Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

domingo, 24 de julho de 2016

TURISMO... BRASIL / Praça da Liberdade em Belo Horizonte

Praça da Liberdade em Belo Horizonte

17:10 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

O complexo paisagistico e arquitetônico da Praça da Liberdade é uma síntese dos estilos que marcam a história de Belo Horizonte, e fica na região da Savassi, no encontro de quatro grandes avenidas:

Cristóvão Colombo
João Pinheiro
Brasil
Bias Fortes


A construção da praça foi iniciada na época da fundação da nova capital mineira (1895-1897). Situada no ponto mais alto da área inicial da cidade (circunscrita à Avenida do Contorno) a praça foi feita para abrigar a sede do poder mineiro, os prédios do Palácio do Governo e das primeiras Secretarias de Estado obedecem a tendência da época - estilo eclético com elementos neoclássicos [1] . Ao longo dos anos, o complexo foi recebendo construções de diferentes estilos arquitetônicos.

Chafarizes da praça.

Na década de 1940, o estilo art decó com revestimento em pó de pedra do Palácio Cristo Rei. Nas décadas de 1950 e 1960 prédios modernos foram incorporados ao conjunto, como o Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública, ambos projetados por Oscar Niemeyer. Nos anos 1980, em estilo pós-moderno, foi inaugurado o prédio conhecido como "Rainha da Sucata", que está em reforma para abrigar o Centro de atendimento ao turista.

A praça conta ainda com coreto e fonte luminosa. O traçado e os jardins, inspirados no Palácio de Versalhes, são um convite aos passeios e caminhadas.
Fotografia de Paulo Figueiredo

Esta praça, juntamente com a Praça Raul Soares e a Praça Sete de Setembro, está entre as mais importantes da cidade.

O conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Liberdade foi tombado em 2 de junho de 1977 pelo IEPHA. A medida contempla, portanto, os edifícios do centro cívico – Palácio da Liberdade e antigas secretarias de Estado –, e estende-se aos jardins, lagos, alamedas, fontes e monumentos da praça, bem como as fachadas de diversas edificações do seu entorno.

Paisagismo e Função Urbana
Fotografia de Leonardo Soares
A construção paisagística da Praça da Liberdade foi arquitetada em conjunto com as funções e valores sócio-políticos das estruturas de seu entorno.[3] Quem enxerga a praça a partir da Avenida João Pinheiro consegue perceber com facilidade como as linhas paisagísticas da praça convergem, em linha reta, para o Palácio do Governador, praticamente conduzindo a vista do observador para essa última construção. Passa-se com isso uma ideia de que a praça seria algo como um jardim do governo.

Contudo, um olhar mais detalhado sobre as formas da Praça da Liberdade indica que existem diversos sub-centros gravitacionais. Ou seja, há diversos ambientes intermediários, como as fontes e o coreto, para os quais convergem os jardins, espaços abertos e direcionam-se os bancos. Esses ambientes proporcionam agradáveis locais de lazer, bem como possibilitam a realização de eventos artísticos. Contornando toda a praça, também temos uma área de circulação, utilizada para corridas, caminhadas ou, simplesmente, para passeios.

Todavia, a cidade possui um processo dinâmico, o que leva a novas relações entre as formas e os espaços. Com a construção de inúmeros arranha-céus em toda Belo Horizonte, hoje já não é tão perceptível a posição proeminente de relevo da Praça da Liberdade. Aliás, o crescimento da cidade tomou pontos bem mais altos, como, por exemplo, os bairros Serra e Mangabeiras, que escalam a Serra do Curral.

Com a construção da Cidade Administrativa, em 2010, no norte de Belo Horizonte, a Praça da Liberdade descresce do seu valor simbólico como a área central de governo. No lugar das instituições públicas, a Praça da Liberdade ganha em seu entorno instituições relacionadas à cultura, como mais museus e até um planetário. Nesse aspecto, com as novas propostas para o ambiente em torno da Praça da Liberdade, deixaríamos de ser uma sociedade que reserva seus melhores espaços e atenções para a política, e tornaríamos mais e mais uma sociedade voltada ao espetáculo e ao entretenimento.

