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domingo, 24 de julho de 2016

TURISMO... BRASIL / São João del-Rei – A terra que conta a história de Minas Gerais

São João del-Rei – A terra que conta a história de Minas Gerais
05:16 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

Vista de São João Del Rei. Fotografia de Kiko Neto

A cidade é um cenário perfeito para ser contemplado: uma mistura de estilos arquitetônicos, do barroco ao moderno, está nas tradicionais ruas antigas, nas centenárias igrejas e casas coloniais. Ao mesmo tempo, é famosa por estar sempre em movimento, as festas populares não deixam paradas as vias, os belos hotéis e as pousadas.

Assim é São João del-Rei. De umsimples arraial do século 18, o município evoluiu para um polo comercial relevante em Minas Gerais e, hoje, está focado no turismo. Uma das maiores atrações é o carnaval, quando os blocos caricatos desfilam pelas ruas, durante os quatro dias de festa, atraindo milhares de turistas foliões.

Já durante a Quaresma e a Semana Santa, a cidade se volta para os festejos religiosos. Os habitantes e turistas participam das procissões, que relembram as cenas da Paixão de Cristo. Nesse período, todas as igrejas históricas ficam abertas à visitação. O público é convidado a participar de diversas atividades, como a confecção dos tapetes de areia e flores que enfeitam as ruas da cidade. Para incrementar a comemoração, apresentações teatrais, de canto, de dança e musicais são realizadas no Largo São Francisco.

Igreja de São Francisco de Assis. Fotografia de Kiko Neto

Na terra do Ex-Presidente Tancredo Neves, o turista também pode ter a sensação de voltar aos tempos do Brasil Colônia através do belo passeio de Maria Fumaça. A locomotiva, construída em 1881, liga as cidades de São João del-Rei e Tiradentes.

A história de São João del-Rei começou em 1704, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal. Na época, o local recebeu o nome de Arraial Novo Rio das Mortes e seu solo foi intensamente explorado devido à grande quantidade de ouro encontrada. Em 1713, para presentear Dom João V, Rei de Portugal, o Arraial foi nomeado Vila de São João del-Rei.

Característica marcante da cidade, as igrejas começaram a ser construídas no estilo barroco mineiro, a partir do século 18. Algumas delas chamam a atenção pelos seus altares dourados, com detalhes da arquitetura da época e ornamentados com ouro. As mais importantes são: Catedral-Basílica do Pilar(1721), Rosário (1720), Carmo (1733), Mercês e Bonfim (1769), São Francisco de Assis (1774),Senhor dos Montes, Santo Antônio e Nossa Senhora da Piedade do Bom Despacho (antiga capela da Cadeia).

Reflexos de São João Del Rei por Kiko Neto

Quem passeia pelas ruas bucólicas de São João del-Rei pode respirar um pouco da cultura e história da cidade que foi berço de um dos episódios mais importantes do Brasil, a Inconfidência Mineira. O movimento teve início na região em 1789, quando moradores de São João del-Rei, Tiradentes e Vila Rica (atual Ouro Preto) uniram suas forças contra a Coroa Portuguesa. O objetivo era lutar a favor da liberdade e contra as altas taxas de impostos cobrados por Portugal. Para os Inconfidentes, a Vila de São João del-Rei seria escolhida como capital mineira ao final do movimento.

Além disso, o município participou de importantes decisões estaduais e nacionais, como a Revolta Militar de Ouro Preto, em 1833, a Revolução Liberal, em 1842, e as revoluções de 1930 e 1964.


Economia
Maria Fumaça em São João Del Rei por Kiko Neto 

Passada a fase revolucionária, o crescimento econômico de São João del-Rei se deu a partir do século 19, quando o comércio passou a ser a principal fonte de renda da cidade. Em 1838, a Vila foi transformada em cidade e possuía cerca de 1.600 casas, distribuídas por 24 ruas e dez praças. Foram construídos uma casa bancária, um hospital, uma biblioteca, um teatro, um cemitério público, e a cidade passou a contar com serviços dos Correios e iluminação pública a base de querosene – uma evolução para a época.

Dois acontecimentos reforçaram o crescimento da economia local: em 1881, a Estrada de Ferro Oeste de Minas foi construída, ligando municípios da região (Barroso, Tiradentes e Divinópolis) a outros importantes pontos da Estrada de Ferro Central do Brasil. E, em 1893, a Companhia Industrial São Joanense de Fiação e Tecelagem foi inaugurada. Esse desenvolvimento comercial fez com que a cidade de São João del-Rei fosse indicada novamente para sediar a capital de Minas Gerais.

