Sempre na minha mente e no coração...

Sempre na minha mente e no coração...
Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

terça-feira, 20 de março de 2012

Ivete Sangalo-Se eu não te amasse tanto assim(AoVivo Maraca)






If I Never Knew So far Mash
Ivete Sangalo

My heart, no direction
Flying only by flying
Not knowing where to get
Dreaming to meet you

And the stars
What I discovered today
In his eyes
The stars will guide me

If I did not love you so much
Perhaps lost dreams
Inside of me
And live in darkness

If I did not love you so much
Maybe she did not see flowers
Where I come
Within my heart

Today I know I loved you
In the wind of a storm
But I was more, far beyond
Time Gale

the desires
a kiss
I never tasted the same
And the stars give a signal

If I did not love you so much
Perhaps lost dreams
Inside of me
And live in darkness

If I did not love you so much
Maybe she did not see flowers
Where I come
Within my heart
http://letras.terra.com.br/ivete-sangalo/35008/                     
Até o mel, mas doce, azeda num recipiente sujo. (Pitágoras)
Even the honey, but sweet, sour in dirty container. (Pythagoras) 

PUREZA DA AMIZADE!!!


Achei  muito bacana...... E não deixa de ser verdade....

Somos internautas,
invisíveis, inteligentes e sonhadores.
Somos tudo que queremos ser,
sem nunca nos tocarmos.
Somos Amigos,
somos Amados,
alguns Apaixonados.
Somos a mão que ajuda,
o teclado que ampara!
Hoje somos cidadãos do mundo,
Amamos a desconhecidos.

Temos Amigos, Amores,
Carinho e Amizade
pelo mundo afora.
Temos a tela como rosto,
o teclado como voz.
Somos tudo que queremos ser.
Mas acima de tudo,
temos um coração que pulsa dentro de nós,
temos alma, não somos máquinas,
gostamos uns dos outros....Beijos,beijinhos,e beijocas ;
se você gostou copia .....Uauu espero que lhe agrade!

Poesias de Outono... LINDAS!!!



Eu estou assim olhando o meu jardim....
CORES DE OUTONO 



Cores de Outono

O Verão foi-se despedindo.
O frio chegou.
O Tempo mudou.
Uma nova estação está abrindo.


As árvores vão-se despindo
das suas folhas amarelecidas,
folhas do verde desvanecidas
que, suavemente, vão caindo.


O chão vai-se cobrindo
de pequenas folhas envelhecidas
ora amarelas ora tingidas
de verde, castanho, vermelho se esvaindo.


A vida destas folhas se esvaindo
cobre, protege as sementes encolhidas
no solo húmido, escondidas.
O Ciclo da Vida continua infindo.



Autor
António Fernando Vilar Barbosa
      Midi: One Man's Dream (Yanni)




AGUARELA DE OUTONO - 2.º CICLO 


Âmbar, dourado
E fulvo também!
Matiz de castanho
Lá vem o Outono
Que encanto tamanho...

Na brisa do ar
As folhas ao vento
Quais estrelas cadentes
Aguarela e desejo
São carícias de beijo
No rosto do chão
São húmus, são seiva
Da Mãe Natureza
Em renovação!...

Tudo se renova, a Natureza nós ensina, isto é Vida!!! 

BRINCAR COM AS PALAVRAS

BRINCAR COM AS PALAVRAS




Outono
No Outono, todos temos mais sono.
As andorinhas não são galinhas.
As folhas não comem solhas.
As aranhas, gostam de castanhas?
E as nozes, têm vozes?
Os dióspiros são giros!
As romãs, serão irmãs das rãs?
E as avelãs, serão tias das maçãs?
As uvas não usam luvas!
No Outono, o Sol fica mole.
A chuva miudinha molha a pinha.
O vento vai ao casamento, no convento.
O tio não gosta do frio, fica sem pio!
E assim acaba a brincadeira
que não deu canseira.
Escola de Condeixa
http://web.educom.pt/pr1305/outono28.htm
 Boa Tarde!!!