Circuito Cultural Praça da Liberdade
Fotografia de Arnaldo Silva
Instalado em prédios públicos do entorno da Praça da Liberdade, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, um dos maiores complexos do gênero do país,e formado por dez espaços culturais que integram arte, cultura popular, conhecimento e entretenimento.

Compõem o Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte, o Espaço do Conhecimento UFMG, em parceria com a UFMG; o Museu das Minas e do Metal, em parceria com a Gerdau; o Memorial Minas Gerais, com patrocínio da Vale e o Centro de Arte Popular, da Cemig; a Casa Fiat de Cultura, em parceria com a FIAT; o Centro de Formação Artística, em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, o Horizonte SEBRAE, em parceria com o SEBRAE. Ainda integram o complexo cultural, outros quatro espaços públicos que passaram por recente processo de revitalização: o Palácio da Liberdade, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro e o Museu Mineiro.

Fonte da Matéria: Wikipédia

http://www.conhecaminas.com/2016/03/praca-da-liberdade-em-belo-horizonte.html

TURISMO... BRASIL / Cachoeira das Sete Quedas em Lambari

Cachoeira das Sete Quedas em Lambari

15:58 / Arnaldo Silva / Encantos De Minas ,

O Parque Estadual de Nova Baden é um local cuja beleza destaca-se na região. A área foi protegida em 1974, com a criação da Reserva Biológica de Nova Baden, sendo alterada sua categoria de manejo para Parque em 27 de setembro de 1994, através do Decreto nº 36.069. Está localizado no município de Lambari, na região sul do Estado, conhecida como Circuito das Águas, numa porção do relevo brasileiro conhecido como Planalto Atlântico, na Serra da Mantiqueira. Encontra-se inserido na sub-bacia do Ribeirão do Melo, na bacia hidrográfica do Rio Grande.

Patrimônio Natural
Nova Baden possui uma área de 214,47 hectares, nos quais os recursos hídricos destacam-se. Várias nascentes existem no interior da mata, sendo a mais importante a cachoeira Sete Quedas.

A unidade de conservação abriga valiosos exemplares da fauna e a flora da Mata Atlântica. Entre as diversas espécies da flora estão o jequitibá, o cedro, a peroba, palmito, o jacarandá, o pinheiro brasileiro e o cedro. O clima úmido propicia a formação de um ecossistema rico em musgos, liquens, bromélias e orquídeas.

O Parque é uma importante reserva de diversas espécies de anfíbios, mamíferos e aves. Dentre as espécies, destacam-se os primatas barbado, sauá, mico e macaco-prego, além da jaguatirica, quatis, tatu e tamanduá-mirim.

História pra contar

O nome do Parque é uma referência ao alemão Américo Werneck, da cidade de Baden-Baden que, no século 19, instalou-se na região. Pioneiro em questões ambientais, o dr. Werneck era fruticultor e desenvolveu vários projetos de aproveitamento racional das estâncias hidro-minerais. Foi o autor do projeto do Cassino de Lambari.
Mais tarde, desgostoso com a política local, partiu e não retornou para reaver suas terras, o que levou o Estado a se apropriar da Fazenda, transformando-a em uma área de proteção ambiental em 1974. O Parque Estadual de Nova Baden foi aberto à visitação em 1995.

Infra-estrutura

O Parque Estadual Nova Baden possui uma excelente infra-estrutura para atendimento ao visitante com destaque para o Centro de Visitantes que possui auditório para 90 pessoas, salas para reuniões e posto para a Polícia de Meio Ambiente. O Centro ocupa o casarão que era a sede da Fazenda de Américo Werneck, construído no século 19.

Visitação:O Parque não possui área de camping ou abrigos para a hospedagem de visitantes. No entanto, a cidade de Lambari, destino tradicional no turismo mineiro, mantém excelente infra-estrutura.

Horário de funcionamento: 7 às 17h
Telefone de contato: (35) 3271-1338

Como chegar:
Saindo de Belo Horizonte, seguir pela BR 381 (Rodovia Fernão Dias) no sentido São Paulo até o trevo para Cambuquira. A partir daí, prosseguir pela MG 267 até o município Lambari.


