Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Cientistas descobrem o lado negro do amor

Cientistas descobrem o lado negro do amor
O amor machuca… Outras pessoas, não apenas os parceiros românticos ou os amantes não correspondidos. Um novo estudo sugere que o amor também pode machucar terceiros que não estão envolvidos em um relacionamento.
Na pesquisa, pessoas que foram preparadas para pensar no quão loucamente elas são apaixonadas pelos seus parceiros desvalorizaram outros membros atraentes do próprio sexo, e são foram mais agressivas em relação a eles, em comparação com as pessoas que foram estimuladas a refletir sobre o sexo com outros significados.
“O amor é sem dúvida a mais positiva de todas as emoções humanas, mas também vem com um lado negro”, disse o pesquisador do estudo Jon Maner, psicólogo da Universidade Estadual da Flórida.
Em três estudos que envolveram 130 pessoas em relacionamentos longos, Maner e seus colegas descobriram que, para proteger seu próprio compromisso com o parceiro, as pessoas atacam possíveis ameaças representadas por pessoas atraentes.
No primeiro estudo, pesquisadores pediram que estudantes em relacionamentos longos escrevessem sobre um tempo em que eles sentiram um intenso amor por seu parceiro ou um momento em que sentiram desejo sexual intenso por alguma pessoa. Em seguida, os estudantes olharam fotos de homens ou mulheres atraentes ou não. Eles tiveram que classificar o apelo do personagem, pergunta feita para avaliar os sentimentos dos participantes sobre o verdadeiro alvo do estudo as imagens dos homens e mulheres.
Os estudantes também preencheram questionários sobre os seus níveis básicos de ciúme, respondendo perguntas como: “Qual é a probabilidade de você fazer uma visita surpresa ao seu namorado para descobrir quem está com ele?”
Os resultados mostraram que tanto os tipos ciumentos quanto os mais descontraídos avaliaram os personagens como igualmente atraentes quando pensavam no desejo sexual intenso pelo parceiro. Mas quando eles pensavam sobre o amor intenso que sentiam pelo parceiro, o tipo ciumento de repente se tornou muito mais negativo sobre outras pessoas atraentes, classificando-as como muito menos sedutoras.
Em um segundo estudo, as pessoas em relacionamentos de longo prazo refletiram sobre o seu amor ou desejo sexual por seus parceiros românticos. Mas desta vez, os participantes foram informados que iam jogar um jogo de computador com um outro participante do estudo em outra sala. Quem perdesse o jogo seria atingido com ruídos dolorosos, mas não prejudiciais, através de fones de ouvido. O vencedor teria que escolher quanto tempo e quão alto esses sons seriam.
Os pesquisadores então mostraram as fotos dos supostos parceiros de jogo dos participantes, que sempre eram atraentes e do mesmo sexo que a pessoa que participaria do experimento. Mais uma vez, pessoas ciumentas que foram lembradas de seu amor pelo seu companheiro amoroso trataram os adversários de jogo duramente, desejando explodir os seus tímpanos com passagens mais altas e mais longas de ruído.
Em um terceiro estudo, estudantes foram informados que os pesquisadores precisavam de sua ajuda para avaliar pessoas em um novo site de encontros, somente com pessoas de suas universidades. Em seguida, eles viram uma séria de perfis de pessoas “atraentes, interessantes, extrovertidas, divertidas, carinhosas” do mesmo sexo.
Estas fotos foram projetadas para serem as mais ameaçadoras possíveis. Afinal, as pessoas não só eram muito atraentes e interessantes, mas estavam à espreita de um companheiro e estudavam na mesma universidade que elas.
Desta vez, os estudantes que foram lembrados de seu amor criticaram pesadamente as pessoas cadastradas no site, as classificando como pouco atraentes, antipáticas e outros adjetivos insultuosos. Os resultados se mantiveram independentemente dos níveis de ciúme.
As pessoas apaixonadas podem colocar pessoas sedutoras em um patamar inferior. No estudo, quanto mais amor uma pessoa sentia por seu parceiro, mais negativamente ela tendia a julgar outros membros atraentes do mesmo sexo.
Mesmo quando as pessoas não eram lembradas de seu amor pelo parceiro, elas julgavam as outras de maneira negativa, sugerindo que o sentimento de ameaça provocado pelo lado negro do amor é realmente muito forte.
Os pesquisadores afirmam que pode não haver grandes diferenças entre pessoas muito ou pouco ciumentas. O que importa é o nível de ameaça. Em última análise, eles concluíram que o amor pode funcionar com um serviço de proteção das relações, para mantê-las por muito tempo. [LiveScience]
http://hypescience.com/cientistas-descobrem-o-lado-negro-do-amor/

