Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O que é essencial para estudar português para concursos

O que é essencial para estudar português para concursos
Livros: obras gramaticais novas são aliadas do concurseiro
Editado por Camila Pati, deEXAME.com

Mesmo com a crise que se instala no país, é coerente abandonar a preparação para os concursos públicos?

Língua Portuguesa, por exemplo, é uma matéria que depende do hábito, da repetição, de provas anteriores comentadas e leitura. Interromper esse processo custa caro.

Há quinze anos, tenho o contato diário com questões linguísticas e afirmo: sempre encontro lições importantes pelo caminho.

Para quem inteligentemente continuará a caminhada do aprendizado, os editais – em sentido genérico – cobram PRONOME, VERBO, ADVÉRBIO, CONJUNÇÃO, VÍRGULA, CONCORDÂNCIA, REGÊNCIA (CRASE), na parte gramatical. Os outros pontos microestruturais, como Acentuação e Ortografia, merecem aquela boa revisão.

Quanto ao material de treino, saiba que isso fará total diferença. Vale aqui a comparação com o atleta que possui tênis, alimentação, descanso, suplementação: o resultado aparece mesmo. Para os estudos de Língua Portuguesa, são essenciais:

a) Três a cinco obras gramaticais novas, de autores consagrados no mercado, do mundo dos concursos públicos;

b) Três a cinco obras com questões de Texto e Gramática comentadas. Tenha acesso a milhares de exercícios comentados, todas de concursos públicos;

c) O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (famoso VOLP), para conferência ortográfica, principalmente no momento de produção textual;

d) Um HD externo, com centenas e centenas de provas anteriores;

e) Tente não se isolar apenas com cursos online, pois a boa escrita depende muito da prática e auxílio do professor.

No mais, tire sempre todas as dúvidas existentes; a formatação de uma boa planilha de estudos, por exemplo, pode ajudar muito; valorize o momento de correção de suas produções textuais.

Uma visão aguçada, perante tantas regras gramaticais, depende de muito treino e de um certo tempo.
Um abraço, até a próxima e estou no Instagram!

Diogo Arrais
@diogoarrais
Professor de Língua Portuguesa – Damásio Educacional
Autor Gramatical pela Editora Saraiva

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-que-e-essencial-para-estudar-portugues-para-concursos

Oito (8) dúvidas de português que atormentam muita gente

Oito (8) dúvidas de português que atormentam muita gente


Editado por Camila Pati, deEXAME.com
* Escrito por Diogo Arrais, professor de Língua Portuguesa e autor gramatical pela Saraiva

Para esta semana, reuni as dúvidas mais comuns presentes nos comentários desta coluna semanal sobre a nossa Língua Portuguesa.

1. ATENUANTE é palavra masculina ou feminina?

É palavra feminina: uma atenuante, a atenuante. Vejamos a frase: "A atenuante, no caso de doping, foi o fato de a substância ser reconhecida há pouco tempo pelo Conselho."

2. BAIUCA ou BAIÚCA?

De acordo com as novas regras ortográficas, os hiatos precedidos de ditongo decrescente não fazem mais uso do acento gráfico. Seguem essa nova norma: Sauipe, Guaiuba, feiura, bocaiuva etc.

3. CÃIBRA ou CÂIMBRA?
As duas formas estão corretas, porém é mais comum a primeira.

4. CHEGAR EM CASA?
Caso você responda a uma prova de concurso público, por exemplo, só vale o padrão: CHEGAR A CASA. O verbo "chegar", intransitivo, só aceita a preposição "a".

Apesar disso, muitos estudiosos, há consideráveis anos, já defendem o uso da preposição "em".

Fica a dica: em processos seletivos, apenas a preposição "a".

5. DELAÇÃO ou DILAÇÃO?

A palavra "delação" significa denúncia: "As delações premiadas têm ajudado muito a Justiça."

Dilação é prorrogação: "O jogo teve uma dilação de cinco minutos."

6. DE MANHÃ ou PELA MANHÃ?

Ambas as construções estão corretas.

7. ESTAR DE FÉRIAS ou ESTAR EM FÉRIAS?

A semântica das preposições merece enorme respeito. Sendo assim, "em" significa "lugar ou tempo em que se está": estar em férias, estar no trabalho, estar no intervalo, estar em casa.