Fonte: Prefeitura Municipal de Lambari


http://www.conhecaminas.com/2016/03/cachoeira-das-sete-quedas-em-lambari.html

TURISMO... BRASIL / São João del-Rei – A terra que conta a história de Minas Gerais

São João del-Rei – A terra que conta a história de Minas Gerais
05:16 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

Vista de São João Del Rei. Fotografia de Kiko Neto

A cidade é um cenário perfeito para ser contemplado: uma mistura de estilos arquitetônicos, do barroco ao moderno, está nas tradicionais ruas antigas, nas centenárias igrejas e casas coloniais. Ao mesmo tempo, é famosa por estar sempre em movimento, as festas populares não deixam paradas as vias, os belos hotéis e as pousadas.

Assim é São João del-Rei. De umsimples arraial do século 18, o município evoluiu para um polo comercial relevante em Minas Gerais e, hoje, está focado no turismo. Uma das maiores atrações é o carnaval, quando os blocos caricatos desfilam pelas ruas, durante os quatro dias de festa, atraindo milhares de turistas foliões.

Já durante a Quaresma e a Semana Santa, a cidade se volta para os festejos religiosos. Os habitantes e turistas participam das procissões, que relembram as cenas da Paixão de Cristo. Nesse período, todas as igrejas históricas ficam abertas à visitação. O público é convidado a participar de diversas atividades, como a confecção dos tapetes de areia e flores que enfeitam as ruas da cidade. Para incrementar a comemoração, apresentações teatrais, de canto, de dança e musicais são realizadas no Largo São Francisco.

Igreja de São Francisco de Assis. Fotografia de Kiko Neto

Na terra do Ex-Presidente Tancredo Neves, o turista também pode ter a sensação de voltar aos tempos do Brasil Colônia através do belo passeio de Maria Fumaça. A locomotiva, construída em 1881, liga as cidades de São João del-Rei e Tiradentes.

A história de São João del-Rei começou em 1704, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal. Na época, o local recebeu o nome de Arraial Novo Rio das Mortes e seu solo foi intensamente explorado devido à grande quantidade de ouro encontrada. Em 1713, para presentear Dom João V, Rei de Portugal, o Arraial foi nomeado Vila de São João del-Rei.

Característica marcante da cidade, as igrejas começaram a ser construídas no estilo barroco mineiro, a partir do século 18. Algumas delas chamam a atenção pelos seus altares dourados, com detalhes da arquitetura da época e ornamentados com ouro. As mais importantes são: Catedral-Basílica do Pilar(1721), Rosário (1720), Carmo (1733), Mercês e Bonfim (1769), São Francisco de Assis (1774),Senhor dos Montes, Santo Antônio e Nossa Senhora da Piedade do Bom Despacho (antiga capela da Cadeia).

Reflexos de São João Del Rei por Kiko Neto

Quem passeia pelas ruas bucólicas de São João del-Rei pode respirar um pouco da cultura e história da cidade que foi berço de um dos episódios mais importantes do Brasil, a Inconfidência Mineira. O movimento teve início na região em 1789, quando moradores de São João del-Rei, Tiradentes e Vila Rica (atual Ouro Preto) uniram suas forças contra a Coroa Portuguesa. O objetivo era lutar a favor da liberdade e contra as altas taxas de impostos cobrados por Portugal. Para os Inconfidentes, a Vila de São João del-Rei seria escolhida como capital mineira ao final do movimento.

Além disso, o município participou de importantes decisões estaduais e nacionais, como a Revolta Militar de Ouro Preto, em 1833, a Revolução Liberal, em 1842, e as revoluções de 1930 e 1964.


Economia
Maria Fumaça em São João Del Rei por Kiko Neto 

Passada a fase revolucionária, o crescimento econômico de São João del-Rei se deu a partir do século 19, quando o comércio passou a ser a principal fonte de renda da cidade. Em 1838, a Vila foi transformada em cidade e possuía cerca de 1.600 casas, distribuídas por 24 ruas e dez praças. Foram construídos uma casa bancária, um hospital, uma biblioteca, um teatro, um cemitério público, e a cidade passou a contar com serviços dos Correios e iluminação pública a base de querosene – uma evolução para a época.