Amor ou tesão? Como descobrir pelo olhar

Amor ou tesão? Como descobrir pelo olhar
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Será que existe um “biomarcador” que pode diferenciar um caso de uma noite de uma potencial alma gêmea? Psicólogos da Universidade de Chicago, nos EUA, dizem que, se isso for verdade, a diferença entre amor e tesão pode estar nos olhos especificamente, o local onde o seu parceiro ou parceira olha para você pode indicar se é o amor ou o desejo que está em jogo.
O trabalho constatou algo que, quando se para pra pensar, parece bastante óbvio: se os padrões do olhar se concentram no rosto de um estranho, o espectador vê essa pessoa como um potencial parceiro no amor romântico, mas se o espectador olha mais para o corpo da outra pessoa, ele ou ela está sentindo desejo sexual. Só que esse julgamento automático pode ocorrer em menos de meio segundo, produzindo diferentes padrões de olhares.
“Apesar do pouco que se sabe sobre a ciência do amor à primeira vista ou como as pessoas se apaixonam, esses padrões de resposta fornecem as primeiras pistas sobre a forma como os processos de atenção automáticos, como o olhar, podem diferenciar os sentimentos de amor a partir de sentimentos de desejo direcionados a estranhos”, observa a autora Stephanie Cacioppo, diretora do Laboratório de Neuroimagem Elétrica de Alta-Performance da Universidade de Chicago.
Pesquisas anteriores da cientista descobriram que diferentes redes de regiões do cérebro são ativadas pelo amor e pelo desejo sexual. Neste estudo, a equipe realizou dois experimentos para testar padrões visuais em um esforço para avaliar dois estados emocionais e cognitivos diferentes, que muitas vezes são difíceis de distinguir um do outro: o amor romântico e o desejo sexual.
Estudantes do sexo masculino e feminino da Universidade de Genebra, na Suíça, foram instruídos a ver uma série de fotografias em preto-e-branco de pessoas que nunca haviam encontrado na vida. Na primeira parte do estudo, os participantes viram fotos de casais heterossexuais jovens, adultos, que estavam olhando ou interagindo uns com os outros. Na segunda parte, os participantes observaram fotos de pessoas atraentes do sexo oposto que estavam olhando diretamente para a câmera/espectador. Nenhuma das fotos continha nudez ou imagens eróticas.
Em ambos os experimentos, os participantes foram colocados diante de um computador e foi pedido que olhassem para diferentes blocos de fotografias e decidissem o mais rápido e precisamente possível se eles consideravam que as fotografias ou as pessoas nas fotografias estavam provocando sentimentos de desejo sexual ou de amor romântico. O estudo não encontrou nenhuma diferença significativa no tempo que os jovens levaram para identificar escolhas de amor romântico contra as do desejo sexual, o que os pesquisadores acreditam mostra o quão rapidamente o cérebro pode processar ambas as emoções.
Mas as análises dos dados de rastreamento ocular dos dois estudos revelaram diferenças marcantes nos padrões de movimento dos olhos, dependendo se os indivíduos relataram sentir desejo sexual ou amor romântico. As pessoas tendem a se fixar visualmente no rosto, especialmente quando disseram que uma imagem provocou um sentimento de amor romântico. No entanto, com as imagens que evocam o desejo sexual, os olhos dos sujeitos movem-se a partir da face para se fixarem no resto do corpo. O efeito foi encontrado tanto em participantes do sexo masculino quanto do sexo feminino.
“Ao identificar padrões de olhar que são estímulos relacionados especificamente ao amor, o estudo pode contribuir para o desenvolvimento de um biomarcador que diferencia os sentimentos de amor romântico dos de desejo sexual”, supõe o coautor do estudo John Cacioppo, diretor do Centro de Neurociência Cognitiva e Social dos EUA. “Um paradigma de rastreamento ocular pode eventualmente oferecer um novo caminho de diagnóstico na prática diária dos médicos ou para exames clínicos de rotina em psiquiatria e/ou terapia de casal”, prevê. [Science 20]
http://hypescience.com/amor-ou-tesao-como-descobrir-pelo-olhar/

