Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A honestidade





A honestidade


“Honestidade” é uma palavra muito usada, mas seu real significado raramente é percebido. Não tem nada a ver com moralidade ou ser bonzinho. Ser honesto também tem pouca relação com ser apanhado e ir para a cadeia. De fato, ser honesto é um ato de amor por si mesmo.

A lei de causa e efeito atua em todos os níveis. Se você menospreza e critica os outros, será menosprezado e criticado. 
Se você está sempre com raiva, só atrai raiva. 
Da mesma forma, se você é honesto, só atrai honestidade.
Imagine que você acaba de descobrir que sua casa foi assaltada. Sua primeira reação é sentir-se uma vítima: “Por que fizeram essa maldade comigo?” 
No entanto, o que você precisa fazer é parar para pensar por que e como você atraiu essa experiência desagradável.
Quando ouço alguém se queixar de que foi roubado ou sofreu uma perda em alguma área de sua vida, logo pergunto: “O que você andou roubando ultimamente?” 
A primeira reação é sempre um ar de surpresa, mas uma análise mais cuidadosa e profunda acaba revelando uma ligação entre os dois acontecimentos.
Quando nos apoderamos de alguma coisa que não é nossa, perdemos algo de maior valor. 
Se rompemos o relacionamento de alguém, podemos perder um emprego. 
Se roubamos dinheiro ou algum objeto, podemos sofrer uma perda em um relacionamento. 
Se furtamos selos ou canetas do escritório onde trabalhamos, podemos perder a condução ou um compromisso. 
Como tudo nesta vida, a desonestidade tem seu preço.
Infelizmente, muitas pessoas roubam de hotéis, lojas de departamentos, supermercados, grandes companhias etc. porque acreditam que essas empresas podem arcar com o prejuízo. 
Mas esse tipo de raciocínio não funciona com a lei de causa e efeito. Quem rouba é roubado.
Quem dá recebe. Não pode ser diferente.
Assumir a responsabilidade de criar as próprias experiências é uma ideia que nem todos gostam de aceitar. É sempre mais fácil pôr a culpa nos outros de que enfrentar os próprios defeitos. 
Entretanto, o crescimento espiritual só ocorre quando reconhecemos que existe muito pouco de valor fora de nós, que tudo vem de dentro.
Se você anda sofrendo muitas perdas ou prejuízos na vida, examine o que pode estar tirando dos outros. Algumas pessoas que jamais furtariam um alfinete não hesitam em roubar a autoestima de um semelhante, fazendo-o se sentir culpado por alguma infelicidade.
É preciso muita autoanálise e percepção para sermos verdadeiramente honestos em todos os níveis.
Quando nos apossamos de algo que não nos pertence, avisamos o Universo que não somos dignos de ganhar com nosso próprio trabalho, que não somos bons o bastante, que desejamos também ser roubados. 
Estamos dizendo também que não acreditamos que existe o suficiente para todos. 
Acreditamos que temos de ser furtivos para conseguir o que é bom. Essas crenças se tornam muralhas em torno de nós, impedindo-nos de experimentar a abundância e a alegria da vida.
As crenças negativas não são a verdade de nosso ser. Somos magníficos e merecemos o melhor.
Este é um planeta de abundância. 
Quando entendemos que nossos pensamentos criam nossa realidade, ser absolutamente honestos, até o último clipe de papel, é mais uma escolha que fazemos por amor a nós mesmos. 
A honestidade ajuda nossa vida a fluir com mais facilidade e suavidade.
Por isso, lembre-se de você mesmo quando fizer alguma compra e receber troco errado a seu favor.
Avisar o caixa de seu erro é uma obrigação espiritual sua, que só reverterá para seu próprio bem.
Se a desonestidade atrai a desarmonia, o amor e a honestidade somados fazem maravilhas. 
Tal como criamos o que existe de mau em nossa vida, também criamos o que temos de bom, até as mais belas das surpresas. 
Nosso poder é imenso. 
E o que aprendemos a criar com nossa própria consciência tem um valor muito maior.
Louise Hay

O significado espiritual dos relacionamentos




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O relacionamento constitui o maior desafio para a pessoa, pois é apenas no relacionamento com os outros que os problemas não resolvidos ainda presentes na psique individual, são afetados e ativados. 