Amanhecer em São João Del Rei. Fotografia de Kiko Neto
Em junho de 1893, foi aprovado um projeto para a escolha da capital de Minas através do Congresso Mineiro Constituinte. As regiões até então cotadas eram: Várzea do Marçal, São João del-Rei, Barbacena e Belo Horizonte, conhecida na época como Curral del-Rei. Com a eleição desta última, a importância de São João del-Rei diminuiu consideravelmente.

Tentando se sobressair novamente, a cidade apostou na cultura e no turismo, divulgando as igrejas e os museus. Em 1943, o acervo arquitetônico e artístico, composto por importantes construções civis e religiosas, foi tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fato que valorizou ainda mais o circuito histórico da cidade.

Atualmente, o município vive do turismo e do comércio. São João del-Rei é passeio garantido para quem quer conhecer e reviver um pouco da história de Minas Gerais. Localizada a 200 quilômetros da capital mineira, a cidade guarda a magia dos tempos em que o Brasil lutava pela independência.

Fonte: Secretaria de Turismo de Belo Horizonte
Fotografias de Kiko

http://www.conhecaminas.com/2016/04/sao-joao-del-rei-terra-que-conta.html

TURISMO... BRASIL / Estilo alternativo e místico atrai turistas a São Tomé das Letras MG


Estilo alternativo e místico atrai turistas a São Tomé das Letras MG

06:20 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

Fotografia de Thiago Marques
Facilidade para hospedagem, roteiro rápido e bons preços são atrativos.Movimento nos meses de julho e agosto aumenta 60%, segundo Turismo.

Cachoeira Vale das Borboletas em São Tomé das Letras, Sul de Minas. Por Renato Borim

Salvo a alta temporada e os feriados, uma das características de São Tomé das Letras é o fato do turista não precisar se programar com meses ou semanas de antecedência para ir à cidade. Maria Aparecida de Souza é funcionária de uma pousada e diz que é comum receber hóspedes em cima da hora.
"Acontece bastante das pessoas decidirem passar o fim de semana aqui em cima da hora. Tem gente que chega na cidade sem hospedagem e só decide isso aqui", afirma.
O analista de suporte Márcio Saldão Lopes em uma de suas passagens em São Tomé das Letras


Rua de São Tomé das Letras. Foto da Pousada Arco Íris
O analista de suporte Márcio Saldão Lopes é de São José do Campos (SP) e já visitou São Tomé das Letras três vezes. "A primeira vez foi totalmente ao acaso. Estava viajando pelo interior de Minas e decidimos conhecer a cidade. A segunda vez foi com três amigos e nós planejamos um pouco melhor, mas nada que necessitasse muito tempo e pesquisas. A terceira fui levar outros dois amigos pra conhecer a cidade, reservei a pousada em uma data próxima e decidimos onde iríamos assim que chegamos lá", diz.


Bar Bat Caverna. Foto de Stone Pepe

A cidade também tem um roteiro rápido e que pode ter grande parte cumprida em um final de semana. "Na minha opinião, é uma cidade que você conhece boa parte em um feriado curtinho, mas dá vontade de ir mais vezes pra conhecer as atrações pendentes ou aproveitar mais as que já conheceu. Espero voltar ainda uma quarta vez", afirma Lopes.

Formação Rochosa de São Tomé das Letras. Foto de Gil Faria
Para quem gosta de olhar as estrelas ou curtir um belo nascer ou pôr do sol, a opção é o mirante ou a pirâmide, que ficam no topo da cidade. Todo segundo sábado do mês acontece o "Pôr do Rock", onde uma banda de rock' n roll se instala na pirâmide a partir das 15 horas resultado é um visual deslumbrante que dificilmente o turista vai esquecer.

Toca da Bruxa em São Tomé das Letras

O artesanato é predominante na cidade. Itens como incensários, apanhadores de sonhos, camisetas estilizadas, panelas e lembranças feitas de pedra podem ser encontrados tanto na rua quanto em diversas lojas do município.
Um dos comerciantes é o argentino Pablo Nientzoff, que mora há 26 anos em São Tomé das Letras. Ele percebe um crescimento de 50% nos negócios durante o mês de julho e feriados. Apaixonado pela cidade, ele não voltou mais para o país de origem. "Já tinha morado em São Paulo, mas quando vim para cá ver um amigo fui atraído pela aura mística daqui. Nunca tinha visto algo parecido na Argentina", conta.


Noite em São Tomé das Letras
Para quem gosta de rock pesado ou alternativo, a cidade oferece bares com música ao vivo. Além disso, os fãs do cantor Ventania, que mora na cidade, têm a chance de ver a casa do artista e até mesmo ter a sorte de encontrá-lo andando pelas ruas.

