Servir... Servir e servir! A vida é um sopro divino. Fazer o bem no aprendizado maior do "AMOR".E "AMAR" Ser útil dentro do possível Ser o que "Sou" Como Sou...Uma vida pautada no amor, com eterna gratidão, junto ao meu semelhante e ao meu "Criador" Sou...Assim! Querendo ser sempre um "SER HUMANO" melhor, com justiça e verdade!!! Esta é a minha realidade!
Sempre na minha mente e no coração...
Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Caspas e acne: veja 9 benefícios do limão para a saúde da pele
da pele.
Acne na mulher adulta, quais as causas e como tratar.
Acne na mulher adulta, quais as causas e como tratar.
Causada principalmente em mulheres com síndrome do ovário policístico. Os ovários são responsáveis por nivelar as taxas de hormônio masculino e feminino no corpo da mulher e, quando estão desregulados, a testosterona fica em alta, causando excesso de oleosidade na pele. E aí a pele se enche de acne mesmo. Sem contar que esse tipo de problema pode fazer com que nasçam pelos mais grossos na mulher, inclusive no rosto. Ninguém merece, não é?
Nada mais desagradável do que ao acordar pela manhã, naquele dia em que você tem uma festa muito importante pra ir e precisa estar muito linda e ao se olhar no espelho, dá de cara com uma enorme espinha no rosto...

Uma das grandes vantagens que o adolescente vê em sair dessa fase é deixar a acne pra trás, no passado, certo? Infelizmente, não é possível mais afirmar que, ao virar adulto, você deixará de ter espinhas. Isso porque uma das grandes reclamações dos pacientes acima dos 20 anos em consultórios dermatológicos é o fato de voltar a ter acne.
As causas são variadas, bem como os tratamentos, como você descobre agora!
E quais as causas, então?
Na adolescência, os grandes culpados da acne são a variação hormonal e o fator genético. Na idade adulta, os vilões são (muito!) variados e as espinhas podem aparecer por estresse, uso errado de cosméticos, problemas hormonais, pílula anticoncepcional e, claro, uma alimentação ruim também desencadeia (ou piora) o problema.
O estresse:
Quando você passa por períodos excessivos de nervoso, seu organismo tende a não funcionar tão bem e pode existir uma sobrecarga nas glândulas sebáceas. Assim, os poros da pele entopem e a consequência você já conhece: a acne faz uma visita nada bem-vinda.
Disfunção hormonal:
Causada principalmente em mulheres com síndrome do ovário policístico. Os ovários são responsáveis por nivelar as taxas de hormônio masculino e feminino no corpo da mulher e, quando estão desregulados, a testosterona fica em alta, causando excesso de oleosidade na pele. E aí a pele se enche de acne mesmo. Sem contar que esse tipo de problema pode fazer com que nasçam pelos mais grossos na mulher, inclusive no rosto. Ninguém merece, não é?
A alimentação:
Se você basear seu cardápio em frituras, carnes gordurosas e excesso de açúcar, sua pele sente, ficando também mais sebosa. Por isso, tem que comer com equilíbrio, abusar das frutas, carnes magras, alimentos ricos em soja (rica em isoflavona, que ajuda a regular as glândulas sebáceas) e, claro, tomar muita água. Frutas ricas em vitamina A (manga, mamão) e C (as cítricas) são excelentes para uma pele bonita.
Medicamentos:
Os corticóides e os anabolizantes são só maiores vilões no caso da acne.
Uso de cosméticos impróprios:
Tem muita mulher que ama comprar cremes e maquiagens, esquecendo que esses produtos não foram pensados para a mulher brasileira, sem contar que costumam ser bem mais caros. Eles são oleosos demais, incompatíveis com quem vive num país tropical. O ideal é usar produtos livres de óleo e sempre prescritos pelo seu dermatologista.
O excesso de calor:
No verão, como usamos mais protetor solar, pode haver um acúmulo de impurezas na pele. Se você não lavar com um sabonete correto, as espinhas acabam surgindo mesmo.

