Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

segunda-feira, 8 de junho de 2015

ESPIRITUALIDADE... Carma e relacionamentos amorosos

05/06/2015

Carma e relacionamentos amorosos


Carma e relacionamentos amorosos universo naturalA característica de um relacionamento cármico consiste principalmente no fato de que os parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de si, tais como culpa, medo, dependência, ciúme, raiva ou algo do tipo.
Devido a essa “carga” de emoções não resolvidas, sentem-se atraídos um pelo outro em uma outra encarnação. O objetivo do reencontro é proporcionar uma oportunidade para se resolver o problema em questão.
Isto acontece recriando-se o mesmo problema em um curto espaço de tempo. Quando se conhecem, os “jogadores” cármicos sentem uma compulsão de estar mais perto um do outro, e depois de algum tempo, começam a repetir os padrões emocionais dos seus antigos papéis.
Então, o palco está armado para que ambos enfrentem um antigo problema de novo e talvez lidem com ele de uma forma mais iluminada.
O propósito espiritual do reencontro, para ambos os parceiros, é que eles façam escolhas diferentes das que fizeram naquela vida passada.
Um encontro carmático pode ser reconhecido pelo fato de que a outra pessoa imediatamente lhes parece estranhamente familiar.
Com muita frequência há também uma atração mútua, uma urgência “no ar”, que os impulsiona a estar juntos e descobrir um o outro.
Se a oportunidade estiver disponível, essa forte atração poderá se transformar num relacionamento amoroso ou numa intensa paixão. As emoções que experimentamos podem ser tão avassaladoras, que acreditamos encontrar a “alma gêmea”. No entanto, as coisas não são o que parecem.
Sempre haverá problemas em uma relação como essa, que virão à tona mais cedo ou mais tarde.
Geralmente os parceiros acabam envolvendo-se num conflito psicológico, cujos ingredientes principais são poder, controle e dependência.
Desta forma, eles repetem uma tragédia que o seu subconsciente reconhece de uma vida anterior. Numa vida passada, podem ter sido amantes, pai e filho, patrão e funcionário, ou algum outro tipo de relacionamento.
Mas sempre tocaram uma ferida interna profunda um do outro, através de atos de infidelidade, abuso de poder ou, de um outro lado, uma afeição muito forte.
Houve um encontro emocional profundo entre eles, que provocou cicatrizes profundas e trauma emocional. É por isso que as forças de atração, assim como as de repulsão, podem ser tão violentas quando eles encontram-se novamente em uma outra encarnação.
O convite espiritual para todas as almas que estão enredadas desta forma é que cada um deixe o outro ir e torne-se uma “entidade em si mesma”, livre e independente.
Relacionamentos cármicos quase nunca são duradouros, estáveis e amorosos. São relacionamentos muito mais destrutivos do que curadores.
Com muita frequência, o propósito básico do encontro é que ambos consigam se desapegar do outro. Isto é algo que não pôde ser feito em uma ou mais vidas passadas, mas agora existe uma nova oportunidade para que cada um libere o outro com amor.
Inclusive, percebam que é muito mais frequente que as emoções intensas estejam relacionadas com dor profunda do que com amor mútuo.
A energia do amor é essencialmente calma e pacífica, alegre e inspiradora. Não é pesada, cansativa nem trágica.
carma que está em jogo em relacionamentos, como os mencionados anteriormente, geralmente requer que nos desapeguemos completamente um do outro, que nos afastemos de tais relacionamentos, para que possamos ser completos em nós mesmos.
Uma outra pessoa pode tocar ou disparar algo em nós, como um gatilho, criando um drama entre ambos. Mas a tarefa e o desafio exclusivos de cada um continua sendo lidar com sua própria ferida interna e não com as questões da outra pessoa. Cada um tem responsabilidade apenas por si mesmo.
É importante entender isto, porque esta é uma das principais armadilhas nos relacionamentos.
Muitas vezes, ficamos tão ligados à criança interior do outro à parte emocionalmente ferida de dentro dele que sentimos que temos que resgatá-lo.
Não somos responsáveis pelo nosso parceiro e ele não é responsável por nós. A solução de nossos problemas não está no comportamento da outra pessoa.