"Estação Outono"


O OUTONO  

O Outono é a Natureza a envelhecer. Diz-se que uma pessoa está no "outono da vida" quando a sua idade se aproxima da velhice.
      Esta estação do ano começa no dia 22 de Setembro e dura três meses. Os dias ficam mais curtos e mais frios; anoitece mais cedo. Já são poucos os dias quentes como no Verão mas o Sol tem um brilho especial: é o sol dourado do Outono.
      As folhas de muitas árvores, arbustos e outras plantas  começam a pintar-se de muitas cores: amarelo, castanho e vermelho. Todas vão cair ao longo dos meses de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro  e cobrir o chão dos parques e das ruas, formando tapetes fofos.
        Na floresta e no céu, os animais andam aflitos com os caçadores, que lhes apontam as armas e disparam, sem se preocuparem com o facto de muitas espécies  estarem em vias de extinção, isto é, já quase terem desaparecido.
       Nos bosques aparecem muitos cogumelos, mas cuidado, pois nem todos são comestíveis: há alguns que são venenosos.
        O Outono é também  a época das castanhas e, por isso, em todas as escolas há um magusto no dia 11 de Novembro, dia de S. Martinho: assam-se as castanhas numa fogueira e comem-se quentinhas e assadinhas.
       É também a época da apanha das uvas. A esse trabalho dá-se o nome de vindimas e é feito em quase em todas as aldeias de Portugal. 
       Finalmente, é o tempo de regressarmos à escola e de tornarmos a ver os nossos amigos,  amigas e professoras, de quem estamos com muitas saudades.
http://web.educom.pt/pr1305/outono02.htm 


Verão, sempre acabado


Foi-se, finalmente, o Verão, não sem antes fazer algumas grosserias e malcriações: trovejou, relampejou , choveu, inundou. Parece impossível mas é verdade!
 O Sol disse-lhe que a hora do seu adeus tinha chegado: foi-se inclinando no céu, as suas viagens cada vez mais curtas, as noites mais longas, o crepúsculo a chegar mais cedo e as manhãs molhadas com orvalho. O vento, antes, refrescava; agora causa arrepios e chama os agasalhos das gavetas onde dormiam.
No Verão o excesso de luz solar faz-nos proteger a pele; no Outono a luz fica mais mansa e as cores desabrocham como flores. O Verão convida-nos para a praia e para as cidades, onde nos sentimos em férias; o  Outono é tranquilo, convida ao recolhimento. E só quando os seus raios pincelam a paisagem de matizes  envelhecidas, mas encantadoras, é que nos fazemos serra acima, saboreando a brisa suave que dança por entre as folhas dos castanheiros e dos carvalhos.
       Gosto especialmente das suas tardes: o Outono vive mais o Sol que se põe. E como são belos os dois, Outono e tardes!
Contudo, no Outono há uma pitada de tristeza misturada no ar: o crepúsculo e as folhas que se despedem num último adeus fazem-nos retornar à nossa verdade. Dizem o que somos: somos seres crepusculares, outonais.
Quem quer que pare para ouvir as vozes do Outono e da tarde perceberá que, dentro da sua beleza, nos falam a nossa vida e a nossa morte.

A queda das folhas

A queda das folhas


1 - É importante que saibas que o Outono está associado à diminuição de horas de sol nos dias que vão passando, até ao Inverno. É esta a principal causa da aparição da cor vermelha nas folhas de carvalho que tu vês cair nesta página, uma vez que os pigmentos verdes - a clorofila -  cessam o seu trabalho e os pigmentos vermelhos, que estavam "escondidos" pelos pigmentos verdes, ocupam o seu lugar. Por outras palavras, a clorofila desaparece e aparecem os tais pigmentos vermelhos. Por que é que as folhas são vermelhas e não amarelas?  Pois bem, isso é devido à concentração de açúcar que está na seiva da árvore. Noutras árvores, é a cor amarela que aparece nas folhas de Outono. E muitas vezes aparecem todas as cores! Enquanto as folhas mudam de cor, a base (a cauda) das folhas seca, fazendo-as cair. O vento dá-lhes um empurrão.
2 - O fenómeno da queda das folhas é um mecanismo de defesa para o carvalho. Com a chegada dos grandes frios e da neve, o solo e a água que nele se encontra gelam e isso vai privar o nosso carvalho, e, claro, também as folhas, do seu alimento. Para escapar a este período de falta de alimento, o carvalho entra num estado de adormecimento até à Primavera.
3 - Que devemos fazer com as folhas mortas? Pois bem, na floresta, e contrariamente ao que as pessoas fazem nos seus terrenos e jardins, devemos deixar as folhas mortas sobre o solo: elas servem de fertilizante natural para esse solo, uma vez que se decompõem. Assim, o solo fica mais rico em matéria orgânica e isso permite alimentar os outros vegetais (e o próprio carvalho) que se encontram nessa floresta.
4 - Queres saber por que é que as folhas são verdes? Sabes o que é a clorofila?
6. O castanheiro e o medronheiro: (O voo da Bonelli - Lindíssimas histórias) - com as duas árvores e o destino dos seus frutos, no tempo de Outono). Utilize um videoprojector e conte a história on-line.
Tel.: 256184521-OVAR
http://web.educom.pt/pr1305/outono35.htm 






