Sempre na minha mente e no coração...

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terça-feira, 31 de março de 2015

ÚLTIMO DIA DO MÊS DA MULHER - Ruth Escobar MINHA HOMENAGEM A MINHA AMIGA PESSOAL

RUTH  ESCOBAR

Ruth Escobar

Maria Ruth dos Santos Escobar (Campanhã31 de março de 1935) é uma atriz e produtora cultural luso-brasileira. Tornou-se uma atriz de destaque e uma das mais importantes produtoras culturais do Brasil e destacada personalidade do teatro brasileiro, empreendedora de muitos projetos culturais especialmente comprometidos com a vanguarda artística.

Biografia

Nascida na cidade do Porto, norte de Portugal, numa família pobre, aos dezesseis anos, em 1951, emigrou com sua mãe, Marília do Carmo, para o Brasil. Casou-se com o filósofo e dramaturgo Carlos Henrique Escobar, e juntos, em 1958, partiram para a França, onde Ruth fez cursos de interpretação. Ao retornar ao Brasil, montou companhia própria, a Novo Teatro, em parceria com o diretor Alberto D'Aversa. Protagonizou Antígone América, texto de seu marido, em 1962, após algumas experiências de palco, como Mãe Coragem e Seus Filhos, de Bertolt Brecht, em 1960, e Males da Juventude, de Ferdinand Bruckner, em 1961, ambas dirigidas por D'Aversa.
No mesmo ano que estreia Antígone América, seu casamento com Carlos Henrique Escobar se desfaz. Ao mesmo tempo começa a reunir recursos para financiamento do seu teatro .2
Em 1964, decide fazer teatro popular e adapta um ônibus, transformando-o em palco, para levar espetáculos à periferia de São Paulo - iniciativa que recebeu o nome de Teatro Popular Nacional. Por essa nova experiência teatral passaram Antônio Abujamra, que dirigiu A Pena e a Lei, de Ariano Suassuna e Silnei Siqueira, que encenou As Desgraças de uma Criança, de Martins Pena, entre outros. As atividades do Teatro Popular Nacional se encerraram em 1965.
Ainda em 1964, Ruth inaugurou seu próprio teatro, que recebeu o seu nome, situado no bairro da Bela Vista, na cidade de São Paulo. Separou-se do primeiro marido e casou-se com o arquiteto Wladimir Pereira Cardoso, que se tornou cenógrafo das produções da companhia. Entre outras, são encenadas em seu teatro a A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, com direção de José Renato, 1964; O Casamento do Sr. Mississipi, de Dürrenmatt, dirigida por Jô Soares, 1965;
As Fúrias de Rafael Alberti, outra encenação de Abujamra, em 1966; O Versátil Mr. Sloane, de Joe Orton, sob a direção de Antônio Ghigonetto, em 1967; e Lisístrata, de Aristófanes, encenação de Maurice Vaneau, em 1968.
Em 1968, com a vinda para o Brasil do diretor argentino Victor García, convidado para a montagem de Cemitério de Automóveis, adaptação do próprio Garcia para a obra de Fernando Arrabal, uma antiga garagem na rua Treze de Maio foi totalmente remodelada. A encenação destacou Ruth Escobar como atriz e produtora. Seu prestígio aumentou, em 1969, com a produção de O Balcão, de Jean Genet, encenada por Victor Garcia, com cenografada por Wladimir Pereira Cardoso.
A produção arrebatou todos os prêmios importantes do ano, e Ruth Escobar foi agraciada com o troféu Roquette Pinto para a personalidade do ano.3
Polêmicas sempre cercaram a atriz e produtora. Uma delas ocorreu em 1972, quando produziu Missa Leiga (de Chico de Assis; direção de Ademar Guerra, e foi proibida de utilizar a Igreja da Consolação como palco e montada numa fábrica; outra envolveu A Viagem, adaptação cênica feita por Carlos Queiroz Telles, para o poema Os Lusíadas de Luís de Camões, cuja estreia contou com a presença do primeiro ministro de Portugal, Marcelo Caetano.
