devoção, ou com avidez, acrescentados, enriquecendo o patrimônio e exibidos anualmente para gozo e alegria dos que têm o privilegio de os poder admirar.

Cenas da vida popular multiplicam-se nos presépios, tornando-se galeria de retratos de nobres e da burguesia, bem como da vida quotidiana.

O povo é chamado a participar, acorrendo em procissão às casas das famílias aristocráticas, onde extasiados, admiravam como personagens participantes e ao mesmo tempo espectadores, esses mundos fantásticos de beleza, fantasia e devoção.

Foi Nápoles o berço dessa época de ouro do presépio, onde duas linhas básicas se desenvolveram; os verdadeiros artistas e os artesão mais aptos que produziam para as classes mais abastadas, e os oleiros menos dotados que, praticando preços baixos, vendiam para o povo em geral.

Um pouco por toda a Europa, surgiram artistas que, inspirados nas escolas renascentistas italianas, desenvolveram as suas próprias escolas, onde também foram produzidos presépios maravilhosos.

Presépios riquíssimos ou pobres, de prata ou de argila, grandes ocupando uma sala, ou pequenos do tamanho de uma noz, estáticos ou animados com um sistema mecânico, são uma obra sempre fascinante, pequenos mundos para modificar e enriquecer, ano após ano, onde o imaginário e a fantasia dão mãos para, combinando a riqueza e a pobreza, a devoção e o folclore, a tradição e o ritual, espelharem um mundo real, em tempos histórico diferentes.


Peças do presépio (personagens representados)

- Menino Jesus (filho de Deus e o Salvador)

- Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo)

- José (pai de Jesus Cristo)

- Manjedoura

- Burro e Boi ou ovelhas (animais do curral, representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu)

- Anjos (responsáveis por anunciar a chegada de Jesus)

- Estrela de Belém (orientou os reis Magos quando Jesus nasceu)

- Pastores (representam a simplicidade das pessoas do local em que Jesus nasceu)

- Reis Magos (Melquior, Baltazar e Gaspar)

Podem ter pontes, casas, serras, lagos, e muitos personagens. 



http://www.mulhervirtual.com.br/presepio.html



NATAL 2014! NASCIMENTO DE JESUS...




Nascimento de Jesus

No Evangelho de S. Lucas (Cap. 2), é onde se narra, com maiores detalhes, o nascimento de Jesus. José e Maria moravam numa casa, em Nazaré.

Na época, os judeus eram dominados pelos romanos. César Augusto, imperador de Roma, ordena um recenseamento. Dai todos tiveram de se alistar, "cada um em sua cidade natal". Por isso, José e Maria foram a Belém.

Segundo as profecias, em Belém é que deveria nascer Aquele que veio para ser o alimento de nossas almas. Aquele que se definiu como: "o Pão Vivo descido do Céu", "o Pão da Vida", "o alimento de vida eterna".

Mas, em Belém, "não havia lugar para eles, nas estalagens". Por isso, Jesus nasceu no campo, numa gruta. Cercado por animais. Conforme fora predito: "O boi conhece o seu dono, e o jumento a manjedoura do seu senhor, mas Israel não me conheceu" (Is 1, 3).

Perto estavam uns pastores, quando perceberam que algo de extraordinário tinha acontecido. Apareceu-lhes um Anjo que lhes deu a boa nova: nascera o Salvador. E eles ouviram o canto celeste: "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados"- isto é, a todos os homens.

Os pastores foram a Belém. A toda pressa, ao encontro do Salvador. A toda pressa, ao encontro de quem lhes anunciava a paz, do Único que nos pode dar a paz. Mas não só eles foram ao encontro de Jesus. S. Mateus (Cap. 2) fala sobre uns magos que viram no Oriente a sua estrela, e foram, também, adorá-lo. Conforme antiga tradição, eram três reis que observavam os astros e estudavam as Escrituras, sabendo, por isso, que chegara o tempo da salvação.

Aqueles reis, vendo no Menino um Rei maior, "prostrando-se, O adoraram". E ofereceram-lhe ouro, incenso e mirra". Ouro, reconhecendo-o como Rei; Incenso, como Deus; e Mirra, como a um homem mortal (pois, com bálsamo de mirra perfumam-se os cadáveres).

E os três reis acertaram. Ali estava o Salvador do mundo, o Menino-Deus que nascia para morrer - como homem - pelos pecados dos homens. Neste dia, Cristo manifesta-se, também, aos gentios (representados pelo magos), como se manifestara aos judeus (representados pelos pastores).

"Não há mais judeu nem gentio, todos são um em Cristo".

Quanto ao nascimento de Jesus, há ainda três maneiras de considerá-lo:

Na eternidade, no seio do Pai. "Tu és meu Filho, eu hoje te gerei" (Sl 2, 7);

Na terra, em Belém, quando "a eternidade entra no tempo", quando "o Verbo se fez Carne e habitou entre nós";

Em nós, pela graça, quando, como os pastores ou os reis magos, O aceitamos como Senhor. Que Ele encontre lugar em nossa inteligência e em nosso coração.
* Verbo é a expressão do ser de Deus.



http://www.mulhervirtual.com.br/nascimentodeJesus.html

FELIZ NATAL 2014!


Oração de Natal

Senhor, nesta Noite Santa, depositamos diante de Tua
manjedoura todos os sonhos, todas as lágrimas e esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.

Por aqueles que gemem sem ter quem escute seu clamor.

Suplicamos por aqueles que Te buscam sem saber ao certo onde Te encontrar.

Para tantos que gritam paz, quando nada mais podem gritar.

Abençoa, Jesus-Menino,
cada pessoa do planeta Terra, colocando em seu coração um pouco da luz eterna
que vieste acender na noite escura de nossa fé.

