Sempre na minha mente e no coração...

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O que é o diabetes? E outras informações...

HEALTH HAS NO PRICE 

TIPS FOR YOU STAY WELL 


O que é o diabetes?

O diabetes é uma doença crônica que provoca um aumento anormal da taxa de açúcar no sangue, gerada pela deficiência na produção de insulina pelo organismo. Quando não tratado adequadamente, pode levar a complicações de saúde.
Os sintomas mais comuns são: sede excessiva, aumento da vontade de urinar, aumento do apetite, cansaço, visão turva e emagrecimento. Geralmente, esses sintomas evoluem de maneira silenciosa e podem ser percebidos tardiamente. Por isso, a avaliação médica periódica é muito importante.
Existem vários tipos de diabetes, mas os mais frequentes são do Tipo 1 (originado de propensão genética) e do Tipo 2 (consequência de maus hábitos, como sedentarismo e obesidade). É possível evitar o surgimento do diabetes Tipo 2 ou, pelo menos, retardar seu aparecimento, adotando uma dieta rica em frutas, reduzindo o consumo de doces e alimentos gordurosos, praticando atividades físicas regularmente, mantendo  peso adequado e realizando exames preventivos periodicamente.

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A higienização pode evitar as doenças transmitidas por alimentos?
Sim. Quase metade das ocorrências de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) acontece dentro de casa. E uma das causas mais comuns do problema é a limpeza inadequada de frutas, legumes e verduras, antes do consumo.
Para evitar a contaminação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)recomenda uma rotina simples para lavar e desinfetar esses alimentos:
  • O primeiro passo é lavar em água corrente cada folha dos vegetais (alface, escarola, rúcula, agrião etc.), frutas e legumes.
  • A ANVISA também recomenda colocar esses alimentos de molho, por dez minutos, em água clorada, com produtos adequados para esse fim (seguindo as orientações do fabricante, que aparecem no rótulo).
  • As mãos e os utensílios também devem estar bem lavados antes de cortar as verduras, legumes ou frutas para a montagem dos pratos.
  • Até a hora de serem servidos, os alimentos têm de ser mantidos sob refrigeração.

A alimentação interfere na queda de cabelo?

Sim. Para garantir a saúde dos fios de cabelo, é preciso ingerir a quantidade adequada de alimentos que são fontes de proteínas, vitaminas A, B e C, ferro e zinco. Uma dieta pobre desses nutrientes pode levar à perda excessiva de fios, além de influenciar no ritmo do crescimento do cabelo.
“Para evitar e corrigir o problema, é preciso apostar numa dieta balanceada, montar pratos coloridos e reforçar o cardápio diário com alimentos como as carnes, os ovos, os vegetais folhosos e verde-escuros, as frutas cítricas, como a laranja, o limão e a goiaba, entre outros”, indica a nutricionista Daniela Cierro, consultora da Associação Brasileira de Nutrição.

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Qual é a orientação atual para a idade em que deve se começar a fazer o papanicolau?

Dr. Drauzio Varella comenta o porquê da orientação do Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia para que os exames citológicos (papanicolau) sejam realizados somente após os 21 anos de idade.


O que é preciso fazer para ser um doador de órgãos?

Atualmente, no Brasil, a retirada de órgãos/tecidos de pessoas falecidas para a realização de transplante depende da autorização expressa da família. Por isso, quem deseja ser um doador deve comunicar seus familiares sobre sua decisão. Não é necessário deixar nada por escrito, porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte.
Cada vez mais eficientes, os transplantes ajudam a salvar vidas ou a melhorar substancialmente a qualidade de vida de quem precisa da substituição de um órgão. Um único doador pode beneficiar várias pessoas. Muitas campanhas procuram conscientizar a população e, assim, aumentar o número de doadores, pois há uma grande demanda por órgãos e tecidos doados.
Qualquer pessoa pode ser doadora, mas para que isso se efetive serão avaliados alguns critérios, como a patologia que levou à morte clínica. Além disso, o tipo sanguíneo precisa ser compatível com o(s) receptor(es). Possuem restrições para doação os portadores de HIV e hepatites B e C, deficientes mentais e pessoas não identificadas (indigentes).


Quem pode doar sangue?

