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sábado, 23 de junho de 2012

"Cavalo de Troia"


Detalhe do Vaso de Mykonos, com uma das mais antigas representações do Cavalo de Troia, século VIII a.C. Cavalo de Troia


O Cavalo de Troia foi um grande cavalo de madeira usado pelos gregosdurante a Guerra de Troia, como um estratagema decisivo para a conquista da cidade fortificada de Troia, cujas ruínas estão em terras hoje turcas. Tomado pelos troianos como um símbolo de sua vitória, foi carregado para dentro das muralhas, sem saberem que em seu interior se ocultava o inimigo. À noite, guerreiros saem do cavalo, dominam as sentinelas e possibilitam a entrada do exército grego, levando a cidade à ruína. A história da guerra foi contada primeiro na Ilíada de Homero, mas ali o cavalo não é mencionado, só aparecendo brevemente na sua Odisseia, que narra a acidentada viagem deOdisseu de volta para casa. Outros escritores depois dele ampliaram e detalharam o episódio.

O cavalo é considerado em geral uma criação lendária, mas não é impossível que tenha realmente existido. Pode, mais provavelmente, ter sido uma máquina de guerra verdadeira transfigurada pela fantasia dos cronistas. Seja como for, revelou-se um fértil motivo literário e artístico, e desde a Antiguidadefoi citado ou reproduzido vezes incontáveis em poemas, romances, pinturas, esculturas, monumentos, filmes e de outras maneiras, incluindo caricaturas e brinquedos. Várias reconstruções conjeturais do cavalo foram feitas em tempos recentes. Tornou-se também origem de duas conhecidas expressões idiomáticas: "cavalo de Troia", significando um engodo destrutivo, e neste sentido denomina atualmente uma espécie de vírus de computador, e "presente grego", algo recebido aparentemente agradável mas que acarreta consequências funestas.

Sinopse
A guerra descrita por Homero foi recontada por vários outros autores, antigos e modernos, que introduziram variações e expandiram a história,[1] mas em resumo o episódio do cavalo é como segue:
Os gregos se haviam coligado para assaltarem Troia e recuperar Helena, esposa raptada deMenelau, rei de Esparta. Depois de um penoso e frustrante cerco de nove anos, a cidade permanecia inexpugnada, protegida por altas muralhas, e aparentemente assim permaneceria. Ambos os lados contavam com o auxílio de deuses. Atena, deusa da guerra, favorecia os gregos, especialmente Odisseu. Este teria tido a ideia de criar o cavalo, e incumbiu Epeu da tarefa, sendo ajudado por Atena. O cavalo foi construído com madeira, possuindo um interior oco, onde um grupo de guerreiros deveria se esconder. Simulando uma retirada, os gregos deixam o cavalo às portas da cidade e se ocultam na ilha deTenedos. Um grego, Sinon, deixa-se capturar e, com ardis, induz os troianos a levarem o cavalo para dentro da cidade, o que fazem em meio a uma grande festa. À noite, quando a cidade dorme, os gregos saem do cavalo e facilitam a entrada de seu exército, que finalmente captura, saqueia e destroi o baluarte.[2][3]
Fontes literárias
O Cavalo de Troia foi mencionado pela primeira vez na Odisseia de Homero, em breves referências. Uma cena se passa no palácio de Menelau, que oferece um banquete de núpcias para seu filho e sua filha, que casavam na mesma ocasião. Em meio à festa, chegaTelêmaco, que procurava seu pai Odisseu, e senta ao lado de Menelau, acompanhado de Pisístrato. Nisso entra no salão Helena. O grupo, entristecido, começava a relembrar a Guerra de Troia, quando Helena toma a palavra e lhes conta suas memórias. Depois disso Menelau, confirmando o que ela contara, falou do cavalo, dizendo:[2]

"Sim, em tudo isso, esposa, disseste a verdade. Eu que viajei muito e cheguei a conhecer muitos heróis, nunca meus olhos viram alguém como Odisseu. Que perseverança, e que coragem ele mostrou dentro do cavalo de madeira, onde estavam todos os mais bravos dos argivos esperando para levar a morte e a destruição aos troianos. Naquele momento vieste a nós; algum deus que amava os troianos te mandou, trazendo contigo Deífobo. Três vezes tu andaste em volta do nosso esconderijo; tu chamaste nossos capitães cada qual por seu nome, imitando as vozes de suas esposas - Diomedes, Odisseu e eu, de nossos assentos, ouvimos o que dizias. Diomedes e eu não conseguíamos decidir se devíamos sair, ou se responder, mas Odisseu nos impediu, de modo que permanecemos em silêncio, exceto Ânticlo, que estava prestes a falar-te, quando Odisseu tapou-lhe a boca com suas mãos. Isso nos salvou a todos, até que Atena te fez ir embora".[2]

Demódoco canta a história do cavalo diante de um Odisseu emocionado (à direita). Ilustração de John Flaxman
Em outra passagem, Odisseu pede ao bardo Demódoco que narre a história do cavalo que Epeu criou com a assistência de Atena. O bardo tomou o episódio no ponto em que alguns argivos haviam posto fogo em suas tendas e partido em seus navios, enquanto outros, ocultos dentro do cavalo, estavam esperando com Odisseu. Os troianos carregaram o cavalo para dentro de sua fortaleza, onde permaneceu enquanto decidiam o que fazer com ele. Uns queriam destruí-lo; outros queriam levá-lo até o alto da cidadela e precipitá-lo do penhasco, enquanto outros preferiam conservá-lo como uma oferenda propiciatória aos deuses. Decidindo por esta última alternativa, selaram seu destino.[2] Mais adiante, quando Odisseu está no Hades em busca do conselho de Tirésias sobre como voltar para sua Ítaca natal, encontra o fantasma de Aquiles, que fala sobre Neoptólemo:
"Quando todos os mais bravos dos argivos estavam dentro do cavalo que Epeu havia criado, e quando tocou a mim decidir a oportunidade de abrir ou fechar a porta para nossa emboscada, embora todos os outros chefes entre os dânaos (gregos) estivessem enxugando seus olhos e tremendo em todos os seus membros, nunca o vi empalidecer ou derramar lágrimas de medo; ele em vez estava sempre urgindo que eu abrisse o cavalo e, de espada em punho, e com a lança de bronze, investíssemos em fúria contra o inimigo".[2]
Outros poetas arcaicos também falaram do cavalo, como Arctino, em sua A Destruição de Troia, e Lesques, na Pequena Ilíada, mas suas obras originais se perderam, sobrevivendo somente no sumário Epicorum Graecorum Fragmenta, de um certo Proclo, possivelmente Eutíquio Proclo.[4] Uma referência adicional se encontra na tragédia As Troianas, de Eurípides, quando Posidon diz: "De sua casa sob o Parnaso, Epeu, o fócio, ajudado pelas artes de Atena, criou um cavalo para abrigar em seu ventre uma hoste armada, e o enviou para dentro das muralhas, carregado de morte; um dia os homens falarão do cavalo de madeira, com sua carga oculta de guerreiros".[5]
Um relato mais detalhado, porém, se encontra no Livro II da Eneida, de Virgílio. Num banquete Eneias relata a Dido os sucessos da guerra. Depois da falsa retirada dos gregos, vendo a praia deserta, os troianos abrem os portões da cidade e se deparam com o imenso cavalo. Timetes tem a ideia de levá-lo para dentro dos muros, mas Cápis e outros receiam alguma armadilha, e imaginam mais avisado queimá-lo, ou averiguar o que trazia em suas entranhas.[3] Enquanto a multidão debatia o que fazer, o sacerdote Laocoontechega apressado e alerta:
"Míseros cidadãos, quanta insânia! Estão de volta os gregos, ou julgais que seus presentes são livres de engodos? Desconheceis o caráter de Ulisses?[nota 1] Ou este lenho é esconderijo de inimigos, ou é máquina que, armada contra os muros, vem espiar e acometer-nos. Teucros, seja o que for, há dano oculto: desconfieis do monstro! Temo os dânaos mesmo quando dão presentes!".[3]