8. EXPORTAR PARA FORA?

Famoso pleonasmo vicioso, redundância viciosa, já que "exportar" significa "transportar para fora": "Sousa exporta alimentos integrais."

Um abraço, até a próxima e siga-me pelo Instagram!

Diogo Arrais
@diogoarrais
Professor de Língua Portuguesa
Autor Gramatical pela Editora Saraiva


http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-duvidas-de-portugues-que-atormentam-muita-gente

CARREIRA... Cuidados que não podem faltar com a linguagem nas redes

Cuidados que não podem faltar com a linguagem nas redes

Redes sociais: pessoas de destaque procuram planejar suas "postagens"

Editado por Camila Pati, deEXAME.com

* Escrito por Diogo Arrais, professor de Língua Portuguesa e autor gramatical pela Saraiva


Linguagem, substantivo feminino, em um dos seus sentidos, é a forma de expressão própria de um indivíduo, grupo, classe. No mundo corporativo, é fundamental que haja estratégia, planejamento, quanto ao fino trato na forma de expressão.
Fino trato, distante de eventuais preconceitos, refere-se à capacidade de o indivíduo respeitar seus interlocutores e conscientizar-se de padrões - seja por meio da palavra escrita, seja por meio da palavra falada. Quem assim age chega além; passa a ter confiança de gestores; é respeitado perante clientes e colaboradores.
Sobre isso, um bom exercício para a relação "imagem profissional" e "palavra" está no uso das mídias sociais. Pessoas de destaque procuram planejar semanalmente (ou mesmo diariamente) suas "postagens", pensando em maneiras elegantes de "como a sua ação profissional" pode colaborar com empresa, clientes, leitores e possíveis contratantes.
Vamos, aqui, supor um líder (ou aspirante a líder) da Área Financeira:

À segunda-feira, um texto com um esclarecimento sobre o atual cenário econômico, com uma ilustração chamativa;
À terça-feira, uma elucidação sobre um "slide" utilizado em alguma apresentação sua;
À quarta-feira, um vídeo (no ambiente de trabalho) sobre, por exemplo, a importância do investimento em determinados campos do mercado financeiro;
À quinta-feira, dia do famoso "TBT" das mídias sociais, uma crônica sobre sua trajetória na Universidade, seus amigos, seus livros favoritos.
À sexta-feira, redija sobre um bom livro lido. Lembre-se de que seus seguidores admiram muito gente que lê.
Aos fins de semana, cuidado com o excesso de vida pessoal, já que o olhar alheio é sempre muito crítico. Em outras palavras, um deslize pode trazer imensurável prejuízo a seu negócio, a sua biografia.
No entanto, para que haja sucesso na divulgação de tal trabalho, a revisão do texto e a maneira como a palavra é tratada são fundamentais. É possível um líder que conjugue mal determinados verbos, que faça questão de formas prolixas como "Venho por meio desta", que não se atenha aos sinais de pontuação e aos aspectos de concordância? Certamente trágico!
Que sua forma de expressão seja precisa, elegante, sensível!

Um abraço, até a próxima e siga-me pelo Instagram!
Diogo Arrais
@diogoarrais
Autor Gramatical pela Editora Saraiva
Professor de Língua

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/cuidados-que-nao-podem-faltar-com-a-linguagem-nas-redes

CARREIRA... Os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho

Os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho

Borracha: deficiência na educação de base do brasileiro leva à recorrência de erros de português no mundo do trabalho



São Paulo - Certas competências são obrigatórias para profissionais de qualquer área. O domínio do português é uma delas.
Ainda assim, infrações à norma culta da língua são uma constante no mundo corporativo - e em qualquer nível hierárquico.
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A alta frequência de erros reflete problemas na educação de base do brasileiro, segundo Rosângela Cremaschi, professora de comunicação escrita na Faap e consultora na RC7.
"No nosso país, geralmente não é preciso estudar muito para passar de ano", explica. "Por isso, a maioria não se aprofunda no próprio idioma e ingressa no mercado de trabalho com muitas dúvidas sobre o assunto".
Além de deficiências na formação básica, a falta de familiaridade com a escrita também contribui para o problema.
Segundo a professora, quem lê pouco - e escreve de forma mecânica - está mais suscetível a "atropelar" alguns preceitos básicos da língua.
Veja a seguir os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho de acordo com Rosângela. As informações foram retiradas da obra "Livro de anotações com 101 dicas de português" (Editora Hunter Books, 2014), de autoria da professora:

1- Anexo / Anexa

Errado: Seguem anexo os documentos solicitados.
Certo: Seguem anexos os documentos solicitados.
Por quê? Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere.
Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição. 