Muitas pessoas evitam a interação com seus semelhantes, para poder conservar a ilusão de que os problemas decorrem do outro.
Já que é só na presença deste e não no isolamento, que surge a sensação de perturbação.

No entanto, quanto menos contato for cultivado, mais acentuado se torna o anseio por ele. 
Trata-se, aqui, de um tipo diferente de dor a da solidão e da frustração. 
No entanto, o contato torna difícil manter a ilusão, pelo tempo que for, de que o eu interior não tem defeitos e é harmonioso. 
É preciso haver uma anomalia mental para alegar por muito tempo que os problemas de alguém no relacionamento são causados exclusivamente pelos outros. 
É por isso que os relacionamentos são simultaneamente uma satisfação, um desafio e uma medida de avaliação do estado interior.
O atrito decorrente do relacionamento com os outros pode ser um instrumento de purificação e autoconhecimento para quem quiser usá-lo.
Ao recuar diante desse desafio e sacrificar a realização do contato íntimo, muitos problemas internos jamais serão ativados.
A ilusão da paz e unidade internas proporcionada pela fuga ao relacionamento resultou até mesmo na crença de que o crescimento espiritual é intensificado pelo isolamento. 
Nada poderia estar mais distante da verdade. É preciso não confundir essa afirmação com a noção de que períodos de solidão são necessários para a concentração interior e autoexame.
Mas, esses períodos devem sempre ser alternados com períodos de contato quanto mais íntimo for esse contato, maior grau de maturidade espiritual ele indica.
O contato e a falta de contato com os outros podem ser observados em vários estágios. 
Há muitos graus de contato entre os extremos absolutos do completo isolamento externo e interno, de um lado, e a mais íntima e profunda relação de outro. 
Existem aqueles que desenvolveram certa capacidade superficial de se relacionar, mas, mesmo assim fogem da revelação mútua mais significativa, aberta, sem disfarces. 
Eu poderia dizer que o ser humano médio da atualidade oscila em torno de algum ponto entre os dois extremos.
Eva Pierrakos

A vida é construída nos sonhos e concretizada no amor

10/09/2013



A vida é construída nos sonhos e concretizada no amor


Foto: Karina Pütz
Foto: Karina Pütz
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.
Que eu não perca a vontade de VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa…
Que eu não perca a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…
Que eu não perca a vontade de AJUDAR as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a VONTADE de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim…
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos…
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.
Que eu não perca o meu forte ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos…
Que eu não perca a BELEZA e a ALEGRIA de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma…
Que eu não perca o AMOR por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de doar este enorme AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno… 
E acima de tudo…
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois…. 
A vida é construída nos sonhos e concretizada no amor!
 Chico Xavier

As lágrimas lavam a alma

08/10/2-13

As lágrimas lavam a alma
As lágrimas lavam a alma
O que é chorar? Chorar é retirar a energia negativa que, estando dentro de ti, te fez atrair precisamente a circunstância que atraíste que te deixou triste. E, ao retirares essa energia – partindo do princípio de que atrais sempre uma energia igual à que emanas –, ao retirares essa energia, irás deixar de emanar e, por conseguinte, irás deixar de atrair.

Percebe o circuito: Tens uma energia dentro de ti. Energia de violência, por exemplo. Irás emanar essa energia de violência. Por conseguinte, irás atrair uma energia igual ou equivalente. Neste caso, irás atrair violência. Terás duas hipóteses:
Primeira: revoltares-te contra quem te fez mal, colocando a tua atenção no outro, que está fora de ti, não indo aí dentro, não limpando e continuando, por isso, a emanar. E assim, pela ordem natural das coisas, irás continuar a atrair porque continuas a emanar.
Segunda: perceberes que esta situação te deixou triste,  não julgando o outro que te fez mal, chorando essa tristeza, retirando essa energia do teu peito, e deixando assim de emanar. E assim, pela ordem natural das coisas, não irás continuar a atrair violência porque deixaste de a emanar.
Como vês, chorar é o princípio base. O resto, faz-se por si próprio. Pegando no exemplo referido aqui: Recebes violência; Choras por ter recebido violência; Retiras a violência do teu peito; Deixas de emanar; Deixas de atrair. É simples, não é? 
Mas difícil de executar, eu sei.
E por isso o ser humano nasceu com o ego. O ego, quando compreende, e se compromete com a luz, tem força suficiente para fazer isto que proponho… e muito mais. Por isso, podes começar já. Chora. Vai fazer-te bem. 
E eu estou cá em cima caso precises de mais alguma coisa.
Alexandra Solnado