Pamela Kribbe

https://universonatural.wordpress.com/

ESPIRITUALIDADE... A humildade é uma expressão natural do nosso eu total

03/06/2015

A humildade é uma expressão natural do nosso eu total


A humildade é uma expressão natural do nosso eu total universo naturalQuando recorremos à natureza humilde, temos uma consciência pacífica do nosso lugar no todo maior. Através de olhos humildes, somos capazes de ver as boas intenções dos outros e celebrar, em vez de comparar e condenar  as nossas diferenças. A humildade faz de nós pessoas dispostas a aprender e nos abre para a opinião dos outros; ela também fortalece a capacidade de ouvir verdadeiramente a nós mesmos e às outras pessoas. Ela nos dá a chance de não saber tudo e faz com que não nos apeguemos ao resultado a que um dia nos agarramos para nos sentir seguros. A humildade nos dá tanto disposição para mudar como visão para fazer as mudanças de que precisamos. Despidos da capa falsa de arrogância, somos humildes o bastante para nos ver como somos, e só então podemos começar a enxergar a pessoa que somos capazes de nos tornar.
Com humildade, a nossa identidade um dia rígida se torna mais flexível, por isso não nos sentimos mais compelidos a impor as nossas opiniões e a nossa pessoa sobre os outros. A humildade nos permite conservar os valiosos recursos energéticos que desperdiçamos tentando provar que somos superiores aos outros. Ela nos liberta da prisão de tentar parecer melhor do que os outros, diminuindo-os, e em vez disso nos dá permissão para celebrar as suas conquistas e diferenças.
Destituídos da arrogância, das justificativas e da convicção de estar sempre com a razão, podemos andar sob a luz do dia sem o escudo do nosso falso orgulho.
O nosso lado humilde entende que não somos nem melhores nem piores do que ninguém. Ele entende que, em circunstâncias diferentes, podemos fazer exatamente o que as outras pessoas fazem e nós criticamos. Cultivando a humildade, aprendemos a desviar a atenção para nós mesmos, em vez de desperdiçar o tempo preocupando-nos com o comportamento dos outros. A verdadeira humildade nos dá sabedoria para evitar a armadilha de projetar a nossa escuridão nos outros e nos deixa conscientes das nossas imperfeições e inseguranças, e prontos para aceitá-las.
A humildade nos permite abraçar as nossas perfeições e falhas com igual reverência. Até que sejamos suficientemente humildes para admitir que temos os mesmos impulsos que as outras pessoas, e até que estejamos em paz com a nossa humanidade, continuaremos a deixar que a arrogância do nosso ego ferido nos cegue e crie circunstâncias que devastam a nossa vida. Continuaremos a manifestar exatamente aquilo que lutamos tanto para evitar.
Com o antídoto espiritual da humildade, somos capazes de deixar de lado tudo o que fazemos para nos mostrar aos outros. Somos capazes de pedir ajuda quando necessário. O nosso eu humilde não desperdiça uma grande dose de energia resistindo quando as coisas não são como esperávamos, pois ele conclui que existe uma ordem maior em ação. Com a humildade, desistimos da ideia de que sabemos o que é melhor para nós. A humildade nos liberta da armadilha de nos acharmos donos da razão e julgarmos os outros, e permite que nos unamos com o todo coletivo. A humildade nos convida a desviar a atenção para nós mesmos e mudar as coisas que podemos, em vez de tentar arrogantemente controlar a vida dos outros. Em tempos de dor e desorientação, a humildade nos permite entregar os pontos, cair de joelhos e pedir o apoio de que precisamos desesperadamente.
Quando o nosso eu arrogante é moderado com a humildade, não temos mais que participar desnecessariamente de ostentações para provar o nosso valor às pessoas à nossa volta. Em vez disso, sentimo-nos livres para viver uma vida mais simples, para nos preocupar em assumir a nossa responsabilidade e manter a integridade em nossas ações. Podemos reconhecer humilde e honestamente os nossos erros, sem o fardo da vergonha, e aproveitar a sabedoria e o aprendizado que podem nos proporcionar. No momento em que nos abrimos para a vastidão de quem somos, ficamos tão impressionados que nos tornamos humildes.
A humildade é uma expressão natural do nosso eu total, pois ela nos ajuda a ver que, embora sejamos brilhantes, fantásticos e amorosos, podemos também ser mentirosos, charlatães e incompetentes. Ela nos permite sermos gentis e amorosos com nós mesmos, não importa o que as circunstâncias da vida exterior possam estar refletindo. A humildade nos dá a liberdade de viver uma vida autêntica e contar com o nosso poder superior, quando compartilhamos os nossos dons com o mundo.

