Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Mineiro com orgulho

Mineiro com orgulho

14:14 / Arnaldo Silva / Artigos E Reportagens ,

Por Arnaldo Silva

Sou mineiro com muito orgulho. Sei escrever, sei falar corretamente o português, mas sou mineiro e falo como meu povo, com meu sotaque. Falo Uai sim senhor e não tenho vergonha do meu Uai, do meu sô, do meu trem bão. Temos sotaque e sotaque é identidade de um povo, de uma região. Adquiri-se com o passar do tempo e falo por prazer de ser o que sou, mineiro sim senhor.
Sou tão mineiro, mas tão mineiro que quando nasci, já fui logo falando pro médico: “bate não sô!”
Gosto de Pão de Queijo, de Tutu, de Frango com Quiabo, de Feijão Tropeiro, de doce de leite com queijo e também, claro, queijo com goiabada.
Comemos palavras, falamos errado para uns, mas sotaque é tradição e mantenho a tradição, falando meu mineirês..
Estudo nós temos, falamos errado porque queremos e gostamos.
Não tem jantar aqui em Minas, tem janta. Comemos o “r”. Almoçar é simples, é só falar “murçá” que todos entendem. Venha almoçar! Mineiro não fala isso nunca, tem dó, pra que complicar sô, facilita uai, diminui o trem sô!
Senhora e senhor? Falamos isso não. Sá e sô. Vai lá sô (pra ele), vai lá sá (pra ela) e por ai vai. Quando se referir a um senhor ou moço é sô e a uma senhora ou moça é sá, viu?
E se estivermos com muita preguiça de falar muito, falamos trem. Pra tudo falamos trem.
Mineiro não namora, dá uma coisada no trem. Não vai comer algo, vai ali comer um trem. E se não gostar, fala logo “ que trem ruim sô”
Mineiro não ri da cara de ninguém, só caçoa.
Como todo bom mineiro, não falo uma frase completa, tenho que comer alguma letra.
Ocê ou cê, tanto faz, entende? A distância pode ser até longa, mas pra nós é “logo ali ó!”. Ver é só “V”. Nossa é apenas “nó”.
Mineiro não aumenta, diminui o português. É pra tudo ficar bem bunitim, facim e arrumadim pra todo mundo entender direitim.
Viu só, falando certim, todo mineiro entendi bem direitim e a prosa fica boa dimais da conta sô!
É só falar e amar porque Minas é um trem que corre em minhas veias e a estação é o meu coração. Amo Minas porque sou mineiro com muito orgulho e muito amor e ser mineiro é um prazer que só quem é mineiro sabe e entende. Ser mineiro não é apenas um privilégio, é uma honra.

Arnaldo Silva – Jornalista e escritor
(Texto registrado de acordo com a Lei de Direitos Autorais)
Compartilhe a vontade, mas se for copiar, respeite os créditos do autor

http://www.conhecaminas.com/2016/01/mineiro-com-orgulho.html

Abrindo mês de Agosto! Venha Agosto...

Mês de Agosto,
Bem Vindo!

Que possas nos surpreender com bons preságios, com sucesso, alegria e mais uma vez com superações...
Um novo mês começa, mais um dia uma nova semana.
Vamos aproveitar, vivenciando com a disposição de sempre recomeçar.
Nossas vidas recomeçam todos os dias.
Vamos seguir, fazendo o melhor para nós mesmos e aos demais.
Venha AGOSTO!!!
Bom Dia!

Surpreenda-se...
Revigore-se!

