Sempre na minha mente e no coração...

Sempre na minha mente e no coração...
Corcovado ou Cristo Redentor, lindo !!!

terça-feira, 27 de março de 2012

O Amor e saber Amar...


Amor é ampliação!
Amar é expandir-se!
O Amor é uma árvore sem limites de crescimento!

O texto abaixo é um testemunho dessas afirmações. Leia-o com atenção!
 

O ser humano é parte do todo que chamamos “Universo”, uma parte limitada pelo tempo e espaço. Ele se experimenta, experimenta seus pensamentos e sentimentos, como algo separado do resto – uma espécie de ilusão ótica de sua consciência. Essa ilusão é uma prisão para nós, pois nos restringe a desejos pessoais e a uma afeição voltada para poucas pessoas mais próximas. Nossa tarefa deve ser libertar-nos dessa prisão, ampliando nosso círculo de compaixão para abarcar todas as criaturas vivas e a totalidade da natureza em sua beleza.
 

Albert Einstein

II

Quem se esforça por dominar e tiranizar o outro em uma relação dita amorosa o faz dirigido por alguma forma de medo. Sem dúvida, essa atitude ditatorial pode assumir diversas formas, algumas muito dissimuladas, na tentativa de fazer com que ninguém o perceba. Por exemplo, é possível dominar completamente o outro, fazendo o papel de coitado, de carente, de bonzinho.

O medo que leva à necessidade de controlar o outro tem origem no lado infantil do ser humano. Por isso, se alguém estiver tentando controlá-lo, procure dar segurança à criança que ainda vive dentro dessa pessoa. Seja compreensivo e lhe dê apoio para que ela cresça e amadureça. Se, entretanto, isso for impossível, se aquela pessoa não quiser agir como adulta, talvez seja melhor procurar novos rumos.
 

Se, por outro lado, você estiver tentando dominar alguém, procure verificar de onde vem o medo que o está envolvendo. Talvez você consiga falar sobre ele ou compreender melhor as suas causas, localizando as suas raízes. De qualquer maneira, você terá um ganho enorme ao sentir menos medo do seu medo!

O Amor harmoniza e une! A tirania não é própria do Amor!
 

PAULO A. S. RAFUL
LAURO DE A. S. RAFUL
  
I

Amor é expansão! O estado amoroso é sempre novo, pois olha o mundo de forma renovada. É, pois, de sua natureza ser transformador. Assim, o que era aparentemente impossível torna-se possível; o difícil fica fácil; o escuro torna-se luminoso. 

Quando somos tocados pelo estado amoroso, ocorre uma expansão da consciência. Por conseguinte, a tristeza é expulsa e o medo abandonado, fazendo aparecer em seu lugar uma alegria antes desconhecida. 

Mas todos nós temos dificuldade em compreender que não é possível alguém nos dar o Amor, porque, na verdade, ele nunca deixou de estar sempre aí, disponível, no íntimo de nós mesmos. O Amor está constantemente pronto a manifestar-se se oferecermos as condições necessárias à sua fluidez. A principal dessas condições é a abertura de coração. Abrir o coração significa nos afastarmos deliberadamente dos estados crônicos de mau-humor e de tristeza. 

Tente realizar essa condição! Você pode!

II

A angústia que experimentamos ao querer controlar a pessoa amada é, no fundo, uma tentativa de nos protegermos. Mas o que vai ocorrer, na prática, é que isso fará aumentar ainda mais o medo de sermos magoados. 

Devemos, pois, nos perguntar: “O que, em nós, teme ser ferido?” E a única resposta plausível é: a nossa auto-imagem, a auto-importância exagerada.
 

Pouco a pouco, porém, vamos compreendendo que somos, na verdade, algo muito maior do que tudo que procuramos proteger, algo muito mais sólido e real que as imagens fantasiosas que insistimos em manter para nós mesmos.
 

A luz do Amor só pode nos alcançar quando começamos a nos livrar da auto-adoração crônica.
 


PAULO A. S. RAFUL
LAURO DE A. S. RAFUL
  
Uma noite de Luz e Paz!!!
Um alvorecer para o dia que se incia aos outros Continentes, abençoado!

Beijos de Luz!

Seriously .... My angel ...


Fala sério....Meu anjo...


Meu Hindu!!!

Seu quê me fascina!!!

