Sempre na minha mente e no coração...

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

A cidade perdida de Shambala


Deserto de Gobi, Mongólia - paisagem fantástica que abriga o segredo da ...
tesourosecidadesperdidas.blogspot.com

A cidade perdida de Shambala


Deserto de Gobi, Mongólia paisagem fantástica que abriga o segredo da Cidade dos Filhos de Deus, o lugar que nenhum ser humano comum pode alcançar, uma lenda de maldição que engole os viajantes e enlouquece os curiosos. Shambala, a cidade invisível das areias de Gobi, guardada pelos gênios djins,criadores de miragens perfeitas.


Por milhares de anos, rumores e relatos circulam no mundo sobre um lugar, além dos picos gelados do Tibet, além dos vales da Eurásia, onde fica um paraíso inacessível à maioria do homens, lugar onde reinam a sabedoria e a paz, uma cidade chamada Shambala.

Shambala, que em sânscrito significa "lugar de paz", é uma localidade mítica, habitada por uma comunidade de seres perfeitos e semi-perfeitos que em silêncio e segredo são os guias da evolução da humanidade.

Segundo a lenda, somente os "puros de coração" podem viver em Shambala. Ali desfrutam de completo bem estar e felicidade em uma existência sem sofrimento, sem angústia de desejos, sem doença ou velhice. Não há injustiças; as pessoas são belas e possuem faculdades metafísicas, extra-sensoriais. São altamente avançados sob todos os aspectos, do espiritual ao tecnológico, do artístico ao científico.

A localização exata de Shambala é um mistério. Numerosos exploradores e adeptos de diferentes tradições espirituais tentaram encontrar a "cidade invisível" sem sucesso. Apesar de tudo, parece certo que Shambala fica na Eurásia. Teósofos vão mais além e apontam o deserto de Gobi como o lugar que abriga a "morada dos deuses" (ou dos mestres ascensos). Entretanto, esta Shambala, que ninguém pode ver ainda que percorra todos os quadrantes do deserto, situa-se além da realidade física percebida pelo homem; Shambala é uma ponte, portal entre o mundo dos homens e um outro mundo, um mundo além da percepção ordinária. Muitos dos Lamas do Tibet dedicaram - e dedicam - suas vidas a obter um desenvolvimento espiritual que possa conduzi-los a uma "viagem até Shambala".

As Profecias de Shambala

A profecia fala da gradual degradação da raça humana, com a expansão da ideologia do materialismo cada vez mais generalizada em todo os lugares do mundo. Quando os "bárbaros materialistas" estiverem reunidos sob um governo maligno, quando não houver mais nada a conquistar as névoas dos Himalaias se dispersarão e revelarão Shambala, como uma jóia incrustada nas montanhas. Os bárbaros atacarão Shambala fortemente armados mas o 32º rei de Shambala, Rudra Cakrin (ou Kalki), conduzirá a reação contra os invasores que, então, serão destruídos.


Outra profecia parece se referir aos tempos atuais antecipando especificamente a desintegração do budismo no Tibet e o crescimento do materialismo no mundo. No que se refere ao Tibet, o país está praticamente anexado à China. O governo chinês, pouco afeito às tradições religiosas entende de controlar os mosteiros e interferir na tradição protocolar e hierárquica dos Lamas e monges. O exílio do Dalai Lama e do "Rinpoche" tibetano, Chögyan Trungpa em 1959 parecem marcar o começo de tempos difíceis para a civilização.


Pesquisa Acadêmica e Maldição

Em maio de 2003, o jornal russo Pravda noticiou a publicação de uma dissertação sobre Shambala, elaborada pelo pesquisador de ciência histórica, Andrey Sterlkov, do laboratório de filosofia do Bashkir Institute.


É um dos raros trabalhos acadêmicos sobre o tema. Sterlkov refere-se a Shambala como um país legendário mencionado em ensinamentos antigos da sabedoria oriental, especialmente o Kalachakra Tantra. Ali habitam seres superiores em relação aos homens comuns, superiores em saberes e em faculdades metafísicas, possuidores de poderes extra sensoriais.



Os supostos poderes dos mestres de Shambala fascinaram e atraíram muita gente. Esotéricos, curiosos e estadistas perigosos como Hitler e Stalin. 

O governo nazista enviou mais de uma expedição ao Tibet e outras regiões da cordilheira Himalaia. Os nazis acreditavam que os arianos puros, "raça superior", eram descendentes diretos desses sábios transcendentais.

A lenda de Shambala tornou-se popular no Ocidente mas a verdade sobre esse lugar fantástico somente é conhecida pelos Lamas mais graduados, os únicos capazes de ler e entender as escrituras que contêm informações originais sobre esse assunto. as tentativas de descobrir o segredo de Shambala foram inúteis ou desgraçadamente infelizes: a maioria dos investigadores ocidentais que perseguiram o sonho de encontrar Shambala, morreram de forma trágica ou desapareceram sem deixar rastro.