Pousadas e restaurantes
São Tomé das Letras conta com 55 pousadas cujas diárias para casais variam de R$80 a R$120, mas os turistas encontram pacotes especiais durante os feriados e a alta temporada. Para os mais aventureiros, a cidade ainda conta com 10 áreas de camping.
Já que uma das épocas de maior fluxo de turistas é no inverno, algumas pousadas oferecem lareiras para aquecer os hóspedes. Segundo Carvalho, mesmo no frio as cachoeiras são muito visitadas. "Nessa época, as pessoas visitam as cachoeiras mais para fazer fotos e curtir o visual", explica.


Lago das Esmeraldas em São Tomé das Letras por Daiane Rabelo

Acompanhando o misticismo da cidade, muitas pousadas têm decorações bastante interessantes. Magos, duendes, gnomos e outras criaturas lendárias estão presentes nas fachadas e até mesmo nos quartos.

Igreja do Rosário em Pedra. Foto de José Roberto Narciso
Em uma das hospedagens, podemos ver dois personagens bastante conhecidos: o mago Merlin e o Mestre dos Magos, do desenho "Caverna do Dragão". "Como o nome da pousada envolve magos, buscamos homenagear alguns dos mais famosos. Começamos com o Merlin e posteriormente com o Mestre dos Magos", informa o dono da pousada Milton de Souza Ferreira.
A comida típica mineira é o carro chefe dos 30 restaurantes da cidade. Tutu de feijão, Vaca atolada e até pizza são feitas em panelas ou recipientes de pedra sabão. O preço pago pelos pratos, que servem tranquilamente um casal que come bem, agrada o bolso.


Poço do Encantado. Foto de Valdeci de Andrade

Entre as receitas de sucesso na cidade está o Baião Mineiro, que consiste em arroz com carne seca e feijão, cubos de queijo-minas meia cura derretidos e dois ovos fritos por cima, acompanhado de quibebe de abóbora, tudo servido em panelas de pedra.
"A nossa característica é a comida artesanal. Nós não usamos nada industrializado e tentamos fazer todas as receitas na panela de pedra sabão", afirma o dono do restaurante que serve a receita, Luiz Fernando Silveira.

Para informações de pousadas e pontos turísticos em São Tomé das Letras, basta entrar em contato com o receptivo turístico da cidade pelo telefone (35)3237-1276)


Ilustração de Conheça Minas
Matéria fonte
:http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2013/06/estilo-alternativo-e-mistico-atrai-turistas-sao-tome-das-letras-mg.html

http://www.conhecaminas.com/2016/05/estilo-alternativo-e-mistico-atrai.html

TURISMO... BRASIL / SÃO TOMÉ DAS LETRAS: A mística Cidade das Pedras

SÃO TOMÉ DAS LETRAS: A mística Cidade das Pedras

15:50 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

São Thomé das Letras, Santuma ou STL fica na região do Sul de Minas, a 350 km de Belo Horizonte. É a quarta cidade mais alta do Brasil. Muitos acreditam que São Thomé seja um dos sete pontos energéticos da Terra, o que atrai para lá místicos, sociedades espiritualistas, científicas, ufológicas e alternativas.
São aproximadamente quatro horas de viagem a partir de Itaúna. Eu e quatro amigos fomos na ocasião do Réveillon de 2014. Alugamos uma casa no centro da cidade, (encontrada em grupos de STL no Facebook). Para quem deseja conhecer o município, uma coisa útil – muito útil – é adquirir um mapa da cidade em algum estabelecimento, porque as cachoeiras ficam na Zona Rural.

A cidade está localizada sobre uma montanha e no seu topo tem uma pirâmide com uma vista incrível, feita de pedras, que todos sobem para ver o nascer e pôr do Sol e as estrelas. No inicio desse topo, tem o Bar do Dois, que toca rock dia e noite e fica sempre cheio. Chegamos à noite, subimos na pirâmide e ficamos admirando as estrelas. O céu estava perfeito! Foi mágico, tinha umas pessoas tocando instrumentos diferentes, vimos muitas estrelas cadentes. Parecia que estávamos em outra Era.

Durante nossa estadia, visitamos diversos lugares. Um deles conhecido como Poço Verde. Celebramos o Ano Novo neste local. Os fogos foram lindos. De lá, conseguíamos visualizar várias cidades. Uma energia muito boa. Depois fomos para um festival chamado Woodstone (R$35,00). Foi muito divertido, tinha muita gente bacana e muitas bandas boas, inclusive o cantor Ventania.


Também conhecemos o Vale das Borboletas. Trata-se de uma cachoeira linda. Estava muito cheia e então seguimos por uma trilha na parte de cima da cachoeira que daria na Garganta, mas encontramos uma queda d’água linda no caminho, com um poço de águas cristalinas e ficamos por lá mesmo. Passamos na famosa Ladeira do Amendoim, que é uma estrada aparentemente inclinada, mas o carro sobe sozinho, ele se movimenta com o motor desligado. Muita gente acredita que é pelo magnetismo da região, e outros creem que a estrada é uma descida e tudo é apenas ilusão de ótica.

