Servir... Servir e servir! A vida é um sopro divino. Fazer o bem no aprendizado maior do "AMOR".E "AMAR"
Ser útil dentro do possível
Ser o que "Sou" Como Sou...Uma vida pautada no amor, com eterna gratidão, junto ao meu semelhante e ao meu "Criador"
Sou...Assim!
Querendo ser sempre um "SER HUMANO" melhor, com justiça e verdade!!!
Esta é a minha realidade!
Deixar vida no piloto-automático não é sinônimo de segurança. Desafiar-se diariamente pode revelar o verdadeiro potencial de cada um. Especialistas ensinam como fazer isso: Thinkstock/Getty Images
Saia do sofá: ter uma vida ativa e espontânea pode ser o remédio para fugir do comodismo
Estar na zona de conforto pode ser atraente pelo nome. Mas tal status pode gerar a angústia de uma vida improdutiva e desgaste nos campos profissionais e pessoais do acomodado. A ideia de dedicar um tempo para viver em segurança e sem grandes emoções parece inofensivo, mas colocar a vida no piloto-automático pode ser perigoso a longo prazo.
Sensação de que a vida está paralisada, monótona e com momentos de angústia são os principais sintomas dos acomodados. Segundo a psicóloga e palestrante Meiry Kamia, pesquisas mostram que vencer um desafio traz realização e deixar de superá-los pode afastar a felicidade.
“Muitos acham que vivem um período de segurança e que estão isentos da realidade e possíveis frustrações, mas é uma ilusão”, diz ela.
Ter uma vida ativa e espontânea pode ser o remédio para fugir do comodismo. O segredo, garante a coach comportamental Fabiana Koch, é encontrar o equilíbrio entre a rotina e espontaneidade.
“Nosso cérebro quer segurança e, por isso, entramos na rotina. Mas precisamos inserir coisas diferentes na nossa vida”.
Leia a seguir as dicas de especialistas para sair do piloto-automático:
1. Reconhecer que está na zona de conforto
Você se identificou com o que foi descrito na reportagem? Busque fugir do período de improdutividade. Muitos pensam que o comodismo evita novos medos e frustrações. No entanto, o melhor caminho para se proteger é restaurar a autoestima e autoconfiança. Em casos mais extremos, quando há indícios de depressão, o melhor é buscar ajuda profissional.
“Sair da zona de conforto implica conhecer a própria potencialidade. E abandonar a rotina: como, bebo e durmo, logo existo”, garante o analista comportamental Getúlio Chaves.
2. Elimine a procrastinação
Após assumir o problema, trate de eliminar pensamentos que justifiquem a procrastinação, como “Estou muito cansada”, “Faço amanhã, hoje estou com sono” e “Não vou dar o meu melhor porque mereço descansar”. Meiry explica que é comum buscar justificativas racionais para explicar o medo. “É triste perceber que a pessoa apenas trabalha para pagar as contas. Você pode e deve fazer mais”, orienta a psicóloga.
3. Use o passado ao seu favor
O passado pode ser uma grande referência na hora de provocar mudanças de comportamento. Relembrar momentos em que teve “frio na barriga”, pode ajudar no processo de reconstrução da própria imagem. “Isso nós tivemos desde a infância. Procure pensar no primeiro emprego e sua capacidade para consegui-lo”, explica Fabiana. Para completar o exercício pense ainda nos benefícios que teve com as situações em que foi corajosa.
Thinkstock/Getty Images -Aplicar energia em uma nova ação ajuda a sair do marasmo.
4. Enfrente pequenos novos desafios
Um novo esporte, estilo musical ou até apostar num curso de idiomas. Especialistas acreditam que ao aplicar energia em uma ação nova, você poderá ganhar visibilidade no ambiente de trabalho, aumentar a sociabilidade, e conquistar a autoconfiança. Acostume o corpo a agir mais rápido diante de pequenas atividades, aceite convites para tomar um café, por exemplo.
5. Mude o visual
Experimentar um novo corte de cabelo ou até uma nova cor pode provocar mudanças expressivas. Pontos a mais na autoestima vão agir diretamente na autoconfiança e relações interpessoais. Fabiana diz que, fazendo isso, a mulher pode se sentir encorajada. “Crie metas menores para ajudá-la a chegar ainda mais longe”.Aprenda:Mude de look todos os dias.
6. Se arrisque
Cada pessoa conhece o medo que precisa enfrentar. “Ir ao cinema sozinho pode ser um pesadelo para alguns. O importante é ter disciplina e lembrar que firmou um compromisso consigo”, orienta Meiry. Vale aproveitar cada oportunidade para fazer coisas diferentes, como escolher um novo prato no restaurante, falar com estranhos e até enfrentar uma viagem sozinha. Leia mais:12 passos para criar coragem.