Este seu olhar é doce...
Quente envolvente tão ardente!
Seu jeito de ser já me desmonta.
Você me comove, envolve-me;
fico sem jeito estou do avesso.
Tu és doido, assim eu enlouqueço.
Vejo-o aqui me da uma fissura.
Para pegar sentindo sua pegada.
Fico largada, olhando dentro do teu olhar
É dê arrepiar, para me apaixonar.
Sua boca carnuda bem torneada gostosa.
Bem larga a me abocanhar em beijos cheios
Desejo-te em tudo cada pedaçinho...Inteiro!
Suas coxas... Delícia! Passo minhas mãos sobre elas.
São roliças e grossas, me envolvem...
Deleito-me, risos, gosto e gozo me deito
Entre suas pernas e abraços grandes amasso.
Seus braços são fortes sinto-me segura.
Quero te olhar, amar me enroscar
Não reclama me ama deixa assim ficar
É deste jeito só para acalmar...
Sonhar para nunca, mais acordar.
Apenas meu homem, meu delírio estar.
Assim não dá! Não faz assim não,
meu coração, não agüenta... Não!!!
Que desperdício!!!
Um paraíso de arrepiar!!! Vem agora... Aqui já.
Aguardando um dia quem sabe...                                                                   
Você logo chegar... Será?
Meu anjo, não reclama, beija-me ama-me!
Eu te amo tanto...
É fato.

Tua praia... Aqui está, para não me esquecer!
Sonhe com todos o Anjos... Boa Noite!  Bom Dia!!!
Hum!!! Hum...

Lenda de amor


Quando você souber o que é o amor, 
você estará pronto a dar.
Quanto mais você o der, mais o terá; 
quanto mais você banhar os outros com ele, 
mais o amor brotará em seu ser.
Osho

Lenda de amor

Conta  uma lenda  que,  no princípio do mundo,  quando Deus  decidiu criar a mulher,  descobriu que  havia esgotado  todos  os materiais  sólidos  no homem. 
            Diante dessa dificuldade  e  depois de  profunda meditação,  fez o seguinte: tomou a redondeza da Lua,  as curvas suaves das ondas,  a  terna aderência de uma planta trepadeira,  o trêmulo movimento das folhas, a magreza da palmeira,  a cor delicada das flores, o olhar amoroso da corça, a alegria do raio de sol e as gotas de pranto das nuvens,  a inconstância do vento e a fidelidade do cão, a modéstia do lírio e a vaidade do pavão, a suavidade da pluma do cisne e a dureza do diamante,  a doçura da pomba  e a crueldade do tigre, o ardor do fogo e a frieza da neve.  Com essa mistura de ingredientes tão desiguais, criou a mulher e deu-a ao homem. 
            Depois de uma semana, o homem veio e Lhe disse: 
            - "Senhor,  a criatura que me destes me faz infeliz: quer toda a minha atenção, nunca me deixa sozinho, fala sem parar, chora sem motivo, diverte se me fazendo sofrer  e  estou vindo  devolvê-la  porque não posso viver com ela!" 
            - "Está bem", respondeu Deus, e tomou a mulher de volta. 
            Passou outra semana, o homem voltou e Lhe disse: 
            - "Senhor,  estou muito solitário  desde que devolvi  a criatura  que fizestes para mim. Ela cantava e brincava ao meu lado,  olhava-me com ternura e seu olhar era uma carícia,  ria e seu riso era música, era formosa e suave ao tato. Devolva-me, porque não posso viver sem ela!" 
            - "Está bem", disse o Criador. E a devolveu. 
            Mas,  três dias depois,  o homem voltou e disse:
-"Senhor,  eu não sei. 
Eu não consigo explicar, mas depois de toda esta minha experiência com esta criatura,  cheguei à conclusão que ela  me causa mais problemas  do que  prazer. Peço-lhe, tomá-la de novo! Não consigo viver com ela!" 
            O Criador respondeu: 
            - "Mas também não pode viver sem ela." 
            E virou as costas para o homem e continuou o seu trabalho. 
            O homem desesperado disse: 
            - "Como é que eu vou fazer?  Não consigo viver com ela e não consigo viver sem ela." 
            - "Achei que,  com as tentativas,  você já tivesse descoberto,  respondeu então Deus. 

            Amor é um sentimento a ser aprendido: é tensão e satisfação. É desejo e hostilidade. É alegria e dor. Um não existe sem o outro. A felicidade é a é apenas uma parte  integrante do amor.  Isto é o que deve  ser aprendido.  O sofrimento também  pertence  ao amor.  Este é o grande mistério do amor.  A sua própria beleza  e  o seu  próprio  fardo.  Em todo o esforço que se realiza para o aprendizado do amor é preciso considerar sempre a doação e o sacrifício ao lado da satisfação e da alegria.  A pessoa terá sempre que abdicar alguma coisa para possuir  ou  ganhar outra coisa.  Terá que desembolsar algo para obter  um bem maior  e  melhor para sua felicidade.  É como plantar uma árvore frente  a  uma janela.  Ganha sombra, mas perde  uma parte da paisagem. Troca o silêncio pelo gorjeio da passarada ao amanhecer. É preciso considerar tudo isto quando nos dispomos a enfrentar o
aprendizado do amor".