Dois acontecimentos reforçaram o crescimento da economia local: em 1881, a Estrada de Ferro Oeste de Minas foi construída, ligando municípios da região (Barroso, Tiradentes e Divinópolis) a outros importantes pontos da Estrada de Ferro Central do Brasil. E, em 1893, a Companhia Industrial São Joanense de Fiação e Tecelagem foi inaugurada. Esse desenvolvimento comercial fez com que a cidade de São João del-Rei fosse indicada novamente para sediar a capital de Minas Gerais.

Amanhecer em São João Del Rei. Fotografia de Kiko Neto
Em junho de 1893, foi aprovado um projeto para a escolha da capital de Minas através do Congresso Mineiro Constituinte. As regiões até então cotadas eram: Várzea do Marçal, São João del-Rei, Barbacena e Belo Horizonte, conhecida na época como Curral del-Rei. Com a eleição desta última, a importância de São João del-Rei diminuiu consideravelmente.

Tentando se sobressair novamente, a cidade apostou na cultura e no turismo, divulgando as igrejas e os museus. Em 1943, o acervo arquitetônico e artístico, composto por importantes construções civis e religiosas, foi tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fato que valorizou ainda mais o circuito histórico da cidade.

Atualmente, o município vive do turismo e do comércio. São João del-Rei é passeio garantido para quem quer conhecer e reviver um pouco da história de Minas Gerais. Localizada a 200 quilômetros da capital mineira, a cidade guarda a magia dos tempos em que o Brasil lutava pela independência.

Fonte: Secretaria de Turismo de Belo Horizonte
Fotografias de Kiko

http://www.conhecaminas.com/2016/04/sao-joao-del-rei-terra-que-conta.html

TURISMO... BRASIL / Estilo alternativo e místico atrai turistas a São Tomé das Letras MG


Estilo alternativo e místico atrai turistas a São Tomé das Letras MG

06:20 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

Fotografia de Thiago Marques
Facilidade para hospedagem, roteiro rápido e bons preços são atrativos.Movimento nos meses de julho e agosto aumenta 60%, segundo Turismo.

Cachoeira Vale das Borboletas em São Tomé das Letras, Sul de Minas. Por Renato Borim

Salvo a alta temporada e os feriados, uma das características de São Tomé das Letras é o fato do turista não precisar se programar com meses ou semanas de antecedência para ir à cidade. Maria Aparecida de Souza é funcionária de uma pousada e diz que é comum receber hóspedes em cima da hora.
"Acontece bastante das pessoas decidirem passar o fim de semana aqui em cima da hora. Tem gente que chega na cidade sem hospedagem e só decide isso aqui", afirma.
O analista de suporte Márcio Saldão Lopes em uma de suas passagens em São Tomé das Letras


Rua de São Tomé das Letras. Foto da Pousada Arco Íris
O analista de suporte Márcio Saldão Lopes é de São José do Campos (SP) e já visitou São Tomé das Letras três vezes. "A primeira vez foi totalmente ao acaso. Estava viajando pelo interior de Minas e decidimos conhecer a cidade. A segunda vez foi com três amigos e nós planejamos um pouco melhor, mas nada que necessitasse muito tempo e pesquisas. A terceira fui levar outros dois amigos pra conhecer a cidade, reservei a pousada em uma data próxima e decidimos onde iríamos assim que chegamos lá", diz.


Bar Bat Caverna. Foto de Stone Pepe

A cidade também tem um roteiro rápido e que pode ter grande parte cumprida em um final de semana. "Na minha opinião, é uma cidade que você conhece boa parte em um feriado curtinho, mas dá vontade de ir mais vezes pra conhecer as atrações pendentes ou aproveitar mais as que já conheceu. Espero voltar ainda uma quarta vez", afirma Lopes.

Formação Rochosa de São Tomé das Letras. Foto de Gil Faria
Para quem gosta de olhar as estrelas ou curtir um belo nascer ou pôr do sol, a opção é o mirante ou a pirâmide, que ficam no topo da cidade. Todo segundo sábado do mês acontece o "Pôr do Rock", onde uma banda de rock' n roll se instala na pirâmide a partir das 15 horas resultado é um visual deslumbrante que dificilmente o turista vai esquecer.