Durante a visita à cachoeira Véu da Noiva, passamos na cachoeira Paraíso e depois fomos até a cachoeira dos Antares, que é a mais alta de São Thomé. No final da tarde, passamos na gruta do Sobradinho, em cujo interior corre um riacho que transforma em uma cachoeira. É bem legal. Estão cobrando R$10,00 para a visitação.

Além de conhecer tantas belezas naturais, fazer umas comprinhas alternativas na cidade também é muito válido. O comércio local é cheio de artigos artesanais, produtos e roupas com temas hippies, ciganos, indianos, peruanos e místicos. Pra quem curte, vale conferir!

Toca da Bruxa.
Por fim, gostei muito da cidade. Lá realmente tem uma energia diferente. A maioria das pessoas que mora ou frequenta o município, têm uma concepção diferente do mundo e das coisas cotidianas. Geralmente são pessoas que amam muito a natureza, acreditam em seres de outros planetas e nos elementais, em misticismo e nos astros, e, assim como muitos hippies, buscam e geram paz e amor. Porém, como em todo lugar, São Thomé está perdendo sua essência, em função da superlotação de turistas que não necessariamente compartilham destes ideais. Uma revitalização e um programa de conscientização ambiental para turistas seriam muito bem-vindos.
Mas é indiscutível que São Thomé é um excelente lugar para entrar em contato com Deus, com a natureza e lapidar o autoconhecimento.


Pedra da Bruxa. Fotografia de Caio Martins


Algumas curiosidades:
Diz a lenda que São Thomé faz parte das “sete cidades sagradas”. A caverna do Carimbado ligaria a cidade a Machu Picchu, no Peru, explicando a misteriosa fuga dos Incas. A lenda também diz nunca alguém conseguiu percorrê-la por completo.
Na cidade há muitos registros e relatos de aparições e mistérios envolvendo óvnis e discos voadores.
A terra da região de São Thome é muito boa para cogumelos. Por isso, por lá há uma bebida alcoólica feita de cogumelos, chamada Locomelo, cuja principal característica é o sabor doce e forte.

Fonte:http://horizonteparalelo.net/2015/06/a-mistica-cidade-das-pedras/
http://www.conhecaminas.com/2016/05/sao-tome-das-letras-mistica-cidade-das.html

TURISMO... BRASIL / Pico da Bandeira

Pico da Bandeira

04:04 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

O Pico da Bandeira é o ponto mais alto de
Minas Gerais, como também de toda a Região Sudeste do Brasil. É também o terceiro ponto mais alto do país, com 2.891,98 metros de altitude (medição revista por GPS pelo Projeto Pontos Culminantes do Brasil, do IBGE e do Instituto Militar de Engenharia, em 2004).

Localização

O Pico está localizado no Parque Nacional do Caparaó, na Serra do Caparaó, na divisa entre os municípios de Alto Caparaó, Minas Gerais e Ibitirama, Espírito Santos. A carta topográfica do IBGE para a região, publicada em 1977, mostra o cume propriamente dito inteiramente dentro do Espírito Santo, a poucos metros da divisa mineira, e alguns serviços de imagens de satélite, como o Google Maps, também o fazem. Entretanto, o Anuário Estatístico do Brasil, também do IBGE, lista o Pico da Bandeira como o ponto culminante de ambos os Estados, sendo esta a posição oficial do órgão. Ainda segundo o mesmo Anuário, as coordenadas do Pico são 20º26'04" de latitude sul e 41º47'44" de longitude oeste.

Pico da Bandeira em Alto Caparaó. Fotografia de Rodrigo Carrara 

Topônimo

O pico possui esse nome porque, por volta de 1859, o Imperador Dom Pedro II determinou que fosse colocada uma bandeira do Império naquele que, na época, era tido como o ponto mais alto e imponente do
Brasil.

Amanhecer no Pico da Bandeira. Fotografia de Rafael Cevidanes

Acessos

Mesmo sendo o terceiro ponto mais alto do Brasil, O Pico da Bandeira é a mais acessível das montanhas mais altas do país pois existem trilhas muito bem sinalizadas pelo lado do Espírito Santo (portaria capixaba na comunidade de Pedra Menina, em Dores do Rio Preto) e também pelo lado de Minas Gerais (portaria mineira em Alto Caparaó). Porém, à noite há que se ter muita atenção para não se perder. Em alguns pontos das trilhas, a sinalização deixa a desejar, e em ambos os lados há entroncamentos de trilhas adjacentes. Na primeira realização do percurso, é aconselhável reservar um guia com antecedência; desta forma, o passeio é mais seguro.