É fato!!!

O ALFABETO DA FELICIDADE



O ALFABETO DA FELICIDADE

(A): É muito difícil definir a FELICIDADE, esse bem tão desejável. No entanto, podemos falar sobre ela, expondo diferentes ângulos pelos quais pode ser vista, apreciada e compreendida. Assim, podemos afirmar, por exemplo, que a felicidade está presente quando não somos obrigados a fazer o que não queremos. O simples fato de termos de engolir o que não queremos nos torna infelizes, não é verdade? Outro exemplo: as coisas complicadas raramente trazem felicidade; ela é mais facilmente encontrada nas coisas simples.

(B): A felicidade não se permite ser egoísta. Quando verdadeira, ela quer espalhar-se, contaminar tudo à sua volta. Ela quer doar-se! Nesse sentido, é uma riqueza que a todos quer enriquecer.


(C): Não existe felicidade completa. Quando compreendemos e aceitamos esse fato, ficamos mais sábios, passando a saborear melhor cada gota de felicidade proporcionada por nosso destino e nossos esforços.


(D): A felicidade tem de ser procurada ativamente. Se ficarmos passivamente à espera de alguém ou de algum fato que nos traga felicidade, veremos que ela nunca chegará. Ao contrário, é muito provável que a tristeza chegue antes dela.


(E): A felicidade é uma graça exigente, pois requer inteligência, energia, atenção e empenho. Só quando esses requisitos estiverem presentes, ela poderá se aproximar de nós.


(F): Ser gentil traz felicidade, pois é uma atitude pertencente à família do AMOR.


(G): A felicidade é uma árvore cujas raízes estão dentro de nós mesmos; apenas suas folhas dependem das coisas exteriores.


(H): Por incrível que pareça, o fato de termos sido infelizes nos permite apreciar melhor a felicidade.


(I): A verdadeira felicidade está em ficarmos livres de preocupações, emoções negativas e desejos incontroláveis.


(J): Os deuses nos criaram para sentirmos felicidade. Somos nós que fazemos de tudo para atrapalhar esse desígnio.


(L): O descontrolado excesso de desejos é o maior inimigo da felicidade.


(M): Ter bom coração nos traz o prêmio da felicidade.


(N): Beneficiar os outros atrai a fada Felicidade.


(O): Ter felicidade é estar bem na cabeça, no coração e no corpo.


(P): Quando, de alguma forma, proporcionamos felicidade, nos tornamos felizes.


(R): A felicidade é um pássaro fugaz e, por isso, não devemos tentar prendê-lo; podemos apenas admirar a sua beleza.


(S): Quem souber suportar o sofrimento com dignidade e nobreza chamará a felicidade para si.


(T): A felicidade ama quem procura sinceramente ser sábio, honesto e justo.


(U): Felicidade é estar bem na própria pele.


(V): Viver prisioneiro do egocentrismo é a maior das infelicidades. Ser capaz de sair dele, mesmo que por instantes, já é felicidade.


(X): Para um coração habitado pela felicidade, tudo é festa. Para um coração habitado pela raiva e pela mágoa, nem a melhor das vidas tem graça.


(Z): A felicidade faz dos desprovidos, milionários.


No texto acima, apresentamos apenas o alfabeto da felicidade. Existe, porém, a possibilidade de um aprofundamento muito maior desse tema de central importância para o ser humano. Nossa intenção aqui foi a de indicar apenas os primeiros passos a serem dados no caminho da felicidade.

Vamos todos ser "FELIZES"... O melhor projeto de vida!

Um Pensamento...Bom Dia!!!



A primeira necessidade é a descoberta interior para saber o que se é verdadeiramente atrás das aparências sociais, morais,culturais, raciais, hereditárias. 

No centro há um ser livre, vasto, conhecedor, que se oferece à nossa descoberta e que deve tornar-se o centro agente de nosso ser, de nossa vida.

Lembre-se de sua alma e da aspiração dela: 

o Sol vai nascer, isto é certo.


Mirra Alfassa



Bom Dia!!!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Goodnight, my angel! My Hindu

I will always love you ...

Miss!

Goodnight, my angel! My Hindu...