Como tratar a acne adulta?
O primeiro passo é jamais cutucar ou espremer as espinhas, assim como ensinamos os adolescentes. Esse hábito horrível faz com que os micro-organismos presentes nas unhas causam um processo inflamatório, piorando o estado da pele.
O segundo passo é marcar logo com seu médico dermatologista. Ele vai conversar com você, perguntar sobre seus hábitos, examinar sua pele e provavelmente pedir alguns exames (ainda mais quando a questão aponta para problemas hormonais). Em seguida, ele vai lhe propor o tratamento mais indicado.
Agora, quando a questão é mesmo hormonal, seu dermatologista vai lhe pedir pra consultar um ginecologista pra que seja feito um tratamento. Caso contrário, as espinhas vão persistir.
Os tratamentos mais indicados:
Existem vários e só seu dermatologista pode lhe passar o mais indicado, nunca faça nada por conta própria. Peelings superficiais, luz pulsada, medicamentos de uso tópico à base de ácido retinoico, antibióticos, isotretinoína costumam ser uma ótima opção de tratamento para combater a acne da fase adulta.
Cuidados sempre bem-vindos
Lave o rosto com sabonete indicado pelo seu médico duas vezes ao dia, não mais que isso. Se você lavar mais, a pele acaba criando mais sebo.
Jamais durma de maquiagem, isso entope os poros.
Evite passar as mãos no rosto sem lavá-las antes, assim você evita levar micro-organismos para o rosto, provocando uma sujeira desnecessária.
Nunca use cremes de amigas ou conhecidos só porque lhe disseram ser bom. Lembre-se de que cada pele tem uma característica.
E, claro, ao primeiro sinal de que algo anda errado com sua pele, marque dermatologista.
Todo tratamento que começa cedo tem um efeito melhor e mais rápido.
Veja mais dicas sobre cuidados com a sua Pele Aqui.
Dieta alcalina: saiba balancear o pH dos alimentos
Dieta alcalina: saiba balancear o pH dos alimentos
Dieta alcalina: saiba balancear o pH dos alimentos
Por PAULA FACIROLI
Você sabia que um cardápio repleto de comidas salgadas ou doces demais, além de alimentos gordurosos, café e álcool podem acabar com o equilíbrio do seu corpo e fazer você engordar? É aí que entra a dieta alcalina, também chamada de dieta do pH. O objetivo é aumentar a quantidade de alimentos alcalinos ingeridos e reduzir a ingestão dos ácidos da sua rotina.
O seu prato deve conter, em média, 70% de alimentos alcalinos e 30% de ácidos. 'O organismo busca constante equilíbrio entre o meio básico e o ácido medido através do pH (potencial de Hidrogênio que varia numa escala de 0 a 14 onde 7 é o pH neutro, abaixo dele pH ácido e acima, pH alcalino básico). Nossas células e a absorção de nutrientes funcionam de maneira adequada em um pH levemente alcalino (entre 7,3 e 7,4) e necessitam receber nutrientes e oxigênio da corrente sanguínea para liberar o resíduo celular que só ocorre nesse pH levemente alcalino', explica a nutricionista funcional, Helouse Odebrecht.
Segundo a especialista, o equilíbrio do sangue e fluídos corporais pode ser obtidos através de um estilo de vida saudável. 'A atividade física também entra como aliada porque estimula a transpiração e eliminação de toxinas e substâncias ácidas, assim como drenagem linfática, por exemplo. Ainda podemos receber cargas ácidas das emoções como o estresse, ansiedade e falta de sono, por isso é sempre bom evitá-los', ressalta.
Dieta alcalina
Dieta alcalina
A divisão de um prato completo na dieta do pH é composta por 70% de alimentos alcalinos e 30% de alimentos ácidos.
Metade do prato é recheado de salada bem colorida (azeite de oliva para temperar);
¼ do prato de cereais;
¼ do prato de proteína onde divide-se entre proteínas vegetais (leguminosas) e proteína animal (carnes);
Sobremesa: 1 fruta.