2- “Em vez de” / “ao invés de”

Errado: Ao invés de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.
Certo:
 Em vez de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.

Por quê? Em vez de é usado como substituição. Ao invés de é usado como oposição. Ex: Subimos, ao invés de descer.

3- “Esquecer” / “Esquecer-se de”

Errado: Eu esqueci da reunião.
Certo: 
Há duas formas: Eu me esqueci da reunião. ou Eu esqueci a reunião.
Por quê?
 O verbo esquecer só é usado com a preposição de (de – da – do) quando vier acompanhado de um pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos).

4-“Faz” / “Fazem”

Errado: Fazem dois meses que trabalho nesta empresa.
Certo:
 Faz dois meses que trabalho nesta empresa.
Por quê? 
No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Em outros sentidos, concorda com o sujeito. Ex: Eles fizeram um bom trabalho.

5- “Ao encontro de" / “De encontro a”

Errado: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio de encontro ao que desejavam.
Certo: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio ao encontro do que desejavam.
Por quê? “Ao encontro de” dá ideia de harmonia e “De encontro a” dá ideia de oposição. No exemplo acima, os diretores só podem ficar satisfeitos se a atitude vier ao encontro do que desejam.

6- A par / ao par

Errado: Ele já está ao par do ocorrido.
Certo: Ele já está a par do ocorrido.
Por quê? No sentido de estar ciente, o correto é “a par”. Use “ao par” somente para equivalência cambial. Ex: “Há muito tempo, o dólar e o real estiveram quase ao par.”

7- “Quite” / “quites”

Errado: O contribuinte está quites com a Receita Federal.
Certo:
 O contribuinte está quite com a Receita Federal.
Por quê? 
“Quite” deve concordar com o substantivo a que se refere. 

8- “Media” / “Medeia”

Errado: Ele sempre media os debates.
Certo: 
Ele sempre medeia os debates.
Por quê? 
Há quatro verbos irregulares com final –iar: mediar, ansiar, incendiar e odiar. Todos se conjugam como “odiar”: medeio, anseio, incendeio e odeio.

9- “Através” / “por meio”

Errado: Os senadores sugerem que, através de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.
Certo: 
Os senadores sugerem que, por meio de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.
Por quê?
 Por meio significa “por intermédio”. Através de, por outro lado, expressa a ideia de atravessar. Ex: Olhava através da janela.

10- “Ao meu ver” / “A meu ver”

Errado: Ao meu ver, o evento foi um sucesso.
Certo: 
A meu ver, o evento foi um sucesso.
Por quê?
 “Ao meu ver” não existe.

11- “A princípio” / “Em princípio” 

Errado: Achamos, em princípio, que ele estava falando a verdade. 
Certo: 
Achamos, a princípio, que ele estava falando a verdade. 
Por quê? 
A princípio equivale a “no início”. Em princípio significa “em tese”. Ex: Em princípio, todo homem é igual perante a lei.

12- “Senão” / “Se não”

Errado: Nada fazia se não reclamar.
Certo: 
Nada fazia senão reclamar.
Por quê?
 Senão significa “a não ser”, “caso contrário”. Se não é usado nas orações subordinadas condicionais. Ex: Se não chover, poderemos sair.

13- “Onde” / “Aonde”

Errado: Aonde coloquei minhas chaves?
Certo: 
Onde coloquei minhas chaves?
Por quê? 
Onde se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. Indica permanência. Aonde se refere ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Indica movimento. Ex: Ainda não sabemos aonde iremos.

14- “Visar” / “Visar a”

Errado: Ele visava o cargo de gerente.
Certo: 
Ele visava ao cargo de gerente.
Por quê? 
O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição a.

Obs: Quando anteceder um verbo, dispensa-se a preposição “a”. Ex: Elas visavam viajar para o exterior.

15- "A" / "há"

Errado: Atuo no setor de controladoria a 15 anos.
Certo: 
Atuo no setor de controladoria há 15 anos.
Por quê?
 Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. Exs: Falarei com o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.

