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sábado, 16 de junho de 2012

Amor de Jorge Amado e Zélia Gattai ...


Amor de Jorge Amado e Zélia Gattai inspira Dia

dos Namorados no Shopping Iguatemi - Salvador
Qui, 31 de Maio de 2012 15:09

Verdadeiro, puro e para toda a vida.
É assim que se define o amor dos escritores Zélia Gattai e Jorge Amado. E para homenagear esse casal que construiu a maior história de amor que a Bahia já viu e inspirar todos os outros casais apaixonados a seguirem seu exemplo de vida, o Shopping Iguatemi lançou no último dia 27 a nova campanha do Dia dos Namorados. 
Juntos por 56 anos, Zélia e Jorge tiveram dois filhos, Paloma e João Jorge e seguiram juntos até o fim da vida. Entre declarações constantes de amor e carinho, o casal, que viveu parte da sua história na Rua Alagoinhas no bairro do Rio Vermelho, deixou a todos um exemplo de vida e um legado literário imensurável.

O vídeo da campanha narra o momento do encontro afetivo do casal. O comercial mostra de forma alternada mãos digitando em uma máquina de datilografar. Ora mãos masculinas, ora mãos femininas. Os textos são ilustrados com fotos do arquivo de Jorge Amado e Zélia Gattai nos mais diversos momentos da vida. Ao mesmo tempo ouvimos locução em off .

A locação escolhida foi a casa do Rio Vermelho, endereço da família Amado. Já as fotos fazem parte do acervo da Fundação Casa de Jorge Amado, Pelourinho, a qual o Shopping Iguatemi é mantenedor desde o inicio, em 1986.

A campanha “Dia dos Namorados do Iguatemi” será integrada e poderá ser vista em todas as plataformas de publicidade (rádios, tv, impresso e internet). Por todo o shopping diversas fotos do casal e mensagens de amor trocadas ao longo da vida estarão sendo apresentadas, além disso, durante o mês de junho acontece a Exposição Jorge e Zélia.

Também serão distribuídos cartões postais em mais de 50 bares e restaurantes, cinemas, teatros, escolas e universidades da cidade e um concurso cultural no Facebook promete animar os casais românticos e apaixonados da Bahia.


09/07/2010 - 22h02

Jorge Amado pediu Zélia Gattai em namoro nas páginas da Folha


Em 1945, o escritor baiano Jorge Amado (1912-2001) foi o deputado federal mais votado do Estado de São Paulo. Ele morava na capital, em um apartamento na avenida São João. Foi nesse ano que ele casou com Zélia Gattai (1916-2008), que foi pedida em namoro nas páginas da Folha da Manhã, como lembra a mulher no livro "Um Chapéu para Viagem", relançado em janeiro pela Companhia das Letras.
Esse foi o segundo livro de Zélia, que estreou em 1979 com "Anarquistas, Graças a Deus". O nome "Um Chapéu para Viagem" é uma referência ao presente dado por Maria Della Costa para que ela usasse no embarque num navio de luxo para a Europa. Assim é o livro: cheio de detalhes sentimentais, despretensiosos, sobre o Brasil a partir dos anos 30.
Leia o trecho em que Zélia conta como Jorge a pediu em namoro. O livro foi lançado originalmente em 1982 pela editora Record.
*
Jorge escrevia diariamente uma crônica para a Folha da Manhã: "Conversa Matutina". Um dia perguntou-me se eu costumava ler suas crônicas na Folha; respondi-lhe que sim.
- Pois não deixe de ler a de amanhã.
Reprodução
Zélia Gattai e o escritor Jorge Amado, em foto feita com disparador automático
Zélia Gattai e Jorge Amado, em foto feita com disparador automático
A crônica - crônica ou declaração de amor? -, que meus olhos devoraram logo cedo, na manhã seguinte, era romântica e apaixonada. Não citava nome, nem era preciso; num certo trecho dizia assim: "Eu te darei um pente pra te pentear, colar para teus ombros enfeitar, rede pra te embalar, o céu e o mar eu vou te dar...".
À noite, antes de partirmos para o comício, perguntou-me se eu havia lido o que escrevera pensando em mim. Perturbada, disse-lhe que não lera ainda, que o faria antes de dormir.
Mas ao solicitar-me novamente uma palavra com a qual terminar seu discurso, disse-lhe: "Amor!". E o povo da Freguesia do Ó aplaudiu quando, ao encerrar o comício, Jorge falou "num mundo de paz, de justiça e de amor!".
Caymmi em São Paulo
Velho amigo de Jorge, seu afilhado de casamento, Dorival Caymmi chegara a São Paulo e hospedara-se na casa do padrinho, no apartamento da avenida São João. Ao aparecer aquela noite no comitê, foi uma sensação! Todo o mundo a rodear o compositor, e pedir-lhe que cantasse. Caymmi não levara o violão, limitou-se a distribuir autógrafos e charme.
Na companhia de Isabel e Rivadávia Mendonça, dias depois, fui a uma recepção num elegante palacete, festa oferecida a intelectuais e artistas empenhados na organização do comício do Pacaembu pelo proprietário da casa, Maurício Goular. Ficamos no jardim iluminado, onde, entre mesinhas e canteiros de flores, grupos se espalhavam. Logo depois Clóvis e Sul, Paulo e Aparecida, juntaram-se ao nosso grupo. Fazíamos comentários, rindo alegres, quando apareceu Jorge. Vinha me buscar.
- Caymmi está cantando lá dentro, venha ouvir.