sexta-feira, 29 de julho de 2016

ESPIRITUALIDADE... A vibração das palavras

A vibração das palavras

A mente é algo como uma usina a produzir energias; quando se descontrola ou é tomada pela raiva, ódio, cólera, inveja ou ciúme, emite determinados feixes de ondas de forças, que perpassam pelo campo “etéreo-astral” da zona cerebral do perispírito, fazendo baixar o padrão vibratório de energia mental que ali já se encontra em liberdade. Produz-se, então, um fenômeno que muito bem o poderíeis designar como sendo uma “coagulação mental astral”, lembrando o caso da onda de frio que, ao atuar no seio da atmosfera do vapor d’água, solidifica-o na forma de gotículas. Assemelha-se à corrente elétrica que, perpassando por uma solução salina, produz a tradicional precipitação verificada em laboratórios de física e química.
Da mesma forma, as ondas mentais alteradas também intoxicam a própria atmosfera astral e invisível em torno do cérebro, produzindo substâncias que baixam vibratoriamente, tornando-se nocivas, por cujo motivo devem ser eliminadas da zona psíquica ou do campo áurico do homem.
A glândula hipófise, a regente dinâmica do sistema endócrino e a maior influente do sistema nervoso, sofre então, devido à sua delicadeza, a maior parte do impacto violento e agressivo da mente desgovernada, fazendo esse impacto repercutir nos demais órgãos da rede glandular, do que resulta aceleração e precipitação de hormônios inoportunos na circulação sanguínea, com a consequente intoxicação do organismo.
A natureza, orientada pelo senso divino, expulsa a carga inoportuna para o mundo exterior, através das vias emunctórias do corpo, como sejam os rins, intestinos e pele. Daí se verificar, amiúde, que as criaturas mais violentas, coléricas, irritáveis, pessimistas ou ciumentas são vítimas quase sempre de alergias inespecíficas, urticárias, nefrites, eczemas, neuro-hepáticos, surtos de disenteria ou hemorroidas, como frutos dos desequilíbrios mentais e descontroles psíquicos. Os hipocondríacos, por exemplo, vivem num infeliz círculo vicioso; quando o fígado enferma, altera-se o seu psiquismo, e quando este se desarmoniza, são eles que enfermam o fígado.
É óbvio pois, que, sendo as palavras irascíveis o instrumento que interpreta as emoções desequilibradas ou violências mentais, devem produzir visíveis modificações orgânicas, como chaves do psiquismo desequilibrado, assim como as palavras desarmônicas por natureza exigem esforços à parte, para serem pronunciadas, enquanto outras associam estados enfermiços e fazem abater o ânimo espiritual, influindo no físico. Quando louvais o próximo com palavras de amor ou de paz, elas despertam estados de afetividade, otimismo e esperança, o que já não sucede se as expressões forem de ódio ou de rancor. As palavras despertam ideias e produzem estados emotivos diferentes no homem; repetimos-vos: são chaves verbais que vos alteram ao ouvi-las ou ao pronunciá-las, ocorrendo então consequências também diferentes no psiquismo e, consequentemente, no corpo físico.
Ramatis
https://universonatural.wordpress.com/2013/05/23/a-vibracao-das-palavras/

