Sempre na minha mente e no coração...

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Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

sábado, 19 de outubro de 2013

Soneto de Fidelidade

Edição pelos 100 anos de Vinícius de Moraes

Edição pelos 100 anos de Vinícius de Moraes

Vinícius de Moraes foi um dramaturgo, jornalista, diplomata, compositor popular e um dos maiores poetas brasileiros. Sua importância para a cultura brasileira se deu especialmente pela sua poesia de caráter lírico, percorrida pelo teatro, cinema e música. Nessa última, consagrou-se como um grande compositor, que produziu músicas que são lembradas e reinterpretadas até hoje, como Chega de saudade, Eu sei que vou te amar, Pela luz dos olhos teus e Garota de Ipanema, que lhe rendeu sucesso internacional. Explorando esse lado mais musical do Vinícius, Miguel Faria Jr. resolveu fazer um documentário mostrando a vida e obra do poeta, a família e os amigos, além de seus vários amores. O filme intitulado “Vinícius” é uma homenagem que ganha relançamento da Paramount devido ao centenário do artista.
A montagem de um pocket show em homenagem a Vinícius de Moraes por dois atores (Camila Morgado e Ricardo Blat) é o ponto de partida para reconstituição de sua trajetória. O documentário mostra a vida, a obra, a família, os amigos, os amores de Vinicius de Moraes, autor centenas de poesias e letras de música. A essência criativa do artista e filósofo do cotidiano e as transformações do Rio de Janeiro através de raras imagens de arquivo, entrevistas e interpretações de muitos de seus clássicos.
Vencedor de dois prêmios no “Grande Prêmio Cinema Brasil”, nas categorias Melhor Documentário e Melhor Trilha Sonora, o documentário “Vinícius” é uma obra prima, tanto quanto a herança artística deixada pelo artista. Nascido em 1913 no Rio de Janeiro, Vinícius de Moraes testemunhou e foi personagem de uma série de transformações na cidade, tendo criado para si um dos percursos mais relevantes da cultura brasileira no século XX.
Ao nos apresentar os pais de Vinícius de Moraes, já podemos notar como seu lado de artista teve influências desde a infância, pois seu pai (Clodoaldo Moraes) era um poeta e violinista, e sua mãe (Lídia Cruz), uma pianista. Ambos sempre se preocuparam com a educação do filho, que estudava nas melhores escolas da época e chegou inclusive a graduar-se em Ciências Jurídicas e Sociais. Contudo, o interesse dele pela poesia sempre fora maior do que pela vida acadêmica. Vinícius de Moraes era um boêmio e conquistador inveterado. Gostava de viajar para o exterior, de fazer festas com amigos e era um consumidor fanático de uísque, cujo papel  segundo relato do músico Edu Lobo foi fundamental para a criatividade do poeta.
O documentário “Vinícius” mostra o encanto causado pela musicalidade de Vinícius, que nos atinge através de grandes músicos da MPB, como Caetano Veloso, Maria Bethânia e Chico Buarque, e através de sambistas contemporâneos como Zeca Pagodinho e Mart’nália. As inovações que o artista trouxe para o campo da música foram enormes. Chega de Saudade, interpretada por João Gilberto, é considerada um dos marcos inaugurais da Bossa Nova, movimento iniciado com Tom Jobim, João Gilberto e o próprio Vinícius de Moraes. Não bastasse isso, ele compôs também o álbum considerado o divisor de águas da MPB, chamado Os Afro-Sambas, mesclando vários elementos da sonoridade africana ao samba. Ao lado do uísque, as mulheres eram sua outra paixão. De fato, ele era um exímio galanteador e conquistador, o que acabou lhe rendendo nove casamentos durante toda a sua vida. Grandes poemas da literatura brasileira surgiram dessa necessidade de Vinícius em homenagear sua amada, como Poema dos Olhos da Amada, cantado no documentário por Caetano Veloso.
O ponto mais positivo do documentário são as entrevistas. Miguel Faria Jr. foi muito feliz na escolha dos entrevistados, trazendo relatos de grandes amigos de Vinícius e que foram parceiros musicais dele, como Toquinho, Chico Buarque e João Gilberto. Também temos a participação de Ferreira Gullar, para comentar a obra literária do “poetinha”. As belas interpretações musicais, as entrevistas e a poesia presentes neste filme fazem dele um excelente documentário, que funciona tanto para os desconhecedores da obra de Vinícius quanto para aqueles que são fãs do “branco mais preto do Brasil”.
Em uma entrevista coletiva, realizada após a exibição do documentário para a imprensa, Miguel Faria Jr. falou que as filmagens para o filme foram muito descontraídas, que ele visitava as pessoas para bater um papo, geralmente regado à bebida, e deixava a câmera gravando enquanto conversava com os entrevistados. Por isso, conseguiu que os relatos fossem espontâneos.
Vinícius foi o documentário mais visto no Brasil. Em 22 semanas em cartaz nos cinemas, a produção atraiu 270 mil espectadores. Esta é a melhor forma para aumentar o sucesso do filme junto ao público porque, além do filme, ainda há extras preciosos. “Tínhamos mais de 160 horas filmadas. Ao mesmo tempo em que foi muito doloroso fazer a edição para o documentário, foi um prazer retomar esse trabalho para os extras”, conta Faria Jr., que levou mais de dois anos para produzir Vinícius.
Miguel Faria Jr. prepara documentário sobre Chico - Um dos grandes nomes da música brasileira, Chico Buarque será tema de um documentário. Trata-se de Chico: Artista e o Tempo, que será dirigido por Miguel Faria Jr., responsável por Vinícius, filme sobre o compositor Vinícius de Moraes. O documentário apresentará um show de Chico, organizado para a produção, mesclado com depoimentos dele e de outros nomes da música nacional, além de encenações com personagens das canções mais famosas do artista.
“Queria fazer um filme sobre um artista nacional que tivesse relevância na História do Brasil nos últimos 50 anos. Chico, para mim, é o mais significativo deles. Ele acompanhou todas as transformações do país nas últimas cinco décadas, e seu trabalho, não só como compositor, mas também como escritor, é um reflexo de tudo o que aconteceu por aqui ao longo desse período.”, afirmou o diretor. Faria Jr. destacou ainda que conhece o músico há mais de 30 anos. “Somos da época em que o pessoal do cinema e o da música eram muito ligados, e acabaram se encontrando nos bares da cidade. Chegamos a trabalhar juntos. Em 1978, ele compôs músicas para o filme República dos Assassinos. Depois, escreveu comigo o roteiro de Para Viver um Grande Amor (1984)”, completou.
Orçado em R$ 4 milhões, Chico: Artista e o Tempo ainda não tem data de estreia marcada, mas deve chegar aos cinemas em 2014, ano em que Chico completa 70 anos.