Sinon é trazido para diante de Príamo. Iluminura no Vergilius Romanus
Dito isso, arremete contra a obra uma lança e tenta fazer com que a destruam. Neste momento alguns pastores trazem para diante de Príamo, rei de Troia, um jovem prisioneiro grego, Sinon, que a propósito se deixara capturar. Fingindo e chorando, implora por asilo, dizendo ser um fugitivo proscrito. A turba se comove, o grego se anima, e prega-lhes um discurso astuto. Diz que seu pobre pai, sem recursos, o havia confiado ao famosoPalamedes para que o educasse. Contudo, por intrigas de Ulisses, Palamedes fora acusado de traição e morto, sofrendo também Sinon, que Ulisses cobriu de suspeitas e imputou-lhe crimes jamais cometidos. Para si, porém, o injustiçado jurara vingar-se, e ao tutor, se porventura voltasse vivo para casa. Continuando, num gesto retórico, oferece-se como vítima voluntária para a ira troiana. Espantado, o povo em redor quer saber mais, e ele consente. Relata que os gregos, cansados desta batalha infrutífera levantaram o cerco, mas viram sua tentativa de retorno impedida por tormentas marinhas e sinais nos céus. Para conhecer a vontade dos deuses, enviam Eurípilo para um oráculo. Este exige uma morte, compensatória do sacrifício de uma virgem que haviam feito no início da empreitada a fim de obter ventos favoráveis. A má sorte teria recaído sobre Sinon. Atado e vendado para o ritual sangrento, rompe as amarras e foge, quando é encontrado e preso pelos troianos. Outra vez, alega inocência e implora a compaixão dos inimigos.[3]
Sua encenação é convincente, amolece-os, perdoam-no. É solto e recebido como um deles, e logo querem saber qual o motivo da construção maravilhosa. Assim, o ardiloso diz considerar-se livre da lealdade para com sua antiga pátria, invoca os deuses como testemunha e, amaldiçoando os gregos, acrescenta que o cavalo havia sido construído por ordem expressa de Atena, para desagravar a profanação do paládio troiano, imagem consagrada à deusa e roubada antes por Ulisses e Diomedes, crime pelo qual não teriam sucesso na guerra. Além disso, construíram-no de modo a que não pudesse, por seu tamanho, passar pelas portas da cidade, para que jamais fosse tomado pelos troianos, tornando-se um novo paládio. Se isso acontecesse os gregos conheceriam a vingança divina, e Troia, a glória.[3]

Laocoonte e seus filhos atacados pelas serpentes, à esquerda, e o cavalo sendo levado para a cidade, ao fundo. Gravura deGiovanni Battista Fontana
À parte, Laocoonte sacrificava um touro a Netuno, quando de Tenedos oportunamente saem duas serpentes monstruosas, que matam o sacerdote e seus dois filhos e em seguida se refugiam no templo de Atena. Apavorados, os troianos vêem no prodígio um sinal dos céus e acreditam que a deusa o punia por ter profanado a oferenda com a lança. Nada mais faltava para que os troianos acreditassem na história de Sinon, rasgassem uma brecha na muralha e levassem o cavalo para a cidade, em meio a uma grande festa. Cassandra profetiza a catástrofe iminente, mas seu destino era falar a verdade sem jamais ser acreditada. A noite cai, dorme o povo, embriagado. Sinon abre o cavalo, seus companheiros saem e matam os vigias, e dão um sinal para o exército escondido em Tenedos, que se aproxima, invade a cidade, a saqueia e deita-lhe fogo, em meio ao massacre dos seus habitantes.[3]
A história foi repetida com variações por escritores tardios, como Quinto de EsmirnaHiginoJoão Tzetzes. Quinto disse que no cavalo penetraram trinta homens, e o Pseudo-Apolodoro, que foram cinquenta.[4] Apolodoro também deu outros detalhes: atribuiu a Ulisses a ideia de construir o cavalo, e a Apolo o envio das serpentes; disse que o cavalo portava a inscrição "Para seu regresso à pátria, os gregos dedicam este cavalo a Atena", e mudou um pouco a cronologia dos eventos.[6] Trifiodoro, em A Tomada de Ílios, deixou a mais longa e elaborada versão conhecida, demorando-se em detalhes sobre a construção e o aspecto do cavalo, que, segundo narra, era uma obra de arte impressionante, dotada de beleza e graça, suscitando a admiração dos troianos.[7] Tinha os arreios adornados de púrpura, ouro e marfim, seus olhos eram rodeados de pedras preciosas, e sua boca, com alvos dentes, se abria conduzindo a um canal para ventilação interna, para que os guerreiros ocultos não fossem asfixiados. O corpo era poderoso, e curvo como um navio; atrás, sua cauda volumosa descia ao chão em tranças e faixas. Os cascos de bronze, munidos de rodas, sustentavam pernas que davam a impressão de se mover. Tão bela e aterradora era a criação que Ares não hesitaria montá-la se fosse viva. Para manter os homens nutridos e não fraquejassem no momento decisivo, Atena lhes deu ambrosia.[8]
O assédio de Gezer, mostrando um possível protótipo para o Cavalo de Troia. Reprodução de mural no Palácio do Sudoeste, Nimrud, realizada por Austen Henry Layard

