Servir... Servir e servir! A vida é um sopro divino. Fazer o bem no aprendizado maior do "AMOR".E "AMAR" Ser útil dentro do possível Ser o que "Sou" Como Sou...Uma vida pautada no amor, com eterna gratidão, junto ao meu semelhante e ao meu "Criador" Sou...Assim! Querendo ser sempre um "SER HUMANO" melhor, com justiça e verdade!!! Esta é a minha realidade!
Sempre na minha mente e no coração...
Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Os cães mais raros do mundo I
Os cães mais raros do mundo I
2 – Thai Ridgeback - pode ser conhecido como: Cão Tailandês de Crista Dorsal; Thai Ridgeback; Mah Thai Lang Aan; Royal Dog of Thailand; Sua origem vem da Tailândia. Ela é musculosa, de porte médio, quando adulto é de entre 48 e 61 cm, e seu peso quando adulto é de entre 20 e 25 quilos. Suas cores mais comuns podem ser: Preto, azul, prateado, vermelho ou laranja. Esperança média de vida é de entre 12 e 15 anos. A raça é denominada como protetora. Podem se tornar violentos se não forem socializados desde pequenos.
8. Otterhound - Essa raça origina-se da Grã Bretanha. É especializada na caça a lontra e a raposa. Foi criada na Inglaterra, é uma mistura de Bloodhound e raças de cães grifos franceses. É uma raça especialistas em nadar, com pelos oleosos e membranas entre os dedos para impulsionar seu nado. O Otterhound também é muito resistente ao frio sendo capaz de nadar em águas geladas e, ao mesmo tempo, um bom caçador em terra firme com um olfato muito apurado.
10 estranhas coisas que cães conseguem farejar
Quinta-feira, 11 de julho de 2013
10 estranhas coisas que cães conseguem farejar
1 – CÂNCER

O olfato supersensível dos cães permite que eles sintam até mesmo o odor de células cancerígenas, que parecem ter um cheiro próprio. Em pacientes com câncer de pulmão ou de mamas, o odor do câncer aparece no hálito do paciente e pode ser detectado por cães treinados.
2 – OVULAÇÃO DE VACAS

Hoje em dia, as vacas são engravidadas usando inseminação artificial. O sêmen, no entanto, costuma não ser barato, de forma que a pior coisa para um fazendeiro é tentar inseminar uma vaca quando ela não está no cio.
Para evitar o prejuízo e a conversa constrangedora com o banco, alguns fazendeiros usam cães especialmente treinados para detectar quando uma vaca está no cio – eles são tão bons nisto que conseguem distinguir o período antes mesmo dos touros.
3 – MINÉRIOS

O governo da Finlândia financiou um programa para ensinar cães a detectar valiosas rochas contendo sulfureto. Quando são partidas, elas liberam um odor semelhante ao de ovos podres, que os cães conseguem detectar facilmente.
Tão fácil que durante uma pesquisa um cão encontrou um depósito de “grande valor econômico”.
4 – PERCEVEJOS

Com a popularização das viagens aéreas, um aumento quase apocalíptico de casos de infestações de percevejos está acontecendo. Mas por uma taxa módica, empresas de controle de pragas podem investigar uma casa usando um cachorro, permitindo que você saiba que tipos de problemas pode vir a ter se comprar uma nova propriedade.
E, segundo estudo feito na Universidade da Flórida (EUA), eles conseguem detectar um único inseto ou ovo vivos com uma precisão de 96%.
5 – FEZES DE BALEIA

Cientistas, para monitorar a saúde e compreender os hábitos alimentares das baleias, têm que, entre outras coisas, examinar as fezes das mesmas. Só que tem um problema: os excrementos flutuam só por cerca de meia hora depois da baleia eliminá-los, o que torna necessário que os cientistas coloquem suas mãos nas fezes o quanto antes possível.
A solução foi treinar cães para detectá-las. E eles são bons: conseguem sentir o cheiro de fezes que estão a 1,6 km de distância, indicando aos cientistas para onde devem ir para achar seu tesouro. Para guiar os humanos interessados em fezes, o cão pode inclinar para a direita ou esquerda, ou então agitar sua orelha direita ou esquerda.
6 – DIABETES