100 ANOS DE VINÍCIUS DE MORAES

Julio Maria

Para lembrar dos cem anos que Vinicius faria no próximo dia 19, abrimos espaço para algumas das pessoas que melhor conheceram “o único poeta brasileiro que viveu como um poeta”, conforme escreveu Carlos Drummond de Andrade.
As próximas páginas trazem textos emocionados de seus parceiros, seus filhos, sua última mulher. Em uma ação que envolve o jornal impresso e o Portal Estadão, comentamos os 18 álbuns recém relançados de Vinicius e mapeamos algumas das melhores versões de Garota de Ipanema pelo mundo.
Toquinho, hábil com as palavras, diz um pouco do que viu e viveu nos mais de dez anos ao lado do mestre. Carlos Lyra, seu “parceirinho”, tem memórias com graça e sensibilidade. As filhas Maria e Georgiana escrevem cartas a um pai “que nunca esteve tão presente”. E Gilda Mattoso, a última de suas nove mulheres, fala de traços pouco conhecidos.
A família de Vinicius prepara para o dia 19 o lançamento de um portal com todo o material produzido por e sobre ele. Poemas, músicas, partituras, fotos, vídeos. Os Moraes, enfim, abrem a arca de um homem que jamais cansou de procurar o amor em todas as coisas.