Interpretações

Embora seja bastante possível que a Guerra de Troia tenha ocorrido,[9] o famoso cavalo, na forma como ele foi descrito pelos antigos, provavelmente é uma lenda, mas pode ter sido algum aparato real transformado fantasiosamente pela tradição.[10][11] Na Antiguidade o "cavalo" era uma derivação de uma máquina de guerra, o aríete, muitas vezes construído na forma de um animal. Os assírios costumavam usar máquinas deste tipo, e é possível que o exemplo tenha sido tomado pelos gregos.[12][13] Também foi interpretado como umametáfora de um terremoto, uma das causas possíveis apontadas para a destruição da Troia histórica, considerando que Posidon/Netuno era o deus dos cavalos, do oceano e dos terremotos.[14][15]

Outra sugestão é que o cavalo na verdade era um barco, e foi assinalado que os termos usados para colocar os homens no seu interior eram os mesmos que descreviam o embarque da tripulação de navios.[16][17] Na tradição clássica os navios são às vezes chamados "cavalos do mar". Na OdisseiaPenélope, lamentando a ausência de Telêmaco, diz: "Por que meu filho me deixou? O que tinha ele de fazer para viajar em navios que jornadeiam longamente sobre o mar, como cavalos marinhos?".[2] Na comédia Rudens,Plauto diz: "Você é carregado pelas estradas cerúleas (o mar) sobre um cavalo de madeira (navio)".[18]

Iconografia e cultura popular

Uma das mais antigas representações do Cavalo de Troia é encontrada no chamado Vaso de Mykonos (ilustrado na abertura deste artigo), datado do século VIII a.C.[19] Outros achados mais ou menos da mesma época, como uma fíbula em bronze da Beócia,[20][21]e cerâmicas procedentes de Atenas e Tenos, todos fragmentários, são similares no desenho, e podem se referir a protótipos bem mais antigos, como os aparatos de guerra assírios, com um desenho zoomórfico e quadrúpede, rodas e janelas. Guerreiros armados se colocavam no centro da máquina e usavam sua cabeça elevada para escalar muralhas, enquanto outros manipulavam um aríete na parte inferior. O motivo se tornou popular entre gregos, helenistas e romanos, sendo encontrado em inúmeras variações em vasos, relevos, gemas e pinturas, incluindo iluminuras, como a que consta no manuscrito Vergilius Romanus.[19] Em Atenas existiu uma gigantesca estátua em bronze do famoso cavalo, obra de Strongylion, instalada no santuário de Ártemis Braurônia da Acrópole, que mostrava vários guerreiros em seu interior, da qual ainda sobrevive o pedestal, e Polignoto o representou em um grande mural na Stoa Pintada.[22][23]
Ao longo dos séculos seguintes o Cavalo de Troia continuou fornecendo inspiração para muitos artistas visuais e literatos, constituindo um dos temas mais trabalhados da tradição épica,[24][14] penetrando inclusive em regiões asiáticas como a Arábia e o norte dosubcontinente indiano, que estiveram sujeitas à influência clássica.[25][26] Paul Barolsky o considera o ancestral de todos os monumentos equestres.[27] Entre os artistas notórios que deixaram obras sobre ele se contam Lívio AndrônicoNévioTiepolo,[28]Giulio Romano[29] e Lovis Corinth.[30] Continua sendo um tema para vários artistas contemporâneos de todo o mundo, a exemplo deChristopher Morley,[31] Archibald MacLeish,[32] George Nick,[33] Christopher Wool,[34] Willie Bester,[35] Heri Dono,[36] Marcos Ramirez ERRE,[37] Epaminondas Papadopoulos,[38] Charles Juhasz, e deu nome a um grupo de artistas de Porto Rico, engajado no ativismo social.[39] Operação Cavalo de Troia é o título de uma série de nove livros ficcionais de Juan José Benítez, que alcançou considerável sucesso internacional.[40]
No século XVII o inglês John Bushnell tentou provar a possibilidade do cavalo realizando uma reconstrução hipotética, que seria tão grande que seis homens sentados em volta de uma mesa caberiam dentro da sua cabeça, mas ela acabou sendo destruída por uma tempestade antes de terminada.[41] Outra foi criada em 1707 para uma suntuosa apresentação de uma peça teatral de Elkanah Settle, com cerca de 5 m de altura, toda dourada, de onde saíram quarenta guerreiros armados.[42] Hoje existem pelo mundo vários "cavalos de Troia" modernos, com aparências muito diversificadas. Entre eles pode-se citar o de Çanakkale, criado para o filme Troia, deWolfgang Petersen,[43] o de Praga,[44] o dos Forum Shops no hotel Caesars Palace em Las Vegas,[45] e o que está na fronteira entreMéxico e Estados Unidos.[37]
A expressão "cavalo de Troia" se tornou largamente usada na cultura popular, sempre com o sentido de um artifício astuto, enganoso e perigoso, que possibilita a penetração dissimulada em território inimigo,[46] e é a origem da expressão "um presente grego", quando recebemos algo de aparência agradável mas que produz más consequências.[47] Denomina uma técnica de negociação baseada na mentira,[48] uma estratégia militar deceptiva usada em inúmeras variantes por exércitos desde a Antiguidade,[49][50] e um tipo de vírus de computador que se disfarça como um programa legítimo para ganhar acesso às máquinas dos usuários e iniciar a destruição dos programas instalados, roubar senhas e operar danos de outras naturezas.[51] Tornou-se também um motivo de piadas ecaricaturas[52][53][54] e foi transformado em brinquedos para crianças.[55][56][57]

O cavalo em um vaso de Corinto
Relevo da cultura Gandhara
Iluminura em Le Recueil des histoires de Troyes, 1495
Giovanni Domenico TiepoloProcissão do Cavalo de Troia, 1733
O cidadão confuso, 1909, caricatura mostrando o cavalo como um polvo
O cavalo como cenário teatral na peça Den ökända hästen från Troja, de Karl Gerhard, 1940
Modelo em plástico criado pelo Chaos Computer Club
O cavalo criado para o filme Troia, hoje exposto em Çanakkale, na Turquia