Nos anos subsequentes, Ruth Escobar ficou à frente do Centro Latino-Americano de Criatividade, projeto abortado por falta de recursos, e centralizou no seu teatro importantes manifestações contra o regime militar, inclusive a fundação do Comitê da Anistia Internacional.
Com o 1º Festival Internacional de Teatro, em 1974, Ruth Escobar passou a apresentar periodicamente em São Paulo o melhor da produção cênica mundial. A cidade pôde conhecer, entre outros, o trabalho de Bob Wilson (Time and Life of Joseph Stalin, que a censura obrigou a mudar para Time and Life of David Clark), a premiada montagem deYerma, por Victor García, com Nuria Espert; além dos encenadores Andrei Serban e Jerzy Grotowski.
Em 1974, centralizou a produção para circuito internacional de Autos Sacramentales, outra encenação de Victor García baseada em Calderón de la Barca. Depois de estrear em Shiraz, no Irã, a realização teve êxito na Bienal de Veneza, em Londres e em Portugal.
Em 1976, outro projeto de fôlego - a Feira Brasileira de Opinião - reuniu textos dos mais destacados dramaturgos da época, mas foi interditado pela Censura, o que obrigou Ruth Escobar a arcar com os prejuízos da montagem em andamento.
No 2º Festival Internacional, de 1976, chegaram ao país o grupo catalão Els Joglars, com "Allias Serralonga"; os City Players, do Irã, com uma inusitada montagem de Calígula, de Albert Camus; a companhia Hamada Zenya Gekijo, do Japão; o grupo G. Belli, da Itália, com Pranzo di Famiglia, dirigida por Tinto Brass, entre outros.
Em 1977, Ruth Escobar resolveu voltar à cena. Para interpretar a exasperada Ilídia de A Torre de Babel, trouxe a São Paulo o autor Fernando Arrabal para dirigi-la.
Produziu A Revista do Henfil, de Henfil e Oswaldo Mendes, sob a direção de Ademar Guerra, em 1978. No ano seguinte, voltou à cena em Caixa de Cimento, encenação do argentino Juan Uviedo; ainda em 1979, produziu Fábrica de Chocolate, texto de Mário Prata que aborda a tortura.
Entre as grandes atrações do 3º Festival Internacional, em 1981, estavam o grupo norte-americano Mabu Mines; o belga Plan K; o La Cuadra, de Sevilha; além do uruguaio Galpón e do português A. Comuna.
Nos anos 1980, Ruth Escobar afastou-se parcialmente do teatro. Eleita deputada estadual para duas legislaturas, dedicou-se a projetos comunitários. Em 1994, voltou aos festivais internacionais, então mais discretos, porém ampliando sua abrangência ao trazer grupos de teatro, de dança, de formas animadas ou aqueles que uniam todas essas linguagens, como o Aboriginal Islander Dance Theatre, o Bread and Puppet, o Cricot 2, os Dervixes Dançantes. A quinta edição, de 1995, acentuou a forte tendência à diversificação ao trazer para o país a dança de Carlota Ikeda e o grupo japonês Dumb Type, o russo Levdodine com Gaudeamus, e Michell Picolli, entre outros. Em 1996, Phillipe Decoufflé; o grupo Dong Gong Xi Gong, de Taiwan; e Joseph Nadg foram os destaques da 6ª edição.
Em 1987, Ruth Escobar lançou "Maria Ruth - Uma Autobiografia", contando parte da sua trajetória, na qual a produção cultural se mescla, de modo indissolúvel, à sua atuação social, voltada sobretudo para o inconformismo com as regras estabelecidas.
Em 1990, retornou aos palcos, numa encenação de Gabriel Villela, de "Relações Perigosas", de Heiner Müller. Entre 1994 e 1997, voltou a produzir festivais internacionais, com o nome Festival Internacional de Artes Cênicas. Em 1998 recebeu, do governo francês, a condecoração da Legião de Honra.
Em 2000, Ruth foi diagnosticada com a doença de Alzheimer. Em 2001, criou uma versão de Os Lusíadas, de Camões, seu último trabalho nos palcos, como produtora.4
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruth_Escobar