Outro ponto importante é que dentro do parque não há restaurantes, nem nada do gênero (legislações de parques de preservação tornam a instalação desse tipo de estabelecimento muito dificultada), portanto, os visitantes devem levar comida e bebida, pois no local só existem fontes de água. É ainda aconselhável levar agasalhos e roupas secas ao subir, pois o suor molha a roupa e isso pode causar hipotermia mais tarde, quando a roupa esfriar.

Vale Encantado: Foto de XTreme Turismo (www.xtremeturismo.eco.br)

Clima

O Pico da Bandeira é um dos pontos mais frios da região Sudeste. Não há nenhum registro da ocorrência de neve, devido à baixa latitude do local, embora geadas sejam comuns no inverno. As temperaturas no pico podem chegar até -10°C. (Fonte:Wikipedia)

http://www.conhecaminas.com/2016/01/pico-da-bandeira.html

TURISMO... BRASIL / Circuitos do Ouro e do Diamante oferecem uma volta aos tempos de Brasil Colônia

Circuitos do Ouro e do Diamante oferecem uma volta aos tempos de Brasil Colônia

05:28 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

Ouro Preto, que vemos na foto, é uma cidade famosa por suas ladeiras de paralelepípedo.

Você provavelmente não teria esquecido boa parte do conteúdo ensinado nas aulas de história se eles envolvessem viagens aos lugares onde a história efetivamente aconteceu. Com a proximidade das férias de fim de ano, a oportunidade para retomar assuntos que ficaram armazenados em um canto obscuro da memória, aliando conhecimento ao lazer e ao descanso, é uma ótima pedida.

Os Circuitos do Ouro e do Diamante, em Minas Gerais, promovem um retorno aos dias do século 18. As vielas e os casarões conservados desde os tempos de Vila Rica deixam evidente a riqueza que atuou na fundação das cidades que compõem os roteiros. Infelizmente, a história registrou para sempre a ação nefasta dos colonizadores sobre o patrimônio mineral da região.

O Circuito do Ouro é composto por Ouro Preto e Congonhas, sudeste do estado mineiro. Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a receber da Unesco o título de patrimônio histórico e cultural da humanidade, em 1980. A cerca de 100 km de Belo Horizonte, a cidade oferece museus, igrejas, parques e construções que contam parte da história da colonização portuguesa, a atividade mineradora e apropriação indevida, por parte da coroa portuguesa, do tesouro brasileiro.
Igreja de São Francisco de Assis. Fotografia de Cláudio Dias Coelho

Símbolo do barroco mineiro, a igreja de São Francisco de Assis começou a ser construída em 1766 e contou com o trabalho arquitetônico de Aleijadinho, além de pinturas de Manoel da Costa Alaíde. Inaugurada em 1770, a Casa da Ópera foi construída pelo contratador português João de Souza Lisboa, com apoio do conde de Valadares. A cidade abriga ainda o Teatro Municipal de Ouro Preto, o mais antigo em funcionamento da América Latina, construído entre 1746 e 1770.
Santuário de Bom Jesus do Matosinhos em Congonhas. Fotografia de Wilson Fortunato

A apenas 70 km de Belo Horizonte, Congonhas é conhecida pela riqueza barroca, resultado do trabalho desenvolvido por Aleijadinho e que acabou por ficar na cidade. Ali, as seis capelas que compõem o Jardim dos Passos fazem o passeio render por anos de aulas e leituras obrigatórias sobre parte da história do país. ‘A cidade dos profetas’, como é conhecida, possui ainda o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, considerado Patrimônio da Humanidade. Construído em etapas durante os séculos 18 e 19, é um dos grandes legados do barroco brasileiro.
Diamantina. Fotografia de Wilson Fortunato

Diamantina abre o Circuito do Diamante. A descoberta de jazidas de diamante em 1720 por Bernardo da Fonseca Lobo fez com que o rei D.João 5º instituísse Portugal como o detentor do monopólio de extração da pedra, que até então era livre. A província perdeu, com o tempo, o poder econômico com o fim da jazida, mas não perdeu o charme e a importância na história do país.
Mercado dos Tropeiros em Diamantina. Fotografia de Wilson Fortunato
O Mercado dos Tropeiros foi construído em 1835 por Joaquim Cassimiro Alves para servir como ponto de descarregamento e venda de mercadorias entre comerciantes que passavam pela cidade. A casa de Juscelino Kubitschek, construída de pau-a-pique, onde o ex-presidente passou a infância, é uma típica edificação do século 18. Após sua morte, foi transformada em museu para contar parte da história de um dos presidentes mais importantes da história do país.

Também ligada à exploração do ouro, São Gonçalo conserva traços do período extrativista, que alimentou os cofres da Coroa. A Igreja da Matriz, cuja data da construção é um mistério, permanece intacta. O número 1787 registrado na pintura do forro pode ser um indício do ano da conclusão da obra.
 