Gilda Mattoso
ESPECIAL PARA O ESTADO

Parece mentira que Vinicius faria 100 anos nesse 2013 já que era um espírito de extrema jovialidade. Quando nos casamos em Paris, 1978, todas as pessoas se assustavam com nossa diferença de idade de quase 40 anos, menos eu, que o achava muito sem juízo mas também reconhecia que seu charme estava justamente aí. Vinicius se jogava na vida, corria riscos imensos, sempre destemido e em busca do amor perfeito!
Largava tudo pra trás e se atirava em um novo amor. Eu sempre mais ponderada apesar da tenra idade que tinha até mesmo quando ele morreu e me deixou viúva aos 28 anos! Desde muito menina, eu era admiradora dele, de sua poesia, de suas canções, e chegava a dizer, quando ele aparecia em jornais, revistas ou TV: “Quando me casar quero que seja com um homem como este”, provocando espanto em minha mãe, que retrucava: “Vira essa boca pra outro lado, este homem, embora excelente poeta (ela própria era poeta amadora) é um beberrão, destruidor de lares!!”
Minha mãe também terminou sucumbindo ao charme dele (ela fazia até docinhos com adoçante para ele, que era diabético). Para surpresa geral, e até minha, esse homem se apaixonou por mim e eu por ele e vivemos felizes e intensamente os poucos anos que o destino nos reservara.
Fico pensando em como Vinicius estaria hoje com 100 anos e pensando nele nesse Brasil devastado pela corrupção e pelos políticos medíocres. Ele, pouco antes de morrer, fazia seu quadro de políticos de sonhos: Presidente da República: Jaime Lerner; Ministro da Cultura: Sergio Buarque de Hollanda; Ministro das Relações Exteriores: Otto Lara Resende; Ministro da Saúde: Clementino Fraga Filho ou Paulo Niemeyer... e por aí ia. Todos esses grandes nomes eram amigos dele mas, acima de tudo, grandes brasileiros.
Ele ficava horas na banheira onde, aliás, veio a falecer, pensando nisso e em outros sonhos, como a cura da diabetes (enfermidade que acabou por matá-lo por outras vias), a justiça entre os homens, o fim da desigualdade social brasileira... enfim, foi um grande brasileiro que levou o nome do Brasil para todos os lugares do mundo por onde passou, com sua música e sua poesia inesquecíveis.
Às vezes, quando via meus amigos Enrica e Michelangelo Antonioni, que tinham quase a mesma diferença de idade que a nossa, ficava com inveja e pensava em como você teria ficado, já mais velho, e achava que teríamos uma relação parecida com a do casal italiano.
Tem 2 traços na personalidade de Vinicius que me fascinavam: primeiro, a generosidade. Ele foi o ser mais generoso que conheci e dizia que a coisa pior do mundo era a avareza, que perdia só para a grosseria que ele abominava. Dizia que quem era mesquinho com coisas materiais também o era com os sentimentos. O segundo traço era o senso de humor. Ele também dizia que, em certas situações, ele preferia uma pessoa sem caráter a uma pessoa sem senso de humor! Por vezes, estou nas minhas caminhadas na Lagoa e me vem a canção que ele e Toquinho fizeram e que cantavam nas infinitas turnês que fizeram pelo Brasil e que dizia:
¨Nós vamos pelas rotas do Brasil / nós somos os quatro mosqueteiros musicais / cantamos com empenho varonil / prás meninas, coroas e mocinhas virginais / nós somos Athos, Portos, Aramis e D’Artagnan / vivemos uma vida bem feliz e folgazã / os quatro mosqueteiros musicais / Azeitona*, Mutinho* Toquinho / e o Vinicius.... e o Vinicius.... e o Vinicius de Moraes!”
*Azeitona era baixista e
Mutinho baterista da banda
que acompanhava eles.



Cem anos de Vinícius de Moraes


Nascido em 19 de outubro de 1913, no Rio de Janeiro, Vinícius de Moraes foi músico, compositor, jornalista, dramaturgo, diplomata, escritor e poeta.
O “poetinha”, como foi apelidado por Tom Jobim, escreveu seus primeiros versos enquanto ainda estava na escola. Também durante o período letivo, fez parte do coral do Colégio Santo Inácio e montou pequenas peças teatrais.
Através do contato com os irmãos Haroldo e Paulo Tapajós, começou sua carreira de compositor, em meados dos anos 1920. Em 1929, ingressou na Faculdade de Direito do Catete, aonde conheceu o romancista Otavio Farias, que o incentivou à produção literária. Até o dia de sua morte, em oito de julho de 1980, foram registrados 18 livros e mais de 450 poesias sob a autoria de Vinícius.
Como músico, escreveu mais de 300 canções, entre composições próprias e parcerias com grandes nomes da música popular brasileira, como Tom Jobim (com quem escreveu “Garota de Ipanema”, “Eu sei que vou te amar”, “Chega de Saudade”, entre outras), Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque, Dorival Caymmi,Carlos Lyra, entre outros.
Além disso, trabalhou como jornalista, tornando-se crítico de cinema do jornal “A Manhã” e colaborando para a revista “Clima”, em 1941, e idealizando a revista “Filme”, lançada em 1947, em sociedade com o crítico e cineasta, Alex Vianny. Vinícius também atuou como diplomata por alguns anos. Em sua segunda tentativa, foi aprovado no concurso para o Ministério das Relações Exteriores, em 1943, mudando-se primeiramente para Los Angeles (EUA) e depois para Paris (França) e Roma (Itália).
Como dramaturgo, Vinícius escreveu as peças “As Feras”, “Cordélia e o Peregrino”, “Orfeu da Conceição” e “Procura-se uma Rosa”, inspirada em uma notícia veiculada na imprensa carioca, que abordava a história de uma mulher que se perdeu do marido em uma estação de trem e nunca mais voltou.
Mas foi para a música que Vinícius viveu os últimos tempos de sua vida, excursionando pelo mundo todo ao lado de seus companheiros e de sua garrafa preferida de whisky. Suas canções foram traduzidas para diversos idiomas e são tocadas até hoje no Brasil e em vários outros países.
Tudo que se escrever sobre Vinícius de Moraes parece pouco e defini-lo beira o impossível. Manuel Bandeira disse que ele “tem o fôlego dos românticos, a espiritualidade dos simbolistas, a perícia dos parnasianos (sem refugar, como estes, as sutilezas barrocas) e, finalmente, homem bem do seu tempo, a liberdade, a licença, o esplêndido cinismo dos modernos” (citado por Flávio Pinheiro, no site oficial do poeta, www.viniciusdemoraes.com.br). A perplexidade poética expressa em seu poema “Fim” permanece viva e é a de todos nós:

Será que cheguei ao fim de todos os caminhos
E só resta a possibilidade de permanecer?
Será a Verdade apenas um incentivo à caminhada
Ou será ela a própria caminhada?
Terão mentido os que surgiram da treva e gritaram – Espírito!
E gritaram – Coragem!
Rasgarei as mãos nas pedras da enorme muralha
Que fecha tudo à libertação?
Lançarei meu corpo à vala comum dos falidos
Ou cairei lutando contra o impossível que antolha-me os passos
Apenas pela glória de tombar lutando?
Será que eu cheguei ao fim de todos os caminhos…
Ao fim de todos os caminhos?

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Artistas que transformam casca de ovos em verdadeiras esculturas


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Artistas que transformam casca de ovos em verdadeiras esculturas

O esloveno Franc Grom
enxergou muito além da casca de um ovo, transformando cada uma delas em verdadeiras esculturas. Na verdade, ele nunca achou que poderia fazer carreira do seu interesse por arte.

E até que se aposentasse assim foi, quando percebeu que o seu talento o faria ser reconhecido no mundo todo, pela sua habilidade inusitada.
Com uma pequena furadeira ele faz furos por toda a casca, formando delicadas rendas, grafismos, flores, borboletas, dragões...
Pense em uma figura, uma forma, com certeza ele o fará.


Os desenhos são feitos de forma singular, furinho a furinho, com toda a paciência e criatividade que exige.

O artista chinês Pu Derong faz esculturas incrivelmente detalhadas em uma superfície 
difícil de se imaginar: casca de ovos. Aos 40 anos, ele desenvolveu a técnica sozinho, e vem mostrando extraordinária habilidade em imagens tridimensionais, produzidas 
apenas com uma faca.


Nascido em Dongzhuangou, uma aldeia ao norte da China, ele não podia pagar uma 

escola de arte, então, quebrou centenas de ovos até finalmente acertar a mão, que 
precisa ser muito firme em cada movimento, para não destruir a peça e acabar com
horas de trabalho árduo.

Segundo o “Daily Mail”, o artista começou suas atividades em 1995 e ganhou vários prêmios em diversos concursos e exposições.

Devido à quantidade de cálcio presente na superfície dos ovos, as esculturas são preservadas por um período longo de tempo. Desta forma, as peças têm se tornado

uma coleção um tanto cara. Sorte do artista!



Fonte:

http://www.vocerealmentesabia.com/2013/06/artistas-que-transformam-casca-de-ovos.html

Esculturas realistas feitas com madeira


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Esculturas realistas feitas com madeira

Acredita que essas esculturas realistas são feitas com madeira?

Nós bem poderíamos dizer que o americano Tom Eckert é um ilusionista em vez de escultor. O talentoso artista consegue, de alguma forma quase inacreditável, transformar madeira em objetos que parecem reais.

É quase impossível acreditar que Tom Eckert utiliza técnicas tradicionais para esculpir suas obras de arte incríveis, mas isso é o que torna a coisa toda tão especial.
- "Desde a infância eu fui curioso em procurar diversão com impressões equivocadas da realidade apresentada como parte das minhas experiências visuais", diz Tom. "Uma das minhas primeiras lembranças, em uma viagem de carro, foi minha percepção do asfalto molhado, da estrada escorregadia que avançava para debaixo do carro, que acabou por ser uma ilusão, uma miragem. A revelação de que eu estava enganado, visualmente e intelectualmente enganado, ficou comigo".