Cavalos e Ligando a Revolução Industrial

Ligando a Revolução Industrial     

  Com o declínio do conflito feudal e com melhores técnicas agrícolas, veio a necessidade de transporte aumentou em toda a Europa. Estáveis ​​governos centrais estabeleceu uma medida de ordem pública e organizou os recursos para construir e manter estradas. E quando o grande cavalo já não era necessária para transportar o cavaleiro de armadura brilhante, a demanda por sua força vinha do agricultor eo comerciante. O cavalo então, verdadeiramente, encheu todos os nichos da economia: arados de tracção e carruagens, treinadores e-mail, vagões, carros pesados ​​e carretas leves e trotar escadas rolantes horizontais que se transformaram as tiras que faziam farinha a partir de grãos. Mesmo os primeiros trens eram de tração animal em suas faixas de aço.
Por 2.500 anos até a invenção do motor de combustão interna, cavalos e veículos puxados por cavalos eram o único meio eficaz para cobrir grandes distâncias, arar o solo, transporte e mercadoria a guerra. O resultado, de conquista para a exploração de bens móveis e pessoas, é auto-evidente. Talvez os seres humanos teriam explorado e colonizado todo o planeta sem cavalos para levá-los ou as suas disposições, mas que parece duvidoso. Por apenas uma espécie, a influência do cavalo tem sido imensamente profundo.



Ásia

Cavalos não têm como uma grande variedade de papéis na Ásia que teve no Ocidente. Eles eram geralmente (embora não exclusivamente) restrito a militares e do governo e não eram comuns na agricultura e transporte. Fatores ambientais e cultural afetou o uso do cavalo na Ásia e contribuiu para as suas funções relativamente limitados.

Cavalos.

China tem uma longa história de ser utilizado e montado na China, e a China podem levar o crédito por dois dos itens mais significativos na utilização do cavalo: o colar de ombro e o estribo .   Os cavalos eram vitais para as defesas da China contra os nômades montados que continuamente assediados do Reino Médio já a partir do 4 º século aC   Por centenas de anos antes disso, os cavalos haviam sido usada para desenhar carros, que tinham sido introduzidas na China pela Central tribos asiáticas.   O mais antigo exemplo conhecido de uma carruagem puxada por cavalos chinês vem do túmulo do imperador Wuding, que morreu em 1118 aC   Os carros são acreditados para ter sido usado principalmente para o transporte e não como veículos de combate, ao contrário dos carros dos heteus antigos.   Até o século IV aC, os chineses foram depender exclusivamente de homens montados em uma batalha e não em carros.   Não surpreendentemente, este é quase ao mesmo tempo que o estribo começaram a aparecer.
Além de seu papel na guerra, os cavalos foram usados ​​pelos correios do governo para levar mensagens. Quando pólo foi introduzido na China, da Pérsia, tornou-se a raiva na corte do imperador e entre a aristocracia, os militares e as classes escolares. Mesmo as mulheres juntou-se no jogo. Os cavalos foram vestidos com ornamentos elaborados e realizados movimentos treinados no entretenimento da corte, mas estes eram mais na natureza de truques de circo do que haut dressage école. Todos esses aspectos do uso do cavalo foram confinados às classes superiores. Os camponeses não usam cavalos em suas fazendas, e os comerciantes não rotineiramente transportar mercadorias em carroças puxadas a cavalo. Este foi provavelmente porque a China não teve sucesso no estabelecimento de um programa de criação doméstica, talvez por causa do terreno desfavorável e uma falta de pastagem boa. Seja qual for a razão, a China não poderia produzir suficientes animais domésticos e tiveram que importá-los da Ásia Central com grandes despesas. Consequentemente, os cavalos permaneceu um item de luxo.

Japão Tal como na China e no Ocidente, o cavalo figuraram com destaque no exército japonês, pelo menos, tão cedo quanto as invasões provenientes da Coreia, no século 1 de nossa era. Curiosamente, descobri nenhuma referência a carros, indicando que o guerreiro montado foi o método de combate preferido desde o início. Isto não é surpreendente, dado que a paisagem japonesa é dominada por colinas e montanhas, o que tornaria inútil carros na guerra.
Como suas contrapartes persas e chineses, os imperadores japoneses usaram montado correios para a sua rede de comunicação. Na atividade diária, cavalos puxavam carroças, mas não arados, uma vez que a agricultura japonesa foi e é centrada sobre o arroz, que requer um método completamente diferente de cultivo. Tal como na China e na Europa, o cavalo foi primeiramente identificada com poder e privilégio, embora ao contrário da China, um fazendeiro muito humilde tinha um para puxar a carroça para o mercado local e um comerciante rico muitas iria andar na cidade. Ao viajar a cavalo no entanto, o comerciante não segurar as rédeas, para prender as rédeas se foi considerado inadequado para ninguém, mas um soldado. Seu cavalo seria liderada por homens de infantaria de ambos os lados, o que garantiu o tempo de viagem muito mais longa do que se o comerciante tinha tomado as rédeas si mesmo. O cavalo foi forçado a ir ao ritmo dos homens a pé. Isto representa uma perda de potencial do cavalo como um meio de transporte individual. 
As diferenças básicas nos fatores de agricultura e social fez com que o cavalo teve influência significativamente menor no desenvolvimento econômico e político da Ásia do que tinha no Ocidente. Em um aspecto, porém, os chineses e japoneses estavam à frente: as mulheres andava montado, em contraste com o Ocidente, onde as mulheres foram forçadas a pousar em um sidesaddle precariamente até o início do século 20!

Sobre o autor: 

Assim que eu era capaz de se concentrar nas fotos ao mesmo tempo em minha casa, eu estava fixado em cavalos.Então, disse meu pai, então eu acho que a minha paixão pelos cavalos foi uma mutação genética. Crescendo em uma grande cidade significava oportunidades limitadas para montar, então eu fiz a próxima melhor coisa. Eu li tudo e qualquer coisa que eu poderia chegar em minhas mãos sobre cavalos e segurou no meu sonho de possuir um cavalo um dia. O sonho se tornou realidade e eu já possuía três cavalos nos últimos 14 anos. Quanto ao resto da minha vida, eu sou atualmente um advogado em uma prática geral, ter tentado a minha mão a notícia de edição e excursão do grupo líder. Eu também escrevo (muito) para diversas revistas e boletins informativos, viajar, tirar fotografias, oferecer-se para locais agências de serviço social e socializar com os amigos na Mensa .
fonte: mysite.verizon.net/mmaidens/

"Cavalo" Equus caballus


Cavalo 

Equus caballus

Os cavalos e os seres humanos têm uma relação antiga. Asian nômades provavelmente domesticados os primeiros cavalos, cerca de 4.000 anos atrás, e os animais permaneceram essencial para muitas sociedades humanas, até o advento do motor. Cavalos ainda ocupam um lugar de honra em muitas culturas, muitas vezes ligadas a façanhas heroicas na guerra.