O OUTONO CHEGOU 




A andorinha partiu.
O Sol mais cedo se deitou.
A chuva miudinha caiu,
Então o Outono chegou.

A videira triste está a chorar,
Ela sem uvas ficou.
Cheira a vinho novo no lagar,
Então o Outono chegou.

As temperaturas desceram.
O vento assobiou.
As aulas já começaram,
Então o Outono chegou.

Os lagartos hibernaram.
A árvore despida ficou.
As folhas soltas dançaram,
Então o Outono chegou.

Sofia e Daniela - EB1 de Vila Chã
É quase Outono
Tempo da tristeza ser mais triste
Mas não é o Outono que me entristece:
Quando partires,
É a tua partida que faz do tempo
Tempo de Outono.


Prof. Vaz Nunes (correio) ou TEL.: 256184521


Os Calendários

Os Calendários


Os calendários:
            Ao longo dos séculos, a humanidade desenvolveu diversos calendários. O objetivo inicial era prever as estações, determinar épocas ideais para plantio e colheitas ou mesmo estabelecer quando deveriam ser comemorados feitos militares ou realizadas atividades religiosas. Alguns desses calendários continuam em uso, como o Judeu e o Muçulmano.
            Para medir os ciclos, muitos povos valeram-se da lua, outros do sol. Em ambos os casos defrontaram-se com dificuldades. O Ano Trópico, intervalo de tempo em que a Terra leva para completar seu trajeto orbital completo em torno do sol, corresponde a 365,242199 dias.
            Como nos calendários o ano é estabelecido em anos inteiros, surge uma diferença (0,242199 dias se o calendário for de 365 dias), que vai se acumulando ao longo do tempo, transformando-se em erro de dias inteiros ou semanas.
            Para corrigi-los são incluídos de tempos em tempos, dias extras (29 de fevereiro, em anos bissextos) ou mesmo meses, caso do calendário Judeu.
            A maioria dos primeiros calendários, baseava-se na lua, entre eles o primitivo romano.
            Para muitos povos antigos, como o de Atenas, Jerusalém ou Babilônia, um novo mês era anunciado quando ao anoitecer surgia nos céus a lua crescente, celebrada com tochas e fogueiras.
            Seguindo essa tradição até hoje, o dia começa ao por do sol para os judeus, nâo à meia noite.
            O mês lunar medido com precisão, tem 29,53059 dias. Isto significa um ano de 354,36708 dias, menor portanto, que o ano solar de 365,242199 dias.
            O calendário judeu tem 12 meses lunares, o que resulta em anos de 353, 354 ou 355 dias. Intercalam um mês extra antes do mês Nisan, em anos chamados embolísmicos, o que resulta em 383, 384 ou 385 dias. Dessa forma, após 19 anos, o ano judeu corresponde ao solar.
            O ano de 2000 correspondeu ao ano 5760 israelita, cuja contagem teria início na criação do homem.
            Para os muçulmanos o calendário começa com a Hégira, saída de Maomé em 622 DC de Medina em direção à Meca. É um calendário, como determinou Maomé, exclusivamente lunar, de 12 meses. O ano tem 354 ou 355 dias. Começa, a cada vez, portanto, 10 a 12 dias antes do nosso.
            O ano 2.000 corresponde ao 1.420 AH (Anno Hegirae).
            O primeiro povo a basear-se no sol para determinação de seu calendário foi o egípcio, há cerca de 6.000 anos. Utilizavam um ano com 12 meses de 30 dias, mais 5 dias adicionais correspondentes ao aniversário de Osíris, Horus, Isis, Neftis e Set.
            Isso foi possível porque podiam observar Sirius, a mais brilhante estrela do céu, ascender perpendicularmente ao sol da manhã uma vez por ano, precisamente na ocasião da cheia anual do Rio Nilo.
            Embora constatassem que a duração do ano era de 365 dias e 1/4, seu calendário não foi corrigido para compensar a diferença de 1/4 de dia, senão em 238 AC.
            Quando Roma conquistou o Egito, os conhecimentos egípcios foram utizados na elaboração do novo calendário romano instituído por Júlio César.