Exemplo de prato completo
Exemplo de prato completo
Arroz, feijão, frango, folhas de alface, leguminosas e morango. Essa é uma foto de um prato que exemplifica um almoço seguindo as orientações da dieta alcalina. 'Junto a essa dieta, o ideal é procurar também controlar o estresse através de uma atividade física e fazer terapia (se julgar necessário), já que o comportamento e o estresse, influenciam na produção de ácido no organismo', diz a médica.
Reduza os alimentos ácidos
Reduza os alimentos ácidos
pH 3 (muito ácido): Água com gás, refrigerante, energético, álcool, fritura, sal, açúcar refinado, comida enlatada, alimento embutido, cigarro.
pH 4:
Leite, creme de leite, queijo, manteiga, carne de porco, vinagre, massa, pipoca, cerveja, vinho, chá preto, torrada, picles, chocolate, nozes, adoçante, molho de tomate.
pH 5:
Carne vermelha, café, suco de fruta com açúcar, pão branco, amendoim, trigo, arroz branco, maionese, doces e bolos de farinha branca, geleias, marmeladas.
pH 6:
Ovo, peixe, frango, fígado, feijão, leite de soja, chá, arroz integral, aveia, mel, cenoura, flocos de milho, farinha de trigo integral, ketchup, batata, molho de soja. (muito ácido): Água com gás, refrigerante, energético, álcool, fritura, sal, açúcar refinado, comida enlatada, alimento embutido, cigarro.Alimentos não ácidos
Alimentos não ácidos
pH 7
(neutro): Água mineral
pH 8:
Tomate, abacaxi, morango, cereja, pêssego, damasco, banana, laranja, pimentão, nabo, arroz selvagem, milho, soja, folhas verdes-escuras, aspargo, goiaba, maçã, amêndoa.
pH 9:
Abóbora, kiwi, abacate melão, melancia, tangerina, tâmara, figo, manga, mamão, amora, uva, alface, berinjela, batata-doce, inhame, mandioca, gengibre, ervilha, lentilha, clara de ovo, salsa, maracujá, caqui.
pH 10
Salada de introdução
Salada de introdução
A dica para controlar o pH é também sempre começar a refeição pela saladas e verduras cruas. Para temperar, prefira vinagre de maçã ou limão, azeite de oliva extra virgem e ervas como orégano, alecrim e manjericão.
Os alimentos básicos
Os alimentos básicos
Prefira arroz e cereais integrais, além de alimentos básicos: legumes, verduras, frutas, sementes e oleaginosas. Feijão, lentilha, ervilha ou grão de bico podem fazer parte do seu cardápio até três vezes por semana. Use raízes como batata doce e inhame.
Comer fracionado
Comer fracionado
Não fique muito tempo sem se alimentar, alimente-se a cada 3 horas ou, no máximo, 4 horas. 'O corpo em jejum produz acidose através da queima de massa muscular', afirma.
Suar não emagrece - entenda o porquê
Suar não emagrece - entenda o porquê
Má notícia para quem começou a malhar no verão só pra potencializar o suadouro: suar não emagrece. Você pode se acabar na academia, correr na rua e chegar em casa pingando – seu corpo agradece, mas não perde peso
.
Muita gente associa o suor à perda de calorias
. Tem até quem use alguns truquezinhos para potencializar o efeito, como malhar com plásticos enrolados na barriga.
Abandone já esta ideia: ao suar, você está eliminando apenas água e sais minerais.
Por isso é tão importante manter-se hidratada antes, durante e depois da malhação.
A receita para eliminar as gordurinhas é a mesma de sempre: boa alimentação e prática regular de atividades físicas. Todo aquele suor durante as horas de malhação nos dão sim uma sensação de bem-estar, mas pra perder peso
, precisamos nos dedicar à boa forma.
E já que suar não emagrece e as temperaturas estão subindo, prefira horários mais fresquinhos e com menos sol assim as chances de você ficar desidratada são bem menores.