Zélia Gattai: A companheira inseparável de Jorge Amado
fonte imagem: eunanet.net
Ela não se importava nenhum pouco de ser conhecida como o romance mais belo de Jorge Amado. Porém, Zélia Gattai Amado, na simplicidade de sua linguagem tornou-se, ao longo da carreira de escritora que abraçou por incentivo da filha Paloma e do marido, a grande guardiã das memórias da família Amado. Ocupou com pompa e direito a cadeira de número 23 da Academia Brasileira de Letras, escreveu histórias para crianças e havia iniciado, há pouco tempo, um romance, mas sua preferência era mesmo registrar as histórias vividas ao lado dos amigos e familiares.
De leitora a amiga, esposa e companheira inseparável teve sua relação com Jorge marcada por cumplicidade e bom-humor. Um dos maiores prazeres era relembrar as peripécias do companheiro. Antes de ser escritora e fotógrafa, a filha de imigrantes italianos reconheceu desde cedo sua vocação de esposa. Aos 20 anos, casou-se com Aldo Veiga, militante e membro do Partido Comunista, com quem teve um filho, Luiz Carlos, nascido na cidade de São Paulo, no ano de 1942.
O casamento com Aldo a aproximou de figuras como Oswald de Andrade, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Rubem Braga e Vinícius de Moraes. Mas essa ainda não era a sua história de contos de fadas. Essa teria início em 1945, quando conheceu Jorge no I Congresso de Escritores. Ela começou a trabalhar com o já conhecido romancista, de quem era leitora assídua, no movimento pela anistia de presos políticos. Poucos meses depois eram um casal e ela passou a fazer a revisão dos originais dos livros dele. A união só foi oficializada, porém, em cerimônia realizada 13 anos depois, em 1958.
Além do amor pelo escritor, Zélia era movida também por sua veia política. Desde menina participava, juntamente com a família, do movimento político-operário, integrado por imigrantes italianos, espanhóis e portugueses. Filha de Angelina Da Col e Ernesto Gattai, aprendeu muito cedo a importância da atuação política.
O pai, um apaixonado por automóveis tendo participado de corridas na cidade de São Paulo, pertencia a um grupo de imigrantes políticos, que chegou ao Brasil no final do século XIX, para fundar a "Colônia Cecília". Essa era uma tentativa de criar uma comunidade anarquista na selva brasileira. A mãe, por sua vez, era de família católica e veio para o Brasil após a abolição da escravatura e trabalhou em plantações de café, também na capital paulista.
 
No ano de 1938, Ernesto Gattai foi preso pela Polícia Política e Social de São Paulo, durante o Estado Novo. O episódio incentivou Zélia a tornar-se cada vez mais atuante na política. Em 1946, ela apoiou a eleição de Jorge Amado para a Câmara Federal e com ele mudou-se para o Rio de Janeiro, onde deu à luz ao filho João Jorge, no ano seguinte. Um ano depois, por conta de o Partido Comunista ter sido declarado ilegal, a família Amado partiu para o exílio. A partir daí, ao lado do marido, Zélia passou a viver uma grande aventura.
Embarcaram para Paris e decidiram passar pela experiência aproveitando tudo de bom que a França lhes oferecesse. Ela fez cursos de Civilização Francesa, Fonética e Língua Francesa, na Sorbonne. Ou seja, o tempo no exílio foi preenchido com cultura. Além disso, foi nesse período, ainda, que ela e Amado conheceram personalidades como Picasso, Nicolás Guillén, Paul Éluard, Fréderie Curie e Pablo Neruda, de quem, aliás, tornou-se comadre ao dar a ele a filha Paloma para batizar.
Mais íntimos ainda do casal brasileiro foram os filósofos franceses Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. A aproximação entre eles era tanta que o existencialista Sartre veio ao Brasil, na década de 60 a convite dos amigos. Juntos, visitaram diversas partes do País e os momentos mais significativos dessa viagem foram registrados por Zélia em fotografias. Além das imagens, histórias e muitas lembranças, desde esse encontro em terras brasileiras, Zélia guardava em uma caixinha de jóias um anel com a pedra Jade, que ganhou de Simone de Beauvoir, na partida dela para a França.
Contar detalhes sobre essa história de amizade sempre foi um motivo de emoção para a escritora, que apesar de ter nascido em São Paulo, no dia 2 de julho - coincidentemente a maior data dos festejos cívicos baianos -,  ela guardava um amor especial pela Bahia, onde chegou nos anos 60, após morar, de 1950 a 1952 em uma comunidade de escritores na Tchecoslováquia, onde nasceu Paloma. 
  