            Segundo reza a lenda, o calendário romano foi criado por Rômulo, o fundador de Roma, 753 anos antes de Cristo.
            Nesse calendário lunar a contagem dos anos tem início em 1 AUC (Ab Urbe Condita), da fundação da cidade.
            O ano compreendia 304 dias e tinha 10 meses: Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quintilis, Sextilis, September, October, November e December.
            Por volta de 700 AC, o segundo Rei de Roma, Numa Pompílio, acrescentou dois meses ao início do calendários, Januarius Februarius, ampliando o ano para 355 dias. Isso fez que os meses cujos nomes indicavam posição na sequência do calendário perdessem o sentido original. Setembro, de sétimo, outubro, de oitavo, novembro, de novo e dezembro, de décimo.
            Os dias do mês não eram identificados por números como hoje, mas divididos em três partes: calendas, nonas e idos. Daí a expressão idos de março, que corresponde a 15 de março. Calendas era o primeiro dia do mês.
            Como o calendário de 355 dias rapidamente se desalinhava das estações, passaram a ser intercalados meses para correção. Mesmo assim, foi acumulado desvio tão grande que o imperador Júlio César ao retornar do Egito, determinou sua reforma.
            O equinócio civil diferia 3 meses do astronômico, os meses de inverno caiam no outono e os do outono no verão.
            Assistido pelo astrônomo Sosísgenes, estendeu o ano para 445 dias, ultimus annus confusionis e a partir de 1° de janeiro de 45AC, calendas de Juanuaris, ou, 708 Ab Urbe Condita, Roma ganhou novo calendário.
            No calendário juliano o primeiro dia do ano passou de março para janeiro e o total de dias foi aumentado de 355 para 365, com 1 dia extra adicionado a cada 4 anos.
           Esse dia adicional caia em fevereiro. Não no final desse mês, mas antes do sexto calendas (dias 25), chamado por isso de bis-sexto calendas.
            Em honra a césares o senado romano mudou o nome do mês Quintilius para Julius (julho) e Sextilius para Augustus (agosto).
            Durante os próximos séculos coexistiram três formas de nomear os dias do mês, a romana, com calendas, nonas e idos, a numérica, 1° a 28, 29, 30 ou 31 e a mais popular, atribuindo nomes de santos e de festas a cada um.
            A Europa cristã, que sucedeu o Império Romano, adotou o calendário de Júlio César e no Concílio de Nicéia, em 325 DC determinou a data da Páscoa, o primeiro domingo depois da primeira lua cheia do equinócio da primavera.
            Apontada data inexata para o equinócio, não só a Páscoa mas várias importantes comemorações religiosas cristãs seriam celebradas em dia errado.
            Na época do Concílio de Nicéia, em 325 DC, o equinócio caia em 21 de março. Por volta de 1500 DC havia sido trazido pelo calendário para 10 ou 11 de março, um escândalo.
            Em 24 de fevereiro de 1582, 1627 anos depois de proclamado o calendário de Júlio César, o Papa Gregório XIII assina a bula que dá origem ao calendário gregoriano, de 365 dias, 5h 48m20s, em uso até hoje.
            A ocasião do equinócio foi corrigida pela eliminação de 10 dias do ano anterior, retornando o evento para 20 de março.
            No calendário gregoriano, temos três anos de 365 dias seguidos por um de 366 dias, denominado bissexto. De 400 em 400 anos, três anos bissextos são suprimidos.
            Imediatamente aceito nos países católicos, entretanto só foi aceito pela Grã-Bretanha e colônias, em 1752, Japão em 1873, Rússia em 1923 e pela China em 1949.
            Algumas nações que adotavam o calendário juliano, mantinham a comemoração do ano novo em 25 de março, estendendo a festividade até o primeiro de abril. Entre elas, a Inglaterra e a França.
            Com a adoção do calendário gregoriano, o ano novo passou oficialmente para 1° de janeiro. Como os menos avisados continuassem a festejá-lo segundo o costume antigo, 1° de abril ficou conhecido como o "dia dos tolos" - ou o "dia da mentira".
            Aprimorado e agora universal, nosso calendário ainda traz erros em relação ao ano solar verdadeiro: 25,96768 segundos por ano. Isso significa que em 4.909 DC, estaremos adiantados um dia inteiro.