Há apenas uma espécie de cavalo doméstico, mas cerca de 400 raças diferentes que se especializam em tudo, desde puxar vagões para as corridas.Todos os cavalos são animais herbívoros.
Enquanto a maioria dos cavalos são domésticos, outros permanecem selvagem. Cavalos selvagens são os descendentes de uma vez domesticados animais que foram executados gratuitamente por gerações.Grupos de esses cavalos podem ser encontradas em muitos lugares ao redor do mundo. Free-Roaming norte-americano mustangs, por exemplo, são os descendentes dos cavalos trazidos pelos europeus mais de 400 anos atrás.
Os cavalos selvagens, geralmente se reúnem em grupos de 3 a 20 animais.Um garanhão (macho adulto) lidera o grupo, que consiste em éguas (fêmeas) e potros jovens. Quando os machos jovens tornam-se potros, em cerca de dois anos de idade, o garanhão leva-los. O Colts, em seguida, percorrer com outros jovens do sexo masculino até que eles possam recolher seu próprio bando de fêmeas.
O cavalo de Przewalski é o único cavalo verdadeiramente selvagem cujos ancestrais nunca foram domesticados. Ironicamente, este animal, robusto resistente existe hoje apenas em cativeiro. O último cavalo selvagem de Przewalski foi visto na Mongólia em 1968.
Cavalos e História
ou 
O cão pode ser o melhor amigo do homem, 
mas foi o cavalo que construiu a Civilização! 


por Melinda Maidens

"A história foi escrita na parte traseira do cavalo", de acordo com uma inscrição no Parque de cavalos em Kentucky. Os amantes do cavalo não precisam ser lembrados quanto os seres humanos devem a equus caballus, mas à população em geral, a dívida da civilização, talvez não seja imediatamente aparente. Uma comparação das civilizações que tiveram cavalos com civilizações que não logo deixa claro que a história humana, pelo menos na Eurásia, teria sido profundamente diferente se não fosse para o cavalo.
Um bom exemplo é todo o hemisfério ocidental, que era cavalo-livre a partir de 30-40,000 anos por razões ainda desconhecidas.Uma das conseqüências foi a de que suas populações nativas permaneceram espalhados, escasso e esmagadoramente no estágio de caçadores-coletores de desenvolvimento. As civilizações mais culturalmente e socialmente complexo foram os do Incas, Maias, e Astecas. Apesar do sucesso como guerreiros, eles não poderiam se espalhar seu conhecimento muito longe, pois não tinham nem rápidas, ágeis animais como cavalos para levar a eles e suas idéias para o resto das Américas. Como realizado como eram, acabaram por não eram páreo para os conquistadores montados.
Outras partes sem cavalos do mundo, como Austrália e África sub-saariana, fornecem exemplos semelhantes de mobilidade humana restrito e desenvolvimento.


O Encontro Humano Horse-

    Evidências arqueológicas e paleontológicas indica que o cavalo foi domesticado cerca de 5.000 anos atrás, substancialmente mais tarde do que outros animais de criação. Por esse tempo (aproximadamente 3.000 aC), o cão tinha sido nosso companheiro de 9.000 anos e tínhamos criava cabras, ovelhas e gado para mais de 5.000 anos. O cavalo chegou tarde em nossas vidas, mas não perdeu tempo em transformar-nos.  
Carne e Leite . 
Pinturas rupestres na França deixam dúvida de que o cavalo era fonte de alimento principal para os caçadores da Idade da Pedra. Quando terminou a Idade da Pedra e da Idade do Bronze começou, os seres humanos na Europa e na Ásia tiveram gerações de experiência trabalhando com animais, tendo dominado as habilidades de pastoreio de ovinos, bovinos e caprinos. Eles também aprenderam a cavalos de rebanho, que manteve, principalmente para a carne, possivelmente, também para o leite (como nômades da Ásia Central ainda hoje). As pessoas também haviam aprendido a cultivar grãos e tinha abandonado a caça em bandos errantes em favor de se estabelecer em comunidades permanentes. De 3.000 aC, portanto, os seres humanos foram a garantia de abastecimento de alimentos regulares e, em seguida, teve o tempo para apreciar o cavalo para outras qualidades do que sua capacidade para alimentar uma família de quatro pessoas durante uma semana ou assim.
    Os primeiros indícios de domesticação do cavalo foi encontrado nas estepes do leste da Ucrânia, do Cáucaso do Norte, na Rússia central e Cazaquistão.Cavalos de caça nunca foi fácil e domesticar-los era menos ainda. Os ovinos e caprinos são muito mais lentos do que os cavalos e mais fácil de controlar em rebanhos. O cavalo representava um desafio maior. Não só ele foi rápido, ele foi, sem dúvida, como arisco, então, como ele é hoje. Ganhar a confiança do primeiro cavalo deve ter sido uma tarefa difícil, mas (felizmente) o homem insistiu.