16- “Aceita-se” / “Aceitam-se”

Errado: Aceita-se encomendas para festas.
Certo: 
Aceitam-se encomendas para festas.
Por quê? 
A presença da partícula apassivadora “se” exige que o verbo transitivo direto concorde com o sujeito.

17- “Precisa-se” / “Precisam-se”

Errado: Precisam-se de estagiários.
Certo: 
Precisa-se de estagiários.
Por quê?
 Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular. 

18- “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”

Errado: Há dois anos atrás, iniciei meu mestrado.
Certo: 
Há duas formas corretas: “Há dois anos, iniciei meu mestrado” ou “Dois anos atrás, iniciei meu mestrado.”
Por quê? 
É redundante dizer “Há dois anos atrás”.

19- “Implicar” / “Implicar com” / “Implicar em”

Errado: O acidente implicou em várias vítimas.
Certo: 
O acidente implicou várias vítimas.
Por quê?
 No sentido de acarretar, o verbo implicar não admite preposição. No sentido de ter implicância, a preposição exigida é com. Quando se refere a comprometimento, deve-se usar a preposição em. Exs: Ele sempre implicava com os filhos. Ela implicou-se nos estudos e passou no concurso.

20- “Retificar” / “Ratificar”

Errado: Estávamos corretos. Os fatos retificaram nossas previsões.
Certo: 
Estávamos corretos. Os fatos ratificaram nossas previsões.
Por quê?
 Ratificar significa confirmar, comprovar. Retificar refere-se ao ato de corrigir, emendar. Ex: Vou retificar os dados da empresa.

21- “Somos” / “Somos em”

Errado: Somos em cinco auditores na empresa.
Certo: 
Somos cinco auditores na empresa.
Por quê?
 Não se deve empregar a preposição “em” nessa expressão.

22- “Entre eu e você” / “Entre mim e você”

Errado: Não há nada entre eu e você, só amizade.
Certo: 
Não há nada entre mim e você, só amizade.
Por quê? 
Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”

23- “A fim” / “Afim”

Errado: Nós viemos afim de discutir o projeto. 
Certo: 
Nós viemos a fim de discutir o projeto. 
Por quê? 
A locução a fim de indica ideia de finalidade. Afim é um adjetivo e significa semelhança. Ex: Eles têm ideias afins.

24- “Despercebido” / “Desapercebido”

Errado: As mudanças passaram desapercebidas.
Certo:
 As mudanças passaram despercebidas.
Por quê?
 Despercebido significa sem atenção. Desapercebido significa desprovido, desprevenido. Ex: Ele estava totalmente desapercebido de dinheiro.

25- “Tem” / “Têm”

Errado: Eles tem feito o que podem nesta empresa.
Certo: 
Eles têm feito o que podem nesta empresa.
Por quê?
 Tem refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo “ter” no Presente do Indicativo. Têm refere-se ao mesmo tempo verbal, porém na 3ª pessoa do plural. 

26- “Chegar em” / “Chegar a”

Errado: Os atletas chegaram em Curitiba na noite passada. 
Certo: 
Os atletas chegaram a Curitiba na noite passada. 
Por quê?
 Verbos de movimento exigem a preposição “a”.

27- “Prefiro... do que” / “Prefiro... a”

Errado: Prefiro carne branca do que carne vermelha.
Certo: 
Prefiro carne branca a carne vermelha.
Por quê?
 A regência do verbo preferir é a seguinte: “Preferir algo a alguma outra coisa.” 

28- “De mais” / “demais”

Errado: Você trabalha de mais!
Certo: 
Você trabalha demais!
Por quê?
 Demais significa excessivamente; também pode significar “os outros”. De mais opõe-se a “de menos”. Ex: Alguns possuem regalias de mais; outros de menos.

29- “Fim de semana” / “final de semana”

Errado: Bom final de semana!
Certo: 
Bom fim de semana!
Por quê?
 Fim é o contrário de início. Final é o contrário de inicial. Portanto: fim de semana; fim de jogo; parte final.

30- “Existe” / “Existem”

Errado: Existe muitos problemas nesta empresa.
Certo: 
Existem muitos problemas nesta empresa. 
Por quê? 
O verbo existir admite plural, diferentemente do verbo haver, que é impessoal.

31- “Assistir o” / “Assistir ao”

Errado: Ele assistiu o filme “A teoria do nada”.
Certo: Ele assistiu ao filme “A teoria do nada”.
Por quê? O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição “a”. 