São casos como o do orientalista alemão Albert Grunwedel, que viveu no começo do século XX e enlouqueceu enquanto trabalhava na tradução de textos sobre Shambala; atirou-se pela janela e morreu em um momento de insanidade.

Sterlkov acredita que a investigação sobre Shambala precisa de mais do que uma benção dos Lamas. Um pesquisador somente pode descobrir a verdade por trás da lenda quando entender que é necessário conhecer profundamente um ensinamento budista chamado Kalachakra Tantra. O texto místico deste ensinamento descreve o mítico país em detalhes. O próprio Sterlkov é um praticante Kalachakra: 
"Qualquer um que estude o Kalachakra chegará, inevitavelmente, a Shambala. Shambala é um espécie de pós-graduação para os estudantes avançados desse Tantra".

Shambala não existe no mundo físico... Conhecido no Tibet como o "Reino Oculto", é uma comunidade de seres perfeitos que estão guiando a evolução do ser humano... Os textos religiosos tibetanos descrevem a natureza física com detalhes, com sua estrutura semelhante ao lótus de oito pétalas, ali, oito regiões aparecem cercadas de montanhas. A capital é Kalapa. Os palácios são ornamentados com ouro, diamantes, corais e outras gemas preciosas. Cercado de picos recobertos de gelo, o conjunto, montanhas e palácios, são como uma joia arquitetônica refletindo uma luz cristalina.

Uma tecnologia inusitada e avançada é usada em Shambala; um palácio possui claraboias que são lentes e funcionam como "telescópios" de alta potência. Servem para estudar a vida extraterrestre. Há milênios os habitantes de Shambala usam veículos, naves que circulam nos subterrâneos da terra através de um sistema de túneis. Os Shambaleans possuem, normalmente, faculdades metafísicas, não orgânicas, como a clarividência, a habilidade de mover-se a grandes velocidades, de materializar-se e desmaterializar-se, desaparecer...
Estranhos sinais e acontecimentos são registrados na região que os tibetanos reconhecem como localização de Shambala. Contam as lendas que o lugar é guardado por seres com poderes sobre-humanos. No início do século XX (anos de 1900), um artigo no periódico hindu The Statesman relata a aventura de um militar britânico que, acampando no Himalaia viu um homem muito alto, usando vestes claras e cabelos longos. Ao perceber que estava sendo observado, o estranho desapareceu! Os tibetanos não ficam surpresos com histórias assim e dizem que estes seres são aqueles que protegem a "Terra Sagrada". MUNDO MÍSTICO

O escritor Andrew Thomas, que viveu na China e na Índia, em seu livro Shambala, informa que antes de H.P. Blavatsky ter escrito Isis sem Véu e A Doutrina Secreta, menções a esse misterioso reino já tinham sido feitas por dois padres missionários católicos: Ètienne Cacella e Jean Cabral, há 350 anos [o texto é da primeira década de 2000].

Thomas foi discípulo de um outro investigador da "Ilha Branca", Nikola Roerich. Este pintor russo escreveu que: "No meio de colossais montanhas perenemente nevadas, sua expedição encontrara vales luxuriantes, fontes de água quente e, no mais, só rochas sempre cobertas de neve" e ainda - "Nos contrafortes dos Himalaias existem muitas grutas, e diz-se que vão até grandes distâncias, sob o Kinchinjunga. Houve mesmo quem visse a “porta de pedra” mítica, que nunca foi aberta porque ainda não chegou o tempo. Estas profundas passagens conduzem a Shambhala o vale maravilhoso".[N. ROERICH - Himalayas’ Abode of Light 1947 In JORNAL INFINITO, 2007.
O cientista Jacques Bergier, um dos precursores do realismo Fantástico contemporâneo, acreditava que Shambala localizava-se em uma das "dobras da terra" ou seja, uma dimensão desconhecida da física clássica.
O irmão mais velho do Dalai Lama atual (2007), Jigme Norbu, no livro Tibet, atesta a existência de Shambala, seus habitantes, sua tecnologia espantosa, as bibliotecas contendo todo o saber do universo, o papel dos dirigentes no destino da humanidade; um tesouro em todos os sentidos oculto em abrigos subterrâneos, em fortalezas de pedra, cavernas, não somente na cordilheira do Himalaia mas também nos Andes. [JORNAL INFINITO, 2007]

Shambala &Jesus

Apesar das contradições em torno da mitológica Shambala, é certo que ali habitam seres superiores no sentido de serem dotados de faculdades extraordinárias que não se manifestam no homem comum contemporâneo. Esses seres são sempre mencionados como mestres e entre os mestres "do bem" que, supostamente vivem em Shambala, destacam-se Buda e Jesus, ainda que não seja de todo impossível serem ambos o mesmo Espírito. 
O Livro de Ouro da Igreja Gnóstica expõe essa crença sem rodeios e também se refere ao estado de Jinas: 

Shambala é um país secreto do Tibet Oriental. 