Doar sangue é um ato que salva vidas e o processo para doação é simples, rápido, sigiloso e seguro. Atualmente, apenas 1,9% da população brasileira doa sangue, quando o ideal seria que ao menos 3% da população realizasse doações regularmente, percentual adequado para manter em bom nível os bancos de sangue.
Para ser um doador basta:
  • Estar em boa condição de saúde
  • Ter de 16 a 67 anos, e ter feito a primeira doação até os 60 anos
  • Pesar no mínimo 50 kg
  • Estar descansado, tendo dormido ao menos 6 horas nas últimas 24 horas
  • Estar alimentado e evitar alimentos gordurosos 4 horas antes da doação
  • Não ter tido gripe ou febre nos sete dias anteriores à doação
  • Não ter ingerido bebida alcoólica 12 horas antes da doação
  • Não ter feito tatuagem nos últimos 12 meses
  • Respeitar o intervalo entre doações: 60 dias para homens e 90 dias para mulheres
Não são aceitos como doadores:
  • Portadores de hepatites B e C, aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas
  • Usuários de drogas ilícitas injetáveis
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Qual é a importância dos exercícios físicos no nosso estilo de vida?

A atividade física é fundamental para preservar e promover a saúde. Os exercícios contribuem para a qualidade de vida e para um envelhecimento saudável, por evitar diversas doenças associadas à idade.
“Alguns dos benefícios que podemos destacar são a preservação do tecido osteomuscular, controle da pressão arterial, redução do colesterol ‘ruim’ e dos triglicérides e elevação do ‘bom’ colesterol, controle do peso e glicemia, prevenindo o diabetes”, explica o cardiologista Marcelo Ferreira, especializado em Medicina Esportiva, da Faculdade de Medicina do ABC.
Um exercício moderado, como andar trinta minutos, quatro ou cinco vezes por semana, respeitando-se os limites individuais, já é capaz de proporcionar excelentes resultados.

Por que a amamentação é importante?

A amamentação promove saúde, bem-estar físico e emocional, além de estreitar o vínculo entre mãe e filho. A prática traz benefícios para a mãe, pois favorece a diminuição do útero, reduz o risco de hemorragia e contribui para o retorno ao peso normal (em geral, perde-se 500 gramas por dia quando se amamenta). Também ajuda a prevenir o câncer de mama e de ovário.
Para o bebê, então, é uma questão essencial. O leite materno é um alimento completo, não sendo necessário qualquer outro complemento até os seis meses de idade. Ele protege contra infecções, diminui as chances de desenvolvimento de alergias, facilita a eliminação de mecônio (primeiras fezes do bebê) e reduz a incidência de icterícia.
Vale saber:
  • Não existe leite fraco. A composição do leite materno é ideal para alimentar e nutrir a criança até os seis meses de idade como alimento exclusivo. 
  • Atitudes incorretas podem levar à baixa produção de leite da mãe, como: ingerir pouco líquido e não seguir uma alimentação balanceada; complementar a amamentação com água, chá ou leite artificial, diminuindo o apetite do bebê; introduzir mamadeiras ou chupetas confundindo e dificultando a sucção no peito.
  • É recomendado que a mãe beba um copo de água toda vez que amamentar, para manter-se hidratada.
  • Amamentar não dói. Comunique seu médico imediatamente se notar qualquer alteração nas mamas ou se tiver dor durante a prática.
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Qual a importância da vacinação infantil?

As vacinas são a forma mais eficaz de se evitar diversas doenças infectocontagiosas que podem trazer complicações de saúde, deixar sequelas e até levar à morte. Entre as enfermidades que podem ser prevenidas com vacinação estão varíola, poliomielite, sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B e febre amarela. Por isso, desde o nascimento até a primeira infância, é imprescindível manter as vacinas das crianças em dia, seguindo o estabelecido no Calendário Nacional de Vacinação. As doses são gratuitas e estão disponíveis na rede pública de saúde. 

BCG: previne contra tuberculose.
Pentavalente: protege contra a difteria, tétano, coqueluche, infecções causadas peloHaemophilus influenzae tipo b e hepatite B
VIP: vacina inativada da poliomielite.
VOP: vacina oral de poliomielite.
Tríplice viral: previne contra sarampo, caxumba e rubéola.
Tetra viral: previne contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela.
Pneumo 10: protege contra a infecção por dez tipos de pneumococos
Dupla adulta: previne contra difteria e tétano
Fonte: Ministério da Saúde


Adulto também precisa tomar vacina?