32- “Responder o” / “Responde ao”

Errado: Ele não respondeu o meu e-mail. 
Certo: 
Ele não respondeu ao meu e-mail. 
Por quê?
 A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, é sempre indireta, ou seja, exige a preposição “a”. 

33- “Tão pouco” / “Tampouco”

Errado: Não compareceu ao trabalho, tão pouco justificou sua ausência. 
Certo: 
Não compareceu ao trabalho, tampouco justificou sua ausência. 
Por quê?
 Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: Trabalhamos muito e ganhamos tão pouco”. 

34- “A nível de” / “Em nível de”

Errado: A pesquisa será realizada a nível de direção.
Certo:
 A pesquisa será realizada em nível de direção.
Por quê? 
A expressão “Em nível de” deve ser usada quando se refere a “âmbito”. O uso de “a nível de” significa “à mesma altura”. Ex: Estava ao nível do mar. 

35- “Chego” / “Chegado”

Errado: O candidato havia chego atrasado para a entrevista.
Certo: 
O candidato havia chegado atrasado para a entrevista.
Por quê?
 Embora alguns verbos tenham dupla forma de particípio (Exs: imprimido/impresso, frito/fritado, acendido/aceso), o único particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo. Ex: Eu sempre chego cedo.

36- “Meio” / “Meia”

Errado: Ela estava meia nervosa na reunião.
Certo:
 Ela estava meio nervosa na reunião.
Por quê? 
No sentido de “um pouco”, a palavra “meio” é invariável. Como numeral, concorda com o substantivo. Ex: Ele comeu meia maçã.

37- “Viagem” / “Viajem”

Errado: Espero que eles viagem amanhã.
Certo: 
Espero que eles viajem amanhã. 
Por quê? 
Viajem é a flexão do verbo “viajar” no Presente do Subjuntivo e no Imperativo. Viagem é substantivo. Ex: Fiz uma linda viagem. 

38- “Mal” / “Mau”

Errado: O jogador estava mau posicionado.
Certo: 
O jogador estava mal posicionado.
Por quê?
 Mal opõe-se a bem. Mau opõe-se a bom. Assim: mal-humorado, mal-intencionado, mal-estar, homem mau.

39- “Na medida em que” / “À medida que”

Errado: É melhor comprar à vista à medida em os juros estão altos.
Certo: 
É melhor comprar à vista na medida em que os juros estão altos.
Por quê?
 Na medida em que equivale a “porque”. À medida que estabelece relação de proporção. Ex: O nível dos jogos melhora à medida que o time fica entrosado.

40- “Para mim” / “Para eu” fazer

Errado: Era para mim fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Certo: 
Era para eu fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Por quê? 
“Para eu” deve ser usado quando se referir ao sujeito da frase e for seguido de um verbo no infinitivo. 

41- “Mas” / “Mais” 

Errado: Gostaria de ter viajado, mais tive um imprevisto.
Certo: 
Gostaria de ter viajado, mas tive um imprevisto.
Por quê?
 Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade. Ex: Adicione mais açúcar se quiser.

42- “Perca” / “perda”

Errado: Há muita perca de tempo com banalidades.
Certo: 
Há muita perda de tempo com banalidades.
Por quê? 
Perca é verbo e perda é substantivo. Exs: Não perca as esperanças! Essa perda foi irreparável.

43- “Deu” / “Deram” tantas horas

Errado: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.
Certo: 
Deram dez da noite e ele ainda não chegou.
Por quê?
 Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

44- “Traz” / “Trás”

Errado: Ele olhou para traz e viu o vulto.
Certo: 
Ele olhou para trás e viu o vulto.
Por quê?
 Trás significa parte posterior. Traz é a conjugação do verbo “trazer” na 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo. Ex: Ela sempre traz os relatórios para a gerência.

45- “Namorar alguém” / “Namorar com alguém”

Errado: Maria namora com Paulo.
Certo: 
Maria namora Paulo.
Por quê? 
A regência do verbo namorar não admite preposição. 

46- “Obrigado” / “Obrigada”

Errado: Muito obrigado! – disse a funcionária.
Certo: 
Muito obrigada! – disse a funcionária.
Por quê? 
Homens devem dizer "obrigado". Mulheres dizem "obrigada". A flexão também ocorre no plural: “Muito obrigadas! – disseram as garotas ao professor.”

