Sempre na minha mente e no coração...

Sempre na minha mente e no coração...
Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

IDOSOS E VELHOS... (d.a.).

IDOSOS E VELHOS... (d.a.). 

Você se considera uma pessoa idosa, ou velha?
Acha que é a mesma coisa? 
Pois então veja o depoimento de um idoso de setenta anos. 

IDOSA... 

É uma pessoa que tem muita idade. 
Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
 A idade causa degenerescência das células.
 A velhice causa a degenerescência do espírito. 
Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso. 
Você é idoso quando sonha.
 É velho quando apenas dorme. 
Você é idoso quando ainda aprende.
É velho quando já nem ensina. 
Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita. É velho quando apenas descansa. 
Você é idoso quando ainda sente AMOR... 

É VELHO... 

Quando só tem ciúmes e sentimento de posse. 
Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida.
É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada. Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs.
É velho quando seu calendário só tem ontens.

 O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro.
E é no presente que os dois se ENCONTRAM... 

VELHO... 

É aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão.
Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina.
O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina.
O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram.
O idoso tem planos.
O velho tem saudades.
O idoso curte o que resta da vida. 
O velho sofre o que o aproxima da MORTE... 

O IDOSO... 

Procura se modernizar, dialoga com a juventude, consegue compreender os novos tempos.
O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega.
O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso.
As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura. 

RESUMINDO:
IDOSO e VELHO são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração. 

Um bom começo de semana a todos.
INTÉ... 

 http://www.cantinhotiasonia.blogger.com.br/2014_01_01_archive.html
Elderly X Old  
Elderly has a lot of old; 
Old lost his joviality. 
Elderly dreams; 
Old only sleeps. 
Elderly still learns; 
Old or teaches. 
Elderly play sports; 
Old rests. 
Elderly have tomorrows; 
Old has only yesterday.

REFLEXÃO - MEU VELHO



Meu Velho!

Filho...Meu amado filho. Minha amada filha.

No dia que esse teu velho não for mais o mesmo, tenha paciência 

e compreende-me. 

Quando eu derramar comida sobre a minha roupa e me esquecer 

de como amarrar os meus sapatos, tenha paciência comigo.

E lembra-te então, das horas que eu passei para ensinar-te estas 

mesmas coisas.

Se quando conversares comigo e eu repetir as mesmas histórias 

que já sabes como terminam, não me interrompas e escuta-me. 

Quando eras criança, para que você dormisse, tive que te contar 

milhares de vezes a mesma história. E isso todos os dias até que 

fechaste os olhinhos e dormisse.

Quando estivermos reunidos e, sem querer, eu fizer as minhas 

necessidades, não fiques com vergonha de mim. 

Compreenda-me e saiba que não tenho culpa disso pois já não 

consigo mais controlar. E lembre-te de quantas vezes 

pacientemente eu troquei a tuas roupas, troquei as tuas fraldas. 

Te limpei e te quis sempre limpinho e cheiroso.


Não me reproves se eu não quiser tomar banho, mas tenha 

paciência, comigo. Lembra-te dos momentos em que te persegui 

dos mil pretextos e desculpas que você procurava encontrar e 

inventava para tentar me convencer a não precisar tomar banho.

Quando me vires inútil e ignorante na frente de novas 

tecnologias, não sabendo mexer direito no computador ou no 

celular, peço-te que me dês todo o tempo que seja necessário. 

Não me critique com um sorriso sarcástico.


Lembra-te que fui eu que te ensinou tanta coisa. 

Ensinei você a como comer, a se vestir, e a andar. 


Tudo isso é resultado do meu esforço, da minha dedicação e da 

minha perseverança.


Se em algum momento, quando conversamos eu me esquecer do 

que estávamos a falar, tenha paciência e não grite comigo e me 

ajude a lembrar. 

Talvez a única coisa importante para mim naquele momento seja 

o fato você perto de mim dando me atenção.

Se alguma vez eu não quiser comer que você saiba insistir com 

carinho assim como eu fiz tantas vezes contigo.

 Que também compreendas e como o tempo não terei dentes 

fortes e nem agilidade para engolir. 