Ao desembarcar em Salvador, em 1963, o endereço escolhido pelo casal Amado para começar a vida nova foi o número 33 da Rua Alagoinhas, no boêmio bairro do Rio Vermelho. A famosa casa, hoje em processo de transformação no Memorial Jorge Amado, foi, durante muitos anos não só a morada de Jorge e Zélia, mas cenário de valorização dos signos culturais da Bahia e de aconchego. Lá os dois receberam familiares e amigos ilustres. Não foram poucas as pessoas importantes, artistas e autoridades que passaram por ali.
Após o falecimento de Jorge, Zélia passou a ocupar um amplo apartamento no Horto Florestal, mas as lembranças e o coração continuaram na casa da Rua Alagoinhas, onde também foram depositadas as cinzas do seu amado. Bem no jardim, como ele havia pedido, por ser ali seu espaço predileto, no qual passavam, juntos, longas horas. Muito dessa história está contada no livro A Casa do Rio Vermelho, lançado em 1999 - uma coletânea das memórias do casal e da casa mais famosa do bairro.
Até os 63 anos, Zélia tinha a fotografia como principal atividade artística. Chegou a publicar a fotobiografia de Jorge Amado, intitulada Reportagem Incompleta. Pode ter demorado, mas a estréia da escritora Zélia Gattai foi sem comparativos com o livro Anarquistas, Graças a Deus, em 1979, no qual ela relata a vida dos imigrantes italianos em São Paulo, no início do século XX. Para contar essa história, ela se inspirou na trajetória da família, composta por anarquistas defensores de uma sociedade sem leis, sem religião ou propriedade privada, em que mulheres e homens tivessem os mesmos direitos e deveres. Vinte anos depois do lançamento dessa publicação, a obra já contabilizava mais de duzentos mil exemplares vendidos, só no Brasil.
A obra da imortal, considerada uma das mais importantes memoralistas do país, também é composta por romances, infantis e fotobiografia. Alguns ganharam tradução para francês, italiano, espanhol, alemão e russo. Anarquistas, Graças a Deus foi adaptado para uma mini-série pela Rede Globo. Já Um Chapéu para viagem, escrito em 1982, com histórias sobre o fim da Segunda Guerra Mundial, a queda da ditadura Vargas, a anistia dos presos políticos e a redemocratização do país, foi levado ao teatro.
fonte imagem: achodigno.com.br
A vida e a obra de Zélia Gattai 
Epoca/Epoca
Zélia e Jorge Amado (foto do livro ''Memorial do Amor'')
Filha e neta de imigrantes italianos, Zélia Gattai, memorialista, romancista e fotógrafa, nasceu em São Paulo, SP, no dia 2 de julho de 1916. É filha de Angelina Da Col e Ernesto Gattai, ambos italianos. Seu pai fazia parte do grupo de imigrantes políticos que chegou ao Brasil no fim do século XIX, para fundar a célebre "Colonia Cecília" - tentativa de criar uma comunidade anarquista na selva brasileira. A família de sua mãe, católica, veio para o Brasil após a Abolição da Escravatura para trabalhar nas plantações de café, em São Paulo. Aos vinte anos, casou-se em São Paulo com o intelectual e militante do Partido Comunista, Aldo Veiga, com quem teve seu primeiro filho, Luiz Carlos. O casamento a aproximou de renomados intelectuais: Oswald de Andrade, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Rubem Braga, Vinicius de Moraes, entre outros. Em 1938, seu pai, Ernesto Gattai, foi preso pela Polícia Política e Social de São Paulo, durante o Estado Novo, o que fez Zélia se tornar cada vez mais atuante na vida política.
Em 1945, separou-se de seu primeiro marido e conheceu Jorge Amado, durante o I Congresso de Escritores. Após um período de trabalho, militância e flerte, Jorge confessou seu amor por Zélia e os dois decidiram viver juntos. No ano seguinte, mudaram-se para o Rio de Janeiro, após o ingresso de Jorge na Assembléia Constituinte. Em 1948, Jorge e Zélia foram exilados e viveram na Europa por cinco anos. Nesse ínterim, nasceu Paloma, segunda filha do casal, natural de Praga. Neste período, o casal participou intensamente da vida cultural européia, ao lado de personalidades como Pablo Neruda, Nicolás Guillén, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Paul Éluard, Picasso, Fréderic Curie.
No início da década de 1960, o casal mudou-se para Salvador, Bahia, bairro do Rio Vermelho. Em 1978, Jorge e Zélia, após 33 anos de vida em comum, oficializaram a união.