Sim! A vacinação é a maneira mais eficaz de se evitar diversas doenças imunopreveníveis, como sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B, febre amarela, tétano, entre outras, em todas as fases da vida. Com uma simples ação você melhora a sua qualidade e expectativa de vida. É preciso ficar atento ao calendário de imunização recomendado para a fase adulta e não se esquecer de passar em um posto de saúde. As doses são gratuitas. 
As vacinas também são imprescindíveis quando se viaja para locais (estados ou países) onde as doenças que podem ser prevenidas por imunização são endêmicas. Por isso, quando se planeja uma viagem é fundamental informar-se sobre quais as vacinas são recomendadas e quando devem ser tomadas para que tenham efeito antes da possível exposição ao agente patológico.


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Vitamina C pode ajudar no tratamento do câncer

Domingo, 16 de fevereiro de 2014


Vitamina C pode ajudar no tratamento do câncer

O uso desse nutriente como um complemento à terapia contra o câncer é bastante polêmico. Isso porque, durante muito tempo, especialistas disseram que aplicar doses de ácido ascórbico (o nome oficial da vitamina C) na veia de pacientes com essa doença não traria benefício algum.



Mas não é isso que novos estudos vêm mostrando. Um exemplo é o trabalho do Centro Médico da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, recém-publicado no periódico Science Translational Medicine.

Os pesquisadores viram que a terapia intravenosa com a substância associada à quimioterapia reduziu os efeitos colaterais do tratamento em pacientes com tumores nos ovários. Eles acompanharam, por cinco anos, 27 mulheres com esse tipo de câncer e os resultados mostraram que, entre as que recebiam altas doses de vitamina C, os danos causados pelos remédios eram mais leves.

Em outra investigação essa feita com ratos, os estudiosos americanos concluíram que essa vitamina matou células cancerosas de cobaias que também tinham câncer nos ovários. Tudo sem causar prejuízos a órgãos como fígado e rins.

Com isso, os autores sugerem que mais pesquisas sejam feitas para saber os reais efeitos da vitamina C no tratamento contra os tumores.

Veja também: Vitaminas e Minerais: onde mora o perigo?



Mel – Adoçante natural com propriedades nutritivas e curativas

Domingo, 1 de dezembro de 2013

Mel – Adoçante natural com propriedades nutritivas e curativas

O mel é produzido pelas abelhas a partir do néctar recolhido das flores e processado por enzimas digestivas presentes neste inseto. Depois de pronto ele é armazenado em favos nas colméias para servir-lhes de alimento.


As características do mel podem variar de acordo com uma série de fatores, como o ambiente no qual foi produzido, a espécie de abelha que o produziu e as flores que essas abelhas usaram para captar o néctar. Dessa forma é possível encontrar tipos diferentes de mel, com propriedades diversas.

Mas o mel não é bom só para as abelhas. Além de ser adoçante, ele também possui algumas substâncias essenciais para o organismo humano, que contribuem para a sua nutrição. Entre essas substâncias estão minerais, aminoácidos, vitaminas e antioxidantes. Dessa forma, além de sua qualidade como alimento, o mel possui ainda propriedades terapêuticas, funcionando como antisséptico, cicatrizante e contribuindo na prevenção de doenças causadas por micróbios e bactérias, entre outros.

Mas vale a pena lembrar que o produto não deve ser consumido por crianças com menos de um ano de idade, devido à possibilidade de contaminação pela bactéria causadora do botulismo, pois seu sistema imunológico ainda não é capaz de combater essa bactéria.


Veja também: Reforce a imunidade no inverno com mel e derivados e Por que o mel é o único alimento que não estraga?


Fonte: trigopane

Leite Funcional: a bebida é enriquecida para prevenir doenças

Sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Leite Funcional: a bebida é enriquecida para prevenir doenças


Leite Funcional: É o leite que além de fornecer os nutrientes para o organismo, contribui para melhorar a saúde das pessoas. São enriquecidos com substâncias capazes de reduzir os riscos de doenças e alterar funções metabólicas do corpo humano.

Para ficar ainda mais nutritivo, o leite funcional é enriquecido com selênio, vitamina E e ácidos graxos poli-insaturados.
Crianças que tomaram a bebida apresentaram maior taxa de selênio e vitamina E nos exames.

O curioso é que a força extra vai parar no leite graças a uma dieta especial oferecida à vaca. "Utilizamos o próprio organismo do animal para incrementar o leite", conta Hélio Vannucchi, coordenador do projeto desenvolvido na Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, em parceria com a Universidade de São Paulo. O líquido enriquecido foi oferecido a 90 crianças, por três meses.