Os elementos que caracterizam um jardim japonês


Casa e Cia

Os elementos que caracterizam um jardim japonês

No paisagismo oriental, todos os elementos usados são representações de processos da vida. Entenda mais.
08/03/2012 - 16h:36 
Simples e deslumbrantes, os jardins japoneses, mais do que uma simples técnica de paisagismo, são frutos de uma das modalidades artísticas mais sublimes da cultura oriental. Feitos para conduzir naturalmente seus visitantes a um estado de meditação, calma e espiritualidade, esses jardins incorporam elementos simbólicos e naturais, de forma a estabelecer uma harmonia perfeita com o entorno.
Em um jardim oriental, os aspectos visuais como a textura e as cores, são menos importantes do que os elementos filosóficos, religiosos e simbólicos. Estes elementos incluem a água, as pedras, as plantas e variados acessórios. Veja o significado de cada um desses elementos na composição básica de um jardim japonês e, na galeria, algumas lindas composições do gênero: 

Lanterna de pedra (TORO)
Seu significado é a iluminação da mente de quem percorre o jardim, induzindo à concentração. Os pontos de luz são estrategicamente distribuídos para não ofuscarem a visão. Todas as lanternas têm os mesmos elementos básicos: telhado grande, um compartimento aberto e três ou quatro pernas, a simplicidade fica por conta da textura rústica da pedra.

Lago com carpas (KOI)
A água representa a vida, enquanto as carpas são símbolo de fertilidade e prosperidade. Seu colorido adiciona movimento ao jardim. A carpa é considerado o peixe “rei do rio” e é respeitado pela sua habilidade para nadar rio acima e pela sua determinação em superar obstáculos.

Fonte (TSUKUBAI)
Quando o elemento água não existe no jardim japonês, sua representação é feita por desenhos em pedriscos ou ainda por uma espécie de cuba com água (tsukubai), originário das cerimônias do chá, que representa o ritual simbólico de lavar as mãos para purificar-se antes da meditação no jardim.

Cascata com pedras
O centro do jardim. Além de oxigenar a água, a cascata significa a continuidade da vida. E, como a vida, ela segue um ciclo representado pela intensidade da água. O fluxo da água simboliza o nascimento, o crescimento e a morte: desde as ondas até um simples murmúrio de água correndo.
As posições das pedras, geralmente em números ímpares, são uma analogia da formação do homem e da sociedade: a princípio estamos sós, depois em grupo (como pai, mãe e descendentes). A pedra colocada em posição vertical representa o pai, e na horizontal a mãe. As outras pedras simbolizam os descendentes, sendo estas distribuídas em torno do lago.

Caminho ou trilha (TOBI ISHI) e Ponte (TAIKO BASHI)
Uma ponte ou um caminho dentro do jardim representa a evolução para um nível superior em termos de engrandecimento, amadurecimento e autoconhecimento.

Bambu
A flexibilidade do bambu refere-se à capacidade de adaptação e mudança. O bambu participa da idéia taoísta segundo a qual se deve ceder a situações ou condições externas, para melhor triunfarmos na vida. Seus galhos são amarrados de forma que a planta cresça se curvando para o lago, como em reverência e respeito àquele que aprecia o jardim. É a imagem do bambu, que resiste a verga sob o rancor da tempestade, para em seguida voltar e erguer-se e aparecer novamente em todo seu esplendor. A eles são amarrados também sinos do vento e os macacos de cerâmica que trazem o som da natureza e a felicidade.

Plantas e arbustos
Os arbustos com formatos (topiaria) garantem um efeito de escultura ao jardim e, para a cultura japonesa, o paisagismo é uma das formas mais elevadas de arte, pois consegue expressar a essência da natureza em um limitado espaço. Como cada elemento do jardim japonês tem seu significado, as flores não são usadas e chegaram até mesmo a ser consideradas sinais de frivolidade, devido a sua rápida transformação. Enquanto isso, as árvores e arbustos representam o silêncio e a eternidade. As mais utilizadas são a sakura (flor de cerejeira) e o momiji (acer).
A flor de cerejeira tem um significado especial: é conhecida como a flor da felicidade. A sua floração é comemorada no Hanami, nos meses de março e abril. É o momento de sair da introspecção do inverno e se abrir para o mundo, florescer o espírito e festejar.
Ao contrário do festejo e da alegria que o Hanami proporciona – o florescimento do sakura – a visão da queda das folhas do momiji, acer vermelho, revela um aspecto melancólico e reflexivo da personalidade japonesa. Para eles, apreciar as cores da queda é tão importante quanto as do florescimento.