7. Faça novos amigos
Ainda dentro da proposta de expandir os círculos sociais, o próximo passo é enfrentar sozinha festas e eventos sociais. O começo pode ser assustador, mas leve cartões de visita na bolsa e distribua. “Uma oportunidade para adicionar novas pessoas no seu dia a dia e ouvir novos discursos”, conclui Fabiana.
My house has no luxury, but it is the place I love the most, because in it live the most important people in my life:
my family
5 REGRAS INSUBSTITUÍVEIS QUE VOCÊ TEM QUE TER EM
CASA:
Publicado
em12 de agosto de 2014 |Por
Deborah Furtado |Amor,Família
Não há felicidade sem ordem.
Não há ordem sem regras. Se quer ter uma família feliz, você precisa
estabelecer regras claras para orientá-la, de forma a atingir os objetivos
comuns.
1. Respeito
mútuo
Os filhos devem respeitar os
pais, acatando a seus pedidos, dando-lhes satisfações e cumprindo seus deveres.
Os irmãos devem respeitar-se mutuamente, evitando disputas e brigas. O marido e
a mulher devem amar-se e respeitar-se, resolvendo seus problemas de forma
pacífica. Da mesma forma, os pais devem respeitar seus filhos, lembrando que
não sua propriedade, mas indivíduos, dotados de personalidade, cheios de
expectativas e vontades.
2.
Comunicação Eficaz
A comunicação é essencial para
a felicidade e progresso da família. Vivemos numa época em que é comum que as
pessoas se comuniquem mais com quem está longe, por meio de redes sociais e
programas de bate-papo, do que com a própria família.
Através de uma comunicação
eficaz muitos problemas são evitados e solucionados. É dessa forma que
demonstramos nosso apreço pela família. Precisamos nos aconselhar com eles
antes de tomar decisões importantes, devemos dialogar sobre decisões que devem
ser tomadas em conjunto. Devemos avisar quando formos nos atrasar. Devemos
comunicar-lhes as coisas importantes que acontecem. Devemos simplesmente
conversar. Com raras exceções, não há melhores pessoas com quem se pode
conversar do que nossa própria família.
3.
Observância dos horários
Esta é uma regra muito
importante da qual a família depende para organizar-se.
Os
membros da família devem ter horários para as refeições, para acordar, estudar,
trabalhar e dormir. Sem essa regra, dificilmente haverá harmonia familiar,
principalmente em famílias com filhos adolescentes. Se os horários não forem
cumpridos, haverá desencontros e a observância da regra sobre a comunicação também
ficará comprometida.
Nem sempre é possível fazer
todas as refeições em família, mas todos devem se esforçar para estarem juntos
em, pelo menos, uma refeição. Quando houver qualquer alteração nos horários, a
família deve ser comunicada.
4. Trabalho
e cooperação
Cada indivíduo dentro de uma
família tem que cumprir seus deveres. O pai é o primeiro a dar o exemplo,
trabalhando para sustentar a sua família. A mãe tem o dever de nutrir sua
família e ensinar seus filhos. Muitas mães precisam trabalhar fora para ajudar
no orçamento da família. Cabe aos filhos e ao marido cooperarem na limpeza e
organização da casa. Não é justo que a mulher trabalhe fora e ainda tenha de
fazer tudo sozinha em casa. Para isso, faz-se necessário que sejam delegadas as
tarefas de forma clara. A implementação de um calendário de tarefas é um meio
simples e que funciona.
Os filhos têm a obrigação de
estudar. Quando forem adolescentes, podem trabalhar meio período para ganhar o
próprio dinheiro. Enquanto são crianças, devem concentrar-se em seus estudos,
podendo, através de pequenos trabalhos, ganhar algum dinheiro.
Através do princípio do
trabalho e da cooperação, ensina-se aos membros da família lições que os
acompanharão por toda a sua vida. Planta-se a semente da industriosidade e
colhem-se os frutos da autossuficiência.
5.
Cumprimento das leis
Quando uma família se sujeita
às leis de trânsito, do país ou do município, mais bem disposta estará para
cumprir qualquer outra lei, estatuto ou regra. Seus membros serão melhores
profissionais e alunos, membros exemplares da comunidade em que vivem e de suas
congregações religiosas.
As regras de uma família são
cumpridas com mais afinco quando seus membros estão subordinados às demais leis
que governam a sociedade em que estão inseridos.