Você ainda pode saber mais sobre o assunto aqui, nesta nossa outra postagem.
Muita gente associa o suor à perda de caloriasAbandone já esta ideia: ao suar, você está eliminando apenas água e sais minerais.
Por isso é tão importante manter-se hidratada antes, durante e depois da malhação.
A receita para eliminar as gordurinhas é a mesma de sempre: boa alimentação e prática regular de atividades físicas. Todo aquele suor durante as horas de malhação nos dão sim uma sensação de bem-estar, mas pra perder peso
E já que suar não emagrece e as temperaturas estão subindo, prefira horários mais fresquinhos e com menos sol assim as chances de você ficar desidratada são bem menores.
Você ainda pode saber mais sobre o assunto aqui, nesta nossa outra postagem.
Fonte: MundoPop
Suar é sinal de queima de calorias?
Suar é sinal de queima de calorias?
Existe a crença de que quanto mais você sua mais calorias você estaria queimando. Muitos vão em saunas para emagrecer ou usam roupas mais quentes para malhar. Mas a verdade é que ao suar você só perde água e sais minerais. É possível até ver uma diminuição no peso, mas as gordurinhas estão intactas e é só você se reidratar para o efeito passar.

A associação de que é preciso “suar a camisa” para perder peso vem do fato de que o suor e o emagrecimento são consequências da prática de atividade física. Entretanto, a transpiração apenas sinaliza que o corpo ultrapassou a média dos 37°C.
O exercício acelera o metabolismo, que aumenta a temperatura física e provoca o calor. As glândulas sudoríparas entram em ação para manter o equilíbrio da temperatura, essencial para a manutenção das funções do organismo.
De acordo com Rubens Sargaço, endocrinologista e coordenador do Núcleo Multidisciplinar de Atendimento ao Diabético, do Hospital Samaritano de São Paulo, “durante a prática de atividade física, as pessoas perdem água e sais minerais, mas também queimam glicose e gordura. Essas últimas é que levam à perda de peso e não o suor, que apenas atua para manter a temperatura corporal nos níveis da normalidade”.
Nesse caso, acrescenta a endocrinologista Ana Beatriz de Freitas Castro Marques, do mesmo hospital, “o gasto calórico decorre do aumento do metabolismo muscular e não da elevação da temperatura que, por si só, não acelera o metabolismo”.
O endocrinologista lembra que a prática de esportes também pode dar oportunidade ao surgimento de uma sudoração fria, decorrente da queda de açúcar no sangue: a hipoglicemia. “Se uma pessoa se submete a exercícios intensos, sem reserva de glicose, pode apresentar sintomas como sudorese fria, fraqueza e até desmaios. A forma de prevenir esse estado é conhecida basta comer antes ou durante essas práticas”, conclui.
Quem sua mais?
Um estudo realizado em 2002 pelo Instituto de Fisiologia Ocupacional da Universidade de Dortmund (Alemanha), concluiu que os homens podem suar 250g por hora, o que representou 70g a mais do que as mulheres observadas no mesmo período.
Entretanto, dados do Instituto Australiano do Esporte indicam que essa característica não significa que as representantes do sexo feminino possuam maior capacidade de regular a temperatura corpórea.
Ao contrário, como o índice de suor é inferior, há menor oportunidade para dissipar o calor. Daí a sugestão de que elas refresquem o corpo borrifando água e usem roupas que não retenham o calor, principalmente durante a prática de exercícios.
Perda de água ou gordura?
A especialista observa que a prática de exercícios com vestimentas não apropriadas agrava a perda de líquidos e sais minerais e pode levar à desidratação.
“Tomemos como exemplo o caso dos pilotos de corrida automobilística: eles podem perder até 4 kg durante uma prova.
Porém, essa diminuição não traduz queima de gordura e sim perda de água e sais minerais. No final, basta que ingiram alguns copos de água e isotônicos para recuperar o peso perdido”.