17 FATOS IMPRESSIONANTES A RESPEITO DO AMOR:

17 FATOS IMPRESSIONANTES A RESPEITO DO AMOR:

Publicado em 19 de julho de 2014 | Por Deborah Furtado | Amor
Se você tivesse que definir “amor” em apenas uma frase, o que diria? Por mais que você passe um dia inteiro pensando nessa definição simples e direta, o resultado pode não ser o esperado. A questão é que falar de amor não é para qualquer um por isso existem os poetas!, afinal o sentimento em questão não poderia ser mais abstrato, cheio de interpretações, conceitos, rimas e significados. Sim, o amor tem vários significados diferentes.
Pode ser o seu cachorro esperando você chegar em casa ou o bilhetinho que a pessoa amada deixou embaixo do seu travesseiro. Pode ser abraço de mãe, bolo de vó, risada de pai. Pode ser a sua música favorita, o abraço do melhor amigo e até o seu lugar predileto em todo mundo. O amor tem muitas definições porque parece mesmo estar em tudo, você já reparou? Pois então confira algumas curiosidades a respeito desse sentimento tão imenso, que está no mundo todo, e ao mesmo tempo tão singelo, a ponto de caber em um simples sorriso:

1 – Monogamia existe também no reino animal

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Se você pensa que apenas seres humanos têm esse contrato social de passar a vida inteira ao lado de apenas um parceiro, saiba que lobos, cisnes, urubus, albatrozes e até cupins (!) levam a sério o “até que a morte nos separe”.

2 – Você leva quatro minutos para decidir se gosta de alguém ou não

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Rápido assim, hein! Se você quer causar uma primeira impressão positiva, aproveite esses minutinhos e comece a impressionar. Pesquisas recentes dizem que o que conta é a linguagem corporal, o tom e a velocidade da voz. Mais até do que é realmente dito.

3 – Olhares e corações sincronizados

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Pesquisas recentes descobriram que quando duas pessoas apaixonadas se olham fixamente nos olhos por três minutos, elas passam a ter a mesma frequência cardíaca.

4 – Apaixonar-se tem efeitos parecidos com os de usar cocaína

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Ambas as experiências afetam as mesmas regiões cerebrais e dão a sensação de euforia. Só para você ter ideia, quando você se apaixona, doze áreas do seu cérebro são estimuladas ao mesmo tempo!

5 – Trocar afagos com a pessoa amada diminui a dor

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Sabe aquela dor de cabeça chata que acompanhou você o dia inteiro? Antes de mergulhar de cara na próxima caixa de remédios, experimente abraçar a pessoa que você ama e trocar carinhos com ela, assim você vai produzir o hormônio ocitocina, envolvido nos processos de criar laços interpessoais.
Pesquisas recentes descobriram que uma dose de ocitocina é capaz de aliviar dores de cabeça significativamente, sendo que em alguns casos a dor vai embora completamente depois de quatro horas. Viva a medicina do amor!

6 – Pessoas igualmente atraentes têm mais chances de permanecer juntas

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Pesquisadores de todo o mundo já chegaram à mesma conclusão: há uma espécie de padrão, seguido por todos, na hora de escolher um parceiro para a vida toda. Assim, descobriu-se que as pessoas tendem a sentir mais desejo por aquelas com mesmo nível de atração social.

