Sempre na minha mente e no coração...

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sábado, 9 de agosto de 2014

TURISMO - Mostar - Bósnia e Herzegovina.

Domingo, 27 de julho de 2014

Mostar - Bósnia e Herzegovina.

É uma cidade da Bósnia e Herzegovina com cerca de 94.000 habitantes, situada na região da Herzegovina, capital do cantão de Herzegovina-Neretva, famosa pela sua ponte velha (século XVI) sobre o rio Neretva, situada na parte velha da cidade, que foi reconstruída em 2004 após a sua destruição em 1993 devido à Guerra da Bósnia sentida na região.

A reconstrução e reabertura da ponte é tida para os habitantes de Mostar como um sinal de esperança para o futuro de uma cidade dividida entre croatas e muçulmanos, que têm tido uma relação conturbada ao longo dos tempos. A ponte velha e o centro histórico de Mostar foram classificados como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2005.

É nesta cidade, que pertence a diocese de Mostar-Duvno, o local das supostas aparições de Nossa Senhora de Međugorje, uma das paróquias dessa diocese. As aparições ocorrem desde 24 de Junho de 1981.


Veja também: Bósnia e Herzegovina na Europa

Fonte: wikipedia




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TURISMO - Pienza - Itália

Sábado, 9 de agosto de 2014

Pienza - Itália

É uma comuna italiana da região da Toscana, província de Siena, com cerca de 2.231 habitantes. Estende-se por uma área de 122 km², tendo uma densidade populacional de 18 hab/km².


Faz fronteira com Castiglione d'Orcia, Chianciano Terme, Montepulciano, Radicofani, San Giovanni d'Asso, San Quirico d'Orcia, Sarteano, Torrita di Siena, Trequanda. Em 1996 o centro histórico de Pienza foi inscrito como Patrimônio Mundial da UNESCO pela sua importância arquitetônica, nos estilos Renascentista e Gótico.


Veja também: Burano - A pequena cidade colorida da Itália


Fonte: wikipedia



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TURISMO - Timisoara, Romênia

Sábado, 12 de julho de 2014

Timisoara, Romênia

É uma cidade no Banat, região da Romênia ocidental. Sua população é de 315 977 habitantes (2004); é a capital do judeţ (distrito) de Timiș.


A cidade ganhou notoriedade internacional em 1989, quando a 17 de dezembro sediou uma manifestação anticomunista contra o regime ditatorial de Nicolae Ceaușescu. A manifestação foi sufocada violentamente pelo Exército e pela Polícia Secreta (Securitate), com a morte de mais de 2 mil manifestantes (dados da época).

O desfecho trágico da manifestação fez com que protestos contra o governo se intensificassem a ponto do Exército se confraternizar com o povo, quando a rebelião ganhou as ruas da capital Bucareste, precipitando a queda de Nicolae Ceaușescu. O ditador tentou fugir, mas foi capturado, julgado e executado, em 25 de dezembro.


Veja também: Cachoeira totalmente coberta por musgos na Romênia



Fonte: wikipedia



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TURISMO - Ilha de Capri - Gruta Azul - Itália

Monday, March 11, 2013

Ilha de Capri - Gruta Azul - Itália

Capri se ergue diante do porto, como se 'escalasse' o rochedo acidentado. Na parte alta, casinhas, casarões, palácios, restaurantes e hotéis se acomodam em meio à vegetação. Lá vivem cerca de 12 mil moradores, divididos entre suas duas cidades, Capri e Anacapri.


Rodeada pelo atrativo verde-esmeralda do Mediterrâneo.Dentro de Capri, o tráfego de veículos é restrito. Nas vias de acesso, circulam ônibus e táxis. O gostoso é andar. Logo quando aporta, o visitante deixa suas malas na Marina Grande, ponto de chegada da maioria, aos cuidados dos carregadores.

Lá em cima, o ponto final do bondinho é a Piazza Humberto 1, mais conhecida como Piazzeta, a principal praça de Capri, repleta de cafés e restaurantes. A ilhota já foi um pacato reduto de pescadores e agricultores italianos e hoje chega a receber cerca de 2 milhões de visitantes por ano.

No século 19, ingleses e alemães se encantaram com os atrativos e a beleza do lugar e provocaram uma reviravolta na vida dos ilhéus. Os pescadores passaram a alugar seus barcos para passeios; os agricultores transformaram suas propriedades em pequenos hotéis.

A gruta Azul é uma caverna no mar na costa da ilha de Capri, Itália. A Luz solar que passa por uma cavidade subaquática, brilha através da água de mar, azul e cria um reflexo que ilumina a caverna. A beleza da Gruta Azul foi descrita em 1826 pelo escritor alemão Kopisch agosto. Desde então, a Gruta Azul tornou-se o emblema da ilha de Capri.