Já vimos que os cães podem prever um ataque epilético. Eles também podem ser treinados para alertar seus proprietários diabéticos quando os níveis de açúcar no seu sangue caem a níveis perigosos.
Alguns deles conseguem até buscar um kit de insulina, no caso de um ataque de diabetes. Se eles tivessem polegares opositores, poderiam até preparar a injeção.
7 – EMBOSCADA E EQUIPAMENTOS VIETCONGUES

Durante a Guerra do Vietnã, os militares americanos usaram cães farejadores para encontrar soldados inimigos. Não parece grande coisa, já que é sabido que os cães podem farejar humanos. Mas os cães também foram treinados para detectar túneis, armas e armadilhas, salvando a vida de centenas de soldados americanos.
O único problema é que, em um campo de guerra, latir é uma péssima ideia, já que dá ao inimigo a posição do cachorro. Os cães foram então treinados a sinalizar de forma alternativa o que eles encontravam. Alguns aprenderam a arrepiar os pelos da nuca, outros cruzavam as orelhas, e pelo menos um cão ficava em pé sobre as patas traseiras quando sentia o odor de algo mais sinistro.
8 – VÍTIMAS DE AFOGAMENTO

A polícia dos EUA usa com frequência cães para localizar os corpos de vítimas de afogamentos. Mas como um cão consegue sentir o cheiro de um corpo debaixo de toda aquela água?
O odor dos corpos é liberado na corrente aquática, e acaba escapando para o ar. Os cães, que podem trabalhar na margem, em um bote ou mesmo nadando, seguem este odor até o ponto em que ele é mais forte.
9 – DVDS

Cães podem ser treinados para detectar o policarbonato do qual são feitos os DVDs, o que os torna uma ferramenta preciosa para combater a pirataria e contrabando de DVDs.
Na primeira vez que cães foram usados para isto, encontraram uma carga de DVDs piratas no valor de US$ 3 milhões (R$ 6 milhões). O sucesso dos cães foi tanto que os malásios responsáveis pela pirataria ofereceram um prêmio de US$ 30.000 (R$ 60.000) pela morte dos cães.
10 – BACTÉRIAS

Caso você não saiba, as abelhas estão morrendo, mas os cães estão aí para seu resgate! Desde os anos 1970, apicultores treinam cães para farejar colmeias doentes antes que elas consigam infectar enxames saudáveis.
Fonte: hypescience.com
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/07/10-estranhas-coisas-que-caes-conseguem.html
Cão Raça Samoieda - Samoyed
Sexta-feira, 14 de junho de 2013
Cão Raça Samoieda - Samoyed
A raça tem uma característica marcante: a expressão de sorriso. O formato da boca desses cães faz parecer que esteja sempre de bom humor. E quase sempre é assim. Pode ser um animal extremamente apegado aos seus donos que adora brincar e se divertir.

É capaz de ser a “sombra” de seu dono, indo a qualquer lugar com ele. Nada agressivo, é um pet de trabalho e que precisa de muitas atividades físicas e passeios ao longo do dia. De tão bonito, mais parece um bichinho de pelúcia. É um belo cão de origem nórdica, de pelagem branca e profusa, quase sempre branca, que contrasta com o nariz e os olhos escuros.

De porte altivo e aristocrático, tem orelhas pequenas e eretas, de pontas arredondadas e uma linda cauda curvada charmosamente sobre
o dorso. Ao se movimentar, exibe uma elegância típica. Uma característica cativante do Samoieda é o seu "sorriso", delineado por lábios com as comissuras levemente curvadas para cima, e os olhos amendoados, conferindo-lhe uma expressão viva e amistosa.