Ali vive atualmente Jesus, o Cristo com seu mesmo corpo ressuscitado há mais de 2 mil anos. Ali, no Shambala, tem seu Templo de Mistérios. 

O Shambala se encontra em estado de Jinas e é um gigantesco país. 


Ali existem os principais Monastérios e Templos da Igreja Gnóstica. 



Lá vivem muitos Mestres da Igreja Gnóstica, cujos corpos datam de idades antiqüíssimas, e estão em estado de Jinas. Quando Jesus caminhou sobre as águas, levava o corpo em estado de Jinas. Quando Jesus fez o milagre da multiplicação dos peixes e pães estava em estado de Jinas. 



Shambala é um país onde jamais chegaram os profanos, pois está muito oculto. 



Ele é o SALVADOR DO MUNDO, realmente o único que pode salvar−nos; Jesus Cristo trouxe a doutrina da Gnose do Universo. Jesus Cristo é um PARAMARTASATYA que renunciou ao ABSOLUTO para vir a este vale de lágrimas.
E sobre Agartha (ou Agarthi):
O REINO DE AGHARTI se encontra nas cavernas subterrâneas da Terra. 

A Terra é oca. Toda uma rede de cavernas constitui o Agharti. 

No Agharti vive o Patriarca Rei da Terra, com um grupo de sobreviventes da Atlântida.

Os Habitantes de Shambala

O reino invisível de Shambala é habitado por seres muito antigos, e outros provenientes de outras esferas de consciência (como Sanat Kumara) pertencentes aos remotos tempos da 3º Raça Raiz (Humana), na LEMÚRIA. No final da 3ª Raça Raiz surgiu a diferenciação pelo sexo, e as primeiras formas humanas caracterizadas por possuírem os dois sexos no mesmo corpo. Em seu começo, a 3ª Raça Raiz o ser humano era andrógino e assexuado (O Adão biblico), tornaram-se com o tempo em hermafroditas e, no final de seu ciclo dividiram-se em dois gêneros heterossexuais, macho e fêmea, nesse momento dando início à 4ª Raça Raiz já em ATLÂNTIDA (na Bíblia, é quando Eva é criada da costela de Adão). Contudo, essa evolução não foi homogênea: enquanto a maioria dos Lemurianos, aos poucos torva-se sexuada, uma parcela se manteve virgem (assexuada); recusaram a função reprodutiva e tornaram-se "Deuses", uma Dinastia Divina.

A introdução do sexo na ontologia humana provocou acentuadas mudanças de comportamento na Raça: o desejo, que servia como força propulsora da "conservação da espécie", também engendrou desequilíbrios emocionais e, deste modo, o "pecado" surgiu no mundo nas diferentes formas de violência. Os primeiros sexuados, dotados de desejo e carentes de inteligência, procriaram com animais dando origem às sub-raças ferozes que não tardaram a se destruir mutuamente.

Enquanto isso, vetores (Um modo como o Criador cria) da geologia, do clima e do Cosmos trabalhavam provocando convulsões climáticas e estruturais no planeta. Uma era Glacial começava; a humanidade física agora tinha de proteger-se dos humores da Terra. Foi então que, em socorro da Raça manifestaram-se os Nirmanakayas, Serpentes Sábias, Dragões de Luz e os precursores dos Iluminados (Buddhas) reis divinos que ensinaram as artes e ciências para a humanidade.

Estes Iluminados viveram entre os homens até meados do período de existência da Quarta Raça, a Raça Atlante, a que foi dizimada pelo evento conhecido por todas as culturas antigas como a grande inundação, o Dilúvio bíblico, há treze mil anos atrás.
Quando a iniquidade  os maus instintos, a maldade, enfim, começou a tomar conta de todos os povos do mundo, a civilização Atlante, decadente, viu seus Reis divinos se retirarem para a remota Ilha ou reino de Shambala para uns, e Agarthi, para outros de onde presidiram o fim da Quarta Raça, escapando do cataclista e viram o alvorecer da atual Quinta Raça da qual, agora, testemunham a degenerescência e que esta chegando ao final de seu ciclo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

DIWALI É COMEMORADO HOJE em 13 Novembro 2012


DIWALI É COMEMORADO HOJE...

Em 13 Novembro 2012.

Hoje é o dia em que os indianos comemoram o Diwali, um importante festival de renovação, que acontece na Índia sempre no primeiro dia do mês lunar Kartika, este ano dia 5 de Novembro.
Nesta data todos os hindus saem as ruas usando roupas novas, estouram rojões, comemoram com doces e música e acendem lamparinas.