A gruta era bem conhecida pelos romanos, tal como é provado pela existência de estátuas antigas, que foram encontradas na Gruta. Esta descoberta, as ruínas de um antigo local e os trabalhos em um túnel subterrâneo, criaram a uma imagem de uma gruta natural adornada por estátuas.

Para chegar à Gruta Azul, pode ser com lanchas que saem do porto de Marina Grande ou ela pode ser alcançada através de ônibus ou de táxi a partir de Anacapri. Para entrar na abertura baixa da gruta, o turista deita no fundo de um barco a remo. A gruta não pode ser visitada durante a condições meteorológicas adversas.









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TURISMO - Lago de Garda - Itália

Quinta-feira, 10 de julho de 2014


Lago de Garda (em italiano: Lago di Garda), chamado também Benaco, é o maior lago da Itália e localiza-se no norte do país entre as regiões de Lombardia (província de Bréscia), Vêneto (província de Verona) e Trentino-Alto Adige (província de Trento). Estende-se por uma área de cerca de 370 km² a uma altitude de 65 metros sobre o nível do mar. O lago possui cinco ilhas.



Veja também: Ilha de Capri - Gruta Azul na Itália


Fonte: wikipedia



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TURISMO - Toscana - Itália

Terça-feira, 1 de julho de 2014



Você provavelmente já viu a paisagem da Toscana antes, mesmo sem nunca ter pisado nessa região italiana. São colinas verdes, oliveiras, construções medievais e cidades históricas que já foram retratadas em filmes como Gladiador, Sob o Sol da Toscana a até Crepúsculo sem contar a novela Passione, da Globo.

Também é uma região comentada na escola: foi ali que surgiu o Renascimento, onde viveram figuras como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Dante Alighieri e a família Medici. Por fim, se você é um apreciador de vinhos, vai reconhecer nomes de uvas típicas da região, como Chiante ou Brunello.

A região da Toscana é hoje um estado italiano, mas séculos antes de Cristo era habitada pela civilização etrusca, cuja origem remonta ao período pré-histórico. Ainda hoje é possível encontrar muralhas etruscas e vestígios de suas cidades e arte na Toscana. Roma acabou dominando a região durante a expansão do Império.

No período medieval, cidades como Florença, Arezzo, Lucca, Pisa e Siena se tornaram ricas com o transporte e comércio de mercadorias. Com os investimentos e o poder da família Medici e o talento de grandes artistas, a arquitetura e as artes nessas cidades floresceram. Mesmo com as guerras e outras invasões, os monumentos grandiosos sobreviveram. Soma-se a isso um interior charmoso, com vilas e castelos, grandes áreas verdes bucólicas, vinícolas, campos de girassol, queijos e comidas fantásticas.

Conclusão: a Toscana é um destino turístico formidável em praticamente todos os sentidos. Além de cidades “maiores”, como Florença e Siena, tem cidadezinhas que você pode fazer um bate-volta, de carro, ônibus ou trem, como Pisa, Lucca, Volterra, San Gimignano, Cortona e Arezzo.


Veja também: Piscinas Naturais e Termais pelo Mundo - Parte I





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TURISMO - Torre Eiffel: Símbolo de Paris e da França

Domingo, 29 de junho de 2014

Torre Eiffel: Símbolo de Paris e da França
Símbolo de Paris e da França, a Torre Eiffel faz um sucesso que ninguém esperava quando foi construída em 1889. Ela recebe todos os anos cerca de 7 milhões de visitantes e tornou-se ao longo das décadas um monumento imperdível.

Verdadeiro ícone de Paris e da França, a Torre Eiffel, grande “dama de ferro”, domina a cidade-luz com seus 324 metros de altura. Símbolo vertiginoso da Revolução Industrial no coração de Paris, resquício da exposição universal de 1889, a Torre Eiffel não envelhece nunca.

Revestida de uma iluminação dourada a partir do cair da noite (desde o ano de 1985), ela resplandece durante os primeiros cinco minutos de cada hora desde o réveillon do ano 2000. Mais um exemplo de algo temporário que tornou-se permanente. Afinal, com sua silhueta frágil, graciosa e vertiginosa, a Torre Eiffel foi construída em 1889 por Gustave Eiffel justamente com o objetivo de ser uma instalação temporária.