As redes sociais alimentam, mas não são as únicas responsáveis pela egolatria que tomou conta do mundo. Vivendo numa bolha chamada sociedade de consumo, cada um de nós passou a ser encarado como um produto e, como tal, precisa se vender.
Para se colocar bem no mercado do amor e no mercado de trabalho, tornou-se obrigatório apresentar um perfil, e então tratamos de falar muito sobre nós, sobre nossos atributos e tudo o que possa fazer a gente avançar em relação à concorrência, que não é pequena. Somos os publicitários de nós mesmos, uns mais discretos, outros mais exibidos, mas todos procurando encantar o próximo, que propaganda nada mais é do que isso: a arte de seduzir.
Contraditoriamente, quando se torna necessário falarmos não de nossos atributos, mas de nossas dores, de nossas inseguranças e de nossos defeitos, fechamos a boca. Mesmo os que estão bem perto, aqueles que nos são íntimos, não escutam a nossa voz. Calamos por temer um julgamento sumário. Produtos precisam ser eficientes, não podem ter falhas.
A boa notícia é que tudo isso é um absurdo. Não somos um produto. Não precisamos de slogan, embalagem, jingle. Estamos aqui para conviver, e não para sermos consumidos. E, se quisermos que realmente nos conheçam, o ideal seria parar de nos anunciarmos como o último copo d’água do deserto.
O documentário Eu Maior, um dos trabalhos mais tocantes a que assisti nos últimos tempos, traz o depoimento de filósofos, artistas, cientistas e ambientalistas sobre quem verdadeiramente somos e como devemos nos relacionar com o universo. Entre várias colocações ponderadas, teve uma de Marina Silva que tomei como uma lição de comportamento: “Você descobre a qualidade de uma pessoa não quando ela fala de si, mas quando ela fala dos outros”.
Ou seja, o que revela sua verdadeira natureza são os comentários venenosos que costuma distribuir ou os elogios que faz sobre amigos e desconhecidos. São as fofocas que oculta para não menosprezar seus semelhantes ou que espalha por aí, acrescentando uma maldadezinha extra. Você é avaliado de forma mais precisa através da sua capacidade de enaltecer o positivo que há ao seu redor ou de propagar o negativismo que sobressai em tudo o que vê.
Você demonstra que é uma pessoa maior ou menor de acordo com sua necessidade de diminuir ou de valorizar aqueles que o rodeiam, de acordo com um olhar que deveria ser justo, mas que quase sempre é competitivo. É através das suas palavras amorosas ou das suas declarações injuriantes que os outros saberão exatamente quem é você pouco importando o que você diga sobre si mesmo.
Existem momentos em nossas vidas que ficamos parados paralisados,
perplexos sem entender absolutamente nada, de como e por que ocorre, em fleches de segundos some um alguém que você gosta muito, para que de repente adentrar-se ao vazio do nada.
Sinto-me cada vez mais órfã dos tantos que se foram...
Mais um... Vejo que os meus carinhosamente os trato, estão partindo.
Uma partida com dor, misturado a tristeza até raiva.
Raiva pela falta do entendimento, mesmo. Porque tudo isso?
Robin Williams um gênio brilhante, tão carismático!
Desenhava o amor na sua melhor forma com Alegria, Simplicidade e Felicidade.
Era generoso ao atuar. Mas que ironia!
Desta forma partiste, deixando os seus?
Que desespero foi este, que lhe tomou a falta da consciência?
Nada e ninguém podem explicar.
Nada sabem de sua dor... Da sua solidão... Da depressão!
A natureza humana é indescritível para conhecê-la na totalidade.
A sua Alma! Alma Humana, bendita!
O "Ser Humano" é assim... E por ser assim, é cheio de imprevisões.
São as contradições...
Um Charles Chaplin dos tempos atuais... Às avessas!
Robin McLaurim Williams foi um ator e comediante americano. Após conquistar fama interpretando o alienígena Mork na série de televisão Mork & Mindy, e pelo seu trabalho posterior com stand-up comedy, ...Wikipédia
Robin Williams McLaurin (21 julho de 1951 - 11 de agosto de 2014) foi um ator americano, comediante stand-up, produtor de cinema e roteirista. Subindo para a fama com seu papel como o alienígena Mork na série de televisão Mork & Mindy (1978-1982), Williams passou a estabelecer uma carreira de sucesso tanto na stand-up comedy e longa-metragem de ator. Sua carreira no cinema inclui filmes aclamados como O Mundo Segundo Garp (1982), Bom Dia, Vietnã (1987), Sociedade dos Poetas Mortos (1989), Tempo de Despertar (1990), The Fisher King (1991) e Good Will Hunting (1997 ), assim como sucessos financeiros, tais como Popeye (1980), Hook (1991), Aladdin (1992), Uma Babá Quase Perfeita (1993), Jumanji (1995), The Birdcage (1996), Uma Noite no Museu (2006), e Happy Feet (2006).