Esse erro visual é agora a base da direção criativa de Tom:

- "O tecido esculpido em madeira tem muito mais qualidades estruturais do que o tecido real. Quando essa ideia é aplicada às minhas composições livro flutuante, placas flutuantes, rocha flutuando um senso do impossível acontece. Para mim é como magia".

Tom Eckert esculpe suas obras geralmente com tília (muito usada para fazer guitarras) porque é bem leve e fácil de esculpir, fazendo uso de sua experiência de formação em pintura e desenho para dar a cada um de seus trabalhos uma forma incrivelmente realista.

Tecido solto é um tema recorrente na coleção de Tom, e ele admite como uma criança que acaba de ganhar um sorvete, que sempre foi fascinado pelas estátuas envoltas com um pano roxo.

Tom acha que as formas cobertas são muitas vezes mais sugestivas, dão uma sensação de mistério sobre o que há por debaixo do pano. Então, decidiu incorporar esse efeito em suas obras, sem realmente usar um tecido real, mas criando-o com madeira pintada e laminada.

Vendo as verdadeiras ilusões de madeira de Tom Eckert me lembrei de Dan Webb, que usa o veio da madeira para criar suas obras. Também há de ver o jovem ucraniano Vyacheslav Voronovich, que não podendo se dar ao luxo de comprar uma moto real decidiu criar miniaturas detalhadas.

E por fim, falar em arte na madeira sem citar o O fascinante mundo de madeira do italiano Livio De Marchi, seria uma tremenda sacanagem.


























Fonte: mdig


http://www.vocerealmentesabia.com/2013/07/esculturas-realistas-feitas-com-madeira.html

Incríveis esculturas em madeira do artista russo Sergey Bobkov

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Incríveis esculturas em madeira do artista russo Sergey Bobkov.
É difícil de acreditar, mas estes animais em tamanho natural são feitos de lascas de cedro siberiano. Suas texturas parecem pelos e penas, dando-lhes uma aparência muito suave do que a sua natureza lenhosa.

O artista russo Sergey Bobkov é o escultor por trás destas incríveis obras de arte, criando algo a partir do nada e transformando em uma forma completamente nova.Para criar suas esculturas, Sergey desenvolveu sua técnica própria, que impede que as lascas de madeira caiam no chão após um período. 

Ele retira de 100 a 150 lascas com cerca de dois a três centímetros de comprimento e deixa-os em água durante vários dias. A seguir ele esculpe as peças para encaixar as texturas e as formas de cada um dos animais, como corujas, esquilos e águias.

Antes de iniciar um novo projeto, o escultor passa um tempo estudando a anatomia, hábitos e movimentos de cada criatura. O resultado desse trabalho duro? São essas criações espetaculares e bastante realistas. 

Em média, Bobkov gasta cerca de 10 a 12 horas de trabalho diário e um total de seis meses para concluir uma peça.




Se você gostou das esculturas do artista russo Sergey Bobkov, não deixe de conhecer As incríveis esculturas de papel de Calvin Nicholls, Artistas que transformam casca de ovos em verdadeiras esculturas, Esculturas realistas feitas com madeira e Incriveis estatuetas esculpidas em raízes.


Fonte: 

http://www.vocerealmentesabia.com/2013/10/incriveis-esculturas-em-madeira-do.html

Miniaturas de árvores Bonsai

Miniaturas de árvores Bonsai

Ken To é um artista americano com um profundo fascínio por árvores Bonsai. 
Nesta série impressionante de esculturas em miniatura de arame, Ken cria árvores 
com arame de filamentos contínuos que fluem a partir da ponta da raiz para a extremidade das folhas e ramos.

Os vasos de cerâmica utilizados para manter cada escultura são feitos exclusivamente para as miniaturas de Ken. Segundo ele, cada árvore demora uma média de três horas para serem feitas, e até mesmo as menores árvores utilizando-se de cerca de seis metros de arame.

Ass miniatura em arame de árvores Bonsai estão à venda e podem ser encontrados em rondei.com. Veja outros trabalhos do artista no deviantART, onde você vai encontrar uma impressionante galeria com todo o trabalho dele.
Bonsai
Bonsai
Bonsai
Bonsai
Bonsai
Bonsai
Bonsai
Fonte: Twistedsifter