7 – Pessoas que são parecidas demais não ficam juntas por muito tempo

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O fato é que aquela história de “os opostos se atraem” tem seu fundo científico de verdade. O ideal é ter, sim, coisas em comum, mas é preciso que um aprenda com o outro, para a relação não ficar chata.

8 – Corações partidos existem sim!

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A Ciência já descobriu: separações, términos, divórcios, traições e lutos podem causar dores na região do coração. A condição tem até um nome: Síndrome do coração partido. Quando uma pessoa sente demais a ausência de outra, o cérebro produz substâncias químicas capazes de causar dor no peito e falta de ar, tanto que, muitas vezes, o diagnóstico é de ataque cardíaco. O maior número de casos acontece com mulheres.

9 – O amor romântico acaba, eventualmente

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Por mais triste que isso pareça: não existe amor eterno. Pelo menos não aquele amor romântico dos primeiros passos da relação. A paixão, responsável pelo nervosismo, pelas mãos trêmulas e suando e pelas borboletas no estômago dura em média um ano. Depois disso vem o que é conhecido como “amor de comprometimento”.

10 – Pessoas apaixonadas têm semelhanças químicas com pessoas com TOC

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Se você sempre se perguntou por que age de forma estranha quando se apaixona, respire tranquilo: há explicação. O que acontece é que pessoas no início da paixão têm menores níveis de serotonina, substância conhecida por proporcionar sensações de felicidade e bem-estar. Já o nível de cortisol aumenta no corpo dos apaixonados, causando stress e irritabilidade. Essa combinação é semelhante em pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo o TOC.
E a relação entre “paixonite aguda” e TOC explica bem por que é que agimos de maneiras tão diferentes quando estamos apaixonados. Por outro lado, pessoas com baixos níveis de serotonina se apaixonam e têm relações sexuais com mais facilidade do que as outras.

11 – Pensar em amor e sexo faz bem

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Cientistas acreditam que pensar em amor nos ajuda a ter melhores pensamentos criativos e abstratos, afinal esses insights estão associados a considerações abstratas como relacionamentos longos, devoção, comprometimento e intimidade.
Por outro lado, pensar em sexo ajuda a desencadear pensamentos concretos, fazendo com que a pessoa se foque mais na realização de suas tarefas. Você concorda?

12 – A receita do amor perfeito

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A matemática do amor ideal vem do que é chamado de Teoria Triangular do Amor, um conceito que divide o amor em algumas fases, sendo que a primeira é o “amor romântico”, uma junção de paixão e intimidade; a segunda é o chamado “amor companheiro”, que une intimidade e comprometimento; e a terceira é o “amor fátuo”, que é a junção de paixão e comprometimento.
O amor perfeito pode ser também chamado de “amor consumado”, que é a união das três fases acima.

13 – Antes um rosto atraente do que um corpo perfeito

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Pelo menos quando o assunto envolve relacionamentos longos. Se quando a pessoa procura algo momentâneo o que vale é o corpo, quando a ideia é uma relação para a vida toda, um rosto bonito ganha.

14 – Gratidão = felicidade

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Pense na pessoa que mais ajudou você em um momento difícil ou que fez algo realmente incrível por você. Pensou? Então escreva em uma folha de papel ou em um novo documento do Word o que essa pessoa representa para você. Em seguida, ligue para ela e leia o que você acabou de escrever. Esse pequeno exercício vai deixar você muito mais feliz, sabia? Foi isso o que a galera DESTE VÍDEO fez. E deu muito certo! Dizer à pessoa que você ama o quanto ela é importante em sua vida vai fazer de você e dela também, é claro uma pessoa mais feliz!

15 – Borboletas no estômago

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Aquela sensação de ansiedade misturada com felicidade e paixão faz seu estômago revirar, como se você estivesse em uma montanha-russa, não é mesmo? Pois saiba que essas borboletinhas podem ser chamadas também de adrenalina, que é o hormônio responsável pela sensação de frio na barriga, que você sempre tem antes dos primeiros encontros.