A pelagem do Samoieda concentra a oleosidade próxima à raiz dos pêlos. Por isso, a sujeira dificilmente adere. Além disso, a raça não exala cheiro forte e costuma lamber o pelo como fazem os gatos. Muito dócil, pode ser criado juntamente com outras raças de cães, inclusive com gatos, em ambientes internos ou externos. É um excelente cão para companhia de crianças e adultos.

Samoiedskaïa Sabaka (em russo), é oriunda da Rússia. De acordo com estudos, esta raça é uma das mais antigas, pois descende com pureza, dos cães que acompanharam as migrações das tribos dos samoiedas, que viviam na Sibéria e cujas origens remontam à Pré-História.

Fonte:
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/06/cao-raca-samoieda-samoyed.html
A doçura e popularidade dos cães Labradores
sábado, 23 de março de 2013
A doçura e popularidade dos cães Labradores

Porém, o comportamento de uma raça é definido pela genética e educação dada aos animais. No caso dos Labradores, é indispensável saber que eles são cachorros com bastante energia, desde pequenos. Isso pode mudar a medida que os anos se passarem, mas eles nunca deixarão de ser ativos, companheiros e fieis aos seus donos.
Além disso, gostam muito de água e de crianças, e necessitam constantemente da companhia de seus donos para se desenvolverem de forma saudável e feliz.
Costumam ser bons cães de família, pois a maioria deles não têm um único dono predileto.

Se você procura por um cão de guarda, definitivamente os Labradores não são a melhor opção. Eles podem até latir ao perceberem uma situação de risco ou um indivíduo estranho, mas não espere mais do que um aviso, pois não são animais de ataque.
O Labrador é um cão que considera todos os membros da família como parte de uma matilha. Se você procura por um bicho independente, não adote ou compre um desses cachorros, pois eles odeiam a solidão, o tédio, o isolamento e a falta de atividades. No caso, ele acabará destruindo objetos da casa e você terá problemas na criação e em seu comportamento.


Fonte: petmag
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/03/a-docura-e-popularidade-dos-caes.html
Conheça a história da raça de cão Shar Pei
Conheça a história da raça de cão Shar Pei
Na década de 1970, o Shar Pei chegou a ser citado no Guinness book
— O livro dos recordes como o cão mais raro do mundo.
A história desta raça tem início na China, na dinastia Han (206 a.C. a 220 d.C.), mas acredita-se que sua origem possa ser de até 2.000 anos atrás. O fato de o Shar Pei ser uma das mais antigas raças conhecidas, porém, não faz com que o padrão dos exemplares encontrados hoje em dia seja totalmente fiel ao padrão original da raça.
O Shar Pei já esteve seriamente ameaçado de extinção, e não mereceu menção no livro dos recordes à toa. Isso porque a partir de 1949, com a revolução comunista de Mao Tse Tung, a posse de animais de estimação passou a ser proibida levando ao sacrifício de todos os cães que não fossem comprovadamente usados para auxiliar o homem e impondo multas altíssimas aos proprietários que quisessem manter seus animais de estimação. Os cães abatidos eram destinados à alimentação da população daquele país.

Este tradicional hábito dos chineses de se alimentar da carne de cães também pode ter agravado a situação dos Shar Peis, embora afirme-se que sua carne não era tão apreciada.
Considerado um excelente caçador, o Shar Pei original conseguiu subsistir, mas suas características físicas foram bastante modificadas. Seu corpo enrugado e a valentia diante de outros cães fizeram com que fosse utilizado muitas vezes como cão de brigas — daí a denominação norte-americana Chinese Fight Dog.