O carro adiante dos bois ? 
A visão predominante entre os paleo-historiadores é que os primeiros cavalos foram domesticados a ser atrelado a carros, antes de ser montado. Eles baseiam suas conclusões em antigas representações de cavalos que parecem ser demasiado pequeno para transportar um ser humano adulto. Do estudo esqueletos, parece que os cavalos da Idade do Bronze eram apenas sobre o tamanho de pôneis grandes, cerca de 14 mãos (56 ") no ombro. Embora a evidência não estabelece conclusivamente que a condução ficou em primeiro lugar, eu do lado daqueles que acreditam que fez cavalos da Idade do Bronze eram pequenos, mas assim eram as pessoas da Idade do Bronze As crianças de hoje acham difícil resistir à tentação de subir nas costas de um pônei,... e não é provável que a natureza humana era muito diferente na Idade do Bronze tamanho E doesn 't realmente contam - mesmo um pônei pode levar um adulto a uma distância justa Também parece-me que as pessoas da Idade do Bronze, teria achado muito mais simples para subir no lombo de um cavalo e andar fora do que para passar os dias e. semanas necessário para construir um equipamento complicado como um carro ou uma carroça. 
Surgem novas provas de apoiar a visão de que os seres humanos estavam andando mais cedo do que se supunha anteriormente. Em Ladakh Zanskar, uma região nas montanhas do Himalaia do noroeste da Índia (reivindicada também pela China), esculturas de 3.000 anos de rock a partir de uma cultura tibetana cedo mostram claramente os seres humanos montados, possivelmente de jogos de caça. Cavalgando nas montanhas é muito mais prático do que inventar um carrinho para eles para puxar. Ainda hoje, os carros não são encontrados em Ladakh. Sua ausência não é porque as pessoas eram muito primitivos para inventar a roda - longe disso. Rodas simbolizava o sol em gravuras rupestres, que foram posteriormente utilizados para moer grãos, e são usados ​​hoje em rodas de oração tibetanas. Assim, a ausência de cavalos puxando carroças não tem nada a ver com rodas e tudo a ver com o terreno desafiador do Himalaia. Sou grato por esta informação e fotos para Christian Chabert, que é bastante familiarizado com as regiões do Himalaia, tendo viajado para Ladakh Zanskar em 2005 e 2006 e que forneceu as informações e fotografias das gravuras rupestres. Ele confirmou que "nunca as esculturas mostram cavalos atrelados a uma carroça ou arado. Quando os seres humanos são mostrados andando, eles estão sempre de um tamanho correspondente a um homem montado." *
Claramente, nas estepes de largura, em regiões montanhosas e em outras áreas de terreno da mesma forma desafiadora, a domesticação e utilização do cavalo para o transporte durante a Idade do Bronze (seja para pessoas ou bens) foi um passo importante na promoção do movimento da população. Em outras partes do mundo antigo, provavelmente foi o caso que os cavalos foram inicialmente atrelado aos vagões e carros antes de serem utilizados. Em menos montanhosa do Médio Oriente, bois, jumentos, onagros e outros animais com cascos haviam sido desenhar carros bem antes de o cavalo foi domesticado, e não teria sido impossível de se adaptar um desses carrinhos para um cavalo pequeno. E, claro, sem ninguém por perto para ensinar-lhes, os seres humanos tiveram que aprender a andar da maneira mais difícil, por tentativa e erro. Montando um cavalo, porém irresistível, é muito mais fácil do que ficar on! Instinto do cavalo é entrar em pânico e foge quando alguém tenta subir em suas costas, e se opor violentamente uma vez que alguém consegue chegar lá. Deve ter levado um longo tempo, mesmo depois de os cavalos foram usados ​​para serem arrebanhados para os seres humanos - e cavalos - para ajustar a equitação.
    A domesticação e adestramento de cavalos teve um impacto profundo sobre o povo da Eurásia. De repente, o horizonte expandido, viagem para além dos limites de nossas próprias pernas se tornou possível. Acenou por terras desconhecidas, por força das alterações climáticas ou a seca, as pessoas começaram a migrar, para explorar e conquistar.


Potência Transforma Civilização

Maioria das actividades humanas podem ser categorizados como viagens, guerras, trabalho ou lazer. O cavalo tem sido indispensável em todos os quatro.

Guerra.   O cavalo provou o seu valor primeiro em guerra, como era de longe o motor mais rápido, mais ágil e mais manobrável para um carro ou um soldado montado. Bois e burros, embora muito mais calmo do que os cavalos, não poderia vir mesmo perto do cavalo no campo de batalha antiga. Eles simplesmente eram muito lentos. Os hititas, ou hicsos, inventaram o carro de guerra e conquistou a Mesopotâmia e no Egito por volta de 1800 aC, como resultado. Os carros rápido movimento realizou dois homens, um para o disco e outro para lutar. O aparecimento destes animais desconhecidos ea velocidade com que carro transmitidas lanceiros e arqueiros poderiam entregar seus golpes mortais deve ter sido tão aterrorizante para footsoldiers da Idade do Bronze como o pensamento da bomba de hidrogênio é para nós hoje.
Cópia do Bronze grega 
c. 5 Século aC
Desde a sua primeira contribuição para a civilização foi reconhecida no campo de batalha, o cavalo tornou-se imediatamente identificado com poder e privilégio, enquanto o gado e burros foram relegados para o campesinato. Em uma antiga fábula mesopotâmica citado por John Keegan, em Uma história da guerra , o cavalo tem para o boi que ele mora perto de reis e come sem ser comido. É uma indicação do cavalo que está sendo associado com orgulho e riqueza.
Individuais soldados montados não aparecem nos registros históricos até cerca de 800 anos mais tarde, cerca de 1.000 aC Os estudiosos explicam o longo intervalo de tempo como resultado da necessidade de criação de cavalos maiores e mais fortes para levar um homem armado. Creio outros factores contribuiu para o atraso. Como apontado anteriormente, pôneis podem levar adultos; tamanho por si só não contam toda a história. As pessoas precisavam descobrir como montar um cavalo. Não há nada de óbvio sobre equitação! Rédeas, perna auxiliares, o tipo de lugar - todos os sinais de um cavaleiro de hoje toma como certo - tinha de ser inventado, assim como todo o equipamento. Ele provavelmente levou meses e anos de esforço, com o conselho a ser transmitidos oralmente de sábios antigos noivos e pastores.

Viagem.   Depois de vencer as guerras, os vencedores tiveram que manter o controle sobre seus longínquos territórios. Até a máquina a vapor eo telégrafo apareceu no século 19, não era páreo para o cavalo para viajar rápida e comunicações. Os persas no século V aC, que construiu o maior império de seu tempo, enviou comandos do seu capital usando relés de correios montados quem "nem neve, chuva, calor, nem a escuridão permanece desde a rápida conclusão das suas rondas apontados," em as palavras de Heródoto (adotado como lema dos Correios dos EUA). Construir e manter impérios foi nos primeiros tempos o principal meio de se deparar com outras culturas. Viagens e comércio estendeu esse contato e produziu a disseminação de idéias que criaram as civilizações do mundo antigo. Fazendo muito mais do que possível - talvez todos - era o cavalo.

Lazer. Quando as pessoas teve tempo de lutar uns contra os outros, eles encontraram no cavalo uma fonte acessível de entretenimento. Assim como os seres humanos aprenderam a andar, eles perceberam que poderiam perseguir jogo maior e mais desafiador para a tabela ou para o esporte. Persas e gregos encenado corridas de cavalos e ambos parecem ter sido as primeiras pessoas a ter um interesse ativo em horsemanship como uma disciplina. A Arte de Horsemanship, um tratado pelo historiador e filósofo grego Xenofonte , que viveu 430-354 aC, é o mais antigo texto de seu tipo no mundo, e grande parte de seu conselho é seguido pelos cavaleiros de hoje.