Agora, se você sua demais e emagrece rápido, é necessário ficar de olho. “Suar demais é um sintoma de uma doença endocrinológica caracterizada pela hiperatividade da glândula tireoide, que estimula o aumento da produção de hormônios (T3 e T4), encarregados de controlar o metabolismo”, diz Sargaço. “Como o metabolismo atua de forma mais rápida, não só desencadeia a elevação da temperatura corpórea, mas também acelera a queima de calorias. Aqui, estamos diante de um distúrbio que deve ser tratado”.
Fonte: Noticias
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/10/suar-e-sinal-de-queima-de-calorias.html

A associação de que é preciso “suar a camisa” para perder peso vem do fato de que o suor e o emagrecimento são consequências da prática de atividade física. Entretanto, a transpiração apenas sinaliza que o corpo ultrapassou a média dos 37°C.
O exercício acelera o metabolismo, que aumenta a temperatura física e provoca o calor. As glândulas sudoríparas entram em ação para manter o equilíbrio da temperatura, essencial para a manutenção das funções do organismo.
De acordo com Rubens Sargaço, endocrinologista e coordenador do Núcleo Multidisciplinar de Atendimento ao Diabético, do Hospital Samaritano de São Paulo, “durante a prática de atividade física, as pessoas perdem água e sais minerais, mas também queimam glicose e gordura. Essas últimas é que levam à perda de peso e não o suor, que apenas atua para manter a temperatura corporal nos níveis da normalidade”.
Nesse caso, acrescenta a endocrinologista Ana Beatriz de Freitas Castro Marques, do mesmo hospital, “o gasto calórico decorre do aumento do metabolismo muscular e não da elevação da temperatura que, por si só, não acelera o metabolismo”.
O endocrinologista lembra que a prática de esportes também pode dar oportunidade ao surgimento de uma sudoração fria, decorrente da queda de açúcar no sangue: a hipoglicemia. “Se uma pessoa se submete a exercícios intensos, sem reserva de glicose, pode apresentar sintomas como sudorese fria, fraqueza e até desmaios. A forma de prevenir esse estado é conhecida basta comer antes ou durante essas práticas”, conclui.
Quem sua mais?
Um estudo realizado em 2002 pelo Instituto de Fisiologia Ocupacional da Universidade de Dortmund (Alemanha), concluiu que os homens podem suar 250g por hora, o que representou 70g a mais do que as mulheres observadas no mesmo período.
Entretanto, dados do Instituto Australiano do Esporte indicam que essa característica não significa que as representantes do sexo feminino possuam maior capacidade de regular a temperatura corpórea.
Ao contrário, como o índice de suor é inferior, há menor oportunidade para dissipar o calor. Daí a sugestão de que elas refresquem o corpo borrifando água e usem roupas que não retenham o calor, principalmente durante a prática de exercícios.
Perda de água ou gordura?
A especialista observa que a prática de exercícios com vestimentas não apropriadas agrava a perda de líquidos e sais minerais e pode levar à desidratação.
“Tomemos como exemplo o caso dos pilotos de corrida automobilística: eles podem perder até 4 kg durante uma prova.
Porém, essa diminuição não traduz queima de gordura e sim perda de água e sais minerais. No final, basta que ingiram alguns copos de água e isotônicos para recuperar o peso perdido”.
Agora, se você sua demais e emagrece rápido, é necessário ficar de olho. “Suar demais é um sintoma de uma doença endocrinológica caracterizada pela hiperatividade da glândula tireoide, que estimula o aumento da produção de hormônios (T3 e T4), encarregados de controlar o metabolismo”, diz Sargaço. “Como o metabolismo atua de forma mais rápida, não só desencadeia a elevação da temperatura corpórea, mas também acelera a queima de calorias. Aqui, estamos diante de um distúrbio que deve ser tratado”.