As aparências enganam



As aparências enganam

aparencias enganamFugimos constantemente de nossos sentimentos interiores por não confiarmos em nosso poder pessoal de transformação e, dessa forma, forjamos um “disfarce” para sermos apresentados perante os outros.
Anulamos qualquer emoção que julgamos ser inconveniente dizendo para nós mesmos: ‘‘eu nunca sinto raiva”, “nunca guardo mágoa de ninguém”, vestindo assim uma aparência de falsa humildade e compreensão.
Máscaras fazem parte de nossa existência, porque todos nós não somos totalmente bons ou totalmente maus e não podemos fugir de nossas lutas internas
Temos que confrontá-las, porque somente assim é que desbloquearemos nossos conflitos, que são as causas que nos mantêm prisioneiros diante da vida.
Devemos nos analisar como realmente somos.
Nossos problemas íntimos, se resolvidos com maturidade, responsabilidade e aceitação, são ferramentas facilitadoras para construirmos alicerces mais vigorosos e adquirirmos um maior nível de lucidez e crescimento.
Não devemos nunca mantê-los escondidos de nós próprios, como se fossem coisas hediondas, e sim aceitar essas emoções que emergem do nosso lado escuro, para que possamos nos ver como somos realmente.
Por não admitirmos que evoluir é experimentar choques existenciais e promover um constante estado de transformação interior é que, às vezes, deixamos que os outros decidam quem realmente somos nós, colocando-nos, então, num estado de enorme impotência perante nossas vidas.
A maneira de como os outros nos percebem tem grande influência sobre nós. Amigos opressores, religiosos fanáticos, pais dominadores e cônjuges inflexíveis podem ter exercido muita influência sobre nossas aptidões e até sobre nossa personalidade.
Portanto, não nos façamos de superiores, aparentando comportamentos de “perfeição apressada”; isso não nos fará bem psiquicamente nem ao menos nos dará a oportunidade de fazer autoburilamento.
Deixemos de falsas aparências e analisemos nossas emoções e sentimentos, aprimorando-os. Canalizadas nossas energias, faremos delas uma catarse dos fluxos negativos, transmutando-as a fim de integrá-las adequadamente.
Aceitar nossa porção amarga é o primeiro passo para a transformação, sem fugirmos para novo local, emprego ou novos afetos, porque isso não nos curará do sabor indesejável, mas somente nos transportará a um novo quadro exterior. Os nossos conflitos não conhecem as divisas da geografia e, se não encarados de frente e resolvidos, eles permanecerão conosco onde quer que estejamos na Terra.
Para que possamos fazer alquimia das correntes energéticas que circulam em nossa alma, procedamos à auto-observação e à autoanálise de nossa vida interior, sem jamais negar a nós mesmos o produto delas.
Lembremo-nos de que, por mais que se esforcem as más árvores para parecer boas, mesmo assim elas não produzirão bons frutos. Também os homens serão reconhecidos, não pelos aparentes “frutos”, não por manifestarem atos e atitudes mascarados de virtudes, mas por ser criaturas resolvidas interiormente e conscientes de como funciona seu mundo emocional.
Somente pessoas com esse comportamento estarão aptas a ser árvores produtoras de frutos realmente bons.

Hammed- Francisco do Espírito Santo Neto

Dor de cotovelo?