Robin Williams morre aos 63 anos em aparente suicídio
Da redação e agência Reuters
Robin Williams fez diversos filmes como "Uma Babá Quase Perfeita"
O ator e comediante norte-americano Robin Williams, de 63 anos, foi encontrado morto nesta segunda-feira em sua casa no norte da Califórnia em um aparente suicídio, informou a polícia do condado de Marin, na Califórnia, Estados Unidos. A divisão de medicina legal da polícia disse suspeitar que a morte foi suicídio por asfixia, mas a causa da morte ainda está sendo investigada.
No mês passado, o ator de "Gênio Indomável", que já lutou contra o vício, entrou em um centro de reabilitação de Minnesota para buscar ajuda e manter a sobriedade. À época, seus representantes disseram que Williams não estava usando drogas ou álcool, mas tinha ido ao centro para "ajustar e focar" sua sobriedade após trabalhar por um período mais longo que o usual.
A esposa do ator, Susan Schneider, divulgou um comunicado. "Perdi meu marido e meu melhor amigo, e o mundo perdeu um de seus mais queridos artistas e belos seres humanos. Eu estou totalmente inconsolável. Em nome da família de Robin, pedimos privacidade durante esse período de profunda tristeza. Nossa esperança é que o foco não seja a morte de Robin, mas os inúmeros momentos de alegria e riso que ele deu a milhões de pessoas", disse.
Robin Williams começou a carreira na televisão, na série Mork & Mindy. Ele foi destaque no cinema a partir do final da década de 80, protagonizando filmes como "Bom Dia, Vietnã" - pelo qual concorreu ao Oscar de Melhor Ator -, "Uma Babá Quase Perfeita", "Sociedade dos Poetas Mortos", "Patch Adams - O Amor é Contagioso" e "Amor além da Vida". Apesar de comediante, ele ganhou o Oscar interpretando um personagem mais sério no filme "Gênio Indomável".
Robin Williams: A vida dá uma pequena faísca de loucura
Robin Williams, de 63 anos, foi encontrado morto nesta segunda-feira em sua casa
Robin Williams fez várias gerações rirem com "Uma Babá Quase Perfeita", sonhar com "Sociedade dos Poetas Mortos" e foi "o gênio mais genial" em "Aladdin", mas sempre arrastou um ar de amargura que, de "Bom Dia, Vietnã" a "Gênio Indomável", deu vida ao palhaço mais triste de Hollywood. "A vida só te dá uma pequena faísca de loucura. Não ouse perdê-la", disse em uma ocasião.
O ator Christopher Reeve contou uma vez que a primeira pessoa que o tinha feito rir após ficar paraplégico ao cair de um cavalo tinha sido Robin Williams. Tinham sido companheiros de estudos de interpretação na Julliard School e amigos durante toda a vida. Quando estava ainda internado no hospital, Williams se fez passar por um médico russo que queria fazer uma colonoscopia em Reeve.
Esse era o terreno do ator, o riso para ocultar o pranto, e hoje os rumores de suicídio recaem de maneira terrível sobre a morte de um dos grandes comediantes de Hollywood. Williams, nascido em Chicago em 1951, tinha combinado desde bem jovem um gênio irresistível e uma verborragia sem igual com uma vida pessoal infestada de debilidades.
Antes de saltar à interpretação tinha começado a estudar Ciências Políticas, uma inquietação comprometida que nunca lhe abandonou em seus ácidos discursos, como quando em uma edição do Festival de Berlim disse: "Não sei o que fazemos buscando armas químicas no Iraque quando seria mais fácil olhar nas tabuletas do Pentágono".
E antes de chegar à fama, que veio antes na televisão com séries como "Happy Days" e, principalmente, "Mork & Mindy" na segunda metade dos anos 70, já havia flertado perigosamente com a cocaína, que compartilhou com outro amigo vitimado pelas drogas, John Belushi. "A cocaína é a maneira que Deus tem de dizer que você está ganhando dinheiro demais", dizia com ironia.
O cinema demorou mais em dar-lhe as boas-vindas, mas foi em grande estilo com "Bom Dia, Vietnã", de Barry Levinson, que tirou um partido único de sua rapidez verbal, seu engenho e sua capacidade para combinar um grande sorriso com um olhar triste.