Toca da Bruxa em São Tomé das Letras

O artesanato é predominante na cidade. Itens como incensários, apanhadores de sonhos, camisetas estilizadas, panelas e lembranças feitas de pedra podem ser encontrados tanto na rua quanto em diversas lojas do município.
Um dos comerciantes é o argentino Pablo Nientzoff, que mora há 26 anos em São Tomé das Letras. Ele percebe um crescimento de 50% nos negócios durante o mês de julho e feriados. Apaixonado pela cidade, ele não voltou mais para o país de origem. "Já tinha morado em São Paulo, mas quando vim para cá ver um amigo fui atraído pela aura mística daqui. Nunca tinha visto algo parecido na Argentina", conta.


Noite em São Tomé das Letras
Para quem gosta de rock pesado ou alternativo, a cidade oferece bares com música ao vivo. Além disso, os fãs do cantor Ventania, que mora na cidade, têm a chance de ver a casa do artista e até mesmo ter a sorte de encontrá-lo andando pelas ruas.

Pousadas e restaurantes
São Tomé das Letras conta com 55 pousadas cujas diárias para casais variam de R$80 a R$120, mas os turistas encontram pacotes especiais durante os feriados e a alta temporada. Para os mais aventureiros, a cidade ainda conta com 10 áreas de camping.
Já que uma das épocas de maior fluxo de turistas é no inverno, algumas pousadas oferecem lareiras para aquecer os hóspedes. Segundo Carvalho, mesmo no frio as cachoeiras são muito visitadas. "Nessa época, as pessoas visitam as cachoeiras mais para fazer fotos e curtir o visual", explica.


Lago das Esmeraldas em São Tomé das Letras por Daiane Rabelo

Acompanhando o misticismo da cidade, muitas pousadas têm decorações bastante interessantes. Magos, duendes, gnomos e outras criaturas lendárias estão presentes nas fachadas e até mesmo nos quartos.

Igreja do Rosário em Pedra. Foto de José Roberto Narciso
Em uma das hospedagens, podemos ver dois personagens bastante conhecidos: o mago Merlin e o Mestre dos Magos, do desenho "Caverna do Dragão". "Como o nome da pousada envolve magos, buscamos homenagear alguns dos mais famosos. Começamos com o Merlin e posteriormente com o Mestre dos Magos", informa o dono da pousada Milton de Souza Ferreira.
A comida típica mineira é o carro chefe dos 30 restaurantes da cidade. Tutu de feijão, Vaca atolada e até pizza são feitas em panelas ou recipientes de pedra sabão. O preço pago pelos pratos, que servem tranquilamente um casal que come bem, agrada o bolso.


Poço do Encantado. Foto de Valdeci de Andrade

Entre as receitas de sucesso na cidade está o Baião Mineiro, que consiste em arroz com carne seca e feijão, cubos de queijo-minas meia cura derretidos e dois ovos fritos por cima, acompanhado de quibebe de abóbora, tudo servido em panelas de pedra.
"A nossa característica é a comida artesanal. Nós não usamos nada industrializado e tentamos fazer todas as receitas na panela de pedra sabão", afirma o dono do restaurante que serve a receita, Luiz Fernando Silveira.

Para informações de pousadas e pontos turísticos em São Tomé das Letras, basta entrar em contato com o receptivo turístico da cidade pelo telefone (35)3237-1276)


Ilustração de Conheça Minas
Matéria fonte
:http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2013/06/estilo-alternativo-e-mistico-atrai-turistas-sao-tome-das-letras-mg.html

http://www.conhecaminas.com/2016/05/estilo-alternativo-e-mistico-atrai.html

TURISMO... BRASIL / SÃO TOMÉ DAS LETRAS: A mística Cidade das Pedras

SÃO TOMÉ DAS LETRAS: A mística Cidade das Pedras

15:50 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

São Thomé das Letras, Santuma ou STL fica na região do Sul de Minas, a 350 km de Belo Horizonte. É a quarta cidade mais alta do Brasil. Muitos acreditam que São Thomé seja um dos sete pontos energéticos da Terra, o que atrai para lá místicos, sociedades espiritualistas, científicas, ufológicas e alternativas.
São aproximadamente quatro horas de viagem a partir de Itaúna. Eu e quatro amigos fomos na ocasião do Réveillon de 2014. Alugamos uma casa no centro da cidade, (encontrada em grupos de STL no Facebook). Para quem deseja conhecer o município, uma coisa útil – muito útil – é adquirir um mapa da cidade em algum estabelecimento, porque as cachoeiras ficam na Zona Rural.