As luzes simbolizam a vitória do bem sobre o mal. 
O bacana é que a festa é comemorada por todos os hindus, independente de sua religião, e é tida como uma das principais datas do calendário hinduísta.
Também conhecido como Festival das Luzes, a festa marca a passagem do ano novo lunar. Acredita-se por lá que hoje a Deusa Lakshmi, da riqueza e da prosperidade, visita e abençoa as casas limpas e bem iluminadas.
Você pode aproveitar e comemorar na sua casa também, ter um dia para renovação nunca é demais, certo?
Espetáculo
No próximo dia 10 de Novembro, acontece no Teatro Gazeta em São Paulo, o espetáculo Diwali - Festival das Luzes para Lakshmi. Com um elenco composto de mais de 50 pessoas entre bailarinos, atores, músicos, técnicos e coreógrafos, o espetáculo tem uma produção grandiosa. Um dos destaques fica para a música que foi composta e arranjada sob a inspiração devocional à Lakshmi. 
Instrumentos indianos como sitar, tabla e harmônio mesclam-se com instrumentos ocidentais como flauta, teclado, violão, baixo e percussão.
Os mantras são apresentados, desde formas mais tradicionais da música indiana, até em arranjos corais, mostrando assim as possibilidades desse encontro.


http://vilamulher.terra.com.br/diwali-e-comemorado-hoje-12-1-3209-143.html

Diwali é associado principalmente a adoração de Deus e Deusa. 
Ele simboliza a vitória do bem sobre o mal. 
É o fim do calendário indiano e tempo de desejar a saudação de Ano Novo para uma outra. 
Durante toda a celebração em si demonstrar espírito festivo extraordinário. 
As pessoas decoram casas e prédios com luzes e Diyas, executar vários rituais e desejar saúde e prosperidade para amigos e parentes. 
Geralmente, eles expressam seus desejos com presentes de Diwali . 
Presentes da família para brindes corporativos, os presentes são parte importante deste festival auspicioso.


Luzes todas, junto a Paz!!!

Saudando, todos os hindus.

Bye..Bye! 

O que é o Diwali?


Cidade ilumina na para a festa do DIWALI, Índia.
recadosdatenda.tumblr.com
Nova Deli, 08 de novembro: É hora de entrar em doces indo-ocidentais de fusão.
realbollywood.com

O que é o Diwali?