As atrizes Tônia Carreiro, Eva Vilma, Odete 
Lara, Norma Bengell e Ruth Escobar

Teatro Ruth Escobar


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fachada
teatro Ruth Escobar foi fundado em 1963 na Rua dos Ingleses em São PauloBrasil.
O teatro leva o nome da atriz e antiga proprietária do terreno onde foi erguido, Ruth Escobar. A inauguração do teatro também contou com apoio da coletividade portuguesa de São Paulo.
Atualmente o teatro tem três salas de espetáculo: sala Gil Vicente, sala Myrian Muniz e sala Dina Sfat. Também conta com um bar e uma livraria.
HISTÓRICO
Em 1963 foi inaugurado o Teatro Ruth Escobar, de propriedade da atriz Ruth Escobar, que, graças ao apoio obtido junto à colônia portuguesa, conseguiu levantar um admirável complexo arquitetônico, voltado para a realização de atividades culturais de todas as espécies.
A montagem de estréia foi "A Ópera dos Três Vinténs", de Bertolt Brecht, sob a direção de José Renato Pécora, configurando, desde o início, o caráter revolucionário desta casa de espetáculos.
Três décadas passadas e o Teatro Ruth Escobar, escrevendo sua história nas páginas de heroica resistência política e cultural, marcou tentos inesquecíveis na consolidação de uma cultura genuinamente nacional. "Roda Viva", de Chico Buarque, "Feira Paulista de Opinião", de vários autores, "A Viagem", de Carlos Queiroz Teles, "Revista Henfil", de Henfil, "Caixa de Cimento", de Carlos Henrique Escobar e "Fábrica de Chocolate", de Mário Prata são alguns espetáculos que contribuíram definitivamente para a identificação dos rumos da moderna dramaturgia brasileira. Da mesma forma "O Balcão" de Jean Genet, sob a direção de Victor Garcia, "As Fúrias", de Rafael Alberti e "Romeu e Julieta", de William Shakespeare colocaram o Teatro Ruth Escobar na vanguarda teatral do planeta, em absoluta sintonia com o seu tempo.
33 anos depois, em 1997, a APETESP, durante a gestão do então Presidente Sérgio D'Antino, dá início ao processo de compra deste equipamento teatral, evitando que o mesmo caísse em mãos da especulação imobiliária, em virtude da grave crise econômica pela qual passa o país.
Este é um procedimento ainda não encerrado, e o próximo passo é captar recursos que possibilitem a transformação do Teatro Ruth Escobar em Centro Cultural Ruth Escobar, fornecendo à cidade de São Paulo um ponto fixo de referência para todas as atividades culturais desenvolvidas em nossa comunidade, finalizando assim o propósito com o qual esta casa de espetáculos foi construída, que era o de se transformar em sinônimo da cultura emergente que se faz em São Paulo e no mundo.
Site oficial: [1]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_Ruth_Escobar






ÚLTIMO DIA DO MÊS DA MULHER, ESTOU AQUI PARA PRESTIGIAR MINHA AMIGA PESSOAL UMA MULHER QUE POR SUAS MÃOS CONHECI A POLITICA,  FOI ELA QUE ME ENSINOU, TUDO QUE SOU EM CONHECIMENTO NESTA ÁREA  COM ELA SEMPRE A ME ORIENTAR NO SENTIDO AMPLO COMO DEVERIA PROCEDER, COMO DEVERIA SER FAZENDO UM TRABALHO DE COMUNIDADE. 

TEM MUITO TEMPO, NOS ANOS 70 ANDANDO PELOS BAIRROS CONHECENDO PESSOAS, AJUDANDO COM PALAVRAS, COM SEU AFETO, CARINHO POR TODOS.
ANDÁVAMOS POR RUAS BATIDAS DE TERRAM POR CASAS SIMPLES, PESSOAS HUMILDES AO SEU  LADO TAMBÉM CAMINHAVA KITO JUNQUEIRA, UM ATOR SEU GRANDE AMIGO.
SUA FILHA PAT  ESCOBAR ERA SUA SECRETÁRIA PARTICULAR, ACOMPANHÁVAMOS TODAS JUNTAS...
MOMENTOS FASCINANTES, CONHECIMENTO TOTAL MESMO PARA MIM FOI DE UM UM GRANDE APRENDIZADO.
DEVO A RUTH ESCOBAR TUDO QUE APRENDI...
SOU-LHE GRATA UMA ESTA MULHER, GUERREIRA, VIBRANTE, CLARA E OBJETIVA, CORAJOSA, TÃO ESPONTÂNEA, ALEGRE E SORRIDENTE,UMA POLITICA, ARTISTA, PRODUTORA, COMPANHEIRA, LEAL, INTELIGENTÍSSIMA.
AMANTE DA ARTE, CULTURA, AMANTE DO TEATRO.
TANTO QUE CRIOU SEU PRÓPRIO TEATRO COM O SEU NOME.
PARA MIM SERÁ SEMPRE UMA MULHER INESQUECÍVEL...

 (MINHA AMIGA, UM TESOURO PARA MEU CONHECIMENTO)
A AMO PARA SEMPRE!

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