Observou-se, em exames, que os pequenos apresentaram uma maior quantidade de selênio e vitamina E, nutrientes que desaceleram o envelhecimento das células. Além disso, os ácidos graxos poli-insaturados incluídos ajudam a aumentar as taxas de HDL, o colesterol bom, e diminuir as de LDL, a versão ruim.

Uma segunda etapa do estudo verificará os benefícios aos idosos. "Seria uma forma de prevenir doenças e carências nutricionais", diz a nutricionista e pesquisadora Karina Pfrimer. O sabor e a textura permanecem os mesmos do leite original, e o intuito é comercializar as garrafinhas em larga escala.


Veja também: 6 Maneiras diferentes de usar o leite em casa.


Fonte: MdeMulher - cileite


http://www.vocerealmentesabia.com/2013/12/leite-funcional-bebida-e-enriquecida.html

15 Mitos e Verdades sobre Dietas e Saúde

Segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


15 Mitos e Verdades sobre Dietas e Saúde

Confira uma lista dos piores Mitos sobre Dieta e Saúde.
Mito 1: O excesso de proteína prejudica os rins

Realidade:  As proteínas ajudam a queimar gordura e construir músculos e não irão prejudicar seus rins.


Lá atrás, em 1983, pesquisadores descobriram que comer mais proteínas aumenta a quantidade de sangue que os rins filtram por minuto. Muitos cientistas imediatamente recomendaram que uma dieta com muita proteína deixavam os rins sob muito stress. Tempos depois foi provado que estavam errados. Durante as últimas duas décadas, vários estudos descobriram que as refeições ricas em proteínas que aumentam o fluxo sanguíneo nos rins, não tem efeito adverso sobre a função renal global.

Coloque a Verdade para trabalhar para você: 

Coma o seu peso corporal em gramas de proteína por dia. Por exemplo, se você é uma mulher gordinha de 90 kg e quer ser uma magra de 80 kg, coma 80 gramas de proteína por dia. Já se você é um cara de 70 kg e quer engordar 10 kg de massa muscular, coma 80 gramas de proteínas por dia.

Mito 2: As batatas doces são mais saudáveis do que as batatas “brancas”

Realidade: As duas são saudáveis!


As batatas-doces têm mais fibra e vitamina A, mas as batatas brancas têm mais minerais essenciais como ferro, magnésio e potássio.

Coloque a Verdade para trabalhar para você:

A forma em que você consome uma batata, por exemplo, uma batata cozida inteira ao invés de uma batata processada, que é usada para fabricar chips é mais importante do que o tipo específico da batata.

Mito 3: A carne vermelha causa câncer

Realidade: Pesquisas dizem apreciar o bife!


Em um estudo de 1986, pesquisadores japoneses descobriram câncer em ratos que foram alimentados com compostos que são gerados a partir da queima da carne em fogo alto. Desde então, alguns estudos de grandes populações têm sugerido uma possível ligação entre carne e câncer. No entanto, nenhum estudo jamais encontrou uma relação de causa e efeito direta entre consumo de carne vermelha e o câncer. Os estudos estão longe de serem conclusivos.

Coloque a Verdade para trabalhar para você: 

Não deixe queimar. Os apreciadores de carne que estão preocupados com os riscos não precisam evitar hambúrgueres e carne, apenas descartar as partes queimadas antes de comer.

Mito 4: xarope de milho rico em frutose (HFCS) engorda mais do que o açúcar

Realidade: Eles são igualmente gordos. Cuidado!


Pesquisas recentes mostram que a frutose pode causar aumento de peso, interferindo com a leptina, o hormônio que nos diz quando estamos saciados. Mas ambos os HFC e sacarose, mais conhecida como açúcar de mesa, contêm quantidades similares de frutose. Não há nenhuma evidência que mostre diferenças nestes dois tipos de açúcar. Ambos irão causar ganho de peso quando consumido em excesso. O único mal particular sobre HFCS é que ele é mais barato e geralmente presente em toda parte. Desde o pão até a soda.

Coloque a Verdade para trabalhar para você:

HFCS e o açúcar tradicional são calorias vazias e devem ser consumidos em quantidades limitadas. Como? Não comprar muito refrigerantes, sucos de frutas adoçados e sobremesas pré-fabricadas.

Mito 5: O sal em excesso provoca pressão alta

Realidade: Talvez, mas muito pouco potássio provoca pressão alta também.