Cidade do Serro e seu famoso queijo. Fotografia de Paulo Sérgio Torres Procópio
Serro, cidade do mesmo circuito, conserva a casa de João Pinheiro, construída no século 19 em madeira e taipa. A casa pertenceu à família de João Pinheiro da Silva, que nos primeiros períodos da República, chegou a presidente do Estado Mineiro. Hoje, a construção abriga a Casa de Cultura do município.
Milho Verde distrito do Serro. Fotografia de Franco Bouchard.
No distrito de Milho Verde, acredita-se que a capela e o cemitério de Nossa Senhora do Rosário tenham sido construídos por escravos e negros livres no século 19. Localizada no alto de uma colina, oferece uma visão quase sem limites das montanhas que compõem a geografia da região.

Fonte:
Entretenimento R7

http://www.conhecaminas.com/2016/04/circuitos-do-ouro-e-do-diamante.html

TURISMO... BRASIL / Parque Estadual do Rio Doce

Parque Estadual do Rio Doce

05:43 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas ,

O Parque Estadual do Rio Doce, criado em 14 de julho de 1944, situado em Minas Gerais, se localiza na Região Metropolitana do Vale do Aço, entre os municípios de Timóteo, Marliéria e Dionísio e é uma das principais regiões de proteção à Biodiversidade do Estado, com a maior área contínua de Mata Atlântica preservada em Minas Gerais.
O Parque Estadual do Rio Doce é um dos três maiores sistemas de lagos que ocorrem no Brasil, juntamente com o Pantanal Matogrossense e o sistema Amazônico. O sistema é denominado depressão inter planáltica do Rio Doce sendo constituído por cerca de 40 lagos, localizados em uma área de 35000 ha e a 300 m de altitude. Os lagos estão localizados em uma floresta tropical úmida, a 20 m acima do nível do Rio Doce, não apresentando conexão com o sistema fluvial. A pluviosidade média anual no PERD é de 1480,3 mm, temperatura média anual de 21,9°C e período de déficit hídrico de maio a setembro.
Além de importante área de preservação da biodiversidade em áreas de Mata de interior, pesquisadores tem estudado a influência de espécies exóticas de animais que têm colaborado com mudanças nas cadeias alimentares. Exemplos de espécies exóticas são peixes como o Tucunaré, a Piranha e o Apaiari.


História

Antes da chegada dos colonizadores portugueses, a região do Parque era ocupada pelos Borun, nativos que eram chamados de Botocudos pelos europeus.
Prega durante anos a defesa da fauna e da flora, até a sugestão do bispo ser acatada pelo então governador de Minas Gerais, Benedito Valadares Ribeiro. Em 14 de julho de 1944, a Unidade de Conservação era oficializada pelo decreto-lei n° 1.119. Mas nesta primeira fase do projeto, havia muito trabalho a se fazer. Era comum o uso sem controle das terras, por isso, a fauna sofria as consequências da pesca e caça sem restrição.O arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, fica encantado com as belezas naturais e dezenas de lagoas da região, durante sua visita ao município de Marliéria. Decidido a agir em defesa da proteção e preservação da floresta local, Dom Helvécio cria um longo trabalho em busca da criação de uma reserva florestal e postura para que aquele patrimônio ambiental não se perdesse.
Com a criação do Instituto Estadual de Florestas, a Secretaria de Estado da Agricultura transferiu sua administração para o novo órgão, quando a unidade foi aberta ao turismo. À época, um incêndio se alastrou no período de seca, deixando 9 mil hectares de florestas queimados e 11 mortos.
Apenas na década de 1970 é que uma infra-estrutura para turismo foi montada para que houvesse segurança para os visitantes e para a floresta. Após a reforma ocorrida entre 1986 e 1993, o parque foi reaberto e recebe até hoje visitantes interessados na biodiversidade surpreendente da área de preservação.

Patrimônio

Com um notável sistema lacustre, composto por quarenta lagoas naturais, dentre as quais destaca-se a Lagoa Dom Helvécio, com 6,7 Km 2 e profundidade de até 32,5 metros, o Parque proporciona um espetáculo de rara beleza. As lagoas abrigam uma grande diversidade de peixes, que servem de importante instrumento para estudos e pesquisas da fauna aquática nativa, com espécies tais como bagre, cará, lambari, cumbaca, manjuba, piabinha, traíra, tucunaré, dentre outras.
Com o objetivo de aproveitar a riqueza da flora, de forma sustentável, o parque possui um herbário, que possibilita a identificação de espécies principalmente através da análise de suas características morfológicas, constituindo a base de pesquisas taxonômicas.