Epoca/Epoca
Jorge e Dorival Caymmi (foto do livro ''Memorial do Amor'')
Um ano após a mudança para a Bahia, aos 63 anos, Zélia lançou seu primeiro livro, o romance Anarquistas, graças a Deus, um relato da vida dos imigrantes italianos na São Paulo do começo do século. Filha de imigrantes italianos que chegaram a São Paulo no começo do século, Zélia conta histórias da sua família, composta por anarquistas que pregavam a fundação de uma sociedade sem leis, sem religião ou propriedade privada, em que mulheres e homens tivessem os mesmos direitos e deveres. Como pano de fundo, a descrição do cotidiano de uma cidade em desenvolvimento. Em 1982, Zélia publicou Um chapéu para viagem, no qual conta histórias sobre o fim da Segunda Guerra Mundial, a queda da ditadura Vargas, a anistia dos presos políticos, a redemocratização do país. Senhora dona do baile, o terceiro livro, tem como cenário dois mundos separados por uma cortina de ferro e apresenta a seus leitores algumas das personagens mais importantes da História deste século.
Seu quarto livro, Jardim de Inverno, reúne recordações do exílio e do continente europeu dividido em leste e oeste. A obra recebeu o Prêmio Destaque do Ano e acabou gerando um convite para uma visita à Rússia de Gorbatchev e sua mulher Raissa. Crônica de uma namorada, publicado em 1995, embaralha personagens reais e fictícios para contar as experiências e emoções de uma adolescente que descobre, na São Paulo dos anos 1950, o amor.
Para o público mais jovem, dois livros: Pipistrelo das Mil Cores e O segredo da Rua 18.
Epoca/Epoca
Jorge e Caetano Veloso (foto do livro ''Memorial do Amor'')
Em 1999, Zélia lançou A casa do Rio Vermelho, coletânea das memórias do casal e da casa em que viveram durante 21 anos. Neste período, freqüentaram a sala de visitas do casal Gattai-Amado os mais ecléticos convidados do Brasil, Europa e América, desde Pablo Neruda até Antonio Carlos Magalhães. Em 2000, lançou Cittá di Roma e em 2001 Códigos de famíliaEm 7 de dezembro de 2001, foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Jorge Amado, na Cadeira nº. 23, que tem como patrono José de Alencar.
Em Memorial do Amor, seu novo livro, Zélia resgata novas memórias de sua vida ao lado de Jorge Amado na casa do Rio Vermelho. Ao lado de Jorge, Zélia viveu 56 anos. Destes, 40 o casal passou na Bahia. Juntos procuraram, compraram e moraram na famosa casa por onde passaram algumas das mais significativas personalidades do século XX. Depois da morte de Jorge, Zélia achou que não fazia mais sentido ficar ali e decidiu abrir a casa para a legião de amigos e admiradores do escritor baiano. A casa do Rio Vermelho será transformada num museu.
Prêmios recebidos
Prêmio Dante Alighieri (1980). Prêmio Revelação Literária, concedido pela Associação de Imprensa (1980). Diploma de Sócia Benemérita da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. Placa "As dez mulheres mais bem sucedidas do Brasil" pela Mac Keen (1980). Título de Sócia Benemérita do Clube Baiano da Trova (1981). Título de Cidadã Honorária da Cidade de Salvador, Bahia, concedido pela Câmara Municipal da Cidade (1984). Título de Cidadã Honorária da Cidade de Mirabeau (1985). Título no grau de Grande Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique, concedido pelo governo português (1986). Homenagem da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel que lhe concede o diploma de Madrinha dos Trovadores. Medalha do Mérito Castro Alves, da Secretaria da Educação e Cultura do Estado da Bahia (1987). Diploma de Reconhecimento do Povo Carioca pelos relevantes serviços prestados à Cultura e ao Turismo, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Prêmio Destaque do Ano (1988). O Conselho Nacional da Mulher a declara eleita A Mulher do Ano (1989). Diploma de Magnífica Amiga dos Trovadores Capixabas, Espírito Santo (1991). Comenda das Artes e das Letras dada pela ministra da França, Caterine Trautmann (1998). Comenda Maria Quitéria pela Câmara Municipal de Salvador (1999). A criação e instituição da Fundação de Cultura e Turismo Zélia Gattai, pela Prefeitura de Taperoá (2001).

http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT861446-1655,00.html

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