A cidade está localizada sobre uma montanha e no seu topo tem uma pirâmide com uma vista incrível, feita de pedras, que todos sobem para ver o nascer e pôr do Sol e as estrelas. No inicio desse topo, tem o Bar do Dois, que toca rock dia e noite e fica sempre cheio. Chegamos à noite, subimos na pirâmide e ficamos admirando as estrelas. O céu estava perfeito! Foi mágico, tinha umas pessoas tocando instrumentos diferentes, vimos muitas estrelas cadentes. Parecia que estávamos em outra Era.

Durante nossa estadia, visitamos diversos lugares. Um deles conhecido como Poço Verde. Celebramos o Ano Novo neste local. Os fogos foram lindos. De lá, conseguíamos visualizar várias cidades. Uma energia muito boa. Depois fomos para um festival chamado Woodstone (R$35,00). Foi muito divertido, tinha muita gente bacana e muitas bandas boas, inclusive o cantor Ventania.


Também conhecemos o Vale das Borboletas. Trata-se de uma cachoeira linda. Estava muito cheia e então seguimos por uma trilha na parte de cima da cachoeira que daria na Garganta, mas encontramos uma queda d’água linda no caminho, com um poço de águas cristalinas e ficamos por lá mesmo. Passamos na famosa Ladeira do Amendoim, que é uma estrada aparentemente inclinada, mas o carro sobe sozinho, ele se movimenta com o motor desligado. Muita gente acredita que é pelo magnetismo da região, e outros creem que a estrada é uma descida e tudo é apenas ilusão de ótica.

Durante a visita à cachoeira Véu da Noiva, passamos na cachoeira Paraíso e depois fomos até a cachoeira dos Antares, que é a mais alta de São Thomé. No final da tarde, passamos na gruta do Sobradinho, em cujo interior corre um riacho que transforma em uma cachoeira. É bem legal. Estão cobrando R$10,00 para a visitação.

Além de conhecer tantas belezas naturais, fazer umas comprinhas alternativas na cidade também é muito válido. O comércio local é cheio de artigos artesanais, produtos e roupas com temas hippies, ciganos, indianos, peruanos e místicos. Pra quem curte, vale conferir!

Toca da Bruxa.
Por fim, gostei muito da cidade. Lá realmente tem uma energia diferente. A maioria das pessoas que mora ou frequenta o município, têm uma concepção diferente do mundo e das coisas cotidianas. Geralmente são pessoas que amam muito a natureza, acreditam em seres de outros planetas e nos elementais, em misticismo e nos astros, e, assim como muitos hippies, buscam e geram paz e amor. Porém, como em todo lugar, São Thomé está perdendo sua essência, em função da superlotação de turistas que não necessariamente compartilham destes ideais. Uma revitalização e um programa de conscientização ambiental para turistas seriam muito bem-vindos.
Mas é indiscutível que São Thomé é um excelente lugar para entrar em contato com Deus, com a natureza e lapidar o autoconhecimento.


Pedra da Bruxa. Fotografia de Caio Martins


Algumas curiosidades:
Diz a lenda que São Thomé faz parte das “sete cidades sagradas”. A caverna do Carimbado ligaria a cidade a Machu Picchu, no Peru, explicando a misteriosa fuga dos Incas. A lenda também diz nunca alguém conseguiu percorrê-la por completo.
Na cidade há muitos registros e relatos de aparições e mistérios envolvendo óvnis e discos voadores.
A terra da região de São Thome é muito boa para cogumelos. Por isso, por lá há uma bebida alcoólica feita de cogumelos, chamada Locomelo, cuja principal característica é o sabor doce e forte.