16 – O amor à primeira vista

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Taí um conceito que gera polêmica, mas, cientificamente falando, é possível se apaixonar por um completo estranho contanto que haja contato visual no maior estilo olho no olho.
Quando alguém está mergulhando em seus olhos, o corpo dessa pessoa começa a produzir uma substância chamada feniletilamina, com princípios parecidos com os da anfetamina, ativando o que é conhecido como “resposta de luta ou fuga”, que é uma sensação mais ou menos parecida com a das borboletas. Ou seja…

17 – O amor é tudo o que importa

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Essa afirmação pode parecer simplista demais, mas uma pesquisa, feita por cientistas de Harvard, e que durou 75 anos, constatou que os participantes relacionaram toda a felicidade de sua vida aos momentos de amor ou até mesmo da busca pelo amor. Portanto, ao que tudo indica, amar é mesmo o melhor remédio.
Via megacurioso
http://thesecret.tv.br/2014/07/17-fatos-impressionantes-respeito-amor/

A nossas vibrações mentais, ocorrem segundo o nosso "estado"' psíquico.

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FONTE: Spirit book.fazer um blog


http://momentobrasilcom.blogspot.com.br/2015/01/energia-corporal-conforme-os-sentimentos.html

O que é o amor?


O que é o amor?


Amor Relacionamentos
Renan Sargiani
Escrito por Renan Sargiani
Como sugestão da minha querida futura-psicóloga Josy Rozendo eu irei falar sobre como a psicologia explica o amor. Talvez a melhor pessoa para falar sobre o assunto, seja o Prof. Dr. Ailton Amélio da Silva, que é sem dúvidas um dos maiores especialistas no assunto que temos atualmente no Brasil. No entanto, meu objetivo aqui é só o de apresentar algumas considerações sobre o que seria o amor para a Psicologia. Mais especificamente me concentrarei em falar sobre o amor em uma perspectiva comportamentalista (behaviorista), embora pudesse falar de outras abordagens, a delimitação é necessária devido à extensão do texto, não quero lhe cansar logo no primeiro artigo.
“O que é o Amor se não outro nome para reforçamento positivo?”. (Skinner, Walden Two, 1948)
É bem sabido, para os psicólogos principalmente, que os termos mentalistas (referentes a fatos que não são observáveis, portanto, mentais) não são muito bem vistos na análise do comportamento (considerando a filosofia behaviorista). No entanto, esses termos (como pensamento, sonho, ideia, amor etc.) não são excluídos em absoluto, uma vez que podem ilustrar (denominar) um conjunto de comportamentos específicos que ocorrem de modo mais ou menos similar diferindo, sobretudo, de acordo com a cultura. Você já deve ter visto comportamentos amorosos muito diferentes de acordo com as culturas, por exemplo, recentemente foi divulgado um aumento no número de cerimônias (rituais) de divórcio no Japão. Nessa cerimonia parecida com o casamento, os japoneses celebram o divórcio e ao invés de trocarem as alianças, as quebram! O que você acha disso? Já imaginou como seria no Brasil esse tipo de cerimônia? Comente abaixo.

Assim, a cultura é extremamente importante, quando falamos de amor e para os analistas do comportamento, não seria diferente. O amor, à la behaviorismo, se configura como um conjunto complexo de sensações e comportamentos (verbais ou não) que são emitidos e/ou eliciados em uma relação estabelecida entre dois indivíduos. Esses comportamentos são aprendidos, por meio de condicionamento operante (fazer o prato preferido do namorado, fazer carinho de determinado modo) e respondente (o perfume que faz lembrar imediatamente do amor) e mantidos por serem reforçadores (beijos, carinho), podendo regular a conduta e serem modificados de forma mais ou menos explicita (Algo pode agradar o amado, ou desagradar. Ninguém apresenta um manual do namorado(a)? Poderia ser útil, mas, ainda não existe, então é por ensaio e erro que vamos acertando as coisas no relacionamento).