         Chegou novamente o tempo de acender pequenas lamparinas, de pendurar as lanternas coloridas nas casas, de fazer pújá, de visitar os amigos e os vizinhos e de celebrar à volta da mesa familiar a alegria que traz a festa do Diwali, o festival das luzes. A luz representa a libertação da ignorância.
Existem várias suposições sobre a origem desse festival. Alguns alimentam que ele celebra o casamento de Lakshmi com Vishnu.  Em Bengala, o festival é dedicado a Kalí. É também comemorado como o dia em que Rama, de forma triunfante, retornou para Ayôdhya, após ter derrotado Ravana. Nesta mesma data, também, Sri Krishna matou o demônio Narakásura.
A Índia é um país onde o calendário solar é uma enorme lista de festivais celebrados em seus meses respectivos. Diwali, o festival das luzes, é um deles, e é celebrado no início da estação de inverno na índia, acontece sempre entre o final de outubro e a primeira quinzena de novembro, durante a lua crescente. Pobre ou rico, velho ou jovem, religioso ou ateu, todos na Índia celebram Diwali. Casas são iluminadas, pintadas e especialmente decoradas para a ocasião. Por todo o país, o festival é saudado com o mesmo entusiasmo pelas pessoas, tirando a escuridão e recebendo a luz em suas vidas. Essa comemoração é muito semelhante ao natal ocidental. Entretanto, a celebração do festival tem significado diferente de estado para estado, segundo as lendas e os rituais de cada um deles.
         A palavra Diwali é proveniente do Sânscrito Dipáwali, dipa significa luz e avali, fila, traduzido, fileira de luzes. Por vezes é transliterado para o inglês como Deepavali. A historia do Diwali, ou mais corretamente Dipáwali, é repleta de lendas, baseadas nos Puránas. O tema central dessas lendas está na vitória do bem sobre o mal, mas cada história varia um pouco na forma da sua apresentação e conteúdo. A origem do Dipáwali remonta à proto-história, logo, de tradição predominantemente oral. E, por algum mistério, a tradição desta celebração épica continua viva há milhares de anos.
O épico:
         De acordo com o Rámayana (caminho de Ráma), o Dipáwali comemora o retorno de Ráma (Ráma é um dos avatares de Vishnu), o filho mais velho de Dasharatha de Ayôdhya, do seu exílio com Sítá e seu irmão Lakshamana
       Dasharatha, teve três esposas Kôshalayá, Kêykayí e Sumitrá e quatro filhos Ráma, Bharata, Lakshamana e Shatrughan. Ráma foi o filho da rainha Kôshalayá e Bharata foi o filho da Rainha Kêykayi. Kêykayi desejava que Bharata fosse o próximo rei, enquanto o rei Dasharatha desejava que fosse seu filho mais velho. Mas a ciumenta Kêykayi fez uso de dois desejos que o rei Dasharatha tinha lhe concedido e enviou Ráma para o exílio nas florestas, por um período de catorze anos. Durante esse tempo, Ráma lutou e venceu tênues batalhas no sul, que separa o sub-continente Indiano, (acredita-se que seja onde hoje se localiza o Srí Lanka) matando Ravana, um rei demoníaco, que tinha violentamente tomado, como esposa, Sítá. Diwali marca sua volta vitoriosa para seu reino junto com Hanuman, o Vanar (general) que o ajudara a alcançar sucesso.
         A população de Ayôdhya iluminou toda a cidade com dipika (lamparinas a óleo) e fogueiras para celebrar o retorno de seu rei.
         Na época devia ser um espetáculo magnífico de se ver, pois não existia luz elétrica e cada casa era iluminada por uma ou várias dessas lâmpadas; nas ruas, fileiras de fogueiras foram acesas para recepcioná-los. Esta celebração ocorre 20 dias após o dusêra, no amavashya, o 15º dia mais escuro do mês Hindu, na noite da lua nova Ashwini (áshô) (outubro / novembro).
O mantra do Diwali:
         Ayôdhyavasi Rám, Rám, Rám
         Dasharathánandana Rám
         Pathita pavana janaki jívana Sítá môhana Rám
       As pessoas expressam sua felicidade acendendo diyas ou dipikas de barro ou ferro e decorando as casas para dar as boas vindas a Lakshmi, deusa da riqueza e prosperidade, explodindo rojões e convidando o próximo para suas casas, para banquetes grandiosos. A iluminação de lâmpadas é uma forma de pagar a cortesia à divindade, para realização de saúde, riqueza, conhecimento, paz e fama, e isto também expressa bondade. É uma época que marca o começo do Novo Ano Hindu, como um novo começo para tudo.
Esse é apenas um dos aspectos desse festival lendário de quatro dias de duração e cada um dos dias tem uma historia própria para contar, cheia de rituais e mitos.
       O Primeiro dia é chamado Dhamtêras ou Dhamtryôdashi, que cai no décimo terceiro dia do mês de Ashwin. A palavra Dhama significa riqueza. Este dia tem grande importância para a comunidade rica. Acreditava-se que, segundo o horóscopo, o filho mais velho do rei Hima morreria no quarto dia de casamento, picado por uma cobra. Assim, naquele quarto dia de casamento sua preocupada esposa colocou lâmpadas inumeráveis em todo lugar e pôs todo o tipo de ornamentos, montes de ouro, e moedas de prata em uma pilha grande na entrada da casa do marido. E ela continuou contando estórias e cantando antigas canções através da noite. Quando Yama, o deus de morte, chegou na forma de uma serpente, o brilho daquelas luzes cegou seus olhos e ele não pôde entrar na câmara do Príncipe. Assim, ele subiu na pilha dos ornamentos e moedas e ficou sentado a noite inteira, escutando os mantras e as canções melódicas. Pela manhã, ele calmamente foi embora. Assim a esposa salva seu marido e, desde então, este dia de Dhamtêras veio ser conhecido como o dia de Yamadipadáma e lâmpadas são postas queimando por toda a noite, em homenagem a Yama, o deus de Morte.