Revistas científicas têm determinado que não há razão para as pessoas com pressão arterial normal restringirem sua ingestão de sódio. Agora, se você já tem pressão alta, reduzir a quantidade de sal pode ser útil. Entretanto, pessoas com pressão arterial elevada que não desejam reduzir o consumo de sal podem simplesmente consumir mais alimentos que contêm potássio, que é realmente o equilíbrio dos dois minerais que importa. De fato, pesquisa holandesa concluiu que a ingestão de potássio tem o mesmo impacto sobre a pressão arterial que o alto consumo de sal.

Coloque a Verdade para trabalhar para você:

Esforce-se para uma dieta rica em potássio, que você pode conseguir comendo uma grande variedade de frutas, verduras e legumes. Dessa forma sua ingestão de sal não vai importar tanto. Por exemplo, espinafre, brócolis, banana, batata branca e a maioria dos tipos de grãos contêm mais de 400 mg de potássio por dose.

Mito 6: As barras de chocolate são calorias vazias

Realidade: O chocolate escuro é um alimento saudável.


O cacau é rico em flavonoides, os mesmos compostos saudáveis para o coração encontrados no vinho tinto e no chá verde. A sua forma mais potente é o chocolate amargo. Em estudo recente, pesquisadores gregos descobriram que 100 gr do chocolate amargo relaxa os vasos sanguíneos, melhorando o fluxo de sangue para o coração. E lembre-se: chocolate ao leite não é tão rico em flavonoides, quanto mais amargo, melhor.

Mito 7: lanches de posto de gasolina são pesadelos nutricionais

Realidade: Em qualquer lugar, você pode encontrar alimentos bons e ruins.


Coloque a Verdade para trabalhar para você:

Às vezes, a lanchonete do posto de gasolina pode ser uma parada de descanso mais saudável do que você imagina. Costeletas de porco, por exemplo, são até melhores do que você pensa: Contém zero de carboidratos, 17 gramas de proteína e 9 g de gordura. Isso é nove vezes mais proteína e muito menos gordura do que você encontraria em uma porção de chios.

Mito 8: Restaurantes cumprem os mandamentos de uma boa nutrição

Realidade: A maioria dos restaurantes prefere lotar o cardápio com calorias mais baratas.


Apesar de muitos restaurantes oferecerem alternativas saudáveis, a grande maioria não se importa com isso.

Mito 9: Bebidas isotéricas são ideais no pós-treino

Realidade: É preciso mais do que isso para manter o crescimento dos músculos.


Bebidas tipo Gatorade são uma ótima alternativa para hidratar e reenergizar, pois ajudam a repor o glicogênio, a energia armazenada no seu corpo. Mas eles nem sempre fornecem os aminoácidos necessários para a reparação muscular. Para maximizar a recuperação pós-treino o ideal é uma combinação de proteínas e carboidratos e essas bebidas não podem oferecer isso.

Coloque a Verdade para trabalhar para você: 

Depois de suar a camiseta, coma uma tigela de cereais integrais com leite desnatado, sugere um estudo de 2009 do Jornal da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva. Um copo de leite com achocolatado diet é uma boa opção também.

Mito 10: Você precisa de 38 g de fibra por dia

Realidade: Quanto mais fibras, melhor, mas 38 g é quase impossível


Essa é a recomendação do Institute of Medicine. E é atingida, por exemplo, consumindo 9 maçãs com casca ou mais de meia dúzia de taças de farinha de aveia instantânea. (A maioria das pessoas come no máximo cerca de 15 gramas de fibras por dia).

Coloque a Verdade para trabalhar para você: 

Certifique-se de que os carboidratos que você consome são ricos em fibras, o que significa comer mais legumes e cereais integrais, porque são eles que vão ajudar a diminuir a absorção do açúcar em sua corrente sanguínea.

Mito 11: A gordura saturada vai entupir o seu coração

Realidade: Nem tanto.

A maioria das pessoas considera peru, frango e peixe saudáveis, mas acho que eles devem evitar carne vermelha, ou apenas escolher um corte magro, uma vez que sempre foi dito que ele é rico em gordura saturada. Porém, um olhar mais atento revela a verdade sobre a carne: Quase metade da sua gordura é monoinsaturada chamada de ácido oleico, a mesma gordura saudável para o coração encontrada no azeite de oliva. Em segundo lugar, a maioria da gordura saturada da carne diminui o risco de doença cardíaca, quer pela redução do colesterol ruim (LDL), ou a redução do colesterol total.