As tentativas de transformar o Shar Pei em um verdadeiro cão de combate foram responsáveis pelos diversos cruzamentos inter-raciais nas décadas de 1960 e 1970. Naquela época, os cães sofriam de desnutrição, não atingindo seu tamanho ideal e gerando filhotes mais fracos e ainda menores.
Este problema tornou-se de difícil solução pela freqüência dos cruzamentos consangüíneos, devido ao pequeno número de exemplares disponíveis.
Assim, o padrão oficial estabelecido primeiramente para o Shar Pei em 1981 definia características diferentes da raça original. As pregas na pelagem do adulto eram mais numerosas, a proporção do corpo do animal e do focinho eram diferentes e as medidas da altura eram maiores.

Nesta época, alguns criadores chineses já mostravam preocupação em resgatar as características da raça original. Visando justamente redefinir o deficiente padrão em voga, se considerado todo o histórico do Shar Pei, um grupo de criadores chineses formou o Hong Kong Shar Pei Club, dedicado à criação de exemplares mais próximos do original.
Em 1994, a FCI (Federação Cinológica Internacional) passou a adotar este novo padrão, que condena a cabeça e o focinho de proporções avantajadas e valoriza o porte mais alto. Vale lembrar que os Estados Unidos não adotam ainda o novo padrão, portanto esteja atento às diferenças entre os tipos de Shar Pei que você poderá encontrar.

Shar-pei
Características Gerais: O Shar Pei é conhecido principalmente pela pelagem enrugada, muito acentuada quando filhote e mais branda na idade adulta. As rugas, que chegam a cobrir seus olhos, realmente fazem com que tenha uma aparência bastante exótica. Como o Chow Chow, sua língua é de tom preto- azulado.
Apesar de parecer que o Shar Pei está sempre carente, este cão mostra-se na verdade bastante independente, leal e calmo, que gosta de brincadeiras, mas aprecia a tranqüilidade. Muito dócil com as pessoas, deve preferencialmente ser acostumado desde filhote ao convívio com outros cães. Esta raça já foi utilizada na China como cão de rinhas e de combate.

Alguns filhotes devem ser submetidos a uma cirurgia corretiva para que a pele acima das pálpebras não comprometam a visão posteriormente. Apesar de ser considerado um cão muito limpo, a pelagem do Shar Pei exige muitos cuidados. Deve estar sempre bem seca a fim de evitar a proliferação de doenças de pele e o mau odor.
A cor de sua pelagem é uniforme, nos tons preto, marrom, acaju, creme e bege. Costuma-se usar duas denominações para o Shar Pei, dependendo do comprimento da pelagem: quando atinge até 1,5 cm na cernelha recebe o nome de horse coat; se o comprimento chega a 2,5 cm, é chamado brush coat. Sendo um cão de porte médio, o Shar Pei precisa ser exercitado regularmente.

Tamanho: Sua altura varia entre 45 e 50 cm e seu peso varia entre 15 e 25 Kg.
Cuidados Veterinários: Os filhotes devem ser vacinados entre 43 e 45 dias, devendo receber 3 doses de vacina Polivalente para proteção das principais viroses. Entre os quatro e os seis meses deve receber uma dose de vacina Anti Rábica e também deve-se fazer a vacinação contra a Giardiase (protozoário intestinal que pode ser transmitido para o homem), além do controle da verminose.
Deve ingerir ração específica para raça de médio porte e de qualidade Super Premium já que esse tipo de ração oferece um melhor equilíbrio entre ácidos graxos como Omega 3 e Omega 6 que favorecem o desenvolvimento de uma pelagem bonita e brilhante. Ração de Filhote até 1 ano e 4 meses, após essa idade pode-se fornecer ração de adulto.

Deve tomar banho a cada 7 dias, recebendo escovação semanal no intervalo entre banhos.
Manter constante observação na dentição do animal quanto ao desenvolvimento de cálculos dentários (tártaro).
A principal característica do Shar Pei, a pele enrrugada, demanda que o dono siga alguns cuidados básicos em relação a seu cão. Quando as rugas da cabeça caem sobre os olhos do Shar Pei, as pálpebras e os cílios são enrolados para dentro, causando o entrópio.
Quanto mais rugas tiver o filhote, maior será a probabilidade de se desenvolver este problema, que pode levar à cegueira. Por isso é costume submeter os filhotes a um procedimento cirúrgico para corrigir as pregas acima do olho.