       O Segundo dia é chamado Narakachaturdashi ou Chhôti Diwali, que cai no décimo quarto dia do mês de Ashwin.
         Este é o dia de pré-diwali, associado à lenda do momento em que Krishna e sua esposa Satyabhama vencem o demônio Naraka. De acordo com os Puránas, Naraka, o filho de Bhudêví, adquiriu de Bráhma uma força descomunal, após uma severa penitência (tapas), desencadeando, imediatamente, um reino de terror na cidade de Kámarupa. Os Dêvas incapazes de combater seu poder invencível recorreram a Krishna. Mas Naraka não poderia ser morto, a não ser pelas mãos de sua progenitora, Bhudêví, que já havia morrido há muito tempo. Porém, Krishna pede a sua esposa, Satyabhama, que, embora não saiba, é a reencarnação de Bhudêví, para ser a sua cocheira durante a batalha com o exército de Naraka. Krishna força um confronto com o próprio Naraka e finge ser mortalmente ferido por uma flecha dele; em desespero, Satyabhama (Bhudêví) pega o arco de seu marido (Krishna) e mira em Naraka, este, se valendo da sua invulnerabilidade, sem saber que ela, era na verdade, a reencarnação de sua mãe, é morto imediatamente, como previa a lenda. Esta lenda conta com uma moral tipicamente indiana, de que mesmo os pais não devem hesitar em punir suas crianças quando estão traçando o caminho errado, e que o bem da sociedade deve sempre prevalecer acima das suas próprias ligações familiares.
        O Terceiro dia do festival de Diwali é o mais importante, de Lakshmí - pújá, que é inteiramente dedicado ao propósito da personalidade Lakshmí. Este é o dia de Amavashya, também conhecido pelo nome de Chôpada-pújá. O dia em que Lakshmí anda pela noite escura de Amavashya. Acreditam, também, que neste dia auspicioso, Krishna descartou-se de seu corpo. Uma estória mais interessante, relacionada com este dia, está na narrativa sobre um pequeno menino chamado Nachikêta, que acreditava em Yama, o deus da morte. Neste dia ele encontrou Yama em pessoa e ficou confuso, vendo a calma e sóbria postura dele. Yama explicou ao Nachikêta que, neste dia de Amavashya, somente ao passar pela escuridão da morte, o homem vê a luz da mais alta sabedoria e, então, sua mente pode escapar da escravidão do medo da sua própria mortalidade. Nachikêta compreendeu a importância da vida no mundo e o significado da morte, todas as suas dúvidas foram tiradas e ele participou, por inteiro e de coração das celebrações do Diwali.
         Bali Chakravarthya era o rei do mundo e seu poderoso reino havia se transformado em uma ameaça aos Dêvas. Muito preocupados, eles recorrem a Vishnu que, imediatamente, intercede na forma de um avatara anão chamado Vamana. Como Bali era famoso por manter sua palavra a qualquer custo e ser um rei justo para o seu povo, o pequeno Vamana foi visitá-lo para fazer um pedido. - Por favor, ó meu rei, peço-lhe que me conceda um pequeno pedaço de terra que eu consiga cobrir com três passos destas minhas curtas pernas. O rei, como não via nenhuma ameaça no pequenino, deu sua palavra. Este, por sua vez, transformou-se em Vishnu, com sua forma infinita, e no primeiro passo, cobriu os céus, no segundo, o mundo inteiro, e como não havia mais nenhum outro lugar, Bali ofereceu a sua própria cabeça para Vishnu pisar. Assim que Vishnu pisou sobre a sua cabeça, Bali foi projetado para o sub-mundo, Pathala Lôka, mas pelo seu gesto de entrega, Vishnu concedeu que Bali retornasse uma vez ao ano para a terra, para trazer a sua sabedoria, iluminando milhares de lâmpadas para dispersar a escuridão da ignorância e espalhar a radiação do amor e compaixão.
         O Quarto dia é o final das Festividades do Diwali, chamado Kartika Shuddhi Padwa, também conhecido, simplesmente, como Padwa ou VarshaPratipáda, que marca a coroação do rei Vikramáditya o Vikarama-samvat começou neste dia.
         O dia que segue Amavasya, e é somente nesse dia que Bali sairia de Pathala Lôka para Bhu Lôka, é conhecido também como Bali Padyami.
Ao norte da Índia é executado o Gôvardhana-pújá. O Vishnu Púrana conta que o povo de Gôkula comemorava sempre após o final da estação das monções com um festival dedicado a Indra. Mas, em um ano em particular, Krishna parou as preces oferecidas a Indra que, irado, produziu um dilúvio para submergir Gôkula. Mas Krishna arrancou a montanha Gôvardhana e usou-a como um guarda-chuva salvando a cidade. Este dia é também observado como Annakuta e orações são oferecidas nos templos.
        O Quinto dia é uma tradição pós-Diwali, conhecido pelo nome de tikka ou Bhaiya-duj. 
Este dia é observado como um símbolo de amor entre as irmãs e irmãos. Acredita-se que no dia de Yamarája, o deus de morte visita sua irmã Yamí e ela coloca a forma do auspicioso (swástika) em sua testa, uma pasta feita de açafrão com arroz. Eles comeram, falaram, desfrutaram e trocaram presentes especiais como símbolo de seu amor mútuo. Yamarája anuncia que qualquer um que receber o tilak de sua irmã, neste dia, terá proteção, por todo o ano, para afastar todos os perigos. 
Desde então, é imperativo ao irmão ir para casa da sua irmã para celebrar o Bhaiya Duj.