            Em 1884 foi realizada em Washington, nos Estados Unidos, conferência internacional que determinou que nosso planeta haveria um único Dia Universal, com início à zero hora GMT (Greenwich Mean Time), de Greenwich, Inglaterra.
            Portanto, a passagem do milênio universal ocorreu à zero hora de Greenwich.
            Foram estabelecidas ainda 25 zonas horárias, tanto a leste quanto a oeste de Greenwich e a Linha Internacional de Data.
            Quem vive ao longo da Linha Internacional de Data, tem o relógio (e o calendário) 12 horas adiantado em relação a Greenwich, mas isso em termos locais.
            Aliás, a hora local é decisão política dos países. Eles podem estabelecer hora e zonas horárias sempre em relação a Greenwich. A China, por exemplo, imensa, só tem uma zona horária.
            O sol a pino, do meio-dia, na realidade chega a essa posição quase sempre adiantado (até 16 minutos e 18 segundos) ou atrasado (até 14 minutos e 28 segundos).
            Somente em 4 dias do ano ele é pontual realmente.
            A história da medição do tempo passa pelo relógio de sol, pela clepsidra, relógio de água, conhecida desde o antigo Egito e ganha alguma precisão quando Galileu em 1583 descobre o princípio do pêndulo, ao observar o movimento de vai e vem do lustre da Catedral de Pisa e compará-lo com a própria pulsação.
            Importante avanços surgem com o relógio a quartzo e depois com o relógio atômico.
            Em 1958, o mundo passou a contar com a Hora Atômica, baseada em um conjunto de relógios atômicos de diversos países e, a partir de 1967, no padrão de radiação do elemento césio.
            Em 1986 a hora do mundo tornou-se UTC (Hora Universal Coordenada) em substituição a GMT (Greenwich Mean Time).
            Embora os relógios atômicos tenham fantástica precisão, em última instância, é o nosso planeta quem determina a hora. Caso haja divergência entre o tempo da terra e o atômico, o relógio atômico é ajustado. Adicionam-se ou subtraem-se segundos no último dia de junho ou de dezembro de cada ano.
            Com duração aproximadamente igual a de uma fase da lua, a semana de sete dias já era conhecida pelos babilônios muitos séculos antes de Cristo. Derivada da astrologia, tinha os dias atribuídos aos planetas então conhecidos.
            A semana judaica é instituída no Gênesis, quando o Senhor trabalha por seis dias e descansa no sétimo. Para os hebreus, ela termina no sabath, nosso sábado.
            Os romanos adotaram a semana astrológica, atribuindo os dias a seus próprios deuses astros: Sol, Luna, Mars, Mercurius, Jupiter, Venus e Saturnus. Por influência judaica, mantiveram o sabath dia sagrado.
            No latim eclesiástico da Roma cristã, com o intuito de eliminar os deuses pagãos do calendário, os astros foram substituídos por feiras. Prima feria no lugar dedias Solis, secunda feria no de dies Lunestertia feria em lugar de dies Martis, e assim por diante, numa semana que se iniciava ao findar o sabath.
            O Imperador Constantino, ao efetuar alterações no calendário em 321DC, considerou que a ressurreição de Cristo teria ocorrido num domingo, determinando a transferência do equivalente cristão do sabath judaico para o domingo, Dominicum, tornado dia do Senhor, eliminando-se a prima feria.
            O nome dos dias da semana na língua portuguesa originou-se do latim eclesiástico.
            Outras línguas latinas evoluíram à partir do latim vulgar, mantendo a origem astrológica: o die Lunis, dia da lua, segunda-feira, tornou-se lundi, no francês, lunes no espanhol, lunedi no italiano.
            Na semana anglo-saxã, os deuses planetas são oriundos da mitologia nórdica, Sun, Moon, Tiw, Woden, Thor, Freya e Saturn.


1° de janeiro. Como os menos avisados continuassem a festejá-lo segundo o costume antigo, 1° de abril ficou conhecido como o "dia dos tolos" - ou o "dia da mentira".
            Aprimorado e agora universal, nosso calendário ainda traz erros em relação ao ano solar verdadeiro: 25,96768 segundos por ano. Isso significa que em 4.909 DC, estaremos adiantados um dia inteiro.
http://www.portalbrasil.net/servicos_calendarios.htm