ESPIRITUALIDADE... Atingir a Felicidade

Atingir a Felicidade
Embora seja possível atingir a felicidade, a felicidade não é uma coisa simples. Existem muitos níveis.
O Budismo, por exemplo, refere-se a quatro fatores de contentamento ou felicidade: os bens materiais, a satisfação mundana, a espiritualidade e a iluminação. O conjunto destes fatores abarca a totalidade da busca pessoal de felicidade.
Deixemos de lado, por ora, as aspirações últimas de nível religioso ou espiritual, como a perfeição e a iluminação, e concentremo-nos unicamente sobre a alegria e a felicidade, tal como as concebemos a nível mundano. A este nível, existem certos elementos-chave que nós reconhecemos convencionalmente como contribuindo para o bem-estar e a felicidade. A saúde, por exemplo, é considerada como um fator necessário para o bem-estar. Um outro fator são as condições materiais ou os bens que possuímos. Ter amigos e companheiros, é outro. Todos nós concordamos que, para termos uma vida feliz, precisamos de um círculo de amigos com quem nos possamos relacionar emocionalmente e em quem possamos confiar. Portanto, todos estes fatores são causas de felicidade.
Mas, para que um indivíduo possa utilizá-los plenamente e gozar de uma vida feliz e preenchida, a chave é o estado de espírito. É crucial. Se utilizarmos as condições favoráveis que possuímos, tais como a saúde ou a riqueza, com fins positivos, para ajudar os outros, esses fatores contribuem para uma vida mais feliz.
Claro que, pessoalmente, também tiramos partido destas coisas – facilidades materiais, sucesso, etc.- mas se não tivermos a atitude mental correta, se não cuidarmos do fator mental, estas coisas acabam por ter pouca incidência sobre o sentimento geral de felicidade. Por exemplo, se guardarmos ódio ou rancor no fundo de nós mesmos, isso acabará por destruir a nossa saúde, destruindo assim um dos fatores. Por outro lado, se nos sentirmos infelizes ou frustrados, o conforto material não chegará para nos compensar. Mas se mantivermos um estado de espírito calmo e sereno, poderemos sentir-nos felizes mesmo se a nossa saúde não for das melhores. Em contrapartida, mesmo se possuirmos objetos raros ou preciosos, podemos querer jogá-los fora ou destruí-los num momento de grande cólera ou ódio. Nesse momento, os bens não significam nada para nós.
Existem atualmente sociedades com um grande grau de desenvolvimento material e no seio das quais muitos indivíduos não se sentem felizes. A nível superficial, essa abundância é muito atraente, mas por trás existe um desassossego mental que leva à frustração, a discórdias desnecessárias, à dependência das drogas ou do álcool e, no pior dos casos, ao suicídio. Não existe portanto nenhuma garantia de que a riqueza por si só possa trazer-nos a alegria ou a satisfação que procuramos. O mesmo se pode dizer dos amigos. Quando estamos muito zangados, mesmo um amigo muito próximo pode parecer-nos glacial, frio, distante e muito irritante.
Tudo isto indica a enorme influência que o estado de espírito, o fator mental, pode ter na nossa vivência de todos os dias. Portanto, temos de ter esse fator seriamente em conta. Independentemente de uma prática espiritual, mesmo em termos mundanos, a nossa capacidade de desfrutar de uma vida agradável e feliz depende da nossa serenidade mental.
Talvez devesse acrescentar que quando falamos de um estado de espírito calmo ou de paz de espírito não devemos confundir isso com um estado de insensibilidade ou de apatia. Possuir um estado de espírito calmo não significa estar completamente alheado ou amorfo. A paz de espírito, esse estado de serenidade, tem de estar enraizado na afeição e na compaixão, o que implica um grande nível de sensibilidade e de sentimento.
Enquanto nos faltar a disciplina interior que conduz à serenidade, sejam quais forem as facilidades ou as condições exteriores que nos rodeiam, elas nunca nos trarão esse sentimento de alegria e de felicidade que procuramos. Por outro lado, se possuirmos as qualidades interiores de serenidade e de estabilidade, mesmo que os fatores exteriores de conforto normalmente considerados como indispensáveis à felicidade não estejam em nossa posse, podemos ter uma vida alegre e feliz.
Dalai Lama
 in ‘The Art of Happiness’
https://universonatural.wordpress.com/2016/07/19/atingir-a-felicidade/

ESPIRITUALIDADE... Quando deixamos o amor fluir superamos todos os medos

Quando deixamos o amor fluir superamos todos os medos

O medo é o oposto do amor. Quanto mais amarmos e confiarmos em nós próprios, mais atrairemos essas qualidades sobre nós. Quando atravessamos um daqueles períodos de medo, ou de preocupação, ou uma daquelas fases em que não gostamos de nós, é incrível como tudo pode correr mal. À vezes são umas atrás das outras e parece que a coisa não tem fim.
 Quando nos amamos, o processo é idêntico. Parece que anda tudo sobre rodas e não é por coincidência que apanhamos os “sinais verdes” e conseguimos arranjar lugares para estacionar o carro. Todas as coisas que tornam a vida uma maravilha. As pequenas e as grandes. Acordamos de manhã e o dia flui naturalmente.
 Ame-se a si próprio para poder tomar conta de si. Faça tudo o que for possível para fortalecer o seu coração, o seu corpo e a sua mente.
 Vire-se para o Poder dentro de si. Estabeleça uma boa conexão espiritual e trate de mantê-la viva.
 Quando se sentir ameaçado e com medo, concentre-se na sua respiração. Muitas vezes, quando nos assustamos, retemos a respiração. Por isso, respire profundamente durante um tempo.
 A respiração abre aquele espaço em nós que é poder. Endireita-nos as costas e abre espaço para o coração se expandir. A respiração profunda inicia o processo que derruba as barreiras, traz maior abertura. Expandimos em vez de nos encolhermos todos. O amor flui.
 Faça a seguinte afirmação: “Eu sou um com o Poder que me criou. Estou seguro. No mundo está tudo certo.”
 Louise Hay
https://universonatural.wordpress.com/2016/06/29/quando-deixamos-o-amor-fluir-superamos-todos-os-medos/

ESPIRITUALIDADE... Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais.

Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais.


Ser zen é fluir com o fluir da vida.
Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada. Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um  pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça. Come com alegria. Para satisfazer a fome de todos os famintos. Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai.
A chuva, o sol, o vento. O guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
Ser zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.
Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.
Ser zen é morrer. Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniquidade.
Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.
Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuro-­passado.
Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.
Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.
Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.
Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada. Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.
Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade. É oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar. Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante. É estar bem aqui onde quando se fala já se foi. Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.
Ser zen é Ser Tempo.
Ser zen é Ser Existência.
Monja Coen
https://universonatural.wordpress.com/2016/06/26/ser-zen-e-ser-simplesmente-quem-somos-e-nada-mais/

ESPIRITUALIDADE...Abra seu coração para o fluxo de amor do Universo.

Abra seu coração para o fluxo de amor do Universo.

Com os altos e baixos da vida, pode haver vezes em que sua conexão com um Universo de amor parece distante. O oposto do amor é o medo e ele aparece em muitas formas. Todas as emoções negativas, incluindo culpa e raiva, são expressões de medo e elas podem florescer na ausência de amor.
Felizmente, o medo tem um antídoto simples. O amor dissolve o medo, então você precisa saber recuperá-lo quando ele se afasta temporariamente.
A gratidão é um tipo de expressão de amor que tem um poder enorme. A gratidão é invocada quando você envia amor mentalmente àqueles a quem você aprecia. Torna-se especialmente poderoso quando você envia sua gratidão a seu conceito de Deus o Criador por todas as coisas boas em sua vida e por sua própria vida, porque Deus retribuirá com energias edificantes. Esse passo que você realmente dá em direção a Deus produz uma reação de dois passos para você.
A gratidão faz você sair imediatamente de sua esfera pessoal de consciência e entrar numa visão expandida do Universo.
Deste modo, a gratidão eleva você bem acima dos insignificantes medos que ainda tentam assombrar as pessoas no mundo cotidiano. A gratidão é um dos mais belos segredos da vida espiritual. É uma expressão de amor, e o amor flui através de todas as formas de manifestação. Sem amor, não pode existir vida no universo. O amor é a força universal de preservação que mantém a Criação em manifestação.
Quando você permite que seu coração se abra para o fluxo de amor do Universo, a gratidão vem com esse fluxo. Gratidão por estar vivo, por simplesmente existir, por simplesmente estar no fluxo da aventura da vida. Gratidão pelo Sol que nos dá vida. Gratidão pela Criação da Terra como nosso lar neste grande cosmos. Gratidão pelas pessoas que você ama, e por aqueles que participam de sua jornada pela vida.
A gratidão flui sem obstáculos de um coração aberto. Quando você permitir, a gratidão fluirá tão livremente quanto o sol, livre de julgamentos ou condições.
Use a afirmação abaixo e veja o que acontece. Continue repetindo-a e, a cada vez, pense mais no que as palavras significam.
A  Afirmação da Gratidão acrescenta um significado novo ao termo “qualidade de vida”. Realmente funciona. Tente agora.

Afirmação da Gratidão
Eu agradeço a vida
E tudo aquilo que eu amo
Eu agradeço a Terra
E o Sol acima
Eu agradeço meu espírito
E meu ser interior
O Um que eu expresso
E a alegria deste sentimento
Todos os dias, ao acordar, até mesmo antes de sair da cama, pense em dez coisas para agradecer. Termine suas reflexões com a Afirmação da Gratidão e você se sentirá inspirado para ter o melhor dia que já teve.
Owen Waters
https://universonatural.wordpress.com/2016/06/09/abra-seu-coracao-para-o-fluxo-de-amor-do-universo/