Coloque a Verdade para trabalhar para você:

Não estamos dando permissão para que você devore manteiga, bacon e queijo. O ponto é: Não se desespere sobre gordura saturada. Não há nenhuma razão científica para que os alimentos naturais que contêm gorduras saturadas não possam, nem devam ser parte de uma dieta saudável.

Mito 12: alimentos com teor de gordura reduzidos são alternativas mais saudáveis

Realidade: Menos gordura, muitas vezes, significa mais açúcar.

A manteiga de amendoim é um exemplo representativo desse mito. Um porção de manteiga de amendoim com gordura reduzida de fato vem com uma fração menor de gordura do que versão tradicional. Mas o que as empresas de alimentos não dizem é que eles substituíram a gordura saudável por maltodextrina, um carboidrato usado como enchimento em muitos alimentos processados. Isto significa que você está trocando a gordura saudável do amendoim por carboidratos vazios, com o dobro do açúcar para poupar míseras 10 calorias.

Coloque a Verdade para trabalhar para você: 

Quando você está comprando, não basta ler “diet”. Olhe a lista de ingredientes também. Aqui está uma diretriz que nunca falha: Quanto menor o número de ingredientes, mais saudável é o alimento.

Mito 13: refrigerante diet é melhor para a saúde

Realidade: Isso pode levar a um ganho de peso ainda maior.


Só porque a soda ou o guaraná é diet não significa que não possa levar a um ganho de peso. Ele pode ter apenas 5 calorias por copo ou menos, mas pesquisas recentes sugerem que consumir bebidas adoçadas artificialmente, pode levar a uma alta preferência por doces em geral. Isso significa escolher a versão mais doce (e mais calórica), dos cereais, pães, sobremesas, tudo. De fato, uma nova pesquisa descobriu que pessoas que bebem refrigerantes dietéticos diariamente têm um risco maior de desenvolver diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.

Mito 14: Saltar refeições ajuda a perder peso

Realidade: Pular refeições, especialmente o café da manhã, pode fazer você engordar!


Num estudo de 2005, os consumidores de café da manhã tiveram 30% a menos de excesso de peso ou chance de ficar obesos.

Coloque a Verdade para trabalhar para você: 

O café da manhã perfeito? Ovos, bacon e torradas. É bem equilibrado em proteínas, fibras e carboidratos, para começar bem o dia. O pior? Waffles ou panquecas. Muito açúcar.

Mito 15: Você deve comer três vezes ao dia

Realidade: três refeições principais e dois ou três lanches é o ideal.


A maioria dos manuais de dieta retratam lanches como uma fraqueza. Mas consumido os alimentos certos em momentos estratégicos, fará com que você mantenha seus níveis de energia regulados durante todo o dia. Espalhe seis pequenas refeições em todo o seu dia.

Crédito: David Zinczenko, editor-chefe da revista Men’s Health e autor de best-sellers de saúde e dieta.

Não deixe de ver também: 5 motivos pelos quais a maior parte das dietas falha e 10 Motivos para adotar hábitos de vida saudáveis




http://www.vocerealmentesabia.com/2014/02/15-mitos-e-verdades-sobre-dietas-e-saude.html

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Fibromialgia: a dor que não passa

Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Fibromialgia: a dor que não passa


A sensação é de ter sido atropelada: dói tudo e há um cansaço sem fim. E, pior, sob olhares de desconfiança por não ter “cara de doente” e os exames darem resultado normal. Mas é possível encontrar alívio para a fibromialgia, que ataca sobretudo as mulheres. O exercício é indispensável para a recuperação


“Os atingidos não conseguem precisar o local, dizem que ‘dói tudo’”, informa a reumatologista Evelin Goldenberg, autora do livro O Coração Sente, o Corpo Dói. A pessoa sente um cansaço inexplicável e um conjunto de sintomas. Um estudo da Sociedade Brasileira de Reumatologia, concluiu que as pacientes demoram, em média, dois anos e meio para buscar auxílio médico e cinco anos até obter o alívio de suas queixas. Durante todo esse tempo, peregrinam por consultórios, fazem dezenas de exames e se submetem a tratamentos ineficazes.

Até 2010, o diagnóstico era positivo quando, dos 18 pontos espalhados pelo corpo pressionados pelo médico na consulta, pelo menos 11 doíam. O último Consenso Brasileiro de Fibromialgia, assinado por 27 especialistas naquele ano, diz que, além de observar a dor, é preciso avaliar o estado físico e emocional do paciente, bem como a presença de sintomas como fadiga, sono não reparador e perda de memória, por pelo menos três meses. Com a adoção dos novos critérios, a incidência no sexo masculino começou a subir.