Se for escolher um cão desta raça, procure preferencialmente pelos filhotes já operados. É preciso estar atento à sujeira e à umidade que se acumulam entre as dobras, que podem causar seborreia, micose e dermatite.
Os exemplares de pelo bem curto (horse coat) sofrem com irritações provocadas pela própria fricção do pelo nas pregas. Os sintomas de que a pele de seu cão não está em perfeitas condições são em geral falhas e manchas na pelagem, mau odor e até mesmo feridas. Você pode evitar que isso aconteça mantendo seu cão sempre bem seco, eliminando qualquer resquício de umidade.

O Shar Pei ainda pode apresentar um problema conhecido como lábios apertados (tight lips), quando o lábio inferior começa a enrolar para dentro da boca, impedindo o crescimento da mandíbula e causando dificuldade na alimentação. Este problema pode ser corrigido cirurgicamente. Por apresentar um crescimento muito rápido, a raça corre o risco de desenvolver displasia coxo- femural.
Outra doença que pode assustar os proprietários de exemplares desta raça é a síndrome do Shar Pei uma febre ocasional que provoca dificuldade de locomoção.
Os médicos pouco sabem sobre ela, mas alguns cuidados especiais na alimentação e na rotina do cão podem amenizar o problema.

Fonte: Deise/Info - CãeseGatos
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/06/conheca-historia-da-raca-de-cao-shar-pei.html
Cão da raça mastiff tibetano - O mais caro do mundo
Entre os milionários chineses é moda ter um cachorro da raça mastim tibetano na família. Os empresários gostam que suas mansões sejam vigiadas por estes enormes e exclusivos cães do Himalaia, que podem chegar a pesar 130 kg.
Hong Dong não é para qualquer um. O belo mastife-tibetano se tornou o cachorro mais caro do mundo ao ser comprado por R$ 2.531.000,00 (ou cerca de 10 milhões de iuanes, a moeda chinesa) por um barão do carvão do norte da China.
Recentemente, esta raça se transformou na mais cara do mundo. Um empresário do ramo do carvão chegou a pagar cerca de R$ 2,5 milhões (US$ 1,5 milhão) por um animal de 11 anos. Um luxo para poucos, longe do alcance dos chineses comuns.
O valor é tão alto, pois faltam animais puros dessa raça. Os filhotes custam em média U$ 1.500, mas os adultos podem chegar a muito mais. Os mastins de pelo vermelho são os mais caros, porque são mais difíceis de encontrar.
Fonte:
Posted 26th October 2012 by Maria Rita Lopes Barbosa
http://www.vocerealmentesabia.com/2012/10/cao-da-raca-mastiff-tibetano-o-mais.html
Como preparar seu cão para ficar sozinho
Quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Como preparar seu cão para ficar sozinho
Cães que ficam sem companhia em casa podem se sentir bem menos solitários e entediados com a ajuda de brinquedos interativos.
Quando todos saem de casa e o cão fica sozinho, é comum que fique estressado e até entediado com a separação.
Os cães são animais sociais e por isso demandam atenção maior dos seus tutores, é necessário desenvolver umaterapia ocupacional durante a ausência de companhia.
As longas jornadas de trabalho se tornaram um desafio para os tutores de cachorros. Eles necessitam de atividades para se distrair nos momentos de solidão. O ideal é que aprendam a se divertir com seus brinquedos e a aproveitar estes momentos para relaxar.
Quando aprendem a desfrutar deste período, ficarão desejando ficar algum tempo só para se dedicar ao que é seu. “Transpondo para as relações humanas, temos o seguinte exemplo: os pais podem criar uma criança visando contribuir para sua independência, ensinando quais as atitudes para isso.