Feliz Diwali
Happy Diwali!!!

http://www.sintoniasaintgermain.com.br/diwali.html

"O ser humano hindu de Diwali feriado começa hoje à noite, um festival de luzes celebrando a renovação, um novo ano financeiro, e o triunfo do bem sobre o mal. Durante cinco dias, celebrantes pendurarem lâmpadas vela tradicional chamado "diyas" fora de suas casas para orientar boa sorte a eles, ou comemorar a vitória dos deuses sobre as trevas. Em naves onde chamas consomem o oxigênio necessário, diyas são normalmente substituídos com um ecrã LED de fora da cabine do praticante.
Diwali é também um momento para a troca de presentes, comer alimentos doces, tomar banho com óleo, e foguetes de iluminação. Embora muitas vezes comemorado secularmente, o feriado não é sem seu lado espiritual humano observante usar os dias a contemplar a luz interior, ou "alma", que transcende a forma física”.


Celebrar o Diwali a partir de hoje para os próximos quatro dias, o festival das luzes, alegria, felicidade e bondade... 

Com muitas saudações para vocês!

Happy Diwali... Boa Tarde!!!


Happy Diwali...Índia!
Diwali

O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindu, conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e lançam fogo de artifício. Este festival celebra o assassinato de Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
O Diwali é um grande feriado indiano, e um importante festival para o hinduísmo, o sikhismo, o budismo e o jainismo. Muitas lendas são associados a Diwali. 
O feriado é atualmente comemorado pelos hindus, sikhs e jains em todo o mundo como o festival das luzes, onde as luzes ou lâmpadas significam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano. Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro.
Em muitas partes da Índia, é o Baile do Rei Rama de Ayodhya,que após 14 anos de exílio na floresta derrotou o mal Ravana. O povo de Ayodhya (a capital do seu reino) congratulou-se com Rama por iluminação em fileiras (avali) das lâmpadas (Deepa), dando assim o seu nome: Deepavali. Esta palavra, em devido tempo, se tornou Diwali em hindi. Mas, no sul indiano em algumas línguas, a palavra não sofreu qualquer alteração e, portanto, o festival é chamado Deepavali no sul da Índia. 
Existem várias observâncias do feriado em toda a Índia.
O Jainismo Diwali é marcado como o nirvana do Lord Mahavira, que ocorreu em 15 de outubro, 527 aC.
Entre os sikhs, o Diwali veio a ter significado especial a partir do dia ao qual houve o retorno a cidade de Amritsar do iluminado Guru Hargobind (1595-1644), que havia sido detido no Forte em Gwalior sob as ordens do imperador Mughal, Jahangir (1570-1627). Como o sexto Guru (professor), do Sikhismo, Guru Hargobind Ji, foi libertado da prisão - juntamente com 53 hindus Kings (que eram mantidos como prisioneiros políticos) a quem o Guru havia organizado sua libertação. Após a sua libertação ele foi para o Darbar Sahib (Templo Dourado) na cidade santa de Amritsar, onde foi saudado pelo povo com tamanha felicidade que acenderam velas e diyas para cumprimentar o Guru. Devido a isto, sikhs referem frequentemente que Diwali também como BANDI Chhorh Divas - "o dia da libertação dos detidos".
O festival também é comemorado pelos budistas do Nepal, especialmente os Newar budistas.
Na Índia, o Diwali é hoje considerado um festival nacional quanto ao aspecto estético, entretanto, é usufruído pelos hindus, independentemente da fé.

Diwali e a religião hindu


O Divali envolve muitos mitos e lendas do Hinduísmo, principalmente relacionados a Vishnu Lakshmi e sua esposa. Tal como Brahma, o deus da criação, e Shiva, deus da destruição, Vishnu, o deus da preservação, faz parte da Trimúrti, a trindade do hinduísmo, que vem substituindo o fervor popular que é a trindade védica Agni (fogo), Vayú (vento) e Surya (o sol). Cada uma dessas divindades é acompanhado por sua esposa (sua Shákti), a deusa associada a ele. Assim, a esposa de Brahma é Sarasvati, a deusa do conhecimento, é o de Shiva Parvati (que pode assumir formas terríveis como Kali e Durga), e, finalmente, a de Vishnu é Lakshmi, que personifica a riqueza interior naturalmente associados preservar. Vishnu é o outro muito popular através de seus dez avatares, encarnações em diferentes formas, os mais famosos são Rama, o herói mítico rei do Ramayana, o grande épico hindu, Krishna, o pastor sedutora e divina, que simboliza o amor divino é inerente nos seres humanos, até mesmo alguns outros como Narasimha, o homem-leão.


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Ano de 2012 13 de Novembro

Observações:
Celebra o assassinato de Narakasua, o que
Converte  o Diwali num evento religioso que simboliza a
Destruição do mal.



Paz, amor e harmonia!!!

domingo, 11 de novembro de 2012

Mas uma...Nova semana. BOA SEMANA!!!


"Nossas almas são como flores tenras á mercê dos ventos do destino. Elas tremulam a brisa da manhã, e se curvam sob o orvalho cadente do céu."

[Khalil Gibran]
Good Week...

They say that The Heart has no Speed
And why is he dumb
He knew that when the mouth Spears
It’s who says it all.

Kisses for all, Good Evening Friends... Bye...Bye!

ANGKOR - CAMBOJA / VIETNAN " TEMPLO BUDISTA COMPLEXO ARQUITETÔNICO"




Não há nenhum ponto de chegar ao Camboja sem visitar esta maravilha. 
O complexo arqueológico está perto de Siem Reap. O complexo do templo foi feita pelo Rei Suryavarman II, dedicado ao deus hindu Vishnu e serviu como capital e templo real, o que explica o nome templos (Angkor significa cidade, e Wat ou IVA significa templo Khmer).