Fonte: Noticias
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/10/suar-e-sinal-de-queima-de-calorias.html
Pular corda ajuda a emagrecer
Segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Pular corda ajuda a emagrecer
Veja como pular corda contribui para queimar calorias e confira algumas opções de treino para emagrecer em casa. Pular livremente 15 minutos de corda todos os dias ajuda a emagrecer rapidinho. Pular corda é um barato na infância. Agora você tem motivos de sobra para retomar a diversão: este treino aeróbico pode ser feito em qualquer lugar e não custa quase nada.
Seu corpo a mil por hora - "Pular corda trabalha o sistema cardiovascular e proporciona intensa queima calórica", diz Bianca Vilela, personal trainer. Resultado: depois de cerca de um mês de treino (com dedicação e uma dieta adequada, é claro), você vai começar a ver suas gordurinhas desaparecerem e seu corpo ficar mais enxuto. Depois de três meses, é sucesso total! O exercício trabalha braços e pernas, mas não espere definição muscular, porque esse não é o foco da corda. A ciência comprova os benefícios: um estudo feito pela Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, com jovens obesos concluiu que seis semanas de corda aumentaram os níveis de adiponectina, proteína que está inversamente relacionada ao percentual de gordura corporal.
Qualquer hora é hora - Pular corda é simples (você conhece a técnica desde criança, certo?) e não exige grandes níveis de coordenação. E tem vantagens financeiras: uma corda custa mais ou menos 10 reais, e não é necessário nenhum outro acessório, além de um par de tênis com bom sistema de amortecimento e as básicas bermuda e camiseta. Mas o melhor de tudo é que nenhuma viagem a trabalho ou preguiça de se locomover até a academia impedem você de treinar. "É possível pular corda em qualquer lugar", lembra Bianca. Você pode ainda fracionar seu treino em dois ou três períodos do dia.
Alto lá! Não encare as atividades com corda se você estiver grávida ou tiver alguma doença cardíaca. "Quem tem algum problema em qualquer articulação dos membros inferiores, como tornozelo, joelho ou quadril, ou sobrepeso deve evitar essa modalidade em função do impacto", indica Bianca.
Pronta para o treino? A personal trainer Bianca Vilela sugere pular corda quatro vezes por semana, de 10 a 20 minutos por sessão. Se você é do tipo que não gosta de seguir regras prontas, vale pular livremente por 15 minutos.

Treino 1 Pule com os dois pés (3 minutos), pule apenas com o pé direito (3 minutos), pule apenas com o pé esquerdo (3 minutos), pule apenas com o pé direito para trás (3 minutos), pule apenas com o pé esquerdo para trás (3 minutos). A cada 20 saltos, inclua um cruzando os braços em "X".
Treino 2
Dividido em treino A+B (intercalar e fazer duas vezes por semana cada um).
Treino A - Pule corda por 30 segundos em intensidade leve + 30 segundos em intensidade moderada + 30 segundos em intensidade forte. Descanse por 30 segundos. Aumente a intensidade progressivamente até atingir a potência máxima na última fase. Repita os ciclos até chegar, no mínimo a 10 minutos (iniciantes), 15 (intermediárias) e 20 (avançadas).
Treino B - Pule corda por 1 minuto em intensidade moderada a forte (mantenha a frequência). Descanse por 30 segundos. Repita os ciclos até chegar, no mínimo a 10 minutos (iniciantes), 15 (intermediárias) e 20 (avançadas).
Fonte: mdemulher
http://www.vocerealmentesabia.com/2013/02/pular-corda-ajuda-emagrecer.html
Comer várias vezes ao dia acelera o metabolismo e ajuda a emagrecer: mito ou realidade?
Segunda-feira, 24 de junho de 2013
Comer várias vezes ao dia acelera o metabolismo e ajuda a emagrecer: mito ou realidade?
Reza a lenda que, se você fizer várias refeições por dia, ao invés de apenas três, seu metabolismo vai acelerar, gastando mais energia e fazendo com que você perca peso. O que a ciência tem a dizer sobre isso?
Em janeiro deste ano, o nutricionista Dylan Klein, do site Calories in Context, reuniu uma série de estudos sobre o tema. A conclusão: não há fortes evidências para sugerir que aumentar a frequência de refeições acelera o metabolismo.