Debbie Ford

https://universonatural.wordpress.com/

ESPIRITUALIDADE... Fluir com o fluir da vida

30/05/2015

Fluir com o fluir da vida


Fluir com o fluir da vida universo naturalSer zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada. Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura (ou não) da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça.
Come com alegria. Para satisfazer a fome de todos os famintos. Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai.
A chuva, o sol, o vento.
O guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
Ser zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.
Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.
Ser zen é morrer
Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniquidade.
Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.
Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuro-­passado.
Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.
Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.
Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.
Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada. Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.
Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade. É oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar. Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante. É estar bem aqui onde quando se fala já se foi. Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.
Ser zen é Ser Tempo.
Ser zen é Ser Existência.

Monja Coen

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ESPIRITUALIDADE... Invoque agora a mais pura Presença Divina

29/05/2015

Invoque agora a mais pura Presença Divina


Invoque agora a mais pura Presença Divina universo naturalInvoco agora a minha mais pura presença divina consciente: EU SOU
Onde todo o mal não existe
Onde toda a beleza, sabedoria, compaixão e fé
Correspondem exatamente ao que EU SOU.
Invoco agora toda a verdade do meu Ser verdadeiro: EU SOU
Onde todos os problemas inexistem
E são vistos como meras ilusões passageiras na consciência EU SOU.
Repouso assim na minha morada eterna e perfeita
Onde posso observar além do bem e do mal
Onde posso discernir com clareza o caminho que me leva ao amor
Porque SOU o amor,
SOU a verdade,
SOU o próprio caminho.
Invoco agora a lembrança de que SOU todas a experiências da vida,
Mas também, estou além de todas as experiências como uma Testemunha.
EU SOU tudo aquilo que penso
Mas quando não penso em nada, ou não me envolvo nos meus pensamentos sou a pureza da consciência EU SOU:
Silenciosa, amorosa, dotada de natureza transcendental e pura sabedoria.
Invoco agora que meus dias prossigam na lembrança profunda de quem EU SOU
Que meus passos sejam guiados por esta fé inabalável
A fé de que nada pode acontecer a meu EU PROFUNDO
Porque em essência estou além de todo o movimento do mundo.
Que o amor, a sabedoria, a paz, a bondade, o serviço ao próximo, e a amizade espiritual com toda a criatura viva, seja minha maneira natural de Ser
Porque em verdade É a natureza real e natural de Ser do EU DIVINO QUE SOU.
Obrigado à Presença Divina Consciente que EU SOU
Por me lembrar mais uma vez da minha natureza divina inerente
Que sabe separar a verdade da ilusão
E sempre descansa em paz onde mora a justiça, a harmonia, a graça e a lucidez.
Esta morada é em mim mesmo.
Na Presença Consciente EU SOU.

Swami Sambodh Naseeb

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