Eleita pelos visitantes… Desde há 120 anos

Seu destino revelou-se completamente diferente: ela nunca foi desmontada, graças ao imenso sucesso que suscitou entre os visitantes durante as exposições universais de 1889 e 1900, e graças às experiências científicas levadas a cabo em suas instalações.

Depois de uma carreira dedicada exclusivamente ao rádio (as primeiras transmissões de rádio ocorreram em 1898 e o primeiro programa da rádio pública foi transmitido em 1925) e em seguida às telecomunicações (até a transmissão de canais de televisão digitais), ela começa a receber uma massa considerável de turistas a partir dos anos 1950, tornando-se o segundo ponto turístico mais visitado da França, sendo o primeiro os jardins do Palácio de Versalhes.

Desde então, seu índice de frequentação só faz aumentar. Atualmente, dos 7 milhões de visitantes que recebe por ano, 75 % são de origem estrangeira e consideram a Torre Eiffel um ponto turístico cuja visita é indispensável durante sua estadia. De fato, “a Dama de ferro” sempre ganha papel de destaque em qualquer reportagem feita sobre Paris.

Ela serve constantemente de palco inspirador para diversos filmes, principalmente desde a filmagem de La Fin du Monde (O fim do mundo) do diretor Abel Gance, em 1930. Impressionante, tem tudo para ser o símbolo de Paris, da França e do imaginário parisiense.

Um monumento fora do comum, cheio de restaurantes e atrações

A construção de Gustave Eiffel é imponente. Com seus 303 metros de altura (sem contar as antenas ali instaladas), ela pesa mais de 10.000 toneladas e é constituída de 18.000 peças de metal unidas por 2.500.000 rebites.

Sua pintura já foi renovada cerca de 20 vezes e ela chegou a perder 1.340 toneladas supérfluas durante uma grande reforma em 1985. Para chegar aos dois primeiros andares, é preciso utilizar os elevadores ou subir as escadas são 704 degraus até o segundo andar. A subida permite ao visitante admirar de maneira privilegiada o coração da estrutura metálica da Torre, bem como ter acesso a diversos ângulos de visão da capital.

Do segundo andar pode-se avistar os mais importantes monumentos da capital, como a Catedral Notre-Dame, o Louvre e sua Pirâmide, o Arco do Triunfo e até, ao longe, o Palácio de Versalhes. Cada andar coloca à disposição do visitante um imenso leque de escolhas panorâmicas, culturais ou gastronômicas: o trajeto “A epopeia da Torre Eiffel” e a sala de projeções Cineiffel no primeiro andar com suas imagens insólitas da Torre, o restaurante gastronômico Le Jules Verne no segundo andar, o escritório de Gustave Eiffel reconstituído e, no último andar, o bar vertiginoso onde serve-se apenas champanhe…

Com o pôr-do-sol, a partir da Torre, cujo acesso é permitido até às 23 horas, a cidade-luz se desnuda, oferecendo ao visitante um verdadeiro espetáculo repleto de luzes vivas e coloridas que destacam-se sobre um fundo de noite estrelada.

120 anos de cerimônias inaugurais e girândolas finais.

Com o Champ-de-Mars (Campo de Marte), magnífico parque parisiense a seus pés e, do outro lado do Rio Sena, a Esplanada de Trocadéro a partir da qual tem-se uma vista da Torre de tirar o fôlego, a Dama Eiffel é, há muito tempo, palco de iluminações espetaculares e de eventos marcantes: os fogos de artifício do dia 14 de julho, o espetáculo pirotécnico da passagem para o ano 2000, a iluminação azul durante a presidência francesa da União Européia ou multicolorida para comemorar seus 120 anos, diversas instalações (uma pista de patinação, um jardim…).

Desde a sua inauguração, ela constitui uma fonte de inspiração para muitos artistas, pintores (Bonnard, Vuillard, Dufy, Chagall…), cantores e escritores. O pintor cubista Robert Delaunay (1885-1941) dedicou a ela grande parte de sua obra.

Durante o período da Belle Epoque, a cantora de cabaré Mistinguett não podia acreditar que ela ainda se encontrava em pé. Nos anos 1970, o cantor Jacques Dutronc se mostrou preocupado em uma de suas canções, temendo que ela tivesse frio nos pés.

Mais que um monumento, ela tornou-se “a alma” da cidade-luz, no firmamento do rio Sena e do céu de Paris. “Construção inútil e insubstituível, mundo familiar e símbolo heroico, testemunha dos acontecimentos de todo um século e monumento sempre novo, objeto inimitável e sempre reproduzido…”, dizia Roland Barthes (A Torre Eiffel, editora Delpirre, 1964).

Veja mais em : Torre Eiffel - Paris - França


Fonte: France.fr



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