Fatores de peso
Ao longo do dia, seu corpo precisa de energia para todo tipo de atividade, seja metabólica, física ou mental. O gasto total depende de quatro fatores: metabolismo basal; efeito térmico do alimento; termogênese de atividade física; e termogênese de atividade não física. Assim, para que a frequência de refeições aumente o gasto de energia, ela deve afetar um ou mais desses fatores.
“É claro que fazer mais refeições não vai afetar diretamente os fatores relacionados a exercícios físicos ou a atividade não física (…), o que nos deixa com o metabolismo basal e com o efeito térmico do alimento como possíveis fatores modificáveis”, resume Klein.
De acordo com os estudos reunidos, a frequência de refeições não leva o corpo a gastar mais energia, nem para seu metabolismo, nem para processos ligados a alimentação (absorção, digestão e armazenamento).
Isso não significa, porém, que não haja qualquer efeito benéfico. “De um ponto de vista prático”, explica Klein, “aumentar a frequência de refeições é uma boa maneira de aumentar a ingestão de calorias de um atleta, ou possivelmente reduzir a sensação de fome em uma dieta hipercalórica”.
Ele lembra que há evidências de que o corpo “antecipa” refeições com base no padrão adotado pela pessoa. “Isso é manifestado pela glerina (um hormônio que causa a sensação de fome), sinalizando ao cérebro que você está com fome porque está ‘esperando’ uma refeição”. Esse fenômeno deve ser levado em conta ao se alterar a rotina de alimentação, seja para aumentar, seja para diminuir o número de refeições.
No fim das contas, o ideal é ter uma rotina alimentar e de exercícios baseadas nos limites e particularidades do corpo, e, claro, uma dieta saudável.
Fonte: hypescience.com
Reza a lenda que, se você fizer várias refeições por dia, ao invés de apenas três, seu metabolismo vai acelerar, gastando mais energia e fazendo com que você perca peso. O que a ciência tem a dizer sobre isso?
Em janeiro deste ano, o nutricionista Dylan Klein, do site Calories in Context, reuniu uma série de estudos sobre o tema. A conclusão: não há fortes evidências para sugerir que aumentar a frequência de refeições acelera o metabolismo.
Fatores de peso
Ao longo do dia, seu corpo precisa de energia para todo tipo de atividade, seja metabólica, física ou mental. O gasto total depende de quatro fatores: metabolismo basal; efeito térmico do alimento; termogênese de atividade física; e termogênese de atividade não física. Assim, para que a frequência de refeições aumente o gasto de energia, ela deve afetar um ou mais desses fatores.
“É claro que fazer mais refeições não vai afetar diretamente os fatores relacionados a exercícios físicos ou a atividade não física (…), o que nos deixa com o metabolismo basal e com o efeito térmico do alimento como possíveis fatores modificáveis”, resume Klein.
De acordo com os estudos reunidos, a frequência de refeições não leva o corpo a gastar mais energia, nem para seu metabolismo, nem para processos ligados a alimentação (absorção, digestão e armazenamento).
Isso não significa, porém, que não haja qualquer efeito benéfico. “De um ponto de vista prático”, explica Klein, “aumentar a frequência de refeições é uma boa maneira de aumentar a ingestão de calorias de um atleta, ou possivelmente reduzir a sensação de fome em uma dieta hipercalórica”.
Ele lembra que há evidências de que o corpo “antecipa” refeições com base no padrão adotado pela pessoa. “Isso é manifestado pela glerina (um hormônio que causa a sensação de fome), sinalizando ao cérebro que você está com fome porque está ‘esperando’ uma refeição”. Esse fenômeno deve ser levado em conta ao se alterar a rotina de alimentação, seja para aumentar, seja para diminuir o número de refeições.
No fim das contas, o ideal é ter uma rotina alimentar e de exercícios baseadas nos limites e particularidades do corpo, e, claro, uma dieta saudável.
Fonte: hypescience.com
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