Outro caminho é super protegê-la, o que a tornará insegura, medrosa diante do novo, sendo incapaz de testar suas possibilidades e saber até onde pode ir. Será dependente dos pais ou de outras pessoas para tudo. Com o cão funciona da mesma maneira”, afirma a Dra. Ceres Faraco, veterinária parceira da COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN).
Nestes casos, é preciso dar possibilidades para que o animal possa viver satisfatoriamente este período de solidão, ou haverá uma dependência extrema e sofrimento constante. Mas a veterinária alerta que esse processo de educaçãoexige tempo e paciência.
A maioria dos cães sofre de estresse ao ficar mais de 4 a 6 horas em isolamento e, o fato de ficar dormindo não significa que ele esteja bem. O problema não está apenas com os que destroem ou latem demais, a diferença é que estes nos incomodam e os quietinhos não, porém o sofrimento é semelhante.
Você deve promover um enriquecimento ambiental, isto é, atividades para seu cão. “E a regra de ouro é nunca associar momentos de isolamento a punição. Pois assim ele achará que ficar sozinho é sempre ruim. Ficar só deve estar associado a coisas boas. Assim, ele fica mais tranquilo em sua ausência”, conclui a especialista.
Confira as dicas para ambientar o pet e prepará-lo para ficar sozinho:
Novas rotinas diárias:
- Instituir períodos de silêncio e distanciamento ao longo do dia;
- Ensinar que morda seus brinquedos para distração:
• Ao mesmo tempo, isso protege os outros objetos da casa;
- Introduzir na vida do cão os brinquedos interativos e inteligentes:
• Os brinquedos interativos são ocos, com orifícios que permitem introduzir comida dentro para que o cão interaja com ele. Quanto mais ele brinca, mais será recompensado obtendo comida como prêmio. Em geral, é uma distração saudável para o cão, e evitam que ele tenha outras idéias para se distrair.
A diferença principal de outros tipos de brinquedo é que, com os interativos, não há necessidade de pessoas ou outros animais para brincar. Porém, não podemos esquecer que tanto o filhote como o adulto necessitam de nossa atenção e brincadeiras em algum período do dia.
E o brinquedo interativo não supre esta necessidade. Quando estes brinquedos estão vazios, eles funcionam como mordedores. Podem ser mastigados, pois o material é resistente. Inclusive, há os que são específicos para filhotes ou adultos. Tendo modelos pequenos, médios e grandes com a consistência e tamanho apropriados para cada idade.
Cuidado ao adquirir brinquedos:
- Não escolha brinquedo muito pequeno pelo risco de engolir;
- O brinquedo em forma de bola deve ter o tamanho para que caiba na boca do cão. Assim ele poderá mastigar e descobrir que precisa rolar a bola para obter comida.
Como deve ser a “Sala de jogos”:
- Preparar o local, evitando que o brinquedo fique inacessível (cantos sem acesso, embaixo de móveis), pois isso pode ser prejudicial ao aprendizado e divertimento;
- Deve ser um local neutro;
- Depois que ele aprender a ficar tranquilo e brincar, pode ser liberado o acesso para toda a casa;
- A área deve conter:
• Cama
• Água
• Brinquedos recheados
• Banheiro (separado dos demais, local oposto).
Ensinar a brincar com o modelo interativo:
- Para atraí-los ao brinquedo, é importante que em um primeiro momento o recheio seja uma comida irresistível, mas que ele não possa retirar:
• O objetivo é ensinar que naquele objeto há uma comida ótima. Em sequência, deve-se colocar a comida habitual e, de tempos em tempos, algo irresistível para manter o interesse pelo brinquedo. No início do aprendizado devemos facilitar o acesso ao conteúdo de alimento para que haja desistência.
Fonte: epoca
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