Trabalhar. Apesar de ter provado o seu valor na guerra, viagens e esportes, o cavalo teve que esperar algum tempo antes de ingressar na força de trabalho regular. Ao longo helenístico, romano e no início de tempos medievais, bois e burros continuam a ser os precursores primários do motor de combustão interna. Os cavalos disponíveis, em seguida, no Mediterrâneo e do Oriente Médio impérios eram muito leve e pequeno para concorrer com o boi em puxar grandes cargas. Além disso, os cavalos foram em todos os momentos mais caro do que para manter bois ou burros. Seus sistemas digestivos relativamente menos eficientes significava que teve que ser alimentado com mais freqüência e que necessitavam de alimentação mais cara. Até raças mais pesadas foram introduzidas para o Ocidente, o cavalo foi limitada a campanhas militares, corridas de bigas e outras formas de luxo aristocrático.

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História
O cavalo tal como o conhecemos hoje surgiu na América do Norte há cerca de um milhão de anos e de lá migrou para a América do Sul e para a Ásia, Europa e África, mas nas Américas extinguiu-se há cerca de dez mil anos, provavelmente devido à caça excessiva. Só retornou ao Novo Mundo com a conquista espanhola. Acredita-se que o cavalo foi domesticado pela primeira vez a partir de 6.000 a.C., provavelmente por povos indo-europeus da atual Ucrânia. Inicialmente foi usado como fonte de carne e leite e depois para puxar bigas – carros leves (cerca de 34 kg) de batalha puxados por dois cavalos e conduzidos por um auriga, que serviam de plataforma móvel para um arqueiro –, que por volta de 2.000 a.C., estavam bem estabelecidos como a mais poderosa arma de guerra do Egito, Mesopotâmia e vale do Indo. Como alimentar uma parelha de cavalos exigia a produção de 4 hectares de cevada, a posse de uma biga foi, desde o início, um privilégio da nobreza.
No início da Idade do Ferro (cerca de 1.000 a.C.), o cruzamento seletivo criou raças maiores e mais fortes, capazes de transportar o peso de um guerreiro. Inicialmente, tais cavalos foram usados aos pares: um arqueiro disparava de um dos cavalos, enquanto outro conduzia ambos. Na Antiguidade Ocidental grega e romana, os cavalos flanqueavam os exércitos e tiveram um papel secundário como montaria de batedores e comandantes, em escaramuças ou para fustigar a infantaria, mas os hunos, germanos, mongóis e árabes fizeram da cavalaria ligeira sua principal arma de guerra.
Os persas foram os primeiros a usar cavalaria pesada (catafractos, cavaleiros com armaduras), sendo imitados mais tarde pelos bizantinos e pelos cavaleiros medievais, que para isso empregaram raças de grandes cavalos hoje usadas apenas para tração.
Após a invenção da pólvora, as armaduras tornaram-se obsoletas e a distinção entre cavalaria ligeira e cavalaria pesada passou a referir-se à forma de uso: a cavalaria ligeira (hussardos ou lanceiros) para reconhecimento e flanqueamento; a cavalaria pesada (couraceiros e dragões) como força de choque em cargas frontais. O uso militar do cavalo entrou em declínio a partir da I Guerra Mundial; foi abandonado pelos EUA em 1940 e pela URSS e China nos anos 50. O uso do cavalo nos transportes e na agricultura também tem-se reduzido desde o final do século XIX, mas ainda é importante em regiões isoladas.
A carne de cavalo também é consumida em partes da Europa, notadamente Islândia e seus ossos e cartilagens usados para a fabricação de cola. Antitoxinas para o tétano e soros antiofídicos são geralmente produzidos do sangue de cavalos inoculados. Crinas de cavalo são usadas em enchimento de móveis e arcos de violino. Esterco de cavalo é usado como adubo e no cultivo de cogumelos e, no passado, foi também usado como combustível (notadamente pelos citas). O leite de égua foi consumido por citas, mongóis e árabes.

http://rpg_ficcao.sites.uol.com.br/Bestiario/Cavalos.htm

O Cavalo Pesado
Coincidentemente com a desintegração do Império Romano, vários fatores combinados para trazer o carro-chefe a ser. A primeira foi a introdução de cavalos mais pesados. O cavalo de forte foi desenvolvido a partir de cavalos introduzidos na Europa por tribos germânicas do norte, onde as raças tendem a ser mais pesado do que os do Mediterrâneo e do Oriente Médio. O próximo fator foi a introdução na Europa do colarinho ombro . Exatamente quando este invento imigraram da China não é clara. Uma variedade de métodos de aproveitamento estava em uso de cavalos engate para carretas e carros, nos tempos antigos, mas a gola ombro (também chamado de Horsecollar) é de longe a mais eficiente.
(Foto cedida por www.corbis.com)
Os agricultores Horsecollar habilitados para tirar vantagem de uma maior velocidade do cavalo e força. Com o cavalo, eles poderiam cultivar campos maiores e puxar cargas mais pesadas para o mercado.
Apesar de cavalaria montada tinham sido firmemente estabelecida na europeus campanhas militares durante 1500 anos, ainda estava limitada em sua utilidade. A situação mudou completamente quando o estribo chegou ao Ocidente por volta do século 8 º. Sua introdução causou uma revolução na organização social. Como o estribo permitiu um homem fortemente blindado para empurrar com uma lança ou corte com sua espada, o soldado montado tornou-se muito mais mortal do que era em tempos anteriores. O " grande cavalo "necessário para um piloto de metal banhado a substituiu o carro leve e sem armadura cavalaria cavalo e ao mesmo tempo, abriu novas oportunidades para a utilização de cavalos. O cavaleiro montado era tão vital para a guerra medieval que a posição de um fazendeiro sobre a escada feudal foi medido pelo número de homens armados e montados ele poderia fornecer o seu senhor. Em troca de proteção do seu senhor, o vassalo prometeu a si mesmo, ou o dinheiro ou terra suficiente para apoiar um homem de combate montado. O sistema feudal nasceu.
Um cavalo de batalha completamente equipado Medieval pode ser obrigado a transportar mais de 200 quilos. Isto incluiu a armadura do cavalo e do peso do cavaleiro de armadura, incluindo escudo e lança.

foto © 1999-2006 Maidens Melinda
16 cavaleiros do século em desfile 
Metropolitan Museum of Art, New York City


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Minha grande paixão!!! EQUUS... "Cavalos"


Equidae


Os eqüídeos (do latim científico Equidae) constituem uma família de mamíferosperissodátilos. Esta família abarca apenas o género Equus, onde se classificam o cavalo e burro, por exemplo.