47- “Menos” ou “Menas”

Errado: Os atendentes fizeram menas tarefas hoje.
Certo: 
Os atendentes fizeram menos tarefas hoje.
Por quê?
 “Menas” não existe. Mesmo referindo-se a palavras femininas, use sempre menos. Ex: Havia menos pessoas naquele departamento.

48- “Descriminar” / “Discriminar”

Errado: Os produtos estão descriminados na nota fiscal.
Certo: 
Os produtos estão discriminados na nota fiscal.
Por quê? 
Discriminar significa separar, diferenciar. Descriminar significa absolver, inocentar. Ex: O juiz descriminou o jovem acusado.

49- “Acerca de” / “a cerca de”

Errado: Estavam discutindo a cerca de política. 
Certo: 
Estavam discutindo acerca de política.
Por quê?
 Acerca de significa “a respeito de”. A cerca de indica aproximação. Ex: Eu trabalho a cerca de 5 km daqui.

50- “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Errado: Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meio.
Certo: 
Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meia.
Por quê? 
O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com a palavra hora.

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-50-erros-de-portugues-mais-comuns-no-mundo-do-trabalho

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CARREIRA... Onde os estudantes de Direito sonham em trabalhar no Brasil

Onde os estudantes de Direito sonham em trabalhar no Brasil


Eles querem passar em concurso e trabalhar para o governo

São Paulo - A estabilidade do trabalho na esfera pública e as diversas possibilidades de carreira continuam conquistando o imaginário dos estudantes de Direito no Brasil. O governo federal é o empregador dos sonhos para estes jovens, desde o ano passado, quando começou a ser levado em conta pela pesquisa anual realizada pela consultoria Universum com 5,2 mil estudantes de Direito. À exceção do governo, o estudo é focado em empresas e não em escritórios de advocacia.

Companhias dos setores de tecnologia e bancário também têm forte atratividade para quem mira uma oportunidade em ambiente corporativo, segundo a última edição da pesquisa. Google e Apple aparecem na segunda e terceira posições e o Banco do Brasil vem logo em seguida.

Navegue pelas fotos para ver quais os 15 empregadores mais citados pelos estudantes como ideais para o começo da carreira.


Governo Federal


Empresa Governo Federal

Posição no ranking 2016 1º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 49,16%
Posição no ranking 2015 1º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015
46,63%


Google


Empresa Google

Posição no ranking 2016 2º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 24,25%
Posição no ranking 2015 2º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 21,62%

Apple


EmpresaApple

Posição no ranking 2016 3º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 22,56%
Posição no ranking 2015 4º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 18,43%

Banco do Brasil


Empresa Banco do Brasil

Posição no ranking 2016 4º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 19,10%
Posição no ranking 2015 3º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 18,93%

Petrobras


Empresa Petrobras
Posição no ranking 2016 5º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 13,95%
Posição no ranking 2015 5º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015  
17,83%
Microsoft

EmpresaMicrosoft
Posição no ranking 2016 6º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 12,66%
Posição no ranking 2015 7º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 8,87%

Bradesco

Empresa Banco Bradesco
Posição no ranking 2016 7º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 10,53%
Posição no ranking 2015 9º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 8,08%

Facebook
Empresa Facebook
Posição no ranking 2016 8º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 10,46%
Posição no ranking 2015 11º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 7,45%

Itaú Unibanco

Empresa Itaú Unibanco
Posição no ranking 2016 9º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 8,97%
Posição no ranking 2015 8º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 8,19%

Rede Globo

Empresa Rede Globo
Posição no ranking 2016 10º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 8,84%
Posição no ranking 2015 6º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 10,14%

The Coca-Cola Company


EmpresaThe Coca-Cola Company
Posição no ranking 2016 11º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 7,29%
Posição no ranking 2015 10º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 7,71%

Grupo Santander

Empresa Grupo Santander
Posição no ranking 2016 12º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 6,30%
Posição no ranking 2015 17º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 4,93%

Itaú BBA

Empresa Itaú BBA
Posição no ranking 2016 13º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 6,24%
Posição no ranking 2015 14º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 5,72%

BMW

Empresa BMW
Posição no ranking 2016 15º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2016 5,71%
Posição no ranking 2015 22º
Percentual de estudantes que escolheram a empresa em 2015 3,95%
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/onde-os-estudantes-de-direito-sonham-em-trabalhar#1