Depois de séculos de ser escondido na selva os templos finalmente revelou-se.
Os templos são considerados o maior complexo de templo do mundo, toda a área é de cerca de 400km2 isso também inclui a floresta. Há três coisas importantes que você deve saber sobre Angkor Wat antes de ir para lá: em primeiro lugar, é provavelmente um dos locais mais belos do planeta. Segundo é muito maior do que você pensa, não é apenas Angkor único templo do complexo é muito maior do que isso. Por último, mas não menos importante, nenhum templo é o mesmo, os templos foram construídos em épocas diferentes, o que lhes dá todas as características seu único.

Ao contrário de outros templos de Angkor, Ta ​​Prohm foi deixado como foi encontrado, preservado como um exemplo do que uma floresta tropical vai fazer para um monumento arquitetônico quando as mãos protetoras de seres humanos são retiradas. Paredes de Ta Prohm, telhados, câmaras e pátios foram suficientemente reparado para parar a deterioração, e o santuário foi inocentado de arbustos e vegetação densa, mas o templo foi deixado no estrangulamento das árvores.

Bayon no Camboja é um dos templos mais famosos de Angkor e é conhecido por possuir uma exibição única arquitetônico de esculturas de pedra gigantes de rostos, como parte de sua estrutura.

Ele está localizado no centro físico de Angkor Thom, a nove quilômetros quadrados ou (três e meio quadrado) complexo urbano milhas, e é o ponto focal do boom de construção Jayavarman VII iniciada após ele derrotou os Chams para reclaimthe Império Khmer.


Angkor Wat (ou Angkor Vat), Patrimônio da Humanidade, é um templo de Angkor, no Camboja, construído pelo rei Suryavarman II no início do século 12 como o seu templo e capital do estado. Como o templo mais bem preservado no local, é o único que restou com importante significado religioso desde a sua fundação em primeira hindu, dedicado a Vishnu, então budista.

O templo é o epítome do estilo clássico de alta Khmer arquitetura. Tornou-se um símbolo do Camboja, aparecendo em sua bandeira nacional, e é principal atração do País para os visitantes.

Angkor Wat combina dois planos básicos de arquitetura Khmer templo: o templo da montanha e mais tarde o templo galerias. Ele é projetado para representar o Monte Meru, casa dos deuses na mitologia hindu: dentro de um fosso e uma parede exterior 3,6 km (2,2 milhas) de comprimento estão três galerias retangulares, cada um elevado acima da seguinte.
No centro do templo fica um quincôncio de torres. Diferentemente da maioria dos templos Angkorian, Angkor Wat é orientado para o oeste; estudiosos estão divididos quanto ao significado desta. O templo é admirado pela grandiosidade e harmonia de sua arquitetura, suas extensas baixos-relevos e para o devatas numerosos (espíritos guardiões) adornar suas paredes.
Angkor Wat é o principal exemplo do estilo clássico da arquitetura Khmer o Angkor Wat estilo a que deu o seu nome. Até o século 12 arquitetos Khmer tinha tornar-se hábil e confiante no uso de arenito (em vez de tijolo ou laterita) como o principal material de construção. A maior parte das áreas visíveis são de blocos de arenito, enquanto laterite foi usado para a parede exterior e para partes estruturais ocultos. 
O agente de ligação usado para unir os blocos é ainda de ser identificados, apesar de resinas naturais ou de cal hidratada foram sugeridas.

Angkor Wat tem atraído elogios acima de tudo para a harmonia do seu design, que tem sido comparada com a arquitetura da Grécia e Roma antigas. De acordo com Maurice Glaize, um conservador meados do século 20 de Angkor, o templo "atinge uma perfeição clássica pela monumentalidade contido de seus elementos finamente equilibradas e o arranjo preciso de suas proporções. É um trabalho de unidade de alimentação e estilo. "
Arquitetonicamente, os elementos característicos do estilo incluem: as ogivais, torres em forma de gomos redented lótus; meia-galerias para ampliar passagens; galerias axiais Conectando gabinete, e os terraços cruciformes que aparecem ao longo do eixo principal do templo. Típicos elementos decorativos são devatas (ou apsaras), baixos-relevos, e em frontões guirlandas extensos e cenas narrativas.

O Angkor Wat estilo foi seguido por que do período de Bayon, em que a qualidade foi muitas vezes sacrificado a quantidade. Outros templos no estilo são Banteay Samre, Thommanon, Chao Say Tevoda e os primeiros templos de Preah Pithu em Angkor, Angkor fora, Beng Mealea e partes da Linha Phanom e Phimai.


Algumas fotos de Angkor Wat