O tratamento consiste num pacote, que abrange orientação do paciente, medicamentos e exercícios. A psicoterapia pode ser útil quando o stress emocional tem peso considerável (indica-se a terapia cognitiva comportamental), bem como a meditação e a acupuntura. Há dois remédios específicos para aliviar a dor da fibromialgia.

O antidepressivo duloxetina é prescrito para quem também tem depressão, enquanto o neuromodulador pregabalina é indicado para quem manifesta formigamento e distúrbios do sono. Para abrandar os demais sintomas, podem ser associados outros antidepressivos (amitriptilina, nortriptilina, fluoxetina), relaxantes musculares (ciclobenzaprina), indutores de sono (zolpidem) e analgésicos comuns (paracetamol) ou opiáceos leves (tramadol). Todos esses fármacos requerem supervisão médica.

Um estudo publicado na Arthritis Care Research, uma das mais importantes revistas científicas de reumatologia, em fevereiro de 2013, acompanhou pacientes com fibromialgia que começaram com dez minutos de caminhada duas vezes por semana e após três meses caminhavam 30 minutos quatro vezes por semana. Houve melhora da capacidade física e dos sintomas sem agravar a dor.

A maioria também tomava remédios, o que mostrou que um programa bem estruturado à base de medicamentos e exercício regular pode controlar o distúrbio. “O exercício evita as contrações musculares (que provocam dor), fortalece, alonga e relaxa a musculatura, melhora o sono, a postura e a disposição, auxilia no controle da ansiedade e do peso e aumenta a autoestima”, enumera o fisioterapeuta Guilherme Henrique Barros Bogolenta, que atende numa clínica de reumatologia em São Paulo.

Mas pessoas cansadas, cheias de dores e sedentárias tendem a resistir ao treino, temendo que ele intensifique o sofrimento. “Apesar de soar como remédio amargo no início, ele é necessário não para fazer do paciente um atleta, mas para ajudá-lo a superar a dor e voltar às atividades cotidianas”, avisa a fisioterapeuta Vivian Pasqualin, do grupo de apoio a pacientes com fibromialgia criado há dez anos na capital paranaense. “Agora é preciso entender que há um limite”, orienta.

Os exercícios devem ser leves, progressivos, supervisionados e planejados para que a frequência, a duração e a intensidade aumentem de modo criterioso e individualizado. Do contrário, podem mesmo piorar o quadro. “É um projeto de longo prazo. Não para um mês ou dois, mas para a vida toda, como a reeducação alimentar”, compara a fisioterapeuta. Ainda mais se considerar que a fibromialgia pode voltar a incomodar quando menos se espera. Segundo Vivian, “o preço da liberdade é a eterna vigilância”.

Conheça os sintomas:


Cansaço inexplicável - Comum em quase 90% dos pacientes, já é observado ao levantar e piora com qualquer esforço físico. 


Sono não reparador - Cerca de 70% dos pacientes apresentam sono leve, acordam várias vezes durante a noite e têm dificuldade para adormecer.

Rigidez muscular matinal - É uma das sensações mais descritas (60%), seguida de formigamento em braços e pernas e sensação de inchaço (50%).

Dores de cabeça recorrentes - Metade relata enxaqueca ou cefaleia tensional.

Dor persistente, de moderada a grave - Começa numa área (pescoço, ombros, região lombar), sem causa aparente, depois se generaliza. Percebida como pontada, agulhada ou queimação, já incomoda pela manhã e piora no período pré-menstrual, no frio e em fases de stress.

Intestino irritável - Pelo menos 34% apresentam dor e distensão abdominal e episódios alternados de diarreia e prisão de ventre.

Cistite de repetição - Mais de 10% têm bexiga irritável, que se caracteriza por aumento na frequência de idas ao banheiro e dor ao urinar.

Problemas Cognitivos - Perda da memória e dificuldade de concentração aparecem em 20% dos pacientes. distúrbios do humor. Além de irritabilidade e ansiedade, 25% dos portadores apresentam depressão no momento do diagnóstico.



Veja também: Sete bons motivos para você se espreguiçar todos os dias


Fonte: boa forma


http://www.vocerealmentesabia.com/2014/02/fibromialgia-dor-que-nao-passa.html#more

Você sabe quando se preocupar com estalos no corpo?