Flora

É comum encontrar arvores como o jequitibá, a garapa, o vinhático e a sapucaia. Em alguns pontos aparecem espécimes também raros como o jacarandá-da-baía e a canela sassafrás. Essas árvores centenárias e suas madeiras nobres de grande porte compõem o cenário de um dos poucos remanescentes de Mata Atlântica no Brasil. Na região do parque podem ser encontradas 10 mil exemplares de flora, reforçando a diversidade de espécies presente.

Fauna

No Parque Estadual do Rio Doce, é possível encontrar espécies da avifauna como o beija-flor, besourinho, chauá, jacu-açu, saíra, anumará, entre outros. Animais conhecidos da fauna brasileira também são frequentes no parque. A capivara, a anta, o macaco-prego, o sauá, a paca e cutia, bem como espécies ameaçadas de extinção como a onça pintada, o macuco e o mono-carvoeiro, maior macaco das Américas. Nas águas do Rio Doce é comum encontrar peixes como o Tucunaré, a Piranha e o Apaiari.


Infra-estrutura

O Parque oferece uma completa infra-estrutura para atendimento a turistas e pesquisadores. Portaria, estacionamento, área de camping, vestiários, restaurante, anfiteatro, Centro de Visitantes, Centro de Pesquisas, Viveiro, posto de Polícia de Meio Ambiente.

Visitação: Terça a Domingo e feriados de 08:00 às 17:00 horas
A área de camping: A área de camping foi reaberta ao público em 31 de outubro de 2008.

Horário de Funcionamento: 7 às 18 horas
Telefone de contato: (31) 3822-3006

Como chegar ao Parque:
Saindo de Belo Horizonte pela BR 262, seguir no sentido de Vitória e entrar no entroncamento para São José do Goiabal, entre João Monlevade e Rio Casca. Depois, prosseguir 6,5 km asfaltados pela BR 320. A partir daí, segue-se a sinalização até a entrada do parque. Outra opção é seguir pela BR 381, sentido Belo Horizonte-Governador Valadares, passando por Timóteo. Dali, até o parque, são 20 km de estrada de terra.

Distância de Belo Horizonte ao Parque: 248 km
Anexos:Mapa de localização no Estado (.pdf - 578Kb)
Mapa de rodovias de acesso (.pdf - 838Kb)

Conselho Consultivo
Clique aqui para acessar as informações sobre a eleição de membros para o biênio 2008/2009

Plano de Manejo
Clique aqui para ter acesso ao Plano de manejo do parque.
Fonte: Wikipédia e http://www.ief.mg.gov.br/component/content/195?task=view


Fotografias de Elvira Nascimento
http://www.conhecaminas.com/2016/03/parque-estadual-do-rio-doce.html

TURISMO... BRASIL / Cidade de Serro recebe turistas atraídos pelo queijo de Minas

Cidade de Serro recebe turistas atraídos pelo queijo de Minas

07:27 / Arnaldo Silva / Turismo Em Minas

Na cidade da região central de MG, queijo é patrimônio.

Distritos são procurados pelas belas cachoeiras

.Fotografia de Ismael Libânio Neto

Quem chega ou sai de ônibus da cidade de Serro, na região central de Minas Gerais, vai sempre se lembrar do ‘seu’ Antônio. Duas vezes vencedor do título de “mais popular da cidade”, Antônio Lisboa Farnesi trabalha na rodoviária e tem a função de anunciar os ônibus em um microfone. "Fiz isso pela primeira vez há 32 anos, quando a rodoviária foi inaugurada. O prefeito gostou e pediu para eu trabalhar aqui. Aos domingos eu não trabalho, mas fico torcendo para passar rápido e voltar na segunda. Eu também ajudo a encontrar pessoas perdidas e até receber convidados do prefeito", disse.


A cidade de Serro, localizada a cerca de 320 quilômetros de Belo Horizonte, é conhecida pelo queijo, por bonitas paisagens e pelo valor histórico. Mas também pode ser lembrada pelos seus moradores tipicamente mineiros, como o seu Antônio, sempre de fala mansa, disposto a ajudar aos turistas e com casos e lendas sobre a cidade.

O G1 foi até uma fazenda leiteira para acompanhar os detalhes da produção. O dono do local, Jorge Brandão Simões, 55 anos, disse que a resposta para quem busca o segredo da receita é simples: "o carinho na produção".

"Essa forma de fazer o queijo foi passada de geração para geração. Ele é como uma criança que precisa de atenção e carinho. O queijo é como um ser vivo para mim. Meus filhos já me ajudam e aprendem aqui. Espero que pelo menos um deles continue o trabalho", disse Simões.

Mas para ir até a fazenda e encontrar os produtores é preciso carro 4x4, uma bicicleta pronta para percursos na terra ou ter muita resistência para caminhar. São 20 quilômetros de estrada de terra, partindo da cidade de Serro. Pelo caminho, são avistadas outras fazendas de produção do queijo artesanal.