A família Equidae evoluiu ao longo de vários milhões de anos, desde animais florestais de pequenas dimensões até ao cavalo moderno e seus contemporâneos do género Equus. A sequência evolutiva do grupo foi estudada pelo paleontólogo Othniel Charles Marsh, com base em descobertas realizadas em jazidas fossilíferas da América do Norte, nos anos 1870. Desde então tem sido um dos exemplos mais comuns de sucessão evolutiva de espécies. Ao longo da sua evolução, os equídeos foram dimuinuindo o número de dedos e adaptando a dentição para uma alimentação à base de vegetação rasteira.




Equus

Os equídeos são mamíferos ungulados pertencentes à família Equidae e género Equus. O grupo inclui animais importantes para o homem, como o cavalo, o pónei, o asno ou burro, e selvagens como as zebras. São ungulados perissodáctilos com um só dedo funcional, e têm por tipo o cavalo.
mula é um híbrido entre cavalo e jumento e pertence também ao género Equus embora não constitua uma espécie.

Cavalos 

Introdução


Eles galope e trote, relincho e vizinhos, capturando a imaginação - e nossos corações. Na verdade, os cavalos são ditos ter feito mais para mudar a história humana do que qualquer outro animal doméstico, uma vez carregando exploradores para novas fronteiras e exércitos poderosos para grandes conquistas.
Embora seus dias de glória pode estar no passado, essas criaturas cascos continuam a encantar-nos, como os cavalos de programas natureza, demonstra em detalhe espumante. A partir das estepes da Mongólia, onde as crianças correm a uma velocidade vertiginosa empoleiradas em garanhões dez vezes seu tamanho, para os campos da Geórgia, onde as pessoas em cadeira de rodas encontrar uma nova liberdade na sela, cavalosdestaca os vários papéis desempenhados por esta besta multi-talentoso de carga. Há também vislumbres raros de cavalo mais ameaçado do mundo, e um olhar para dentro da arte dos murmuradores cavalos, os treinadores que por seu toque suave pode transformar um bronco selvagem resistindo em um cavalo da mostra imponente.
Mas a estrela do show é o animal que os cientistas chamam de Equus caballus, a espécie do cavalo moderno, que inclui tudo, desde póneis Shetland miniatura para cavalos de esboço maciços capazes de puxar cargas surpreendentes. O cavalo que conhecemos hoje, porém, evoluiu de um ancestral que era bem diferente.
Mais de 50 milhões de anos atrás, um animal de pequeno porte fox-rastejou através das florestas da América do Norte, navegando em frutas e folhas. Seu corpo arqueado para trás foi apenas cerca de um pé alto no ombro, e uma cauda longa e curta-snouted cabeça, provavelmente, deu-lhe um olhar distintamente canina. Na verdade, seus pés usava almofadas como um cachorro, exceto cada dedo terminava em um casco pequeno, em vez de uma garra. Curiosamente, em cavalos modernos, um dedo do pé tornou-se o casco, e os outros permanecem como saliências vestigiais mais acima na perna.
Quando caçadores de fósseis descobertos os ossos de uma criatura de um século atrás, ela foi batizada como Eohippus - "o cavalo do amanhecer" - e acreditava que era o primeiro elo de uma cadeia evolutiva que levou diretamente ao cavalo de hoje. De fato, muitos museus e livros didáticos ainda têm telas e fotos que mostram esta progressão, puro previsível, com os cavalos gradualmente ficando maior, passando de muitos dedos de unhas modernos, e ganhando dentes mais longos capazes de triturar gramíneas resistentes.
Estes dias, no entanto, os pesquisadores têm uma imagem muito mais complexa da evolução do cavalo - e eles deram o cavalo do amanhecer um nome muito menos colorida. Enquanto eles concordam que o cavalo de hoje provavelmente surgiu a partir desse antepassado menor, o caminho não era de forma direta. Em vez disso, os paleontólogos descobriram fósseis que mostram que os ancestrais do cavalo em tamanho variado: alguns cavalos grandes início deu lugar mais tarde para os menores. Eles também descobriram que algumas linhas de cavalos como animais alternaram entre os dedos muitos e poucos ao longo do tempo. Além disso, alguns proto-cavalos que se pensava ser ancestrais diretos dos animais modernos foram reveladas ao ser primos distantes relacionados - apenas um ramo da outra ponta em uma árvore de família peluda.
Um ramo, no entanto, mantido em crescimento. Cerca de um milhão de anos atrás, ele produziu uma série de pequenos pony porte animais que galopava pelas planícies antigas em todo o mundo em grandes manadas.Eles provavelmente se comportou muito como cavalos selvagens de hoje fazem, usando suas caudas fluindo como mata-moscas notavelmente precisas e bandeiras de sinalização, e cheirar o ar para o cheiro dos inimigos eo aroma dos alimentos.
Menos de 10.000 anos atrás, no entanto, muitas dessas espécies cavalo-como foi extinto, juntamente com outros grandes animais como mamutes. Mudanças climáticas e caça excessiva por humanos podem ter sido os culpados, mas ninguém sabe ao certo. Os únicos sobreviventes eram cavalos na Ásia e zebras vários. Na América do Norte, no entanto, os cavalos foram eliminados.
Então, de onde os cavalos modernos vieram, os que geraram o mito da América cowboy? Os historiadores acreditam que os exploradores espanhóis trouxeram os animais com eles sobre suas viagens ao Novo Mundo em 1500. Solte-se sobre a terra, eles logo recuperou as pradarias que antes eram só deles, produzindo vastas manadas de cavalos selvagens.
Ainda hoje, como mostra CAVALOS, dezenas de milhares de cavalos selvagens percorrem o oeste americano. Para impedir que os rebanhos de destruir seu habitat, o governo dos EUA captura centenas a cada ano e coloca-los para adoção. Para alguns dos novos proprietários orgulhosos, a chance de montar um cavalo selvagem-nascido é um sonho tornado realidade - ea continuação de uma relação antiga que fez com que o cavalo um dos nossos parceiros animais mais reverenciados e fascinante.
Conteúdo on-line para cavalos foi originalmente publicado novembro de 1999.