Fica conosco, Senhor!

 Assim seja!


Natal Festa do Amor de Deus

No Natal a vida renasce, reaviva, e se recupera. No presépio, o Menino, nos diz: “Estou aqui porque te amo”. É próprio do amor, sair de si, ir ao encontro, descer, abaixar-se. O amado e o amante tendem à união e conformação. Por amor, Deus assume nossa carne, nosso corpo e quer repousar no estábulo de nossos corações para que creiamos em seu amor. Só os amados amam, só os amados mudam, só os amados evangelizam.

O Menino Jesus, é uma caricia do amor do Pai, um afago de Deus para nós seus filhos. Quem ama faz presentes. Acolhamos o presente que o amor do Pai nos oferece: O Menino Jesus. Não podemos viver num “ateísmo afetivo”, numa crise de carência amorosa. Natal é colo, abraço, afago e beijo de Deus. É sorriso do amor. Um sorriso abre mil portas.

O mundo precisa ser sensibilizado e curado pela beleza e a riqueza do amor de Deus. Eis o Natal. Belém é uma prova surpreendente e arrebatadora do amor de Deus. Ele ama primeiro. Ele desce e vem. Ele se assemelha a nós em tudo. Ele está no Menino. Na estrebaria. Na periferia. Humilde e pobre. Deus ama primeiro e amará até o fim. Seu amor é fiel.

Como podemos chegar ao ponto de trocar o Menino pelo velho Papai Noel? Como abandonar a estrebaria e colocar o Menino nas vitrines do mercado? Como explicar que a festa da encarnação, nos leve a viver um cristianismo desencarnado? É Natal de Jesus. Ele é o centro, a estrela, o aniversariante. Natal com Jesus é o mínimo e o melhor que nos pode acontecer.

O amor de Deus continua nos atrair. Ele transforma erros em bênçãos, desgraças em graças, desencontros em encontros, feridas em felicidade. Os desertos se transformam em jardins, os carros armados em arados e tratores, os trajes de luto em vestes de festa. O Natal nos torna mais humanos, sensíveis, solidários, bondosos e alegres.

As pessoas amadas são confiantes, alegres, centradas e criativas. Onde há amor há vigor. O amor não cansa nem se cansa. Sem amor tudo é pesado, até um grão de areia. Deixemo-nos acariciar pelas criaturas, elas são sacramentos do amor do Pai. O Natal vem ajudar-nos a redescobrir que somos amados até ao ciúme, até a loucura da manjedoura e da cruz. Deixemo-nos amar, porque só os amados são centrados, equilibrados e felizes.

Jesus é o amor em pessoa. Ele é o amor de Deus. Seus gestos e atitudes são, “epifania do amor”. Ele veio ao mundo, ao submundo e ao imundo, para dizer: “Deus amou tanto o mundo que nos deu seu filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Jesus é o melhor presente de natal. Vamos abrir as portas do coração ao salvador. È preciso crer no amor de Deus.

Natal, festa do amor de Deus, provoca glória nos céus, paz na terra, alegria universal porque nasceu o Salvador e seu reino não terá fim. É preciso permanecer no amor. Neste Natal vamos renascer. Voltemos ao primeiro amor. Nada nos separa do amor de Deus. Ele crê em nós, confia em nossa pessoa e investe em nós. O amor de Deus é incondicional, gratuito, sem medidas. Deixemo-nos amar. Aceitemos ser amados, aceitemos ser aceitos, pois Deus se agrada dos que “confiam esperando no seu amor”, diz o salmista.

O amor de Deus manifestado no Natal, é um amor que sai de si, se abaixa, dá o primeiro passo. Amor inefável, incondicional, imensurável. Um amor do coração de Deus. Antes de ser ferido na cruz, o coração de Deus é ferido de amor no Menino de Belém. Um dia apareceu a bondade de Deus e seu amor para com toda a humanidade. Este dia bendito é o dia do nascimento de Jesus. Quem ama faz mil loucuras pelo amado, dizia Santa Teresinha. “O Senhor, renovar-te-á no seu amor” (Sof. 3,17). Alegremo-nos pelo amor com que Deus nos ama em Jesus Cristo. No seu amor nos predestinou a ser filhos no Filho. Natal é a festa da nossa filiação divina, é festa do amor de Deus.

Dom Orlando Brandes



Mensagem de Natal


O Natal é o momento de renovarmos os melhores sentimentos (amor, carinho, afeto, ternura e solidariedade).

Natal é a festa cristã que nos emociona todos os anos, pois nos faz lembrar e sentir a paz de Cristo.

Vamos comemorar o Natal, resgatando seu real significado: amor ao próximo e fé em Jesus Cristo.

Que neste Natal possamos estar com as pessoas queridas, vivendo momentos de paz, amor e muita alegria.

Natal, o dia mais especial do ano, pois remete ao nascimento daquele que deu sua vida para salvar os homens. Vamos comemorar esta data, vivenciando os ensinamentos de Cristo.

O Natal é o momento de lembrarmos do nascimento de Jesus Cristo e agradecermos a Deus por tudo que conquistamos em nossas vidas.

O verdadeiro significado do Natal não está nos presentes materiais que damos ou ganhamos, mas sim no amor verdadeiro que podemos compartilhar com o próximo.

Que o verdadeiro espírito do Natal possa, em breve, se espalhar por todos os dias do ano. Quando isto acontecer, teremos uma sociedade mais justa, fraterna, solidária e pacífica.

O melhor presente de Natal foi Deus que deu ao homem: seu filho, Jesus Cristo, para nos ensinar o verdadeiro significado do amor ao próximo.

Amor, paz e solidariedade: os três presentes que devemos distribuir a todos no Dia de Natal.


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FELIZ NATAL!