O processo de fabricação pode durar até uma semana, segundo Simões. Ao leite fresco é adicionado um tipo de fermento e um coagulante. Passada cerca de uma hora, é só fazer o corte da massa e triturar. Em seguida, retirar o soro e a massa juntos e, quando estiver consistente, colocar na fôrma. Espremer, lavar e depois colocar sal grosso em um dos lados são os passos seguintes. Depois é preciso esperar cerca de seis horas, virar e salgar o outro lado. Para ficar no ponto, são mais dois dias até retirar da fôrma e deixar na maturação.

O queijo de Serro foi registrado como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais, em 2002, e do Brasil, em 2008. Por causa desta fama, vai ser inaugurado em junho de 2012 o Museu do Queijo. De acordo com a coordenadora e consultora em turismo do projeto, Sandra Maura Coelho, a ideia é fazer um espaço multiuso. "O museu vai ficar na parte inferior da casa. Ainda vamos ter um centro de referência, um auditório, uma cozinha experimental com espaço para um café e um jardim educativo com uma queijaria modelo. Neste momento, já fizemos a compra da casa", disse.

O sucesso do queijo de Serro foi parar até no cinema. O cineasta Helvécio Ratton mostrou a iguaria no documentário “O Mineiro e o Queijo”, focando na técnica de produção artesanal do queijo. Ele conversou com produtores de algumas regiões de Minas Gerais, entre eles alguns da Região de Serro.

Capela São Miguel no Serro. Fotografia de Arnaldo Danilo

Para quem vai a Serro e quer, além de experimentar e conhecer mais sobre o queijo, visitar igrejas e casarões históricos, a cidade oferece um passeio turístico. A guia Joyce Costa, 24 anos, faz este trabalho há cerca de 12 anos. "Se eu tivesse a chance, reuniria todos os turistas no centro histórico e contaria histórias para levá-los ao passado da cidade."

Capela de Santa Rita. Fotos de Arnaldo Silva

A primeira parada é na Igreja de Santa Rita. Localizada no alto de uma escadaria, a igreja fica bem no Centro de Serro e sua edificação é do século XVIII. O local já passou por algumas reformas e tem um altar de São Sebastião. Outras igrejas também se destacam como a de Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora do Carmo.

Chácara do Barão. Foto de Danilo Jairo da Cruz

Os casarões dos antigos barões da época do ouro são outros locais preservados na cidade. Quem visita a chácara do Barão de Serro, comerciante de diamantes e coronel da Guarda Nacional no século XIX, acaba conhecendo Guido Francisco, 63 anos. Ele é responsável pela limpeza do local há mais de 29 anos e guarda inúmeros ‘causos’.

"Existem muitas lendas sobre esta casa, como dois túneis nos fundos da residência e muitas histórias sobre eles. A primeira é que eram usados para buscar água. A segunda é que o barão buscava ouro de forma ilegal pelos túneis para evitar pagar impostos à Coroa [Portuguesa]. A última é que ele se encontrava com a amante do outro lado de um dos túneis", disse Francisco.

O casarão pertence ao Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), mas Francisco sente como se ali fosse sua segunda casa. "Aqui eu alimento os micos, cuido do jardim e da casa. Tenho sete filhos e cinco netos, mas muitas vezes prefiro vir pra cá", falou. (Foto ao lado de Tiago Geisler)


Se Serro retrata muito da história de Minas Gerais e do Brasil, Milho Verde e São Gonçalo do Rio das Pedras completam a região com belas paisagem e um pouco de aventura.

São Gonçalo do Rio das Pedras. Foto de Alison McGowan

Milho Verde. Fotografia de Roberto Pimenta
Localizados a cerca de 20 quilômetros de Serro, os dois locais se destacam pelas belas cocheiras.

Cachoeira dos Macacos. Foto da Pousada Morais
A estrada asfaltada entre Serro e Milho Verde é um dos orgulhos e alívios da população. Ela ficou pronta há aproximadamente dois meses. Quando ainda era de terra, o local ficava quase inacessível na época de chuva. Agora é possível aproveitar a paisagem. No caminho, a mudança de vegetação de Mata Atlântica para cerrado impressiona pela beleza.

Cachoeira Tempo Perdido em Capivari,distrito do Serro. Fotografia de Beatriz Carvalho

As cachoeiras de Carijó e de Moinho são na entrada de Milho Verde e a apenas dois minutos de caminhada. A primeira é pequena e tem fácil acesso para os banhistas. A segunda chama atenção pelo tamanho.

Fonte da Matéria:
http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/12/cidade-de-serro-recebe-turistas-atraidos-pelo-queijo-de-minas.html
http://www.conhecaminas.com/2016/05/cidade-de-serro-recebe-turistas.html