Fonte:http://horizonteparalelo.net/2015/06/a-mistica-cidade-das-pedras/
http://www.conhecaminas.com/2016/05/sao-tome-das-letras-mistica-cidade-das.html

TURISMO... BRASIL / Pico da Bandeira

Pico da Bandeira

04:04 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

O Pico da Bandeira é o ponto mais alto de
Minas Gerais, como também de toda a Região Sudeste do Brasil. É também o terceiro ponto mais alto do país, com 2.891,98 metros de altitude (medição revista por GPS pelo Projeto Pontos Culminantes do Brasil, do IBGE e do Instituto Militar de Engenharia, em 2004).

Localização

O Pico está localizado no Parque Nacional do Caparaó, na Serra do Caparaó, na divisa entre os municípios de Alto Caparaó, Minas Gerais e Ibitirama, Espírito Santos. A carta topográfica do IBGE para a região, publicada em 1977, mostra o cume propriamente dito inteiramente dentro do Espírito Santo, a poucos metros da divisa mineira, e alguns serviços de imagens de satélite, como o Google Maps, também o fazem. Entretanto, o Anuário Estatístico do Brasil, também do IBGE, lista o Pico da Bandeira como o ponto culminante de ambos os Estados, sendo esta a posição oficial do órgão. Ainda segundo o mesmo Anuário, as coordenadas do Pico são 20º26'04" de latitude sul e 41º47'44" de longitude oeste.

Pico da Bandeira em Alto Caparaó. Fotografia de Rodrigo Carrara 

Topônimo

O pico possui esse nome porque, por volta de 1859, o Imperador Dom Pedro II determinou que fosse colocada uma bandeira do Império naquele que, na época, era tido como o ponto mais alto e imponente do
Brasil.

Amanhecer no Pico da Bandeira. Fotografia de Rafael Cevidanes

Acessos

Mesmo sendo o terceiro ponto mais alto do Brasil, O Pico da Bandeira é a mais acessível das montanhas mais altas do país pois existem trilhas muito bem sinalizadas pelo lado do Espírito Santo (portaria capixaba na comunidade de Pedra Menina, em Dores do Rio Preto) e também pelo lado de Minas Gerais (portaria mineira em Alto Caparaó). Porém, à noite há que se ter muita atenção para não se perder. Em alguns pontos das trilhas, a sinalização deixa a desejar, e em ambos os lados há entroncamentos de trilhas adjacentes. Na primeira realização do percurso, é aconselhável reservar um guia com antecedência; desta forma, o passeio é mais seguro.

Outro ponto importante é que dentro do parque não há restaurantes, nem nada do gênero (legislações de parques de preservação tornam a instalação desse tipo de estabelecimento muito dificultada), portanto, os visitantes devem levar comida e bebida, pois no local só existem fontes de água. É ainda aconselhável levar agasalhos e roupas secas ao subir, pois o suor molha a roupa e isso pode causar hipotermia mais tarde, quando a roupa esfriar.

Vale Encantado: Foto de XTreme Turismo (www.xtremeturismo.eco.br)

Clima

O Pico da Bandeira é um dos pontos mais frios da região Sudeste. Não há nenhum registro da ocorrência de neve, devido à baixa latitude do local, embora geadas sejam comuns no inverno. As temperaturas no pico podem chegar até -10°C. (Fonte:Wikipedia)

http://www.conhecaminas.com/2016/01/pico-da-bandeira.html

TURISMO... BRASIL / Circuitos do Ouro e do Diamante oferecem uma volta aos tempos de Brasil Colônia

Circuitos do Ouro e do Diamante oferecem uma volta aos tempos de Brasil Colônia

05:28 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

Ouro Preto, que vemos na foto, é uma cidade famosa por suas ladeiras de paralelepípedo.

Você provavelmente não teria esquecido boa parte do conteúdo ensinado nas aulas de história se eles envolvessem viagens aos lugares onde a história efetivamente aconteceu. Com a proximidade das férias de fim de ano, a oportunidade para retomar assuntos que ficaram armazenados em um canto obscuro da memória, aliando conhecimento ao lazer e ao descanso, é uma ótima pedida.