Também lhe representou sua primeira indicação ao Oscar e abriu sua melhor época profissional e vital, continuada com "Sociedade dos Poetas Mortos", de Peter Weir, o filme que fará com que hoje se levante toda uma geração de adolescentes a despedir-se com o grito de "Oh, capitão, meu capitão".
O trio de ases (e de indicações ao Oscar) se arredondou com "O Pescador de Ilusões", de seu ídolo, Terry Gilliam, um dos Monty Python. Depois disso, a Disney pensou nele como o único capaz de dar voz ao gênio de "Aladdin", seu gigantesco êxito comercial, e sua perícia foi tão bárbara que alguns inclusive pediram uma quarta indicação ao Oscar por um trabalho de dublagem. Como dizia a música que ele mesmo cantava em infinitos tons e vozes diferentes, não havia no mundo "um gênio tão genial".
http://atarde.uol.com.br/materias/1613538
Na comédia "Bom Dia, Vietnã", Robin foi o DJ Adrian Cronauer, recrutado para
comandar o programa de rádio das forças armadas estado-unidenses no Vietnã
Em "Uma Babá
Quase Perfeita", Robin Williams viveu o personagem Daniel Hillard, um
homem separado que se disfarça de mulher e vai trabalhar como babá de seus
filhos, se utilizando do nome de Sra. Euphegenia Doubtfire, com a intenção de
participar mais intensamente na vida deles.
Em "Sociedade dos Poetas Mortos", o ator viveu o papel de John Keating, um ex-
aluno e novo professor de literatura de uma tradicional escola preparatória. Seus
métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos criava um choque com a
ortodoxa direção do colégio
Em "The
Birdcage - A Gaiola das Loucas", Robin Williams foi Armand, homossexual
assumido e dono de um "drag nightclub"
O Google Now é um assistente pessoal virtual criado pelo Google para a plataforma Android. O serviço tem como função organizar a rotina do usuário, mostrando previsões do tempo, trânsito e notícias de acordo com cada perfil. Além disso, o Now também responde às perguntas feitas pelo usuário com informações completas e antecipa algumas atividades, como shows e viagens para ajudar o dono do aparelho. Atualmente o Google Now está disponível para todos os smartphones e tablets Android na versão
4.1 Jelly Bean ou superior, além de possuir versões para iPhone e iPad.
O assistente inteligente Google Now está cada vez mais integrado ao desktop. Depois dos cards com atualizações, que antes eram exclusivos da versão para Android e iOS, agora o navegador Google Chrome também pode ser usado para criar lembretes, inclusive usando a voz, no computador. Confira o tutorial a seguir e aprenda como enviar alertas para o celular apenas fazendo uma busca no Google.
Veja como criar lembretes do Google Now apenas fazendo uma busca no desktop (Foto: Divulgação/Google Now)
Passo 1.Se ainda não o tiver feito, realize login no Google Chrome usando o Gmail ou qualquer outra conta Google;
Passo 2.O recurso ainda está em fase de implementação, portanto só está disponível em inglês. Dessa maneira, o primeiro a se fazer é mudar o idioma da conta. Abra o menu e clique em “Conta”;
Acesse as configurações da conta (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 3.Acesse a aba “Idioma” e clique em “Português” para abrir o menu;
Abra mais opções de língua (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 4.Mude para inglês, selecionando o idioma na lista;
Mude para inglês (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 5.Clique em “Atualizar” para que as mudanças tenham efeito;
Atualize para surtir efeito (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 6.Acesse o site principal do Google e digite “reminder” (sem aspas) no campo de buscas. Imediatamente, um card de lembrete aparecerá na tela para preenchimento;
A busca por reminder abre um card de lembrete antes dos resultados (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 7.Escreva o assunto no campo “Remind me” e marque “When” (quando) ou “Where” (onde) se deseja programar um alerta baseado em horário ou local, assim como na versão do Google Now no celular;
Preencha os campos assim como no celular (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 8.Ao terminar, clique em “Remind me on Google Now” para ver o card de confirmação. Depois o alerta deverá ser exibido como um lembrete comum do Now no smartphone.
Card de confirmação aparece quando lembrete for criado (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Pronto.Agora, você já poderá adicionar algo novo sempre que estiver no computador, sem precisar tirar o celular do bolso. O recurso também funciona com os comandos “add reminder”, “set reminder” ou “create reminder” e podem ser digitados ou "falados" usando a busca por voz no Chrome – só depende, é claro, da desenvoltura do usuário para dizer as palavras em inglês.
Para o recurso funciona perfeitamente, é necessário estar com login ativo na conta Google e no Google Chrome usando a mesma conta ativa no seu smartphone ou tablet Android com Google Now.