Daí você deverá pôr a comida na minha boca. 

Tenha paciência comigo.

E quando minhas pernas falharem por estarem tão cansadas e eu 

já não conseguir mais me equilibrar, tenha ternura e dê-me a tua 

mão para que eu possa me apoiar como eu fiz quando tu 

começaste a caminhar com a tuas perninhas tão frágeis.

E se algum dia me ouvires dizer eu não quero mais viver, não te 

aborreças comigo. Algum dia entenderás que isso não tem nada a 

ver com teu carinho ou com quanto eu te amo.

Compreendas que é difícil ver a vida abandonando aos poucos o 

meu corpo e que é duro admitir que já não tenho mais vigor para 

correr ao teu lado ou para tomar-te nos meus braços como antes.

Sempre quis o melhor para ti. E sempre me esforcei para que o 

teu o mundo fosse mais confortável, mais belo e mais florido.

 E até quando eu me for desta vida terei deixado para ti outra 

rota em outro tempo. Mas eu estou certo de estar sempre presente 

no teu pensamento.

Não te sintas triste ou impotente por me veres assim. 

Não me olhes com cara de pena ou dó. 

Dá-me apenas o teu coração. 

Compreenda-me, apoia-me como eu fiz quando tu começastes a 

viver.

Isso me dará muita força e me dá muita coragem.

Da mesma maneira como eu te acompanhei no início da tua 

jornada, peço-te carinhosamente que me acompanhes para 

terminar a minha vida. 

Não me deixe sozinho.

Trata-me com amor e com paciência e eu te devolverei o meu 

sorriso e a minha gratidão.

Com imenso amos que eu sempre tive por ti.

Atenciosamente:

Teu velho.




REFLEXÃO - AS PERDAS DO SER HUMANO!

AS PERDAS DO SER HUMANO!

Estação das perdas

Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. 


Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. 

Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: 

As perdas do ser humano. 



Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. 

Estamos, a partir de então, por nossa conta. 

Sozinhos. 

Começamos a vida em perda e nela continuamos. 

Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. 

Ao perdermos o aconchego do útero, 
ganhamos os braços do mundo. 

Ele nos acolhe: encanta-nos e nos assusta, 
nos eleva e nos destrói. 



E continuamos a perder e seguimos a ganhar. 

Perdemos primeiro a inocência da infância. 

A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair... 

E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. 

Por que? Perguntamos a todos e de tudo. 

Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás. 



Estamos crescendo. 

Nascer, crescer, adolescer, madurecer,envelhecer, morrer.



Vamos perdendo aos poucos alguns 
direitos e conquistando outros. 

Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente 
tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. 

Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda 
tememos dizer-lhe isso. 



Receamos dar risadas escandalosamente da 


bermuda ridícula do vizinho ou puxar as  
pelanquinhas do braço da vó com a 
maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. 


Estamos crescidos e nos ensinam que não 

devemos ser tão sinceros. E aprendemos. 



E vamos adolescendo ganhamos peso, ganhamos seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, 

ganhamos o mundo. 

Neste ponto, vivemos em grande conflito. 

O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos, 
ah! Os sonhos! 

Ganhamos muitos sonhos. 

Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, 
sonhamos o tempo todo. 



Aí, de repente, caímos na real! 

Estamos amadurecendo, todos nos admiram. 

Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. 

Perdemos a espontaneidade. 

Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado? 



E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. 

E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. 

Mas perdemos peso !!! 

Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, 
ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade. 


E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos. 


De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganharam celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos. 

Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, 
deixamos de sorrir, perdemos a esperança. 

Estamos envelhecendo. 



Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo.

Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede. 



Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. 

Que tenhamos rugas e boas lembranças. 
Que tenhamos juízo, mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. 

Que sejamos racionais, mas lutemos por n
ossos sonhos.

E, principalmente, que não diga apenas eu te ama, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos,
sintam-se amados mais do que se saibam amados. 



Afinal, o que é o tempo? 

Não é nada em relação a nossa grande missão.

E que missão! 

Fique em Paz! Das perdas

                           

BOA NOITE!