Em termos menos psicológicos, pois aposto que você, como milhares de estudantes de psicologia que não são tão fãs do behaviorismo, não deve ter pretendido entender toda essa complicação escrita acima. O que eu quis dizer é que o amor não é algo estanque, único. O amor é para o analista do comportamento, não uma, mas na verdade várias coisas que reunidas são identificadas com esse nome de amor, de tal modo que cada pessoa tem a sua própria forma de amor. Agora, aposto que você deve ter no mínimo pensado em alguém que amava de forma diferente de você. Com certeza se não pensou, deve refletir agora, pois é de consenso da psicologia geral que todos amam de modo diferente, pois tem histórias diferentes. E mais, além disso, esse amor se modifica na própria história das pessoas (ou seja a sua própria forma de entender o amor muda na sua vida). E ai você poderia perguntar, mas o amor que eu tenho em um relacionamento é igual ao outro? Eu te responderia, você é igual agora do que foi há uma hora ou no ano passado? Não com toda certeza, ainda que sejam poucas as modificações, acredite, elas existem.

Vamos há alguns exemplos sobre como esse amor se transforma. Lembra de quando você era criança? Uma pequena criança e que amava seu brinquedo ou bichinho de estimação com todo o amor do mundo?  Você queria levá-lo para todos os lugares, estar junto sempre. Os anos se passaram, você foi esquecendo e, opa, você não pensava mais nesse amor até agora, que curioso, não? Pois, é algo parecido já deve ter acontecido com você. Ou por exemplo, quando um amor acaba e longos anos se passam, você já se perguntou, como eu pude amar fulano? Então, a resposta da psicologia podia ser, você amou fulano porque você também era outro. Os casais que estão brigando normalmente dizem “você não é o mesmo de quando nós casamos”, é fato, não é mesmo, mas ninguém é o mesmo para todo o sempre. Tudo muda o tempo todo, como diriam os behavioristas, as contingências se modificam, é preciso buscar novas formas de encontrar reforçadores, outras classes de resposta, ou o amor acaba. Quem é que nunca achou que o primeiro amor seria eterno? Aliás, todos os amores sempre são eternos, parafraseando Vinicius de Moraes, eternos enquanto duram, e como diria Carlos Drummond de Andrade “eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata…”.

Enfim, essa foi uma breve reflexão sobre como a psicologia comportamental entende esse sentimento tão desejado em nossas vidas. Mas, como não podia deixar de ser, após essa explicação de que cada um tem sua forma de entender o amor, cabe a pergunta,  qual é a sua forma de amor, o que é amor para você? Comente o artigo. Acho que dessa forma também vale de comentar uma forma como eu entendo o amor, tenho uma amiga que gostava muito dessa definição e pedia várias vezes para eu contar, ainda que eu explicasse que era apenas a minha forma de entender e não tinha nada de verdadeiro (mas o que é o verdadeiro, se não aquilo que acreditamos?). Eu sempre gostei muito de etimologia e dizia, ainda que “não fosse verdade”, que na minha etimologia o amor era uma palavra composta por a (que significa em grego: não) e mor (que é uma contração de maior, como em altar-mor), portanto a-mor significa não maior, porque não tem nada maior que o amor. 

Mas como eu dizia para a minha amiga Sheila, essa era apenas a minha forma de entender. Repito então, qual é a sua?


http://www.psicologiaexplica.com.br/o-que-e-o-amor/

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ETERNO...PENSEM NISTO, TENHAM DIAS SURPREENDENTEMENTE FELIZES...

"ETERNO"

 PENSEM NISTO E TENHAM DIAS SURPREENDENTEMENTE FELIZES...

"ETERNO"
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos, mas com tamanha intensidade, que nenhuma força jamais o resgata!
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil ditar regras.
Difícil segui-las.
Ter noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir de alguém.
Fácil dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém.
Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixassem levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer “oi” ou “como vai”?
Difícil é dizer “adeus”, principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas.
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma contra o corpo quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar é se entregar
E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer,antes que a pessoa se vá...

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.
Fácil analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Ou ter coragem para fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
“ETERNO” autor desconhecido.
Extraído do PPS que recebi.
Na integra por mim copiado.


UMA ROSA COM AMOR...
DESEJANDO A TODOS, SEMANAS COM DIAS MARAVILHOSOS!