Os pratos mineiros podem até ser consumidos em outros estados, mas o “jeitinho” de prepara-los tornou essa culinária tão típica e especial. Segredos e rituais passados pelas gerações há mais de 300 anos.
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Tutu de Feijão
Vaca atolada, carne moída com quiabo, galinhada. De onde vieram essas receitas dos deuses? A chave destes segredos está na época em que Minas Gerais começava a ser desbravada por bandeirantes, por volta dos séculos XVII. Com a corrida pelo ouro, tropeiros saíam de outros estados, rumo às minas cheias de ouro e outros metais preciosos.
Doce de Figos verdes
Os pratos que homenageiam esses viajantes, como o popular feijão tropeiro, são a marcados por ingredientes típicos, ideais para quem percorria longas jornadas em busca de riqueza, não contava com grande variedade do cardápio, mas precisava de opções substanciosas.
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Além da criatividade mineira para garantir todas as refeições, mesmo em tempos difíceis, os pratos perduraram saborosos, até os dias hoje, graças a habilidade das mulheres de Minas, que passaram suas receitas de mãe para filha. Aliás, esse é o principal segredo da cozinha mineira.
*Informações extraídas do livro “Sabores e Cores das Minas Gerais”, da Editora Senac.
Vaca atolada, carne moída com quiabo, galinhada. De onde vieram essas receitas dos deuses? A chave destes segredos está na época em que Minas Gerais começava a ser desbravada por bandeirantes, por volta dos séculos XVII. Com a corrida pelo ouro, tropeiros saíam de outros estados, rumo às minas cheias de ouro e outros metais preciosos.
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Os pratos que homenageiam esses viajantes, como o popular feijão tropeiro, são a marcados por ingredientes típicos, ideais para quem percorria longas jornadas em busca de riqueza, não contava com grande variedade do cardápio, mas precisava de opções substanciosas.
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Feijão Tropeiro
Estes expedicionários levavam sempre na mala, muito feijão, farinha de mandioca, toucinho e café, alimentos mais fáceis de encontrar. A carne seca supria a necessidade de sal e ainda driblava a dificuldade de acesso à carne fresca. A estes ingredientes, acrescente couve picadinha e muita pimenta, acompanhamentos essenciais.
Vaca Atolada
No começo destas expedições, as refeições eram feitas em estalagens e ranchos. Quando começaram a surgir as hospedarias e pousos, o cardápio melhorou. De manhã, um cafezinho adoçado com rapadura, queijo e biscoito de polvilho. No almoço, feijão com angu, torresmo, chuchu, quiabo ou abobrinha e de vez em quando, galinhada.
Frango com quiabo e angu
Depois do período de mineração, já no século XVIII, a comida mineira foi sendo apurada nas cozinhas das fazendas. Nessa época os fazendeiros se tornam pecuaristas e também os melhores produtores de queijo do Brasil.
Doce de leite no tacho de cobre
A escassez de alimentos ensinou o mineiro a armazenar a comida e aproveitar tudo, sem desperdício. Na falta de carne de vaca, o porco era o prato principal e, dele, tudo se aproveitava. Do milho, transformava-se em uma milagrosa variedade: pipoca, curau, pamonha, farinha, cuscuz, biscoitos, bolos, broas e muito mais. Nos piores momentos, feijão com farinha e angu, na companhia de quiabo, chuchu, inhame.
Costelinha com angu e Ora-pro-nobis.
Os mineiros também pegaram gosto pelos doces e geleias e, costumes vistos com estranheza por estrangeiros, como a mistura de goiabada com queijo, se tornaram popular. As vendas e quitandas eram recheadas de doces de leite, cidra, limão, laranja, marmeladas e bananadas.
Doces de Mamão e Abóbora
Estes expedicionários levavam sempre na mala, muito feijão, farinha de mandioca, toucinho e café, alimentos mais fáceis de encontrar. A carne seca supria a necessidade de sal e ainda driblava a dificuldade de acesso à carne fresca. A estes ingredientes, acrescente couve picadinha e muita pimenta, acompanhamentos essenciais.
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No começo destas expedições, as refeições eram feitas em estalagens e ranchos. Quando começaram a surgir as hospedarias e pousos, o cardápio melhorou. De manhã, um cafezinho adoçado com rapadura, queijo e biscoito de polvilho. No almoço, feijão com angu, torresmo, chuchu, quiabo ou abobrinha e de vez em quando, galinhada.
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Depois do período de mineração, já no século XVIII, a comida mineira foi sendo apurada nas cozinhas das fazendas. Nessa época os fazendeiros se tornam pecuaristas e também os melhores produtores de queijo do Brasil.
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A escassez de alimentos ensinou o mineiro a armazenar a comida e aproveitar tudo, sem desperdício. Na falta de carne de vaca, o porco era o prato principal e, dele, tudo se aproveitava. Do milho, transformava-se em uma milagrosa variedade: pipoca, curau, pamonha, farinha, cuscuz, biscoitos, bolos, broas e muito mais. Nos piores momentos, feijão com farinha e angu, na companhia de quiabo, chuchu, inhame.
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Os mineiros também pegaram gosto pelos doces e geleias e, costumes vistos com estranheza por estrangeiros, como a mistura de goiabada com queijo, se tornaram popular. As vendas e quitandas eram recheadas de doces de leite, cidra, limão, laranja, marmeladas e bananadas.
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Além da criatividade mineira para garantir todas as refeições, mesmo em tempos difíceis, os pratos perduraram saborosos, até os dias hoje, graças a habilidade das mulheres de Minas, que passaram suas receitas de mãe para filha. Aliás, esse é o principal segredo da cozinha mineira.
*Informações extraídas do livro “Sabores e Cores das Minas Gerais”, da Editora Senac.
http://www.conhecaminas.com/2016/03/a-origem-da-culinaria-mineira-300-anos.html
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