27/09/2013

Dor de cotovelo?

dor de cotoveloO que é a inveja e por que ela machuca tanto?
A inveja é a comparação. E nós somos ensinados a comparar, fomos condicionados a comparar, a sempre comparar. Outra pessoa tem uma casa melhor, tem um corpo mais bonito, tem mais dinheiro, tem uma personalidade mais carismática.
Compare, continue se comparando com todo mundo e vai haver inveja; a inveja é uma consequência do condicionamento para que você se compare.
Se você parar de fazer comparações, a inveja desaparecerá. Então você simplesmente saberá que você é você mesmo e mais ninguém e que não é preciso se comparar.
E é bom que você não se compare às árvores, do contrário começará a ter muita inveja: por que você não é verde? E por que Deus tem sido tão duro com você – e nenhuma flor? É melhor que você não se compare aos pássaros, aos rios, às montanhas; do contrário você sofrerá.
Você só se compara com seres humanos; você não se compara com os pavões ou com os papagaios. Do contrário, a sua inveja ficaria maior ainda: você ficaria tão cheio de inveja que não conseguiria nem viver.
A comparação é uma atitude extremamente tola, porque cada pessoa é única e incomparável. Depois que você entende isso, a inveja desaparece.
Cada pessoa é única e incomparável. Você é só você mesmo: nunca houve ninguém como você antes, e nunca haverá. E você também não precisa ser igual a ninguém.
Deus só criou originais; ele não acredita em cópias.
Osho

Seus pensamentos são magnéticos e a atenção que você lhes dá aumenta o poder deles





Seus pensamentos são magnéticos e a atenção que você lhes dá aumenta o poder deles


pensamentos magnéticos
Nenhuma outra pessoa cria na sua experiência. Você faz tudo, o crédito é todo seu.

Você notou que aqueles que falam mais sobre doenças ficam doentes com muito mais frequência? Você notou que aqueles que falam sobre pobreza vivenciam mais pobreza e os que falam em prosperidade recebem mais dela? Quando compreender que seus pensamentos são magnéticos e que a atenção que você lhes dá aumenta o poder deles, fazendo com que o objeto do pensamento acabe se manifestando na sua experiência concreta, você passará a prestar muito mais atenção à maneira como se sente. E isso o ajudará a escolher mais deliberadamente a direção de seus pensamentos.
É fácil ver a Lei da Atração em funcionamento quando você conversa com outra pessoa. Por exemplo, imagine que uma amiga esteja falando sobre um problema que está vivendo. Como você gosta dela, presta atenção ao que ela diz e escuta suas estórias. Ao ouvi-la, problemas semelhantes vividos por você surgem em sua mente, e, ao contá-los para a amiga, a vibração do pensamento vai ficando ainda mais forte. Mais histórias e pensamentos relacionados àquilo que não quer acabarão cercando você e sua amiga e disso resultarão situações desagradáveis e negativas.
Agora, se você ficasse atento à maneira como estava se sentindo assim que a conversa começou a caminhar na direção daquilo que você não quer, teria percebido a sensação de desconforto. Teria reconhecido sua Orientação, que estaria basicamente avisando: Você está pensando e falando sobre aquilo que não quer. E o motivo para esse sinal de aviso, para esse “sinal de alarme”, é a falta de harmonia entre quem você realmente é, aquilo que deseja e aquilo em que está concentrado neste momento. Suas emoções indicam a sua falta de alinhamento. A sua Orientação o está alertando para o fato de que, enquanto está pensando e falando sobre essas coisas indesejadas, você é um ímã atraindo circunstâncias, acontecimentos e outros Seres para você, e que logo terá em sua experiência a essência daquilo que afirma não querer.
Da mesma forma, se você está falando sobre aquilo que de fato quer, seus pensamentos serão mais atraídos para esse objeto. Você atrairá mais pessoas que irão querer conversar sobre aquilo que você de fato quer. E, durante todo o tempo em que estiver falando sobre aquilo que de fato quer, seu Ser Interior estará lhe oferecendo uma emoção positiva para fazê-lo saber que você está em harmonia com a essência do equilíbrio das intenções que mantém.
Esther e Jerry Hicks