Os Circuitos do Ouro e do Diamante, em Minas Gerais, promovem um retorno aos dias do século 18. As vielas e os casarões conservados desde os tempos de Vila Rica deixam evidente a riqueza que atuou na fundação das cidades que compõem os roteiros. Infelizmente, a história registrou para sempre a ação nefasta dos colonizadores sobre o patrimônio mineral da região.

O Circuito do Ouro é composto por Ouro Preto e Congonhas, sudeste do estado mineiro. Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a receber da Unesco o título de patrimônio histórico e cultural da humanidade, em 1980. A cerca de 100 km de Belo Horizonte, a cidade oferece museus, igrejas, parques e construções que contam parte da história da colonização portuguesa, a atividade mineradora e apropriação indevida, por parte da coroa portuguesa, do tesouro brasileiro.
Igreja de São Francisco de Assis. Fotografia de Cláudio Dias Coelho

Símbolo do barroco mineiro, a igreja de São Francisco de Assis começou a ser construída em 1766 e contou com o trabalho arquitetônico de Aleijadinho, além de pinturas de Manoel da Costa Alaíde. Inaugurada em 1770, a Casa da Ópera foi construída pelo contratador português João de Souza Lisboa, com apoio do conde de Valadares. A cidade abriga ainda o Teatro Municipal de Ouro Preto, o mais antigo em funcionamento da América Latina, construído entre 1746 e 1770.
Santuário de Bom Jesus do Matosinhos em Congonhas. Fotografia de Wilson Fortunato

A apenas 70 km de Belo Horizonte, Congonhas é conhecida pela riqueza barroca, resultado do trabalho desenvolvido por Aleijadinho e que acabou por ficar na cidade. Ali, as seis capelas que compõem o Jardim dos Passos fazem o passeio render por anos de aulas e leituras obrigatórias sobre parte da história do país. ‘A cidade dos profetas’, como é conhecida, possui ainda o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, considerado Patrimônio da Humanidade. Construído em etapas durante os séculos 18 e 19, é um dos grandes legados do barroco brasileiro.
Diamantina. Fotografia de Wilson Fortunato

Diamantina abre o Circuito do Diamante. A descoberta de jazidas de diamante em 1720 por Bernardo da Fonseca Lobo fez com que o rei D.João 5º instituísse Portugal como o detentor do monopólio de extração da pedra, que até então era livre. A província perdeu, com o tempo, o poder econômico com o fim da jazida, mas não perdeu o charme e a importância na história do país.
Mercado dos Tropeiros em Diamantina. Fotografia de Wilson Fortunato
O Mercado dos Tropeiros foi construído em 1835 por Joaquim Cassimiro Alves para servir como ponto de descarregamento e venda de mercadorias entre comerciantes que passavam pela cidade. A casa de Juscelino Kubitschek, construída de pau-a-pique, onde o ex-presidente passou a infância, é uma típica edificação do século 18. Após sua morte, foi transformada em museu para contar parte da história de um dos presidentes mais importantes da história do país.

Também ligada à exploração do ouro, São Gonçalo conserva traços do período extrativista, que alimentou os cofres da Coroa. A Igreja da Matriz, cuja data da construção é um mistério, permanece intacta. O número 1787 registrado na pintura do forro pode ser um indício do ano da conclusão da obra.
 
Cidade do Serro e seu famoso queijo. Fotografia de Paulo Sérgio Torres Procópio
Serro, cidade do mesmo circuito, conserva a casa de João Pinheiro, construída no século 19 em madeira e taipa. A casa pertenceu à família de João Pinheiro da Silva, que nos primeiros períodos da República, chegou a presidente do Estado Mineiro. Hoje, a construção abriga a Casa de Cultura do município.
Milho Verde distrito do Serro. Fotografia de Franco Bouchard.
No distrito de Milho Verde, acredita-se que a capela e o cemitério de Nossa Senhora do Rosário tenham sido construídos por escravos e negros livres no século 19. Localizada no alto de uma colina, oferece uma visão quase sem limites das montanhas que compõem a geografia da região.

Fonte:
Entretenimento R7

http://www.conhecaminas.com/2016/04/circuitos-do-ouro-e-do-diamante.html