Você sabe quando se preocupar com estalos no corpo?


Descubra quando eles são sinal de problema e se o hábito engrossa os dedos.

pOR LAURA TAVARES - PUBLICADO EM 23/11/2012

Estalos ao se espreguiçar, estalos ao agachar, estalos ao descer escadas e até mesmo durante a prática de exercícios. Mas, afinal, o que são esses sons que nosso corpo produz? Segundo o reumatologista Geraldo Castelar, da Sociedade Brasileira de Reumatologia, até hoje ainda não se sabe exatamente a causa dos estalos que produzimos. "O que temos são apenas hipóteses", afirma. Uma delas é a de que o ruído é resultado da interação entre os tendões e uma espécie de tubo que os reveste quando entramos em movimento. Outra é a de que os estalos são decorrentes da formação de bolhas de ar dentro do líquido que reveste as articulações.

De um jeito ou de outro, a grande dúvida que fica é: eles são ou não prejudiciais? Para saber quando se preocupar com esses estalos, conversamos com especialistas e montamos o quiz que você confere a seguir.

Estalar articulações e tendões nos primeiros movimentos do dia é:
Pergunta: Estalar articulações e tendões nos primeiros movimentos do dia é:Sua Resposta Completamente normal
Nota: De acordo com o reumatologista Geraldo, é normal o corpo estalar nos primeiros movimentos do dia. "Ao espreguiçar, esticar os braços ou mesmo descer uma escada, forçamos tendões e articulações que permaneceram muito tempo em repouso", explica. Também é normal não conseguir repetir o mesmo estalo depois, pois essas estruturas já foram forçadas e entraram em movimento.
Ao perceber um estalo incomum que se repete durante a prática de um exercício, o ideal é:
Pergunta: Ao perceber um estalo incomum que se repete durante a prática de um exercício, o ideal é:Sua Resposta Checar com um profissional se o movimento está correto
Nota: "Como a maior parte dos estalos não indica lesão, ainda mais quando não há dor, não há motivo para abandonar o exercício", aponta o ortopedista Antonio Carlos da Costa, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Entretanto, se o estalo só acontece durante a prática de determinado exercício, é possível que o movimento realizado esteja incorreto. Nesses casos, é melhor consultar um educador físico.
Estalar os dedos faz com que eles fiquem mais grossos?
Pergunta: Estalar os dedos faz com que eles fiquem mais grossos?
Nota: "O engrossamento dos dedos é sinal de um processo degenerativo e ainda não há estudos mostrando que estalos são prejudiciais", afirma o reumatologista Geraldo. Segundo o especialista, a osteoartrose, chamada popularmente de problemas nas juntas, tem como causas principais a idade e a herança genética. Um dos poucos fatores mecânicos que poderia contribuir com a doença é a solicitação exagerada dessas juntas. "Isso acontece com pessoas que trabalham em uma linha de montagem, por exemplo, realizando movimentos repetitivos horas a fio."
Devo consultar um médico sobre estalos no corpo quando:
Pergunta: Devo consultar um médico sobre estalos no corpo quando:Resposta correta: O estalo provocar dor
Nota: Como estalos não são entendidos como uma manifestação perigosa, a única razão para buscar um especialista seria sentir dor. "Algumas pessoas estalam mais do que outras, mas apenas a sensação de desconforto deve ser motivo para ir ao consultório", aponta o ortopedista Antonio. Nesses casos, procure um reumatologista ou ortopedista.
Estalos tendem a ser menos comuns entre:
Pergunta: Estalos tendem a ser menos comuns entre:Resposta correta: Pessoas que praticam exercícios regularmente
Nota: Segundo o reumatologista Geraldo, estalos costumam ser menos comuns entre pessoas que praticam exercícios regularmente. "Isso acontece porque a estrutura muscular fica equilibrada e fortificada, exigindo menos das articulações", explica. Além disso, quem treina com frequência adquire melhor postura e realiza movimentos mais calculados. "Desse modo, o indivíduo está fisicamente melhor preparado e tende a ser menos ruidoso", complementa.
Estalos no corpo:
Pergunta 6: Estalos no corpo: 
Resposta correta: Não estão relacionados a doenças
Nota: "Até o momento, não há provas de que estalos sejam prejudiciais", diz o ortopedista Antonio. Segundo ele, estudos já tentaram mostrar a relação entre patologias, como a artrose, mas os resultados não foram significativos.